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Nota Oficial – Acidente deixa Ronaldo Caiado de licença do Senado por 15 dias

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado, ficará de licença médica de suas atividades parlamentares inicialmente durante 15 dias. O senador sofreu uma queda sobre o ombro esquerdo na última sexta-feira (13/10), em sua fazenda no município de Mara Rosa (GO). O acidente ocorreu após uma mula, que estava sendo domada, derrubar o senador. Com apenas quatro dias do acidente, o paciente está impossibilitado de fazer qualquer deslocamento. Ronaldo Caiado sofreu uma fratura cominutiva (com vários fragmentos) na cabeça do úmero esquerdo com deslocamento posterior do tubérculo maior. Pelo aspecto radiológico e da tomografia, há indicação cirúrgica. Por causa de um grande hematoma formado no local da fratura, o senador, que é ortopedista, e os seus colegas médicos optaram pelo uso de um aparelho específico para imobilizar o ombro e o braço esquerdo . Vão aguardar por uma semana para repetir novamente os exames e optar definitivamente por qual tratamento seguir: o conservador ou o cirúrgico. Neste período o senador se encontra em sua residência em Goiânia, em repouso absoluto, usando analgésicos e anti-inflamatórios.
Ronaldo Caiado DIVULGAÇÃO Crédito Sidney Lins Jr

Caiado cobra Banco Central a apresentar plano de retomada de investimentos no país

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), questionou o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sobre medidas que estão sendo adotadas no governo para a retomada do investimento no país. Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, nesta terça-feira (10/10), Caiado ressaltou o esforço do Congresso para aprovar mudanças no indexador de empréstimos do BNDES e uma maior transparência às operações do banco. De acordo com o senador, agora é a hora de o governo mostrar o que está sendo feito para a retomada dos investimentos no país. "Desde 2007 até 2016 investiu-se em infraestrutura o correspondente a mero 0,9% do PIB. O BNDES, que em 2008 recebeu mais de R$ 500 bilhões do Tesouro, preferiu repassar recursos para os tais 'campeões nacionais', que nada mais eram do que empresas financiadoras do PT. Só de taxa de equalização desses empréstimos saiu do bolso do trabalhador o equivalente a 10 anos de cesta básica. Já aprovamos uma nova taxa de equalização e regras de transparência para corrigir esses erros. Queremos saber agora qual o próximo passo do BC para a recuperação dos investimentos", cobrou Caiado. Goldfajn citou a série de privatizações que estão em curso em algumas empresas públicas deficitárias e o interesses de investidores internacionais que condicionam o aporte de recursos em infraestrutura no país a uma perspectiva de estabilidade na retomada do crescimento e da condução da política econômica do governo. HISTÓRICO Durante sua participação, Caiado lembrou os erros cometidos na condução do Banco Central nos governos Lula e Dilma que atrapalharam a condução "A época do PT foi recorde em lucros para bancos e para a especulação financeira. Concentração total. Dados publicados demonstram em comparativo ao governo anterior uma diferença de lucro de 550% para a especulação. Fora o que se sugou do povo brasileiro para pagar a equalização de empréstimos de aliados do PT no BNDES", protestou.
Orizona-FotoLeandroVieira

“Goiás espera unidade da oposição para vencer”, diz Caiado em Orizona

Goiás espera a unidade da oposição para vencer as eleições em 2018 e dar um novo rumo às práticas políticas e administrativas do Estado. Este foi o clamor das lideranças de 40 municípios que lotaram nessa segunda-feira (09/10) à noite a Feira da Agricultura Familiar, em Orizona, para receber o 4º Encontro da frente de oposição “Unidos para Mudar Goiás”. O senador Ronaldo Caiado (Democratas), uma das principais lideranças do encontro, afirmou ter a expectativa de que todos os aliados tenham a mesma convicção. Mais de 800 pessoas ouviram as palavras do presidente regional do Democratas. Ao todo foram 41 vereadores e 34 presidentes e representantes de partidos presentes, além dos representantes das onze siglas partidárias que compõem a frente de oposição “Unidos para Mudar Goiás”: PMN, PEN (hoje Patriotas), PHS, PPL, PTC, PV, PRTB, PSDC, PRP, PMDB e Democratas. Todos unânimes em defender que a oposição se fortalece se estiver unida em 2018. “Me coloco como pré-candidato ao governo de Goiás. Mas quero deixar claro que sou um homem que me submeto às regras que forem colocadas para ganharmos as eleições. Vamos entrar na disputa de cabeça erguida, sem conchavos, e aquele que tiver em melhores condições será o candidato. Convidamos todos os aliados, o PMDB em sua inteireza, a um jovem parlamentar preparado, inteligente e combativo que é Daniel Vilela: Goiás espera a unidade para vencer as eleições”, discursou. Ronaldo Caiado afirmou que não há perspectiva de melhorias com o atual governo. Ele lembra que só Orizona já vivenciou a realidade de ver a explosão de caixas eletrônicos por nove vezes. Ele lembrou ainda que a maioria das cidades goianas tem apenas uma viatura policial para fazer a segurança de toda a população, enquanto o governador e seu vice tem à disposição um aparato enorme. O senador questionou se é esta a realidade que os goianos querem continuar vivendo. “A hora de decidir o que queremos é agora. É essa segurança, saúde e educação que Goiás quer? Ou queremos realmente mudar Goiás para melhor?” Caiado lembrou o caso da Celg. “Venderam a preço de banana, deram 30 anos de isenção de ICMS e os prefeitos não vão receber nada. O serviço conseguiu piorar, falta energia, compromete a produção e a população agora fica no escuro”, disse. Sobre a saúde, Ronaldo Caiado lembrou que o governo estadual cortou verbas dos hospitais do Entorno e de outras regiões que há anos vem prometendo terminar. Qualidades especiais Uma das grandes lideranças da região da Estrada de Ferro que estiveram no evento foi o ex-prefeito de Orizona Anteres Vieira, que ressaltou ser difícil perder a disputa com um candidato que reúne tantas qualidades especiais. Para ele, a alternância de poder é mais do que salutar - é fundamental em um regime democrático. “Goiás precisa mudar. E Ronaldo Caiado tem estatura moral, intelectual e ética para ser presidente do Brasil. Se tem para governar o País, é muita sorte para os goianos que ele tenha preferido tentar a disputa em Goiás. Acompanho o trabalho dele e sei como trata com seriedade o assuntos públicos. Ele reúne atributos como lealdade, honradez, além de ser ficha limpa. Goiás precisa de você”, garantiu. O também ex-prefeito Felipe Antônio Dias (PMDB) afirmou que é nítido o entusiasmo da população em ter a oportunidade de escolher Ronaldo Caiado para governar. “Cheguei aqui e olhei nos olhos das pessoas, vi o brilho da esperança de que as coisas podem mudar, que elas poderão ter de volta o sossego em suas casas. Sonhamos aqui há quase 30 anos com a duplicação da nossa rodovia e nada. O senhor vai mudar isso”, afiançou. Felipe Antônio também testemunhou sobre a lealdade do senador com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), com quem caminhou em 2014 nas eleições para o governo estadual e também em 2016, quando o peemedebista se elegeu na capital. “Vi o senhor com o Iris e como é um homem leal. Queremos te ver no Palácio das Esmeraldas”, afirmou. Força Anfitrião da festa, o peemedebista Rinaldo Costa afirmou que o evento de ontem mostra como está viva a força das oposições em Goiás. “Esta força está presente em todo o Estado de Goiás e em Orizona não seria diferente. Temos pesquisas aqui que mostram que o senhor está bem à frente para a corrida estadual. Orizona quer fazer parte da mudança e trará uma grande vitória às oposições. Não podemos nos dividir. Temos de caminhar juntos para a vitória vir mais fácil”, defendeu. Mais uma vez presente no encontro, o ex-prefeito de Guapó Luiz Juvêncio (PMDB) afirmou que Ronaldo Caiado é o nome que aglutina as lideranças. Para ele, é preciso romper o ciclo de governo atual. “A história mostra que nem uma ditadura durou mais do que 20 anos. Aqui em Goiás estamos em uma ditadura de um governo corrupto que não respeita os prefeitos e lideranças. Fui perseguido quando fui prefeito porque nunca fui com meu chapéu no Palácio. Tenho certeza que agora Goiás terá um representante à altura”, torceu. O vereador do PMDB de Rialma, Paulineli Carneiro, afirmou que é impossível conter o desejo da população. “Quando o povo quer não adianta. A mudança é agora. Estive em Goianésia no evento do PMDB - que, vamos fazer justiça, não foi grande como o de hoje - e falei ao Daniel que sem Ronaldo Caiado vamos levar uma taca. A mudança é agora. O povo de Goiás quer mudança e o nome para isso é o de Ronaldo Caiado”, salientou. Representando o presidente do PRP de Goiás, Jorcelino Braga, o vice-presidente Gerceley Batista disse que Ronaldo Caiado é um dos poucos que transformam a política em um ofício de honra. “Obrigado por nos representar em Goiás com tanta perfeição. A oposição tem um nome de honradez e com propostas”, elogiou. Também participaram do encontro o presidente do Democratas de Orizona, Henrique Cunha Tavares; o suplente de senador Luiz Carlos do Carmo (PMDB); o presidente do PPL, José Netho; o vereador Juarez Lopes (PRTB); o vice-presidente do PV, Cristiano Cunha; o presidente do PMN, Eduardo Macedo; o presidente do Patriotas, Santa Pires; o presidente da Faeg, José Mário Scheiner; o deputado federal Delegado Waldir; o vice-prefeito de Rio Verde, Chico do KGL; o vice-prefeito de Silvânia, João Caixeta (DEM).

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Relativização das leis é um equívoco, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/10) pela Folha de S. Paulo que não se pode destruir a democracia brasileira partindo do pressuposto de que é possível resolver a crise política sem os políticos. Para ele, é um equívoco a relativização da lei e as manifestações intervencionistas que ignoram o aprendizado que o Brasil teve. “O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização – quando não a transgressão pura e simples - da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos”, alertou. Segundo o senador, a crise atual permite avaliar o bom funcionamento das instituições. “É nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior”, afirmou. O democrata reafirmou ainda acreditar no equilíbrio entre os Poderes. “O sistema de pesos e contrapesos de nossa República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei”, lembrou. “De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei”, reforçou. Confira a íntegra do artigo:

Não há atalhos na lei

Não há precedente na história da democracia de crise política que se resolva de fora para dentro –isto é, sem o protagonismo dos próprios políticos. Inversamente, há inúmeros casos em que, a pretexto de condenar a ação nefasta de alguns, destruiu-se a democracia, na ilusão de que a solução poderia vir de fora. O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização –quando não a transgressão pura e simples– da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos. Convém lembrar a lição de Winston Churchill, de que a democracia é o pior dos regimes, excetuados todos os outros. Mais que lição, é um alerta permanente. A política brasileira está enferma. Algumas das principais lideranças estão submetidas à Justiça, umas já condenadas, outras denunciadas e algumas já presas. Incluem-se aí nada menos que dois ex-presidentes –Lula (já condenado) e Dilma (ré)– e o atual, Michel Temer (denunciado), além de alguns dos principais empresários do país. São nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior. Senado e STF divergem neste momento quanto ao enquadramento penal que se deve dar a um parlamentar: deve ser julgado como um servidor público estatutário –que não o é, assim como também não o são os ministros do STF e o presidente da República– ou se pela Constituição. Cada uma daquelas funções está regulada pela Constituição, que, como é óbvio, se sobrepõe à legislação ordinária. A título de comparação, se uma comissão do Senado, que tem a prerrogativa de julgar ministros do STF, enquadrasse um deles como servidor estatutário e o suspendesse da função, antes do julgamento pelo plenário, recolhendo-o à prisão domiciliar, estaria infringindo a Constituição. O Senado já deu provas de que se dispõe a trabalhar em harmonia com o Judiciário. Quando o STF decretou a prisão do então senador Delcídio do Amaral, pediu, dentro do que estabelece a Constituição, autorização ao Senado, que a aprovou no mesmo dia. Posteriormente a Comissão de Ética casou o mandato. Não há, pois, razão para alimentar controvérsias. E o Senado entendeu e evitou confrontos com o Supremo. Não o fez porque investe na superação da crise. No dia 11, o pleno do STF decide Ação Direta de Inconstitucionalidade, que trata do tema. Acreditamos que prevalecerá a Constituição, que os ministros não sucumbirão ao ativismo político. A tentação de legislar já se manifestou em outras ocasiões, mas integrante do Judiciário é prisioneiro da lei. Se quiser legislar, terá de se candidatar. O sistema de pesos e contrapesos da República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais, e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei. De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei. Fora dela, já dizia Ruy Barbosa, não há salvação.
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País não suporta mais a “república dos Batista”, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (09/09) pela Folha de S. Paulo que os áudios de Joesley Batista divulgados esta semana mostram que o corrupção nocauteou o País. Ficou claro, segundo ele, que a crise brasileira não se restringe apenas ao Poder Legislativo.

“O áudio de Joesley Batista, repugnante, um circo horrores, é (não a única) prova disso. Expõe métodos com que agia nas três esferas do poder público, comprando apoios, obstruindo a justiça, impondo interesses que passam ao largo do bem comum”, disse. O parlamentar lembra a JBS nasceu nos governos do PT e produziu um poder paralelo de integrantes do poder que se serviram ao aparelho estatal. “O fenômeno Joesley não brotou aleatoriamente. É fruto de ação planejada da organização criminosa petista (a expressão é do ministro Celso de Mello, do STF), que Janot agora, enfim, denuncia, e que chegou ao poder com Lula”, lembrou. Para Ronaldo Caiado, é preciso agora refundar a República. “Justiça e transparência são as palavras chaves. O país não suporta mais a “república” dos Batista. Precisa refundá-la, em novas e mais sadias bases morais, se não quiser vê-la sair pelo ralo”, concluiu.
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Na Folha, Caiado defende extinção do horário político gratuito e uso do recurso para as campanhas

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu em artigo publicado neste sábado (26/08) na Folha de S. Paulo projeto de lei de sua autoria apresentado no Congresso que prevê o fim do horário gratuito de rádio e TV e a criação de um fundo para custear as campanhas eleitorais. Eleitoral. O Fundo seria formado pelas dotações orçamentárias da compensação fiscal no ano da eleição geral imediatamente anterior à promulgação da lei (2014) e da propaganda partidária do ano anterior à campanha (2017). A proposta, segundo ele, é uma alternativa mais justa do que a que prevê a criação de um fundo imoral de R$ 3,6 bilhões para custear campanhas no Brasil. Além disso, acabaria com o gasto milionário com marqueteiros que, muitas vezes, vendem um político à população mas entregam outro. “Mas a verdade é que esse custo, entre nós, tem sido, sobretudo nas três últimas décadas, muito além do razoável. A começar pelo dispêndio milionário com marqueteiros, que se tornaram agentes políticos paralelos, em intervenções frequentemente nocivas, a falsear a imagem dos candidatos”, criticou. Ronaldo Caiado lembrou ainda que o horário gratuito, apesar do nome, tem custos à população. “Por essa razão, acabo de encaminhar ao Senado projeto de lei que extingue o tal “horário gratuito”. Extinção sumária. Nada ali é gratuito. A cessão do horário aos partidos, nas mídias privadas, é caríssima – e inútil. Ninguém assiste. Desperdício puro”, disse.

Áudios

Projeto de Caiado que impede contrabandistas de participar de licitações é aprovado

Foi aprovado projeto de lei do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que impede empresas condenadas por pirataria, descaminho ou contrabando de participar de licitações públicas. A proposta foi analisada em plenário e aprovada por unanimidade. A intenção do senador é tornar mais rígida a punição para crimes que geram, de acordo com a Receita Federal, prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões por ano ao país.

Caiado recebe de movimentos civis a Medalha Patriótica

  O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu, nesta terça-feira (25/04), a Medalha Patriótica, uma condecoração criada por movimentos populares para personalidades que se destacaram na defesa do país. O evento contou com a participação de vários grupos da sociedade civil organizada que destacaram o papel atuante do senador nas manifestações de rua e na Comissão do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Aprovado projeto de Caiado que reduz burocracia para empresas

O Senado aprovou nesta terça-feira (25/4) projeto do líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), que reduz a burocracia para um universo maior de Sociedades Anônimas realizar seus negócios. O PLS 286/2015 estende o benefício do sistema simplificado para empresas com patrimônio líquido de até R$ 10 milhões. Hoje, a regra funciona para S/As com patrimônio máximo de R$ 1 milhão. O senador acredita que o projeto, aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos, vai estimular mais negócios ao reduzir o custo operacional dessas empresas.

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