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Caiado diz que Fabiano Silveira não tem mais condições de permanecer na Transparência

O presidente Michel Temer precisa estabelecer uma linha automática de conduta e não pode ter compromisso com o erro, algo que o governo anterior insistiu reiteradas vezes. Repito mais uma vez que o governo não tem que responder por problemas de ordem pessoal. O ministro da Transparência, Fabiano Silveira, não tem condições hoje de permanecer no comando de um órgão tão importante e simbólico. A população já se posicionou enfaticamente que deseja ações de combate à corrupção. Quaisquer supostos desvios cometidos por integrantes da administração pública devem ser investigados e os seus agentes afastados. Ronaldo Caiado Líder do Democratas no Senado
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Em nova fase do impeachment, vamos provar crimes do PT, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), defendeu hoje (25/5) que a segunda fase do impeachment deve trazer dados para comprovar os crimes praticados pelo PT. Conforme o senador durante a primeira reunião da nova etapa do processo, será possível agora trazer à tona ilegalidades que vão muito além das pedaladas fiscais, como a compra da refinaria de Pasadena, os empréstimos sigilosos a governos ditadores e empresas campeãs; a dilapidação do orçamento da saúde e o fechamento de 25 mil leitos do SUS. Caiado encaminhará nesta quarta-feira requerimento à mesa do colegiado solicitando as informações sobre as irregularidades do governo Dilma. “Nessa segunda etapa do impeachment, vamos levantar os dados junto ao governo. Antes, tudo era uma caixa-preta. Vamos provar os crimes praticados nesses 13 anos de PT a exemplo da compra de refinaria de Pasadena, o rombo de R$ 170 bilhões nas contas públicas enquanto governos ditadores e empresas campeãs enriqueceram com dinheiro subsidiado do BNDES; os 578 mil fantasmas do Incra. Sem falar no orçamento da saúde, que sofreu um corte enorme e os 25 mil leitos fechados pelo governo do PT. Eles nos colocaram na maior crise do período republicano”, avaliou o senador. O senador rebateu parlamentares petistas que acusaram o novo governo de acabar com programas sociais. “O PT disse que o governo agora iria acabar dos programas sociais. Eles já cortaram 87% desses programas. Disseram que ia acabar com o Minha Cada Minha Vida, como se no governo Dilma, o programa estivesse uma maravilha”, afirmou. “Será como o processo da Lava-Jato em que virá à tona o desmonte que o PT promoveu nesses últimos 13 anos. Vejam o dado chocante que a população teve conhecimento nessa madrugada quando votamos a nova meta fiscal. Um rombo de R$ 170 bilhões. É hora de desmascararmos o PT”, pontuou o líder do Democratas.
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Caiado: “Medidas anunciadas para economia são palatáveis”

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), aprovou o anúncio de um pacote de medidas para conter o rombo nas contas do governo. Presente no evento do Palácio do Planalto, realizado na manhã desta terça-feira (24/05), Caiado declarou que não haverá problemas no Congresso Nacional para que as ações mais emergenciais sejam aprovadas em breve. Ele também afirmou que o governo vai saber respeitar o diálogo com o parlamento em temas mais complexos, como reformas tributária e da previdência. "São medidas extremamente palatáveis que são possíveis, sim, de serem aprovadas dentro de um cronograma rápido. Não é nada absurdo, pelo contrário, são medidas que vão conter essas situações criadas pelo PT que levaram o Brasil ao caos econômico, com desemprego e inflação", comentou. BNDES Ronaldo Caiado elogiou, em especial, a decisão de resgatar ao menos R$ 100 bilhões em recursos aportados no BNDES pelo Tesouro Nacional, algo que deve gerar uma economia de R$ 7 bilhões. "Sabemos que esse dinheiro foi destinado para o que eles resolveram chamar de 'empresas campeãs', algo que desvirtuou para a formação de cartéis de grupos ligados ao PT no governo. E também para financiar obras fraudulentas em países da América Latina governados pela esquerda. É preciso dar transparência e saber da eficiência desses projetos em termo de resultados para a população", defendeu Caiado. Congresso Durante o evento também foi anunciado que reformas mais complexas serão analisadas em comissões especiais que devem ser formalizadas no Congresso Nacional. Para Caiado, isso demonstra um novo momento em que o Executivo reconhece a necessidade de respeitar e trabalhar em harmonia com o poder legislativo. "Agora estamos vivendo outro momento: um governo que sabe que tem que conviver com o Congresso e em respeito às lideranças políticas. Como tal, vai instituir comissões para discutir a previdência, a reforma tributária, a trabalhista e até a reforma política. Isso não sai apenas das cabeças pensantes do Executivo. mas dentro de um entendimento com a composição do congresso", explicou. Meta fiscal O senador Ronaldo Caiado também tratou da votação da meta fiscal, que deve acontecer ainda nesta terça (24/05) em sessão do Congresso Nacional. "Temos condições de votar, somente precisando apreciar primeiros os vetos que estão na pauta. O que precisamos deixar claro e de forma rápida para a população é que chega de maquiagem e chega de estelionato eleitoral. O Brasil vai a partir de agora ter a certeza do grau de endividamento que o PT deixou no país", comparou.

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PT assaltou o Brasil, diz Caiado em artigo na Folha

PT assaltou o Brasil, diz Caiado em artigo na Folha Em artigo publicado neste sábado (21/05) pela Folha de S. Paulo, o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirma que, por ter levado o Brasil à ruína, o PT deve se colocar no papel de réu e não de vítima. Segundo o democrata, é inaceitável que membros do partido façam cobranças ao novo governo. Ao apresentar dados levantados pela equipe do presidente Michel Temer, Caiado foi enfático. Para ele, o PT assaltou o País. “O país está arruinado. Os números da economia são bem piores do que se imaginava. As contas ainda não estão inteiramente levantadas, já que o governo deposto – e o termo é este, pois ninguém de bom senso cogita vê-lo de volta -, se recusou a providenciar o processo de transição”, disse. O parlamentar acredita que uma das ações urgentes que deve ser adotada pelo presidente Michel Temer é promover mudanças no quadro do Executivo. “Uma das medidas preliminares de higiene moral - e de cunho pedagógico - é fazer uma assepsia da máquina pública federal demitindo os milhares que foram nomeados para partidarizar o Estado. E esperar que a Justica seja célere em julgar e condenar os que assaltaram o Brasil.” Leia o artigo na íntegra. -------- PT assaltou o Brasil Como era previsível, o PT, na sua primeira semana de retorno à oposição, fez cobranças ao novo governo com a autoridade de quem se presume vítima –e não réu– dos delitos expostos. O país está arruinado. Os números da economia são bem piores do que se imaginava. As contas ainda não estão inteiramente levantadas, já que o governo deposto –e o termo é esse, pois ninguém de bom senso cogita vê-lo de volta– se recusou a providenciar o processo de transição. Tal recusa a um procedimento meramente técnico equivale a uma confissão de crime, que os números confirmam. Não há outra expressão: o PT assaltou os brasileiros, dilapidou o Estado, deixou atrás de si um rastro de destruição. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, chegou a um deficit estratosférico: R$ 120 bilhões. Logo na sequência, porém, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, constatou que o rombo é maior: R$ 160 bilhões. Nenhum desses levantamentos incluiu a novidade que se anunciou na quarta-feira: as perdas da Eletrobras, suspensa pela Bolsa de Nova York por não apresentar o balanço auditado de 2014. A perda imediata é de R$ 40 bilhões, mas pode aumentar, já que o escritório Hogan Lovells, que investiga a estatal brasileira, ainda não chegou ao fim da linha. Segundo a agência Reuters, "a cada apuração feita, encontram-se novos indícios de irregularidades que estimulam novas investigações". A Eletrobras é uma das muitas caixas-pretas a serem abertas –como BNDES, Dnit, Caixa Econômica, Banco do Brasil, fundos de pensão. Como se diz na roça, "a cada enxadada, uma minhoca". Na Petrobras, os prejuízos são de R$ 42 bilhões –mas os danos são bem maiores. Além de ter perdido a oportunidade de leiloar mais de 40 áreas do pré-sal, quando o barril valia US$ 120, vende agora todos os ativos a preço de banana. É, hoje, a empresa mais endividada do mundo. Outra descoberta assombrosa relaciona-se à publicidade. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República, sob Dilma Rousseff, já gastou toda a verba prevista para 2016: R$ 152 milhões. Essa verba alimenta, entre outras coisas, os blogs sujos da internet, pagos não só para defender a quadrilha do PT mas, sobretudo, difamar seus adversários. Esses blogueiros estão organizando um congresso na Bahia, para junho, em que esperam a presença de Dilma e Lula, para tratar do "combate ao golpe". A insistência criminosa no termo "golpe", para definir o processo constitucional de impeachment, mereceu reação por parte da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, que pediu esclarecimentos à presidente afastada, dando-lhe o prazo de dez dias para se manifestar. Não o fará, por falta de argumentos. A letal conjunção de corrupção sistêmica e gestão desastrosa, que os números atestam, produz efeitos em todos os setores da vida nacional, atingindo sobretudo a parcela mais desprotegida da população. Na saúde, por exemplo, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Federal de Medicina, perderam-se nada menos que 24 mil leitos de internação do SUS, ao longo dos últimos cinco anos –tempo que corresponde à presença de Dilma na Presidência. A tragédia do desemprego –11 milhões de vítimas–, da qual a militância do PT estava poupada, é outro subproduto dessa herança maldita. E uma das medidas preliminares de higiene moral –e de cunho pedagógico– é fazer uma assepsia da máquina pública federal demitindo os milhares que foram nomeados para partidarizar o Estado. E esperar que a Justiça seja célere em julgar e condenar os que assaltaram o Brasil.
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Governo de Temer não pode repetir modelo petista, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/05) pela Folha de S. Paulo que um futuro governo do peemedebista Michel Temer deve se pautar pela coragem em promover as mudanças necessárias e não repetir o modelo de troca política que está levando ao fim a Era PT. “E o que querem os milhões que foram às ruas? Um Estado mais eficiente e enxuto, mais transparente. Um Estado em que a sociedade se veja refletida. Deve, portanto, cortar mordomias, a começar pelas de seu próprio cargo. Menos promessas e mais ação, eis, em síntese, a receita”, defendeu. Para o senador, Michel Temer deve compensar o fato de não ter sido eleito pelo voto diretamente, dando à população as respostas pelas quais anseia. Contudo, o democrata lamenta que os primeiros sinais sejam contrários a isso. “Temer, ao que parece, recuou do anúncio de que cortaria à metade os ministérios – e já discute com os partidos o seu loteamento. Repete aí o PT. São hoje 32 ministérios. Oscar Niemeyer projetou a Esplanada dos Ministérios com 17 prédios; Juscelino, que a inaugurou, governou com 12 ministros. E há ainda os milhares de cargos em comissão, criados não para atender o público, mas à militância”, lembrou. Leia o artigo na íntegra. ----- Coragem para mudar Mais que de transição, é de emergência o futuro governo de Michel Temer. Herdará um país em frangalhos, com tudo por fazer e refazer: na economia, na política e na autoestima do Brasil. Não há tempo a perder e não há espaço para errar. O país já esperou, sofreu e errou demais. A força capaz de nutri-lo – e é essencial que não se perca isso de vista – não virá das cúpulas partidárias, nem dos arranjos, por mais engenhosos, de bastidores ou do atendimento a interesses corporativos. Virá das ruas, da fonte e origem de todo esse processo, que levou ao fim a Era PT. É essa a peculiaridade deste momento histórico: não foram os partidos que moveram a população, mas o contrário. Foi o clamor das multidões que levou os partidos a agir. Temer, embora detentor de prestígio no campo jurídico e de densa bagagem política, chega ao poder sem o lastro de uma eleição nele focada. Foi eleito como vice; teve, portanto, votos, mas por tabela. Terá de compensar buscando interpretar as multidões que apearam a presidente. Tancredo Neves viveu, em outra circunstância, essa realidade. Capitalizou a frustração das diretas-já e arrastou ao colégio eleitoral a expectativa popular. Itamar Franco fez o mesmo: governou para a sociedade e não para os partidos. Esse gesto deu-lhe a força moral de que carecia para cumprir a missão. Cabe ao futuro presidente dar sinais claros de que não fará dessa ocasião singular mera reprodução do modelo que acaba de ruir. Não pode fazer do Estado e de seus cargos moeda de troca política, buscando nessa prática, variante do Mensalão, a fonte da governabilidade. Não funciona, como constatou tardiamente a presidente Dilma Rousseff. Deve, isto sim, pautar-se em dois exemplos que nos vêm da Argentina: o presidente Maurício Macri e o Papa Francisco. O primeiro enfrenta, sem hesitar, o populismo institucional dos Kirchner, adotando medidas amargas, corajosas e necessárias à reconstrução do país; o segundo, ciente da eficácia e da força do exemplo – e a política move-se também em torno de símbolos -, abdicou de luxos pessoais e adotou hábitos simples, que o identificam com a realidade sofrida em que vive o povo. E o que querem os milhões que foram às ruas? Um Estado mais eficiente e enxuto, mais transparente. Um Estado em que a sociedade se veja refletida. Deve, portanto, cortar mordomias, a começar pelas de seu próprio cargo. Menos promessas e mais ação, eis, em síntese, a receita. Nada de comitivas gigantescas em viagens ao exterior ou de cargos inúteis em profusão; trocar o caríssimo Airbus por um jato da Embraer. Numa palavra, aproximar-se do povo, reduzir o abismo que o separa dos governantes; munir-se de autoridade moral para pedir sacrifícios a uma sociedade que já contabiliza mais de 11 milhões de desempregados. Os primeiros sinais não são alentadores. Temer, ao que parece, recuou do anúncio de que cortaria à metade os ministérios – e já discute com os partidos o seu loteamento. Repete aí o PT. São hoje 32 ministérios. Oscar Niemeyer projetou a Esplanada dos Ministérios com 17 prédios; Juscelino, que a inaugurou, governou com 12 ministros. E há ainda os milhares de cargos em comissão, criados não para atender o público, mas à militância. É preciso sinalizar desde o início de que se inaugura de fato uma nova etapa, com mudança radical de rumo. Para tanto, é preciso coragem, ousadia. Temer precisa deixar claro que não postula reeleição, que fala para a História e não para os partidos. Coragem, presidente. Se a demonstrar, terá o povo a seu lado – e tendo-o, nada será capaz de ameaçá-lo.
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PT busca impedir um desfecho para a crise, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu em artigo publicado neste sábado (22/04) pela Folha de S. Paulo a necessidade de o Senado dar uma resposta rápida à sociedade em relação ao processo de impeachment e, com isso, estancar a crise política que se arrasta. “O país está paralisado há meses; ninguém investe, ninguém planeja e muitas empresas não suportam o quadro de imprevisibilidade – umas fecham suas portas, outras reduzem seus quadros. O resultado é o que vemos: índices econômicos cada vez mais deprimentes, perda de credibilidade do país, desemprego em níveis inéditos, tensão nas ruas e nos lares”, citou. “O pior que pode acontecer ao país, em tais circunstâncias, é privá-lo de um retorno rápido à normalidade. E isso está acontecendo”, disse. Para o parlamentar, o PT estimula o ambiente de anormalidade no Brasil. “Recorrem a chicanas jurídicas, acionam a mídia internacional com acusações infundadas, pressionam o Senado para esticar prazos na execução do rito do processo, prometem recorrer da votação da Câmara. Tudo em busca não de solução, mas de agravar os problemas, de modo a impedir um desfecho”, afirmou. Veja o artigo na íntegra. ------------------ O Brasil tem pressa Quando se diz que a crise brasileira é política, não significa que se circunscreva aos partidos e aos poderes em litígio, o Legislativo e o Executivo. O alcance e os danos são bem maiores. Abrangem o conjunto da sociedade, com efeitos danosos sobre os mercados, o emprego, as relações exteriores - comerciais e financeiras -, o ânimo e autoestima de cada cidadão. Daí a necessidade de não protelar o seu desfecho. O país está paralisado há meses; ninguém investe, ninguém planeja e muitas empresas não suportam o quadro de imprevisibilidade – umas fecham suas portas, outras reduzem seus quadros. O resultado é o que vemos: índices econômicos cada vez mais deprimentes, perda de credibilidade do país, desemprego em níveis inéditos, tensão nas ruas e nos lares. O pior que pode acontecer ao país, em tais circunstâncias, é privá-lo de um retorno rápido à normalidade. E isso está acontecendo. Ao insistir em classificar de golpe o processo constitucional de impeachment, chancelado pelo STF, a presidente e seus aliados não apenas insultam as instituições, como também estimulam suas milícias a manter o ambiente de anormalidade. Golpe, sim, é isso. Recorrem a chicanas jurídicas, acionam a mídia internacional com acusações infundadas, pressionam o Senado para esticar prazos na execução do rito do processo, prometem recorrer da votação da Câmara. Tudo em busca não de solução, mas de agravar os problemas, de modo a impedir um desfecho. Agora mesmo, a pretexto do feriado – e crise não tem feriado -, perdem-se dias preciosos para a instalação da comissão especial do Senado que examinará a decisão da Câmara. O Regimento Interno dispõe que o colegiado deve ser constituído no mesmo dia em que a denúncia é lida no Plenário. Foi assim no impeachment de Fernando Collor; nada impediria que assim o fosse também agora. Mas não foi. Não se trata de cercear o direito de defesa, de resto exercido à exaustão pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso. Não se pede que o rito suprima a defesa. Pede-se o contrário: que a defesa não comprometa o rito. O que está claro é que o governo não aceita o processo, quer transfigurá-lo em golpe e anulá-lo. Isso foi dito com todas as letras por deputados da base governista na votação da Câmara. Ameaçaram com “reação nas ruas”, na mesma linha do que já haviam manifestado dirigentes da CUT e Contag, em pleno Palácio do Planalto, além do próprio Lula, que ameaçou chamar o “exército do Stédile”, o dirigente da organização criminosa conhecida por MST. Golpe, sim, é isso. O adiamento pelo STF do julgamento da liminar do ministro Gilmar Mendes, que impede a nomeação de Lula à Casa Civil é outro fator protelatório, que mantém o ex-presidente como ministro informal, assediando parlamentares. Lula comparou sua missão a uma operação de “bolsa de valores”, em que a cada momento as ações oscilam. Perdeu na Câmara e precisa de prazo para agir no Senado. Golpe é isso. A presidente aproveita o intervalo e vai ao exterior com a intenção de denunciar o “golpe”, incidindo em novos delitos contra o Estado democrático de Direito. Não há golpe quando se cumpre a Constituição. O impeachment deriva dos crimes de responsabilidade, amplamente demonstrados no processo em exame. Dos mais de trinta pedidos que chegaram à Câmara – inclusive um da OAB -, o que foi submetido a voto se atém às pedaladas. Petistas e defensores de Dilma gostam de fugir do assunto ao dizer que não existe qualquer delação contra a presidente. Mentem. É só ver que se a linha fosse Pasadena, obstrução de justiça e Lava Jato, não faltariam denúncias.

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