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Prefeito e vereadores pedem ajuda a Caiado para Mozarlândia ter um Instituto Federal

O prefeito Mozarlândia, Adalberto da Pax (PSDB), e mais seis vereadores estiveram nesta quinta-feira (16) com o senador Ronaldo Caiado (DEM) para pedir apoio na abertura de unidade do Instituto Federal Goiano (IFGoiano) na cidade. Participaram da audiência também o bispo da diocese de Mozarlândia e Rubiataba, Dom Adair José Guimarães e o padre Lindemberg Souza Gonçalves. “Nós o procuramos justamente por causa do carinho que ele tem por nossa região. Sabemos que quando ele pega uma causa, ele vai até o fim e estamos muito esperançosos e animados depois dessa reunião”, disse o prefeito. Segundo ele, são gastos R$ 70 mil a cada mês com transporte de estudantes para a Cidade de Goiás e Rubiataba. Além de economizar recursos para a cidade, Adalberto da Pax também disse que uma unidade do IFGoiano em Mozarlândia traria benefícios econômicos para a região, além de facilitar o acesso dos moradores à Educação, sem que precisem se deslocar por até 160 quilômetros. Seguro de que o senador vai ajudar na demanda, o prefeito de Mozarlândia destacou o espírito republicano de Caiado. “Sou do PSDB e ele do DEM, mas ele nunca fechou uma porta para nós por causa disso. Essa postura de ajudar independente de ser aliado ou não é que o faz tão querido em Mozarlândia e em toda a região”, explicou. O senador Ronaldo Caiado disse que tem orgulho de sempre ajudar Mozarlândia e que a cidade merece um Instituto Federal. “A força produtiva e de trabalho de Mozarlândia a torna apta a receber um Instituto. Vou conversar em Brasília com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para acelerarmos esse processo”, disse. Falando pelos vereadores, o parlamentar Jonkarlos Ribeiro (DEM) fez elogios ao senador e destacou o carinho da região pelo senador Ronaldo Caiado. “Ele sempre tem boa votação em nossa região por causa da atenção que ele sempre dá para nossas demandas”, contou ele. Além de Jonkarlos, participaram também da audiência os vereadores Aelton Mendanha (DEM); Ronaldo Bafutto (PMDB); Elvis Maurício (PR); Eurípedes Ferreira Campos (PMDB) e Vagner Batista (PR).
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Caiado defende PEC que vai atrair médicos para o interior do País

O senador Ronaldo Caiado (DEM) participou, nesta quinta-feira (16), da abertura do Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, realizado em Goiânia. Em seu discurso, o líder do Democratas no Senado explicou como a corrupção impacta negativamente a saúde, citando a má gestão e medidas populistas como causadores de problemas na saúde que dificultam o exercício da Medicina no Brasil. O senador defendeu a sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria a carreira de estado para os médicos atuarem no interior. A crítica do senador recai sobre os escândalos envolvendo o Mais Médicos, que, segundo ele, foi uma medida populista criada para uma tese que não é real: de que faltam médicos no Brasil. Por ano são mais de 28 mil vagas em faculdades no País. Muitas vezes faculdade provadas que não possuem boa estrutura para a formação do aluno. O líder do Democratas explicou que, na verdade, há uma grande concentração de médicos nas cidades grandes, deixando as cidades menores sem profissionais da medicina. Uma das soluções para o problema, segundo Caiado, é a criação de uma carreira de Estado para o médico, que vai oferecer uma carreira com dedicação exclusiva, determinação de um piso salarial mínimo, estabilidade e aposentadoria. “É uma PEC de minha autoria que está tramitando no Congresso para fazer com que o colega médico possa ir para o interior com garantias”, explicou o senador, que foi muito aplaudido por sua defesa da categoria. Segundo o senador, a expectativa é que a emenda seja apreciada ainda neste ano. Participação política Ao final de seu discurso, o senador também fez um alerta para a classe médica, pedindo união e conscientização política. Segundo ele, é preciso que a classe se envolva na eleição de 2018 para eleger representantes que tenham compromisso com a saúde. Além disso, o senador também cobrou fiscalização dos próprios médicos com comportamentos classificados por ele como incompatíveis com o exercício ético da medicina. Segundo ele, excesso de exames e procedimentos, prescrição sem necessidade de remédios com custo elevado e a participação de médicos em esquemas são exemplos que devem ser combatidos.
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Projeto de Caiado que garante tratamento integral a diabéticos pelo SUS recebe parecer favorável

O projeto do senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) que garante a universalidade do acesso e o tratamento integral de diabéticos pelo SUS recebeu parecer favorável e está pronto para ser votado no Senado. Com relatório indicando a aprovação ao texto, o projeto (PLS 225/17) será agora debatido e colocado em votação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em caráter terminativo. Se aprovado e não houver recursos, o projeto segue direto para a Câmara dos Deputados. A instituição de uma política pública de assistência integral pelo SUS é fruto do trabalho do senador Caiado após uma série de audiências públicas que debateram o tema. Caiado argumenta que o grupo de doenças metabólicas conhecidas como diabetes é responsável por complicações que levam a óbito cerca de 250 mil brasileiros por ano. “Como médico, sei muito bem o quanto é fundamental ao paciente com diabetes uma assistência que o ajude a prevenir complicações como cegueira, insuficiência renal crônica, infarto, AVC e amputações de membros. É importante ressaltar que estabelecer uma política estruturada de prevenção custará ao SUS muito menos do que as despesas decorrentes do tratamento das suas complicações", ressaltou Caiado. O projeto do senador apresenta uma série de diretrizes que têm como princípio "a universalidade de acesso, a integralidade e igualdade de assistência, o direito à informação e a descentralização administrativa". Estima-se que cerca de 14 milhões de brasileiros sofrem com a doença. CENTROS INTEGRADOS Em seu projeto, Caiado ainda prevê a criação de centros especializados em diabetes mellitus pelo país conforme o perfil epidemiológico de cada localidade. Os centros deverão oferecer atendimento médico em todas as especialidades envolvidas no diagnóstico e no tratamento das doenças e assegurar amplo acesso a medicamentos, insulinas e outros insumos necessários.

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Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado

Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado  Em artigo publicado em sua página na internet, o senador Ronaldo Caiado detalha o quadro de anemia profunda que Goiás atingiu após 20 anos de um grupo político no poder. O presidente regional do Democratas denomina esse grupo de “Oligarquia dos Carrapatos”. Caiado menciona a péssima qualidade dos serviços públicos, a situação de falência do estado e apresenta números para comprovar o quadro crítico instalado em Goiás, durante o governo de Marconi Perillo. O senador ainda destaca a importância da conscientização do povo goiano de não dar mais espaço para políticos que agem apenas em nome dos seus próprios interesses e privilegiar a mudança que o estado precisa a partir de 2019. O democrata apontou que, além da gestão que afundou o estado, Perillo e seu grupo político acumulam escândalos: “E se não bastasse isso, assistimos aos escândalos que se acumulam. Seja na Farra das Diárias de Marconi. seja asfaltando a fazenda de vice-governador, os exemplos são muitos. Hoje podemos comparar Goiás a uma vaca leiteira campeã em produtividade que, nos últimos anos, se viu esquálida, cadavérica, com anemia profunda”, disse. Caiado mostrou que no governo de Perillo, Goiás perdeu capacidade de investimento e caiu no ranking nacional da competitividade. Entre 2015 e 2017, o estado caiu três posições e está em 13º lugar, abaixo da média nacional, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP). “Os números às vezes podem parecer frios ou distantes para a população. Mas não se engane: ela está atenta. Me deparo sempre que percorro as cidades goianas com pessoas que questionam onde foi parar o dinheiro do Estado. Uma coisa é certa: não estão nas obras públicas. Levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) disponível no site https://geoobras.tce.go.gov.br/ mostra um quadro assustador. De 830 obras (entre hospitais, rodovias, escolas) que o governo iniciou em 2004, apenas 317 foram concluídas – pouco mais de um quarto do total.O enredo todo mundo conhece: o governo anuncia as obras, faz toda a propaganda, para abandonar tudo depois. Quando se aproximam novas eleições, a Oligarquia de Carrapatos volta refazendo as mesmas promessas. Das 342 obras em andamento atualmente, 255 estão com prazos vencidos e sem conclusão. Existem obras que datam de 2004 e continuam esperando a boa vontade do governo. Até quando?”, questionou Caiado. O parlamentar ainda mencionou a dilapidação do patrimônio do Estado, com a venda da Celg a preço de banana, enquanto assumiu dívidas bilionárias da empresa que ficarão na conta dos goianos. A Saneago, que foi objeto de propagandas que prometiam garantia de água até 2025, não tem gestão eficiente para combater a maior crise hídrica já vivida pelos goianos. O senador reitera a falta de segurança, educação, saúde, infraestrutura e reforça que o único caminho para Goiás é combater essa “Oligarquia de Carrapatos” :“E é por isso que o tempo da Oligarquia de Carrapatos precisa mais do que nunca ser combatido com inteligência e determinação da população. Este é hoje o único caminho para que Goiás volte a ter perspectiva de crescimento e de atender as demandas da sociedade em suas necessidades e direitos mais elementares. Diferente do que pode pensar o governador Marconi Perillo e seus seguidores, cargo Público não é algo para auferir benefícios a quem o ocupa, mas sim atender a sociedade como um todo. Ao se defrontarem com o Estado na situação em que vive – endividamento, corrupção, entrega das estatais, criminalidade disseminada, facções comandando -, os goianos esperavam que o governador Marconi assumisse o enfrentamento da crise que é consequência da sucessão de seus mandatos”. E finaliza ao dizer que é possível reerguer Goiás e ver o estado novamente ser notícia como referência de produção, trabalho e eficiência. “É importante a sociedade se conscientizar cada vez mais e ter uma maior iniciativa para que no primeiro dia de 2019 possamos iniciar um processo de transfusão de energia, com coragem e trabalho de todos nós goianos. Acreditem: é possível reerguer Goiás e fazer dele novamente um Estado que seja referência de ética, dignidade e respeito aos goianos. Para isso, basta trabalhar em defesa dos cidadãos e oferecer um Estado que funcione, livre dessa Oligarquia de Carrapatos”.
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Oligarquia de Carrapatos

O cidadão sente na pele os danos causados por um governo que suga o bolso dos contribuintes e não oferece em troca serviços de qualidade. É na fila dos hospitais, nas rodovias esburacadas, na falta d´água e nas escolas não construídas que fica nítido o contraste entre a propaganda e a vida real. Em Goiás, o grupo que está no poder há 20 anos já merece uma nova denominação: Oligarquia de Carrapatos.

Os Carrapatos invadiram todas as estruturas do Estado e foram até a sua base com um único objetivo: sugar a máquina estatal, levando a um quadro de anemia completo. E se não bastasse isso, assistimos aos escândalos que se acumulam. Seja na Farra das Diárias de Marconi. seja asfaltando a fazenda de vice-governador, os exemplos são muitos. Hoje podemos comparar Goiás a uma vaca leiteira campeã em produtividade que, nos últimos anos, se viu esquálida, cadavérica, com anemia profunda.

Os números não deixam mentir: Goiás perdeu capacidade de investimento e caiu no ranking nacional da competitividade. Desde 2015 até agora, Goiás caiu três posições e ocupa agora o 13º lugar, aparecendo abaixo da média nacional segundo o Centro de Liderança Pública (CLP).

Os números às vezes podem parecer frios ou distantes para a população. Mas não se engane: ela está atenta. Me deparo sempre que percorro as cidades goianas com pessoas que questionam onde foi parar o dinheiro do Estado. Uma coisa é certa: não estão nas obras públicas. Levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) disponível no site https://geoobras.tce.go.gov.br/ mostra um quadro assustador. De 830 obras (entre hospitais, rodovias, escolas) que o governo iniciou em 2004, apenas 317 foram concluídas - pouco mais de um quarto do total.

O enredo todo mundo conhece: o governo anuncia as obras, faz toda a propaganda, para abandonar tudo depois. Quando se aproximam novas eleições, a Oligarquia de Carrapatos volta refazendo as mesmas promessas. Das 342 obras em andamento atualmente, 255 estão com prazos vencidos e sem conclusão. Existem obras que datam de 2004 e continuam esperando a boa vontade do governo. Até quando?

Em contrapartida, a Oligarquia de Carrapatos continua espoliando as estatais. O goiano assistiu assustado o maior patrimônio de Goiás, a Celg, ser entregue a preço de banana. Vale relembrar essa triste passagem da história do nosso Estado: o governo estadual ficou com R$1,1 bilhão da venda, mas assumiu dívidas de R$ 2,4 bilhões com a Caixa Econômica, R$ 3,7 bilhões com o BNDES, além de renunciar a parte do ICMS por 28 anos. No entanto, para ganhar a qualquer custo em 2014 e atender ao seu projeto de poder, a Oligarquia de Carrapatos anistiou a JBS em quase R$ 1 bilhão, atendida por uma lei que teve a eternidade da maçã: sete dias.

O mesmo caminho segue a Saneago, que este ano viu o feitiço de sua propaganda se virar contra o feiticeiro: embora anunciasse em 2014 nos programas eleitorais comandados por Nerso da Capitinga que, com ou sem chuva, não faltaria água até 2025, os goianos estão vivendo a maior crise hídrica dos últimos anos. Em um ato de desespero, moradores chegaram a invadir um centro de captação de água para encher os seus baldes.

Mas enquanto a população está à míngua e o Estado sucateado, os Carrapatos estão bem nutridos e crescendo patrimonialmente.

O quadro é tão grave que precisa de uma atenção maior quando nos defrontamos com um Estado que sempre foi referência de produção, de trabalho, produtividade e eficiência, mas hoje não consegue manter as condições mínimas de vida dos cidadãos. A insegurança pública, o abandono da saúde e o descaminho da educação completam o quadro de indignação e revolta dos goianos.

E é por isso que o tempo da Oligarquia de Carrapatos precisa mais do que nunca ser combatido com inteligência e determinação da população. Este é hoje o único caminho para que Goiás volte a ter perspectiva de crescimento e de atender as demandas da sociedade em suas necessidades e direitos mais elementares.

Diferente do que pode pensar o governador Marconi Perillo e seus seguidores, cargo Público não é algo para auferir benefícios a quem o ocupa, mas sim atender a sociedade como um todo. Ao se defrontarem com o Estado na situação em que vive - endividamento, corrupção, entrega das estatais, criminalidade disseminada, facções comandando -, os goianos esperavam que o governador Marconi assumisse o enfrentamento da crise que é consequência da sucessão de seus mandatos.

Em vez disso, o governador bate em retirada e manobra por meio da marquetagem para colocar o seu nome como o grande salvador do PSDB nacional, renunciando ao seu mandato e virando as costas para o sofrimento do povo goiano. Tudo para desviar a atenção para um assunto que nada tem a ver com o cargo pelo qual responde.

É importante a sociedade se conscientizar cada vez mais e ter uma maior iniciativa para que no primeiro dia de 2019 possamos iniciar um processo de transfusão de energia, com coragem e trabalho de todos nós goianos. Acreditem: é possível reerguer Goiás e fazer dele novamente um Estado que seja referência de ética, dignidade e respeito aos goianos. Para isso, basta trabalhar em defesa dos cidadãos e oferecer um Estado que funcione, livre dessa Oligarquia de Carrapatos.

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Autoridades do Rio forjam indignação pelo avesso, diz Caiado em artigo na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu em artigo publicado neste sábado (04/11) pela Folha de S. Paulo o ministro da Justiça Torquato Jardim, alvo de críticas esta semana por ter declarado que o comando da Polícia Militar no Rio de Janeiro é sócio do crime organizado e que as autoridades estaduais não tem controle sobre o quadro. Para o senador, “querem combater a febre quebrando o termômetro”. “Quando alguém rompe a cortina de silêncio e diz o óbvio, é imediatamente crucificado. A paciência da sociedade chegou ao limite. Nem se trata de guerra civil, que pressupõe dois lados em combate. O que há é um massacre civil, sem precedentes, que confirma a triste realidade de que o crime organizado está mesmo no comando, com seus tentáculos estendidos por amplos setores da administração pública”, escreveu o democrata. Ronaldo Caiado lembrou que a tragédia na segurança pública do Rio não é recente mas que os Três Poderes parecem viver em uma realidade paralela, colocando em risco a vida da população. “O ministro nem foi a primeira autoridade do atual governo a dizê-lo. Antes, quando da intervenção militar na Rocinha, em setembro, seu colega da Defesa, Raul Jungmann, havia feito a mesma constatação: que, no Rio, o crime organizado havia “capturado o Estado”. Curiosamente, porém, não provocou as reações de agora. O incômodo causado é apenas mais uma anomalia, mais uma tentativa de forjar uma indignação pelo avesso.”, disse. Leia o artigo na íntegra. --------- Crime organizado está mesmo no comando Houve um tempo, na história humana, em que o portador de más notícias era sacrificado pelo simples fato de tê-las transmitido. A prática irracional acaba de ser restaurada em relação ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, alvo de críticas ferozes por ter dito o óbvio: que, no Rio de Janeiro, os comandantes da Polícia Militar, com honrosas exceções, "são sócios do crime organizado". E ainda: que o governador Pezão e o secretário de Segurança, Roberto Sá, não têm controle sobre esse quadro. Menciona ainda um deputado estadual, que estaria no comando da baderna. A rigor, falou pouco —e o óbvio. Omitiu o fato de que não apenas os comandos da área de segurança estão contaminados pelo crime mas todo o aparelho do Estado, como o demonstra o fato de quase todos os integrantes do Tribunal de Contas estarem presos, assim como dois governadores que precederam o atual, Anthony Garotinho e Sérgio Cabral (o primeiro em regime de prisão domiciliar). A tragédia vem de longe —e qualquer morador do Rio sabe disso. O ministro nem foi a primeira autoridade do atual governo a dizê-lo. Antes, quando da intervenção militar na Rocinha, em setembro, seu colega da Defesa, Raul Jungmann, havia feito a mesma constatação: que, no Rio, o crime organizado havia "capturado o Estado". Curiosamente, porém, não provocou as reações de agora. O incômodo causado é apenas mais uma anomalia, mais uma tentativa de forjar uma indignação pelo avesso. Surpreendidos com a exposição nua e crua da verdade, algo sempre evitado, agentes públicos, no Rio e em Brasília, voltam sua fúria contra o alvo errado. Pezão, personificando a fúria dos infratores, quer —vejam só!— processar o ministro. O erro estaria não no fato em si —a contaminação do Estado pelo crime organizado—, mas na sua revelação. Querem combater a febre quebrando o termômetro. O ministro, segundo essas autoridades, deveria ter agido de outra forma: em vez de falar, deveria tomar providências. Ora, não lhe cabe intervir num Estado que desfruta de autonomia federativa, como não lhe cabe também, como maior autoridade nacional do setor, silenciar em face da gravidade dos fatos. Cumpriu seu dever. Se se mantivesse calado, aí sim, seria cúmplice de tal aberração. É pedagógico que tal situação ocorra no momento mesmo em que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, por meio de seu 11º Anuário, divulga dados estarrecedores do quadro de insolvência do setor. Aumentaram as mortes violentas no Brasil em 17 dos 26 Estados no último ano. E o Rio, com crescimento de 24%, nem é o Estado mais violento. O troféu cabe ao Amapá, que registrou aumento de 52% entre 2015 e 2016. São nada menos que 61.619 casos de homicídio —sete por hora! Para que se tenha uma ideia do tamanho da tragédia, a média de mortos civis na guerra da Síria é de 35 mil por ano. E na Guerra do Vietnã, em dez anos, morreram 60 mil soldados americanos. Temos aqui um Vietnã por ano. Os casos de latrocínio, por sua vez, aumentaram 58% em sete anos no Brasil, com Goiás ocupando a vice-liderança. Enquanto isso, os três Poderes parecem viver uma realidade paralela, colocando em risco diário a sobrevivência física da população. Quando alguém rompe a cortina de silêncio e diz o óbvio, é imediatamente crucificado. A paciência da sociedade chegou ao limite. Nem se trata de guerra civil, que pressupõe dois lados em combate. O que há é um massacre civil, sem precedentes, que confirma a triste realidade de que o crime organizado está mesmo no comando, com seus tentáculos estendidos por amplos setores da administração pública.

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Projeto de Caiado que impede contrabandistas de participar de licitações é aprovado

Foi aprovado projeto de lei do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que impede empresas condenadas por pirataria, descaminho ou contrabando de participar de licitações públicas. A proposta foi analisada em plenário e aprovada por unanimidade. A intenção do senador é tornar mais rígida a punição para crimes que geram, de acordo com a Receita Federal, prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões por ano ao país.

Caiado recebe de movimentos civis a Medalha Patriótica

  O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu, nesta terça-feira (25/04), a Medalha Patriótica, uma condecoração criada por movimentos populares para personalidades que se destacaram na defesa do país. O evento contou com a participação de vários grupos da sociedade civil organizada que destacaram o papel atuante do senador nas manifestações de rua e na Comissão do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Aprovado projeto de Caiado que reduz burocracia para empresas

O Senado aprovou nesta terça-feira (25/4) projeto do líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), que reduz a burocracia para um universo maior de Sociedades Anônimas realizar seus negócios. O PLS 286/2015 estende o benefício do sistema simplificado para empresas com patrimônio líquido de até R$ 10 milhões. Hoje, a regra funciona para S/As com patrimônio máximo de R$ 1 milhão. O senador acredita que o projeto, aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos, vai estimular mais negócios ao reduzir o custo operacional dessas empresas.

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