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CAIADO

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Em seu primeiro mandato no Senado, Caiado é escolhido pelo Diap como um dos mais influentes do Congresso

Em seu primeiro mandato como senador, o líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), está na lista dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional divulgada hoje a tarde (31/8) pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). Como deputado federal, Caiado foi escolhido entre os mais influentes do parlamento por 16 vezes consecutivas. O líder está entre os 38 senadores selecionados pelo Diap em 2015. É o único senador goiano na lista. “É uma honra já no primeiro mandato no Senado Federal ser escolhido como um dos mais influentes no Congresso Nacional por esta renomada instituição. Meu trabalho é sempre no sentido de fazer jus a confiança que os goianos depositaram em mim nesses 20 anos em que atuei na Câmara e agora no Senado. Serve como uma prestação de contas à população estar numa lista dessa”, afirmou Caiado. Em sete meses de mandado no Senado, Caiado apresentou projetos, como o que permite a dedução do imposto de renda as despesas com educação; determina indenização ao consumidor no caso de interrupção de energia e inclui os custos da propaganda de governo nas peças veiculadas. Caiado ainda travou batalhas importantes no parlamento e conseguiu resultados como a retirada do texto da MP 675/2015 trecho que abria caminho para venda nebulosa da Celg (empresa goiana energia), o recuo do governo do Decreto que extinguia as sociedades de especialidades médicas e comprometida a formação de médicos especialistas e rejeição de projeto que obrigava prefeitos a aumentar o IPTU anualmente. Saiba mais Nessa 22ª edição dos “Cabeças do Congresso Nacional, o Diap realizou pesquisa por meio de entrevistas com os próprios parlamentares, jornalistas, assessores das duas Casas do Congresso, cientistas e analistas políticos. Houve ainda, segundo a instituição, uma análise criteriosa das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica, além de levantamentos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência de citações na imprensa, entre outros. Também são consideradas posições ocupadas no Congresso, como liderança, vice-liderança, presidência de comissão e partido político, relatoria de projetos de lei e direção na Câmara e Senado. Para a classificação dos 100 “cabeças”, o DIAP estabelece cinco categorias: debatedor, formador de opinião, negociador, organizador/articulador e formulador. Perfil Senador da República pelo estado de Goiás, Ronaldo Caiado foi Deputado federal por cinco mandatos; médico ortopedista e especialista na área de cirurgia da coluna vertebral e produtor rural. Fundador da União Democrática Ruralista (UDR). Representa os interesses do Estado de Goiás, dos profissionais da área da saúde, dos produtores rurais no Congresso Nacional, da diminuição da carga tributária e das causas em prol das liberdades individuais e da democracia. Em 1989, disputou a Presidência da República. É uma honra já no meu primeiro mandato no Senado Federal ser escolhido como um dos mais influentes no Congresso Nacional pelo Diap. Meu trabalho é sempre no sentido de fazer jus a confiança que os goianos depositaram em mim nesses 20 anos em que atuei na Câmara e agora no Senado. Serve como uma prestação de contas à população estar na lista elaborada por essa renomada instituição. Estar entre os Cabeças do Congresso Nacional me dá mais ainda estímulo e responsabilidade para lutar pelo meu povo de Goiás e pelo Brasil. Confira mais informações sobre a lista do Diap: http://www.diap.org.br/images/stories/Cabecas_2015.pdf
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Caiado aposta no crescimento da pecuária

Apesar da perspectiva de retração em todos os setores da economia brasileira, o cenário da pecuária deve destoar e avançar na próxima década. Esta é a avaliação que o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, fez durante a Convenção Nacional da Associação Brasileira de Criadores de Gado Bovino Senepol, em Uberlândia (MG). O senador foi convidado pelo presidente da Associação, Gilmar Gourdard, para falar sobre a atividade agropecuária dentro do atual contexto político e econômico do Brasil. "Mesmo com toda a turbulência e intranquilidade diante da falta de políticas econômicas no Brasil, quero me arriscar a fazer um diagnóstico. Já tivemos vários momentos no Brasil: da cana, do café, da mineração. Mas agora teremos pela frente a década da pecuária", afirmou. Aos criadores que acompanhavam a palestra o senador elencou fatores que estão favorecendo a pecuária. O primeiro deles é que o Brasil é um dos poucos países do mundo que consegue produzir o chamado "boi verde", criado no pasto. O segundo fator seria a qualidade do avanço da carcaça. "Conseguimos atender a demanda nacional e entramos de forma competitiva no cenário internacional", emendou. Para o senador, é graças aos pecuaristas que o setor tem avançado enormemente. "Conseguimos debelar a febre aftosa, que excluía o Brasil dos grandes mercados. Mas tudo recai nos ombros dos produtores. São eles os responsáveis pela garantia do produto", lembrou. Homenagem Antes da palestra o senador foi agraciado com uma placa de homenagem que reconhece seu comportamento ético na vida pública, além da defesa dos produtores rurais. O vice-presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Gustavo Galaci, fez a entrega da placa também em nome da associação e lembrou que em 1989 Uberlândia teve a honra de fazer o lançamento da candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência. "Espero contar com esse orgulho novamente", discursou.
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Caiado diz na Folha que defender o continuísmo é o pior caminho para o Brasil

Pouco menos de duas semanas após as manifestações populares contra a presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Ronaldo Caiado (Democratas) avalia em artigo publicado na Folha de S. Paulo que as forças políticas não deram a resposta adequada aos anseios da maioria dos brasileiros. Segundo o parlamentar, o continuísmo é o pior caminho a ser adotado neste momento. “Enquanto a oposição não conseguiu encontrar um caminho único em resposta à população, medidas do ajuste fiscal se mostraram inócuas, desemprego e inflação saíram de controle. As pessoas continuaram indo às ruas em todas as convocações feitas em defesa de uma saída constitucional. No entanto, para setores empresariais, da imprensa e do próprio parlamento, a incongruência dos líderes que deveriam capitanear esse momento se revelou temerária”, afirmou. O líder do Democratas questiona no artigo se essa escolha é realmente viável. “Prolongar essa sangria por mais três anos é a melhor situação? Será que sustentar uma presidente sem legitimidade, completamente desconectada da população, sem a confiança do mercado e incapaz de propor mudanças que corrigiriam seus próprios erros é mesmo o caminho mais viável para o País?”, pergunta. Leia o artigo na íntegra ------------------ Os riscos da continuidade Já são três protestos nacionais em menos de seis meses indicando a vontade popular por mudanças significativas. De uma pauta difusa, evoluímos para o consenso de que a corrupção, a situação econômica e a instabilidade política só serão solucionadas se partirmos da origem de toda a crise: o gabinete presidencial. A partir daí, três hipóteses foram levantadas: a renúncia de Dilma Rousseff, o que seria menos traumático, porém pouco provável; a cassação da presidente pelo TSE, diante da comprovação do uso de propinas do Petrolão na campanha eleitoral; e o impeachment pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Fatos para qualquer desdobramento existem. O aumento da ingovernabilidade, o recorde histórico nos índices de reprovação e a abrangência do escândalo da Lava Jato deram o caráter de urgência para que forças políticas buscassem uma solução. O que se seguiu, infelizmente, foi só a piora do quadro. Enquanto a oposição não conseguiu encontrar um caminho único em resposta à população, medidas do ajuste fiscal se mostraram inócuas, desemprego e inflação saíram de controle. As pessoas continuaram indo às ruas em todas as convocações feitas em defesa de uma saída constitucional. No entanto, para setores empresariais, da imprensa e do próprio parlamento, a incongruência dos líderes que deveriam capitanear esse momento se revelou temerária. Momentaneamente, alguns retrocederam à cautela da 4ª via: manter Dilma. Prolongar essa sangria por mais três anos é a melhor situação? Será que sustentar uma presidente sem legitimidade, completamente desconectada da população, sem a confiança do mercado e incapaz de propor mudanças que corrigiriam seus próprios erros é mesmo o caminho mais viável para o País? Teimo em dizer que o “continuísmo” é o pior caminho agora por um único motivo: a falta de credibilidade. Vivemos uma crise de representatividade. Em qualquer pesquisa existe maioria para o impeachment. Se também não faltam fatos concretos para o avanço jurídico, por que ignorar os protestos que continuam por todo o País? A Lava Jato aponta bilhões roubados no 'Petrolão' para financiar o PT e a campanha de Dilma, mas não são suficientes para a cassação da presidente pelo TSE? Centenas de prefeitos, governadores e parlamentares perderam mandatos por corrupção. Ela está acima da lei? É um governo acéfalo, em estado catatônico, capaz de anular qualquer um que se disponha a mudar os rumos da política e da economia do País. Vejam o que fizeram ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que caiu em desgraça diante da turma da "nova matriz econômica bolivariana". A ponto do governo escalar o deputado federal José Guimarães para informar sobre o renascimento da CPMF em uma nova roupagem. Se Guimarães carece de liderança na própria Câmara, imagine diante do setor produtivo e da população brasileira. O País não aceita o retorno desse imposto tão nocivo, que prejudica todas as etapas da produção e recai sobre os ombros do trabalhador. Enquanto isso, o corte de ministérios é um engodo. A sinalização é que Dilma vai manter estruturas que serão anexadas a outras pastas e apenas retirará o 'status' de ministros do presidente do Banco Central e da Articulação Política, por exemplo. O Brasil tem que pagar por mais esse estelionato, sem qualquer corte de gastos do governo? Com Dilma, o único cenário possível é o desastre. É preciso entender a necessidade de um redirecionamento político. E cabe aos agentes não compactuados ao PT que aparem as arestas e apresentem um projeto concreto em resposta ao País.
Comissão mista que analisa MP 675 - 26/08/2015Comissão mista que analisa MP 675 - 26/08/2015Comissão mista que analisa MP 675 - 26/08/2015