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“Alison Maia vai derrotar o grupo que usa a máquina pública na eleição em Caldas Novas”, diz Caiado

O presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, afirmou neste sábado (24/09) confiar no poder de decisão dos eleitores contra uma estrutura de máquina pública que, muitas vezes, é usada para pressionar a população. O senador participou de uma grande carreata ao lado de Alison Maia (Democratas) e seu vice, Dr. Adoelton (PRTB), que percorreu várias ruas de Caldas Novas até terminar no bairro Santa Efigênia. Ronaldo Caiado comparou a eleição na cidade à de 2014, quando se elegeu para o Senado disputando contra o candidato apoiado pelo governador. "Venci a eleição para o Senado disputando contra uma máquina de governo em 2014. Em Caldas Novas Alison Maia, candidato a prefeito ao lado do Dr. Adoelton, vai repetir o mesmo feito. Foi essa a confiança que vim com muita alegria transmitir à população depois de participar de uma grande carreata. Isso mostra o poder que os eleitores têm em mãos de promover as mudanças que precisam", disse. Aos moradores do bairro o parlamentar destacou que Alison Maia terá, se eleito, todo o apoio necessário em Brasília para tocar os seus projetos. "Alison levanta a bandeira da educação, pasta que o ministro Medonça, também do Democratas, atua. Tenho certeza que conseguiremos trazer para cá mais faculdades e cursos profissionalizantes. Se eleito, como confio, ele terá uma estrutura de sustentação muito melhor que o seu adversário, que só conta com um governo estadual que nada trouxe de benefício. Podem acreditar: Alison tem competência e respaldo político para transformar projetos em realidade", finalizou. Alison Maia, por sua vez, se comprometeu a buscar a vinda de novas indústrias e faculdades, fomentar o turismo e melhorar a saúde. "Caldas Novas está mudando. Vamos devolvê-la para o povo e recuperar nossa cidade", afirmou.
Caiado Divulgação - 24-09-16 (1)

Victor saberá gerir os recursos de Jataí com competência, diz Caiado

Na reta final das eleições municipais, o presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, se dedicou à região Sudoeste, onde defendeu neste sábado (24/09) as candidaturas dos candidatos de Jataí e Mineiros. Acompanhado do prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e do ex-deputado Leandro Vilela, Ronaldo Caiado participou de uma caminhada pelo Centro de Jataí e agradeceu o gesto de grandeza do PMDB ao apoiar o democrata Victor Priori para a prefeitura, com o médico Elio Caetano (PMDB) como vice. "Jataí é uma cidade que tem muito a ver com minha história de vida, desde o início da luta a favor dos produtores rurais. E hoje estive na cidade para apoiar a candidatura de Victor Priori a prefeito e Elio Caetano vice pois, da mesma maneira que em Goiás o PMDB abraçou a minha candidatura ao Senado, em Jataí o partido teve um gesto maior de escolher um democrata para a disputar prefeitura", disse. Em sua fala o senador destacou os apoios de peso do democrata na cidade. "Victor está ao lado de pessoas de prestígio que fazem a diferença em Jataí, como o prefeito e ex-governador Maguito Vilela e o ex-deputado Leandro Vilela, também presentes hoje na bonita caminhada que fizemos pelo Centro. Com sua experiência de sucesso na iniciativa privada, tenho certeza que Victor saberá gerir as emendas e os recursos arrecadados com muita competência", garantiu. Maguito Vilela teceu elogios ao presidente regional do Democratas, a quem classificou como um dos políticos mais respeitados do País, e afirmou que Victor Priori vai repetir na vida pública o sucesso que teve na iniciativa privada. "Victor sabe fazer uma boa gestão e escolher uma equipe competente. Vai saber aplicar os recursos aqui", afirmou. "Jataí não pode estar em mãos inexperientes, mas em mãos trabalhadoras e que tem a confiança da população", completou. Mineiros A agenda no Sudoeste continuou em Mineiros, onde Ronaldo Caiado discursou ao lado da Dra. Flávia (SD) e seu vice Sérgio Marquio, que propõem resolver problemas antigos na cidade, como falta de asfalto nos bairros e de saneamento básico. Tudo isso de forma transparente, pois os candidatos querem implantar o portal da transparência do município, que ainda não estaria funcionando. "Flávia é uma líder carismática, de energia positiva e determinada. Ela tem muito a contribuir com desenvolvimento da cidade e com um novo modelo de gestão, condizente com os anseios da população. Muitas vezes duas cidades diferentes têm o mesmo orçamento mas uma estrutura totalmente desigual. É a maneira de governar e gerir os gastos públicos que é determinante para mudar a cara de uma cidade. Flávia, tenho plena confiança, saberá elaborar bons projetos para que eu possa levá-los aos gabinetes dos ministros", garantiu.
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"PEC é ponto de partida pra solução da crise", diz Caiado em artigo na Folha O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) defendeu eu seu artigo para a Folha deste sábado (24/09) a necessidade de aprovação da PEC que impõe um teto nos gastos públicos por 20 anos. Para o senador, a proposta de emenda constitucional 241 é um esforço para reparar a a irresponsabilidade fiscal dos anos do PT no governo. "[O PT] gastou (e mal) o que tinha e o que não tinha, tornando os direitos sociais letra morta, afundando o país", acusou. "A PEC, como é óbvio, não é uma solução para os desafios da crise, mas o ponto de partida para que se possa vislumbrar alguma. É um freio de arrumação. Não é questão ideológica ou partidária, até porque contas - públicas ou privadas - não são de direita ou de esquerda. Obedecem a princípios imutáveis e implacáveis", escreveu. Caiado argumenta que os gastos com saúde e educação já estão reduzidos por falta de meios para supri-los e o que a PEC faz é propor alternativas que evitem o recurso ao aumento de impostos. "Convém lembrar que, após as duas votações na Câmara, a PEC chegará ao Senado, submetendo-se a novas possibilidades de aprimoramento. E o Congresso, diferentemente das corporações sindicais, tem delegação popular", afirmou. Confira o artigo na íntegra: PEC do teto de gastos não é solução para crise, mas ponto de partida A proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece, por duas décadas, um teto para os gastos públicos, limitando-os à inflação, tornou-se o centro de ruidosa celeuma, que excita corporações, "movimentos sociais" e lideranças populistas. Prestes a ser votada na Câmara, passou a ser apontada como um instrumento perverso, concebido para suprimir direitos e avanços sociais conquistados nos últimos anos. É, porém, bem ao contrário, um esforço para restaurá-los. Para além do assalto à Petrobras e aos fundos de pensão, lesando aposentados, o governo do PT protagonizou prolongada e insana farra de irresponsabilidade fiscal. Gastou (e mal) o que tinha e o que não tinha, tornando os direitos sociais letra morta, afundando o país. Foi a inobservância ao princípio do limite de gastos que resultou numa economia arruinada e 12 milhões de desempregados. Não há conquista social mais primária que a do emprego, e sua supressão em tal escala, sem precedentes, decorre da desobediência a fundamentos da aritmética elementar, em que, goste-se ou não, dois mais dois serão sempre quatro. Não há ideologia que mude isso. E o que vemos é que programas sociais, reduzidos na gestão passada por falta de verbas, passaram a exibir deficiências graves e dramáticas. Entre outras, redução de leitos hospitalares, suspensão de financiamento a programas como Fies, Pronatec e Ciência sem Fronteiras, além da vexatória inadimplência de nossas embaixadas e consulados. A PEC, como é óbvio, não é uma solução para os desafios da crise, mas o ponto de partida para que se possa vislumbrar alguma. É um freio de arrumação. Não é questão ideológica ou partidária, até porque contas —públicas ou privadas— não são de direita ou de esquerda. Obedecem a princípios imutáveis e implacáveis. Argumenta-se que a PEC irá reduzir gastos com saúde e educação. Não é verdade. Esses gastos já estão reduzidos por falta de meios para supri-los. O que a PEC faz é propor alternativas que evitem o recurso ao aumento de impostos. Convém lembrar que, após as duas votações na Câmara, a PEC chegará ao Senado, submetendo-se a novas possibilidades de aprimoramento. E o Congresso, diferentemente das corporações sindicais, tem delegação popular. O teto de gastos está previsto para 20 anos, mas, após 10 anos, o Congresso pode revê-lo e redefinir regras para o período restante. Teremos oportunidade de amplo debate. Os que protestam contra a iniciativa são exatamente os que a tornaram imperativa pelos desmandos que impuseram à economia. O fato concreto é que há um desequilíbrio estrutural nas contas públicas, que terá de ser resolvido ou por meio de aumento de imposto ou pelo restabelecimento da racionalidade de gastos. A PEC aposta na segunda alternativa. A carga tributária brasileira está entre as mais altas do mundo, o que dificulta a expansão de investimentos. Aumentá-la agrava ainda mais esse quadro. O ajuste, dentro de regras estáveis, devolverá confiança aos agentes econômicos, permitindo o aporte de investimentos e a reabertura dos postos de trabalho. O governo não pode se intimidar com o lobby corporativista nem pedir sacrifícios à população sem antes de ele próprio fazê-lo, abrindo mão de privilégios e reajustes salariais incompatíveis com as limitações diagnosticas por sua equipe econômica. Precisa, isto sim, explicar à população a realidade que herdamos dos que hoje se colocam no cômodo papel de acusadores. Além de toda a roubalheira perpetrada, em escala jamais vista, destruíram a administração pública. 

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"PEC é ponto de partida pra solução da crise", diz Caiado em artigo na Folha O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) defendeu eu seu artigo para a Folha deste sábado (24/09) a necessidade de aprovação da PEC que impõe um teto nos gastos públicos por 20 anos. Para o senador, a proposta de emenda constitucional 241 é um esforço para reparar a a irresponsabilidade fiscal dos anos do PT no governo. "[O PT] gastou (e mal) o que tinha e o que não tinha, tornando os direitos sociais letra morta, afundando o país", acusou. "A PEC, como é óbvio, não é uma solução para os desafios da crise, mas o ponto de partida para que se possa vislumbrar alguma. É um freio de arrumação. Não é questão ideológica ou partidária, até porque contas - públicas ou privadas - não são de direita ou de esquerda. Obedecem a princípios imutáveis e implacáveis", escreveu. Caiado argumenta que os gastos com saúde e educação já estão reduzidos por falta de meios para supri-los e o que a PEC faz é propor alternativas que evitem o recurso ao aumento de impostos. "Convém lembrar que, após as duas votações na Câmara, a PEC chegará ao Senado, submetendo-se a novas possibilidades de aprimoramento. E o Congresso, diferentemente das corporações sindicais, tem delegação popular", afirmou. Confira o artigo na íntegra: PEC do teto de gastos não é solução para crise, mas ponto de partida A proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece, por duas décadas, um teto para os gastos públicos, limitando-os à inflação, tornou-se o centro de ruidosa celeuma, que excita corporações, "movimentos sociais" e lideranças populistas. Prestes a ser votada na Câmara, passou a ser apontada como um instrumento perverso, concebido para suprimir direitos e avanços sociais conquistados nos últimos anos. É, porém, bem ao contrário, um esforço para restaurá-los. Para além do assalto à Petrobras e aos fundos de pensão, lesando aposentados, o governo do PT protagonizou prolongada e insana farra de irresponsabilidade fiscal. Gastou (e mal) o que tinha e o que não tinha, tornando os direitos sociais letra morta, afundando o país. Foi a inobservância ao princípio do limite de gastos que resultou numa economia arruinada e 12 milhões de desempregados. Não há conquista social mais primária que a do emprego, e sua supressão em tal escala, sem precedentes, decorre da desobediência a fundamentos da aritmética elementar, em que, goste-se ou não, dois mais dois serão sempre quatro. Não há ideologia que mude isso. E o que vemos é que programas sociais, reduzidos na gestão passada por falta de verbas, passaram a exibir deficiências graves e dramáticas. Entre outras, redução de leitos hospitalares, suspensão de financiamento a programas como Fies, Pronatec e Ciência sem Fronteiras, além da vexatória inadimplência de nossas embaixadas e consulados. A PEC, como é óbvio, não é uma solução para os desafios da crise, mas o ponto de partida para que se possa vislumbrar alguma. É um freio de arrumação. Não é questão ideológica ou partidária, até porque contas —públicas ou privadas— não são de direita ou de esquerda. Obedecem a princípios imutáveis e implacáveis. Argumenta-se que a PEC irá reduzir gastos com saúde e educação. Não é verdade. Esses gastos já estão reduzidos por falta de meios para supri-los. O que a PEC faz é propor alternativas que evitem o recurso ao aumento de impostos. Convém lembrar que, após as duas votações na Câmara, a PEC chegará ao Senado, submetendo-se a novas possibilidades de aprimoramento. E o Congresso, diferentemente das corporações sindicais, tem delegação popular. O teto de gastos está previsto para 20 anos, mas, após 10 anos, o Congresso pode revê-lo e redefinir regras para o período restante. Teremos oportunidade de amplo debate. Os que protestam contra a iniciativa são exatamente os que a tornaram imperativa pelos desmandos que impuseram à economia. O fato concreto é que há um desequilíbrio estrutural nas contas públicas, que terá de ser resolvido ou por meio de aumento de imposto ou pelo restabelecimento da racionalidade de gastos. A PEC aposta na segunda alternativa. A carga tributária brasileira está entre as mais altas do mundo, o que dificulta a expansão de investimentos. Aumentá-la agrava ainda mais esse quadro. O ajuste, dentro de regras estáveis, devolverá confiança aos agentes econômicos, permitindo o aporte de investimentos e a reabertura dos postos de trabalho. O governo não pode se intimidar com o lobby corporativista nem pedir sacrifícios à população sem antes de ele próprio fazê-lo, abrindo mão de privilégios e reajustes salariais incompatíveis com as limitações diagnosticas por sua equipe econômica. Precisa, isto sim, explicar à população a realidade que herdamos dos que hoje se colocam no cômodo papel de acusadores. Além de toda a roubalheira perpetrada, em escala jamais vista, destruíram a administração pública. 
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“Governo Temer precisa ir às ruas”, diz Caiado em artigo na Folha

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) alertou, em artigo escrito à Folha neste sábado (10/09), para o risco que o Governo Temer corre ao dialogar apenas com o Congresso e não buscar se aproximar da população. Para Caiado, é vital para a continuidade do governo que ele se empenhe na batalha da comunicação. "O governo Temer começa a perder uma batalha vital: a da comunicação. [...] Limitam-se a conversar com o Congresso, em busca de aprovar medidas legais contra a crise. Isso é indispensável, mas não basta. De costas para a sociedade, não escapará ao fisiologismo", sinalizou. O senador ressalta a movimentação que vem sido capitaneada pelas "forças derrotadas" que buscam confundir a sociedade sobre os verdadeiros responsáveis pelos graves problemas no país. "É o ladrão acusando a vítima de roubá-lo. Sem interlocução do governo com as ruas, a vítima acabará abraçada ao ladrão e acusando a polícia e a Justiça. Já há sinais preocupantes." Caminho No artigo, Ronaldo Caiado aponta que o caminho a ser adotado para combater a estratégia de "sinais invertidos" e recuperar a sintonia com a população seria apresentar o exemplo com cortes na máquina pública, equilíbrio fiscal e uma permanente comunicação com a sociedade. "Precisa repudiá-las e entender que não se sai da crise sem sacrifício. Porém, é preciso a força moral do exemplo, cortando na própria carne. Daí o desastre simbólico dos aumentos e da submissão aos lobbies corporativistas. O governo precisa enfrentar o PT e seus asseclas, sobretudo agora, quando seus crimes começam a vir à tona", concluiu. Confira o artigo na íntegra: Ronaldo Caiado: Governo precisa ir às ruas A efetivação do presidente Michel Temer, na imediata sequência do impeachment, processou-se como mero ato burocrático, despojado do simbolismo que o acontecimento impunha. Política também é feita de gestos e símbolos. Foram subestimados. Ato contínuo, as forças derrotadas, que levaram o país à ruína e protagonizaram os maiores escândalos financeiros de toda a nossa história – Mensalão, Petrolão e agora o ataque aos fundos de pensão, o Fundão -, foram às ruas, em atos de vandalismo explícito, “denunciar” as medidas de austeridade a que o país terá de recorrer para curar-se das lesões que elas próprias lhe impuseram. O governo Temer começa a perder uma batalha vital: a da comunicação. O ambiente de desobediência civil, com conclamação a greve geral e até mesmo a guerra civil, proclamado por pelegos das centrais sindicais e autoridades da ordem deposta – a começar pela própria Dilma e seu mentor, Lula -, transmite ao público sinais invertidos: de que o impeachment não apenas é golpe, mas imporá sacrifícios desnecessários para lesar “conquistas sociais”. Quem fala são investigados da Justiça - alguns já réus, caso de Lula, ou denunciados, caso de Dilma -, a adotar tom acusatório, quando têm apenas direito à defesa nas barras dos tribunais. E o que faz o presidente e seu governo? Limitam-se a conversar com o Congresso, em busca de aprovar medidas legais contra a crise. Isso é indispensável, mas não basta. De costas para a sociedade, não escapará ao fisiologismo. O novo governo irá se legitimar nas ruas se estiver sintonizado, em permanente comunicação. É preciso que a sociedade saiba como estão as contas do país e quem e como as dilapidou. A analogia com o orçamento doméstico é de fácil assimilação pelo cidadão. Simples: não se pode gastar mais do que se tem; não se pode endividar além da capacidade de pagar. O governo deposto gastou o que tinha e não tinha - e gastou mal. E roubou - muito. Os números são eloquentes. Segundo os investigadores, o ataque aos fundos de pensão – um assalto a aposentados e viúvas de pensionistas! –, soma mais de R$ 50 bilhões. É mais que o Petrolão, com os seus R$ 42 bilhões já auditados pela Lava Jato – e que o The New York Times havia classificado como o maior roubo da história da humanidade. E há ainda por investigar, entre outros, BNDES, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Dnit, Eletrobras. E a quadrilha é exatamente a recém-deposta pelo mais brando dos seus delitos, o crime de responsabilidade fiscal: PT, seu governo e seu aparato sindical, os mesmos que hoje bagunçam as ruas, no inacreditável papel de acusadores indignados. É o ladrão acusando a vítima de roubá-lo. Sem interlocução do governo com as ruas, a vítima acabará abraçada ao ladrão e acusando a polícia e a Justiça. Já há sinais preocupantes. A elite vermelha do PT, que controla várias centrais sindicais, investe no caos, em defesa de seu projeto bolivariano, indiferente à crise, que já produziu 12 milhões de desempregados. Com uma mão, pressiona o governo por aumentos a categorias que já desfrutam de estabilidade funcional, e ameaça com greve geral; com a outra, saqueia os fundos de pensão, lesando os aposentados. A sociedade precisa saber disso. Precisa repudiá-las e entender que não se sai da crise sem sacrifício. Porém, é preciso a força moral do exemplo, cortando na própria carne. Daí o desastre simbólico dos aumentos e da submissão aos lobbies corporativistas. O governo precisa enfrentar o PT e seus asseclas, sobretudo agora, quando seus crimes começam a vir à tona.
artigo

Caiado na Folha: “Mais que troca de comando, é preciso refundar a República”

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (27/08) pela Folha de S. Paulo que a simples troca de comando no Executivo federal não é suficiente para banir as práticas criminosas de quem ocupa o poder. Ao comentar os sinais do presidente interino Michel Temer no comando da Nação, Ronaldo Caiado avaliou que são bem pouco animadores. “O ajuste fiscal do governo Temer tornou-se uma encenação, que começou com a aprovação de reajustes para 14 categorias de servidores, e prossegue com mais uma leva de aumentos. O dos salários do Supremo Tribunal Federal, por exemplo, repercute em cascata sobre outras remunerações, como a dos deputados e senadores. Como se não bastasse, fala-se na recriação de ministérios recém-extintos para acomodar aliados”, lamentou. Segundo o democrata, a ordem agora é refundar a República. “Não há mais condições de se governar sob o jugo corporativo, de minorias organizadas, subsidiadas com dinheiro público, que pretendem se sobrepor à sociedade. E não há espaço para a política fisiológica, em que a máquina do Estado é moeda de troca. Impõe-se algo maior: a refundação da República”, disse. ----------------- Ajuste fiscal do governo Temer tornou-se encenação A saída da presidente Dilma Rousseff não pode ser vista apenas como a queda de um governo e a ascensão de outro. Precisa simbolizar algo bem mais amplo e significativo: o fim efetivo de um projeto criminoso de poder (nas palavras do ministro Celso de Melo, do STF), de teor populista-bolivariano, que arruinou o Brasil. Além da ruína econômica, impôs uma queda de padrão moral sem precedentes à vida pública. Sucedê-lo implica redirecionar o país não apenas em termos políticos, econômicos e administrativos mas, sobretudo, quanto a valores e princípios. As multidões, que em quatro manifestações sucessivas ocuparam as ruas, condensavam nos protestos contra a corrupção os anseios por uma nova e diametralmente oposta maneira de governar. Nela, não há espaço para a demagogia, que leva o governante a jogar para a arquibancada, em detrimento do bom senso e do genuíno interesse público. Não há mais condições de governar sob o jugo corporativo, de minorias organizadas, subsidiadas com dinheiro público, que pretendem se sobrepor à sociedade. E não há espaço para a política fisiológica, em que a máquina do Estado é moeda de troca. Impõe-se algo maior: a refundação da República. A saída da presidente é um grande passo, mas insuficiente para lidar com o seu trágico legado. O país quer mais, embora entenda as limitações de um presidente que assume em tais condições. Mas essas limitações não impedem que se deem os primeiros passos. Mais que uma reforma política, é preciso reformar os políticos, a mentalidade vigente, trazendo-os a essa nova realidade que se descortina a partir do impeachment. Ele não ocorre por questões pontuais, embora esteja juridicamente limitado a elas. Sabe-se, porém –e isso evidentemente influirá na votação–, do que de fato estamos tratando, do tamanho do estrago, que não se limita aos crimes de responsabilidade, embora sejam graves o suficiente para depor um presidente. Mas é bem mais. Trata-se de remover um projeto revolucionário e criminoso, que vigeu por 13 anos, dilapidando e aparelhando o Estado e a própria sociedade civil, contaminando com a propaganda ideológica desde o ensino fundamental até a política externa. A simples troca de comando não será suficiente para bani-lo. É preciso que sinais claros sejam emitidos pelos que o sucedem. E não estão sendo. O ajuste fiscal do governo Temer tornou-se uma encenação, que começou com a aprovação de reajustes para 14 categorias de servidores, e prossegue com mais uma leva de aumentos. O dos salários do Supremo Tribunal Federal, por exemplo, repercute em cascata sobre outras remunerações, como a dos deputados e senadores. Como se não bastasse, fala-se na recriação de ministérios recém-extintos para acomodar aliados. Diante disso, o ministro da Fazenda admite que, fracassando o ajuste –e, nos termos expostos, há chance de êxito?–, não hesitará em aumentar tributos. E o povo que pague. Não posso apoiar, nem política, nem moralmente, esse procedimento, sob pena de cumplicidade com uma prática que a população quer ver banida e a cujo clamor atendi ao votar pelo impeachment e pelo fim do bolivarianismo no Brasil. O que vejo, até aqui –e só posso falar do que vejo–, são projetos populistas, a poucos dias das eleições municipais. Nós, que clamamos pelo ajuste –e pelo início do saneamento da economia–, passamos por vilões, pois não nos curvamos ao lobby corporativo, enquanto os que se curvam, os verdadeiros vilões, passam por benfeitores. Desse teatro, definitivamente, não participo.

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Senadores partidários de Dilma tentam prolongar calendário de procedimentos

O senador Ronaldo Caiado, líder do Democratas de Goiás, disse que foi a partir das ruas que o processo do impeachment se deslanchou. Ele, criticou o esforço dos senadores partidários da presidente Dilma Rousseff em tentar prolongar o calendário de procedimentos, alegando cerceamento do direito de defesa. Caiado lembrou que, das 44 testemunhas ouvidas, 38 foram indicadas pela defesa.

Caiado diz que segunda votação foi ‘acordão’ entre PT e PMDB e vai recorrer ao STF

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), repudiou a forma com a qual a votação do impeachment foi fatiada e afirmou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal. Por aceitação do presidente da sessão Ricardo Lewandowski, o julgamento da presidente Dilma Rousseff foi separado em duas votações. Ela foi cassada por 61 a 20 votos, mas não teve sua inabilitação política validada em uma votação que não atingiu dois terços do plenário (42 a 36 a favor).

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