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Caiado pede engajamento da população para garantir mudanças no País

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (Democratas) conclamou a população a se engajar na política e garantir o protagonismo das mudanças que o País precisa nas próximas eleições. Em artigo publicado neste sábado (21/10) pela Folha de S. Paulo, o parlamentar afirmou que hoje o eleitor para muito caro pelas opções erradas do passado, mas que é possível vislumbrar um futuro melhor com engajamento. “Em vez de terceirizar o problema, transferindo-o aos militares, como querem alguns, é preciso investir na intervenção civil. Não pode o país, a cada eleição, votar de qualquer maneira e depois sofrer quatro anos de ressaca moral, rangendo os dentes nas redes sociais”, criticou. “ Para ele, é o que tem ocorrido. “O resultado é que a rejeição aos políticos deriva perigosamente para a rejeição à política – e sem ela não há democracia, o único regime que embute o antídoto contra os seus males: as eleições. Permite que se derrube o grupo político hegemônico de modo pacífico e construtivo”, assegurou. O preço de uma escolha errada, segundo ele, é evidente. “O país paga hoje o preço de uma opção errada – e agora irreversível. Em vez de convocar novas eleições ao tirar Dilma Rousseff da Presidência, tese que defendi e fui voto vencido, optou por dar posse a seu vice, Michel Temer. Assumiu Temer e sua trupe, do segundo escalão do PT, oferecendo ao país mais do mesmo. O país tornou-se refém da agenda de sobrevivência dos que estão no poder: governantes às voltas com a Justiça e empenhados em tudo fazer para evitá-la”, citou. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldo-caiado/2017/10/1928983-nao-se-terceiriza-a-democracia.shtml    
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Caiado participa de programa nacional do Democratas que vai ao ar na próxima quinta

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, aparece nesta quinta-feira (19/10) no programa nacional do Democratas, que vai ao ar em todo o País pelas redes de rádio e de televisão. O programa, que tem 10 minutos de duração, fala sobre a necessidade de o Brasil voltar a se unir em busca de um entendimento e pela promoção do bem comum. Em sua fala, o senador Ronaldo Caiado destacou a crise econômica deixada pelos governos do PT e conclamou a população a participar da vida política. “O nosso compromisso é com o Brasil e com os brasileiros, sobretudo com os mais de 13 milhões de desempregados pela crise econômica deixada pelos governos do PT. São eles que mais sofrem as consequências da incompetência e da falta de compromisso com o nosso país. Nós precisamos sair dessa crise o mais rápido possível, buscando o diálogo e motivando os brasileiros a entrarem de cabeça na campanha eleitoral. É isso que o Brasil espera de nós”, afirmou. Na propaganda o Democratas afirma que nos últimos anos o Brasil se dividiu e a política acabou perdendo sua essência, que é buscar o diálogo. “Nos últimos anos a política tem dividido o Brasil. Logo a política, que existe para buscar o entendimento, promover o bem comum, virou motivo de discórdia, separando amigos, colegas de trabalho e até famílias. É hora de deixar isso para trás. O Brasil precisa da nossa união. Os brasileiros precisam criar novos espaços de diálogo, debater ideias e buscar o entendimento. Esse é o caminho para o Brasil”, diz o partido no programa. A gravação ocorreu no Congresso Nacional, sob o comando do baiano José Fernandes, e irá ao ar das 20h30 às 20h40 na televisão. No rádio, o programa será transmitido a partir das 20 horas. Na propaganda também aparecem o presidente nacional do Democratas, o senador José Agripino; o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia; os deputados federais Efraim Filho, José Carlos Aleluia e Professora Dorinha; o ministro da Educação Mendonça Filho; e o prefeito de Salvador, ACM Neto.
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Contra indicação médica, Caiado comparece ao Senado e vota pelo afastamento de Aécio

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO), mesmo de licença médica, compareceu à sessão do Senado desta terça-feira (17/10) e votou a favor das medidas restritivas impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). Caiado está afastado de qualquer atividade por 15 dias após sofrer grave fratura em seu ombro esquerdo ao cair de uma mula em sua fazenda no município de Mara Rosa (GO), na última sexta (13). De cadeira de rodas e acompanhado da esposa Gracinha, o democrata afirmou ter comparecido em respeito aos goianos que o elegeram. Ele ainda aguarda a redução do edema para avaliar uma intervenção cirúrgica. "Contra a indicação médica, contra a vontade de minha família e sem qualquer condição física, vim em nome de quem me elegeu e de quem eu represento. Votei favorável à manutenção das medidas restritivas em voto aberto, como sempre defendi desde o caso Delcídio", explicou. O senador também deixou claro que abriu mão de seu tratamento e de sua privacidade em consideração ao atual momento de grave descrédito da sociedade com a classe política. "Sendo eu um homem público, resolvi fazer este esforço no sentido de sinalizar que não houve nenhuma tentativa de enganar a população. Nunca fui homem de fugir de responsabilidade alguma", pontuou. Privacidade O senador também aproveitou para repudiar o uso político que alguns tentaram fazer de seu acidente levantando suspeitas sobre a sua real condição de saúde. "Como médico, gostaria de chamar a atenção sobre o respeito à privacidade e ao tratamento do paciente, não importa o momento. Sempre aprendi a respeitar a dor alheia. Aos que tentaram politizar esse momento, só posso manifestar o meu total repúdio", criticou.

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Caiado pede engajamento da população para garantir mudanças no País

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (Democratas) conclamou a população a se engajar na política e garantir o protagonismo das mudanças que o País precisa nas próximas eleições. Em artigo publicado neste sábado (21/10) pela Folha de S. Paulo, o parlamentar afirmou que hoje o eleitor para muito caro pelas opções erradas do passado, mas que é possível vislumbrar um futuro melhor com engajamento. “Em vez de terceirizar o problema, transferindo-o aos militares, como querem alguns, é preciso investir na intervenção civil. Não pode o país, a cada eleição, votar de qualquer maneira e depois sofrer quatro anos de ressaca moral, rangendo os dentes nas redes sociais”, criticou. “ Para ele, é o que tem ocorrido. “O resultado é que a rejeição aos políticos deriva perigosamente para a rejeição à política – e sem ela não há democracia, o único regime que embute o antídoto contra os seus males: as eleições. Permite que se derrube o grupo político hegemônico de modo pacífico e construtivo”, assegurou. O preço de uma escolha errada, segundo ele, é evidente. “O país paga hoje o preço de uma opção errada – e agora irreversível. Em vez de convocar novas eleições ao tirar Dilma Rousseff da Presidência, tese que defendi e fui voto vencido, optou por dar posse a seu vice, Michel Temer. Assumiu Temer e sua trupe, do segundo escalão do PT, oferecendo ao país mais do mesmo. O país tornou-se refém da agenda de sobrevivência dos que estão no poder: governantes às voltas com a Justiça e empenhados em tudo fazer para evitá-la”, citou. http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldo-caiado/2017/10/1928983-nao-se-terceiriza-a-democracia.shtml    
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Relativização das leis é um equívoco, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/10) pela Folha de S. Paulo que não se pode destruir a democracia brasileira partindo do pressuposto de que é possível resolver a crise política sem os políticos. Para ele, é um equívoco a relativização da lei e as manifestações intervencionistas que ignoram o aprendizado que o Brasil teve. “O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização – quando não a transgressão pura e simples - da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos”, alertou. Segundo o senador, a crise atual permite avaliar o bom funcionamento das instituições. “É nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior”, afirmou. O democrata reafirmou ainda acreditar no equilíbrio entre os Poderes. “O sistema de pesos e contrapesos de nossa República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei”, lembrou. “De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei”, reforçou. Confira a íntegra do artigo:

Não há atalhos na lei

Não há precedente na história da democracia de crise política que se resolva de fora para dentro –isto é, sem o protagonismo dos próprios políticos. Inversamente, há inúmeros casos em que, a pretexto de condenar a ação nefasta de alguns, destruiu-se a democracia, na ilusão de que a solução poderia vir de fora. O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização –quando não a transgressão pura e simples– da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos. Convém lembrar a lição de Winston Churchill, de que a democracia é o pior dos regimes, excetuados todos os outros. Mais que lição, é um alerta permanente. A política brasileira está enferma. Algumas das principais lideranças estão submetidas à Justiça, umas já condenadas, outras denunciadas e algumas já presas. Incluem-se aí nada menos que dois ex-presidentes –Lula (já condenado) e Dilma (ré)– e o atual, Michel Temer (denunciado), além de alguns dos principais empresários do país. São nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior. Senado e STF divergem neste momento quanto ao enquadramento penal que se deve dar a um parlamentar: deve ser julgado como um servidor público estatutário –que não o é, assim como também não o são os ministros do STF e o presidente da República– ou se pela Constituição. Cada uma daquelas funções está regulada pela Constituição, que, como é óbvio, se sobrepõe à legislação ordinária. A título de comparação, se uma comissão do Senado, que tem a prerrogativa de julgar ministros do STF, enquadrasse um deles como servidor estatutário e o suspendesse da função, antes do julgamento pelo plenário, recolhendo-o à prisão domiciliar, estaria infringindo a Constituição. O Senado já deu provas de que se dispõe a trabalhar em harmonia com o Judiciário. Quando o STF decretou a prisão do então senador Delcídio do Amaral, pediu, dentro do que estabelece a Constituição, autorização ao Senado, que a aprovou no mesmo dia. Posteriormente a Comissão de Ética casou o mandato. Não há, pois, razão para alimentar controvérsias. E o Senado entendeu e evitou confrontos com o Supremo. Não o fez porque investe na superação da crise. No dia 11, o pleno do STF decide Ação Direta de Inconstitucionalidade, que trata do tema. Acreditamos que prevalecerá a Constituição, que os ministros não sucumbirão ao ativismo político. A tentação de legislar já se manifestou em outras ocasiões, mas integrante do Judiciário é prisioneiro da lei. Se quiser legislar, terá de se candidatar. O sistema de pesos e contrapesos da República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais, e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei. De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei. Fora dela, já dizia Ruy Barbosa, não há salvação.
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País não suporta mais a “república dos Batista”, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (09/09) pela Folha de S. Paulo que os áudios de Joesley Batista divulgados esta semana mostram que o corrupção nocauteou o País. Ficou claro, segundo ele, que a crise brasileira não se restringe apenas ao Poder Legislativo.

“O áudio de Joesley Batista, repugnante, um circo horrores, é (não a única) prova disso. Expõe métodos com que agia nas três esferas do poder público, comprando apoios, obstruindo a justiça, impondo interesses que passam ao largo do bem comum”, disse. O parlamentar lembra a JBS nasceu nos governos do PT e produziu um poder paralelo de integrantes do poder que se serviram ao aparelho estatal. “O fenômeno Joesley não brotou aleatoriamente. É fruto de ação planejada da organização criminosa petista (a expressão é do ministro Celso de Mello, do STF), que Janot agora, enfim, denuncia, e que chegou ao poder com Lula”, lembrou. Para Ronaldo Caiado, é preciso agora refundar a República. “Justiça e transparência são as palavras chaves. O país não suporta mais a “república” dos Batista. Precisa refundá-la, em novas e mais sadias bases morais, se não quiser vê-la sair pelo ralo”, concluiu.

Áudios

Projeto de Caiado que impede contrabandistas de participar de licitações é aprovado

Foi aprovado projeto de lei do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que impede empresas condenadas por pirataria, descaminho ou contrabando de participar de licitações públicas. A proposta foi analisada em plenário e aprovada por unanimidade. A intenção do senador é tornar mais rígida a punição para crimes que geram, de acordo com a Receita Federal, prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões por ano ao país.

Caiado recebe de movimentos civis a Medalha Patriótica

  O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu, nesta terça-feira (25/04), a Medalha Patriótica, uma condecoração criada por movimentos populares para personalidades que se destacaram na defesa do país. O evento contou com a participação de vários grupos da sociedade civil organizada que destacaram o papel atuante do senador nas manifestações de rua e na Comissão do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Aprovado projeto de Caiado que reduz burocracia para empresas

O Senado aprovou nesta terça-feira (25/4) projeto do líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), que reduz a burocracia para um universo maior de Sociedades Anônimas realizar seus negócios. O PLS 286/2015 estende o benefício do sistema simplificado para empresas com patrimônio líquido de até R$ 10 milhões. Hoje, a regra funciona para S/As com patrimônio máximo de R$ 1 milhão. O senador acredita que o projeto, aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos, vai estimular mais negócios ao reduzir o custo operacional dessas empresas.

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