Acompanhe caiado nas redes sociais!

whatsapp_caiado

Twitter

Facebook

Notícias

64b15e60-c4e2-4853-afa9-046f20556db4

Incluir novos municípios na RIDE significa dar uma garantia mínima de cidadania a população local, diz Caiado

Senado aprovou projeto relatado por Caiado que inclui municípios na região do Entorno permitindo repasses de recursos federais O plenário do Senado aprovou hoje (22/5) por 64 votos a 1 o projeto de lei complementar (PLC 102/2015) relatado pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) que inclui municípios da região do Entorno do Distrito Federal. Na visão do líder do Democratas no Senado, a medida significa garantir um mínimo de cidadania aos moradores das cidades em questão que agora poderá receber recursos federais via convênios para áreas como saúde, educação, infraestrutura e transporte. O texto acrescenta 10 municípios de Goiás e dois de Minas Gerais à RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno) e como já foi também aprovado pela Câmara dos Deputados segue para sanção presidencial. “Esses municípios todos que estão sendo incluídos sofrem por essa concorrência que existe dentro da qualidade de vida do Distrito Federal. A proposta tem um objetivo que é diminuir as desigualdades regionais. Não é concentrar sobre Brasília e empobrecer essa outra região. É você poder fazer convênios na área de saúde, na área de educação, de segurança pública, na área social, enfim todas essas ações que possam pelo menos amanhã garantir um mínimo de cidadania a essas pessoas como também a parte do transporte que está insuportável”, argumentou Caiado lembrando que a RIDE a RIDE é prevista na Constituição Federal para que a União possa realizar os convênios mencionados e reduzir as desigualdades regionais. O parlamentar relatou os graves problemas na área da saúde e transporte, por exemplo, que passam essas cidades sem acesso a investimentos. “A RIDE existe para criar uma interface, principalmente na situação da saúde, educação, transporte e segurança pública. Conhecemos a importância sócioeconômica do Distrito Federal, mas tem sido criada uma região desprovida de atendimento à saúde principalmente porque não tem como essa população ter acesso a uma regionalização da saúde pelo número de pessoas que ocupam a região do Entorno. Essa região já tem o segundo colégio eleitoral do estado de Goiás que tem 800 mil eleitores a que se sentem desassistidos. A situação se torna mais delicada quando imaginamos hoje o que é o transporte para vir a Brasília. Um cidadão em Luziânia gasta três horas de ônibus para ir a Brasília e mais três horas para voltar. São milhares de pessoas, de apenas alguma cidade chega a um milhão de pessoas que se deslocam para Brasília no seu dia a dia. É algo grave e que se deteriora a cada dia”, alerta. O senador destacou que o projeto é necessário já que o governo do estado de Goiás se mostrou sem condições orçamentárias de dar suporte a essas cidades que têm carência em todas as áreas. ”O estado de Goiás não assumiu essa condição e não teve condição orçamentária de assumir e essa migração existiu porque todas as pessoas que visam amanhã uma melhor perspectiva ou pelo menos uma oportunidade de emprego, o caminho dele é convergir para Brasília. Mas, convergir para Brasília e ter depois que morar no Entorno em condições subumanas como estão morando hoje com as cidades comandadas pelo narcotráfico pela criminalidade, sem acesso a saúde e educação é algo que não tem sentido. Nós tínhamos que ter a sensibilidade de estender a essas e regiões ações administrativas que a União está autorizada a fazer”, acrescentou. O senador Wilder Morais (Democratas-GO), que também apoiou a aprovação do projeto, reforçou a importância do projeto para as novas cidades da RIDE. “Os municípios do Entorno passam por uma situação muito difícil. São as cidades do “Nem” não são nem do Distrito Federal e nem de Goiás. São 10 cidades de Goiás com 200 mil pessoas que podem ser beneficiadas. Brasília foi criada para integrar o Brasil, mas com o crescimento do Entorno aconteceu o contrário. A gente clama por esse projeto para viabilizar recursos para segurança, saúde, educação”, defendeu Wilder ao encaminhar seu voto favorável pelo projeto. Saiba mais O PLC 102/2015 acresce a RIDE os municípios goianos de Alto Paraíso, Alvorada do Norte, Barro Alto, Cavalcante, Flores de Goiás, Goianésia, Niquelândia, São João d’Aliança, Simolândia e Vila Propício e os mineiros de Arinos e Cabeceira Grande. Outras 22 cidades já fazem parte da região do Entorno do DF, criada pela Lei Complementar 94/98.
375c5c86-9524-4d4c-bffc-ebd0705d2fec

Caiado recebe homenagem “personalidade do ano” da Associação Goiana de Nelore

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu na noite dessa segunda-feira (21/5) o prêmio personalidade do ano, concedido pela Associação Goiana de Nelore (AGN). Ao receber a homenagem do presidente da entidade, Eurico Velasco, o líder do Democratas no Senado lembrou da superação de várias dificuldades para que o setor se tornasse o motor da economia e como a classe permanece unida para enfrentar novos desafios em nome do Brasil que trabalha e produz. Caiado fez questão de agradecer o apoio recebido em sua eleição para o Senado Federal e conta com o suporte do setor para promover as mudanças que Goiás e o Brasil precisam. ”Eurico é um amigo pessoal, pessoa que eu tenho uma admiração enorme pela sua trajetória não só do direito, mas como produtor rural. Quero dizer a todos que a luta a cada dia continua mais forte. O setor rural com todas as predominâncias na economia brasileira, mas é lógico que a área econômica toda hora tenta enfiar a mão no bolso do setor, cada hora nos penalizando mais, mas, no entanto, nós temos aqui aquilo que é muito nosso estilo que é de mostrar que nós vamos vencer. Isso sempre foi uma característica muito forte nossa de transmitir esperança, de transmitir confiança. Com todos os problemas, nós já superamos muito”, disse Caiado ao lembrar a participação do setor junto com a classe política no processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, na renegociação de dívidas rurais, na garantia do direito de propriedade e na formação de uma frente parlamentar em defesa do agronegócio. “Neste momento como senador da República, graças aqui ao apoio que tive independente da tendência política-partidária, quero dizer que tenho um orgulho enorme de poder representá-los naquela Casa. Neste momento, também todos vocês sabem coloco meu nome como pré-candidato ao governo do estado de Goiás para avaliação de todos vocês. Esse é um processo que estará aí e nos próximos quatro meses nós estaremos decidindo o futuro de Goiás, o futuro do Brasil o que nós desejamos para que a gente possa superar os desafios que temos pela frente. E, no meu momento agora, é dizer muito obrigado e se Deus quiser vamos marchar juntos com orgulho de representar Goiás, o produtor rural no Congresso Nacional” concluiu.
1

Ronaldo Caiado e Wilder foram fundamentais para viabilizar a Universidade Federal de Catalão, diz ministro da Educação

O ministro da Educação, Rossieli Soares, enalteceu nesta segunda-feira (21/05) o empenho dos senadores Ronaldo Caiado e Wilder Morais, ambos do Democratas, na viabilização da Universidade Federal de Catalão. Segundo o ministro - que visitou o município para fazer o anúncio da UFCat e participar do lançamento de obras no Instituto Federal Goiano -, os dois foram fundamentais para conseguir a aprovação da lei que transformou o campus da UFG de Catalão em UFCat. O ministro também destacou o papel do prefeito Adib Elias (MDB). “Os senadores Wilder Morais e Ronaldo Caiado foram fundamentais em todo o trabalho de conseguir a aprovação da lei, com suas articulações, e em trazer recursos para a universidade. São duas pessoas que trabalham muito pela Universidade Federal de Goiás e agora para a Universidade Federal de Catalão”, testemunhou. Segundo ele, a prefeitura também teve forte colaboração na iniciativa. “A prefeitura, através do prefeito Adib Elias, foi um apoio fundamental. Desde a doação do terreno ao incentivo, a busca constante com toda a bancada para a construção tanto do novo prédio de Medicina como para a transformação da universidade em Universidade Federal de Catalão, trazendo identidade para a cidade”, elogiou. Antes de participar da solenidade do anúncio ao lado de várias autoridades, Ronaldo Caiado falou da alegria de ter contribuído para o processo. Ele foi um dos relatores do projeto de criação da UFCat (PCL 5/18), aprovado em fevereiro deste ano. “Ao lado do meu colega Wilder, tivemos uma atuação junto com ex-prefeito Harley Margon para buscar atender ao sentimento da população, que sempre clamou por uma universidade federal própria. Isso dá um status diferenciado a Catalão, especialmente com a criação de cursos como o de Medicina. Tenho certeza de que isso atrairá para Catalão novos investimentos”, disse. O senador Wilder Morais também destacou que em 2013 foi sub-relator do Orçamento e que teve oportunidade na ocasião de colocar a previsão de investimentos para quatro universidades goianas: Porangatu, Cidade Ocidental, Catalão e Jataí – sendo que estas duas últimas já saíram do papel. ‘Tivemos a felicidade de garantir a criação das universidades federais de Jataí e Catalão. Foi importante esse trabalho nosso junto ao Ministério da Educação. Sou relator do Orçamento para que a gente possa garantir recursos para implementar de vez a Universidade Federal de Catalão. E teremos mais cursos além de Medicina. Estamos muito felizes de concretizar isso. Quem ganha é toda a cidade de Catalão e região”, comemorou. O prefeito Adib Elias relatou a felicidade de ter a presença do ministro, do governador e dos senadores nesta solenidade de hoje. “É um dia extremamente marcante, de alegria. Nós temos muita gente para agradecer. Recebo com alegria e ter a presença de senadores, ministro e pessoas que têm engrandecido a cidade e colocando Catalão como uma das mais importantes cidades do interior. Eu sempre brinco que a universidade é uma grande empresa de ensino. Mas é também empresa econômica também, que faz com que desenvolva a economia da cidade. Isso vem colocar cada vez mais Catalão no cenário nacional”, disse Adib Elias. No discurso o reitor da UFG, Edward Madureira, destacou o significado deste momento. “É de uma importância muito grande este momento, depois de mais de 30 anos em que a UFG deu o primeiro passo rumo à interiorização. Fui reitor entre 2006 e 2014 e retornei agora. Convivi com várias autoridades. Eu tenho que dizer que nunca eles nos faltaram com o compromisso, a dedicação e o empenho para estar aqui hoje”, garantiu, citando Ronaldo Caiado como um “batalhador e defensor da UFG”. O ex-prefeito Harley Margon também deu seu depoimento. “Tive o privilégio de levar essa bandeira com a comunidade. Nunca é demais repetir que educação é tudo. Esse esforço foi grande. Temos de nos juntar sempre em favor da educação. A alegria aqui é compartilhada”, afirmou. Após o anúncio o lançamento da pedra fundamental do prédio da saúde, durante a cerimônia, Ronaldo Caiado e Wilder Morais seguiram para o lançamento da pedra fundamental do campus de Catalão do Instituto Federal Goiano. Depois eles visitaram as obras do câmpus avançado do IF Goiano de Ipameri. A visita ao campus de Ipameri foi marcado por momentos de descontração ao lado dos estudantes. No campo de futebol ao lado do auditório, o ministro ensaiou duas jogadas de pênalti. No primeiro, jogou a bola para fora. No segundo, o goleiro capturou a bola. Wilder Morais e Ronaldo Caiado, que não se aventuraram com a bola, tiraram fotos com o time de futebol do IF Goiano. A última agenda com o ministro foi na inauguração das obras do campus do IF Goiano de Morrinhos. O diretor do campus, Gilberto Silvério da Silva, fez questão de falar do empenho de Ronaldo Caiado pelo instituto. “Para nós hoje é um momento muito especial. Inauguramos 10 obras no valor de R$ 10 milhões e teremos mais 5 milhões para investimentos. É um momento festivo e temos de agradecer publicamente o senador Ronaldo Caiado, que liberou R$ 1 milhão em verbas orçamentárias. Com esse recurso nós poderemos estruturar o campus em termos de laboratórios e salas de aula. Tudo isso vai garantir uma excelência no ensino”, agradeceu.

Artigos

diario

No DM, Caiado diz que incompetência e omissão alimentaram rebeliões

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, publicou artigo nesta quarta-feira (10/01) no Diário da Manhã em que aponta incompetência e omissão da gestão do governador Marconi Perillo (PSDB) em relação ao sistema penitenciário em Goiás e a segurança pública. Ao listar uma série de fatos anteriores que indicavam a chance de ocorrer uma rebelião, o senador cobrou a responsabilidade do governador. “A tática lulista do “não sabia” está fazendo escola no Palácio das Esmeraldas. No primeiro dia do ano, 99 presos escaparam, nove foram assassinados e 14 ficaram feridos no presídio de Aparecida de Goiânia. A reação do governador? Transferir a responsabilidade para o governo federal e agir como se não soubesse do quadro gravíssimo do sistema prisional do Estado, enquanto “descansava” em uma praia do Nordeste. Dados do próprio governo de Goiás mostram que 392 detentos fugiram das prisões goianas em 2017. E os goianos em choque diante de um governo acéfalo com Perillo de férias e o vice-governador afastado”, afirmou. Ronaldo Caiado lembrou que ainda em 2014 o governo foi alertado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do caráter precário do sistema prisional do estado. “Desconhecimento do assunto, omissão e a transferência de responsabilidades não se justificam”, afirmou. O democrata lembrou que, como legislador, tem se preocupado em apresentar projetos que têm impacto direto na segurança pública, dois deles relacionados ao financiamento do setor. “O primeiro amplia o volume de recursos do fundo de segurança pública dos estados ao destinar 2% da arrecadação bruta mensal das loterias federais para este fim, o que representa R$ 250 milhões a mais para esta finalidade. Outra proposta libera os repasses das transferências voluntárias da União para os estados investirem em diversas áreas, como segurança pública, mesmo que estes tenham alguma pendência com o governo federal - queixa constante de governadores”, disse. Leia o artigo na íntegra. ------------ Omissão e incompetência: combustíveis da crise penitenciária em Goiás A tática lulista do “não sabia” está fazendo escola no Palácio das Esmeraldas. No primeiro dia do ano, 99 presos escaparam, nove foram assassinados e 14 ficaram feridos no presídio de Aparecida de Goiânia. A reação do governador? Transferir a responsabilidade para o governo federal e agir como se não soubesse do quadro gravíssimo do sistema prisional do Estado, enquanto “descansava” em uma praia do Nordeste. Dados do próprio governo de Goiás mostram que 392 detentos fugiram das prisões goianas em 2017. E os goianos em choque diante de um governo acéfalo com Perillo de férias e o vice-governador afastado. Mas a crise penitenciária em Goiás não começou em 2018 nem em 2017. Ao menos desde 2014 o governo vem sendo alertado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do caráter precário do sistema prisional do estado. Desconhecimento do assunto, omissão e a transferência de responsabilidades não se justificam. Como legislador, apresentei e tenho hoje tramitando no Senado seis projetos que têm impacto direto na segurança pública, dois deles relacionados ao financiamento do setor. O primeiro amplia o volume de recursos do fundo de segurança pública dos estados ao destinar 2% da arrecadação bruta mensal das loterias federais para este fim, o que representa R$ 250 milhões a mais para esta finalidade. Outra proposta libera os repasses das transferências voluntárias da União para os estados investirem em diversas áreas, como segurança pública, mesmo que estes tenham alguma pendência com o governo federal - queixa constante de governadores. Além disso, sempre fui um defensor incansável de quaisquer projetos que representem combate à criminalidade e melhoria das estruturas da segurança pública de estados e municípios. Ano passado, por exemplo, apoiei e aprovamos no Senado um projeto que cria a polícia penitenciária, igualando as carreiras dos agentes penitenciários à policial. Conheço e me preocupo com a gravidade da situação da segurança pública em Goiás e, diante disso, venho me pronunciando e batalhando pela aprovação de projetos muito antes dessa crise que assistimos agora após os casos de rebeliões, fugas, assassinatos, flagrantes de armas e consumo de drogas e álcool no presídio de Aparecida de Goiânia. O que não posso prever e administrar é a incompetência e omissão do governo de Goiás. Dizer que se trata de um problema nacional não justifica. Falar que faltaram recursos federais é uma falácia. Em dezembro de 2016, o governo goiano recebeu R$ 32 milhões do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para construir e ampliar seu sistema prisional. Usou apenas R$ 5,6 milhões, ou seja, 18% do total. O motivo? Projetos apresentados pelo governador não estavam qualificados, nas palavras do próprio ministro da Justiça, Torquato Jardim. O ministro também denunciou descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, já que Perillo não abriu contas específicas em bancos públicos para operar os recursos federais. Ilícito passível de gerar improbidade administrativa. Até calote o governador deu ao receber dinheiro federal para enviar agentes às Olimpíadas de 2016. Pegou o dinheiro e não enviou os profissionais. Em 2014, o CNJ já alertava para o risco de rebeliões e fugas no prédio da Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto de Aparecida e pedia a sua desativação. Nada foi feito. Em 2017, novo documento do Conselho denunciava terem sido encontradas nove armas e 22 aparelhos celulares no local. O órgão recomendava a instalação de um bloqueador de sinal. Nenhuma ação foi tomada. A situação está tão grave que autoridades do Judiciário recomendaram que a presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmén Lúcia, suspendesse a vistoria prevista para esta semana, no presídio de Aparecida de Goiânia, por absoluta falta de segurança. O Tribunal de Justiça de Goiás, por meio de seu presidente, Gilberto Marques Filho, afirmou que a corregedoria do órgão apresentou ao Poder Público informações de que o sistema estava para entrar em colapso. O Ministério Público goiano chegou a denunciar que em algumas unidades existiam mais celulares do que presos e declarou que o Estado "não tem controle sobre seus presos". A OAB entrou com uma ação civil pública pedindo a intervenção do presídio. Só o governador que não sabia de nada? Há pouco mais de um mês, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), do Ministério da Justiça, publicou um extenso relatório após visitar todos os estabelecimentos penais de Goiás. O documento é público e pode ser acessado pela internet. O relatório apresentou 28 recomendações diretas ao Governo do Estado e à Secretaria de Segurança Pública como: padronização das regras prisionais; a instituição de uma Corregedoria do Sistema Penitenciário; a criação de uma política de capacitação para os agentes; a realização de concurso público e a substituição de todos os terceirizados que atuam na área de custódia e segurança nas unidades. Também recomenda ações simples, mas importantes na questão da segurança, como a reativação de guaritas e de reforço na iluminação externa como forma de evitar a entrada de drogas, bebidas e outros objetos nos presídios. Se Marconi Perillo tivesse lido o relatório e as recomendações do CNCPC, se tivesse tido a competência para apresentar projetos qualificados e para executar os recursos repassados pelo governo federal, se não apenas transferisse suas responsabilidades para terceiros, poderia ter evitado a crise que se anunciava. Não o fez. Por sua omissão, Goiás está hoje refém de bandidos dentro e fora dos presídios.
folha

Temer posa de reformista para desviar atenção de governo fisiologista, diz Caiado na Folha

  Em artigo publicado neste sábado (16/12) pela Folha de S. Paulo, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) presta um desserviço à democracia ao repetir o mesmo modo de agir do grupo petista que o antecedeu no Planalto. Para o senador, as ações do presidente reforçam a tese que o PT quer defender de que todos políticos são corruptos. “O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar”, disse. Sem condições de entregar um governo que a sociedade exigia, Michel Temer decidiu investir em outra frente. “Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de “presidente reformista”. É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas”, enumerou. Para Ronaldo Caiado, a pauta da sociedade permanece a mesma: reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Para ele, 2018 será um ano que vai definitivamente marcar as mudanças que a sociedade espera. “A eleição de 2018 será um grande divisor de águas – e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto”, disse. ------------------- O desserviço de Temer à democracia brasileira O ano de 2017 chega ao fim sem que a herança maldita do PT tenha sequer sido equacionada. Os problemas permanecem os mesmos de 2016, com um agravante: a desilusão decorrente dessa inércia. Mais que isso, conivência com o governo anterior. A pauta que levou o povo às ruas naquela oportunidade não foi priorizada por Temer, cuja ascensão à Presidência deve-se apenas e tão somente à reação popular que depôs o governo petista. O presidente não percebeu o momento histórico que o contemplou, nem a natureza da delegação que recebeu. Em vez de se investir de institucionalidade, um clamor do povo, optou por governar como pessoa física, nos termos daquilo que Ruy Barbosa classificava de "política com pê minúsculo". Talvez pelos anos de convivência e participação nos governos petistas —e por ser conhecido como político, embora habilidoso, sem votos, expert na escola do "é dando que se recebe"—, Temer usa a instituição Presidência da República para blindar amigos e apaniguados, garantindo-lhes foro privilegiado. Mas não apenas: preserva a conduta petista de leiloar ministérios, cargos, obras, liberação de emendas, endossando um padrão de governo que trai a pauta das ruas, diametralmente oposta a esta: combater a corrupção e reduzir a máquina pública. Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de "presidente reformista". É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas. Daí a frustração da sociedade, que se sente usada diante da permanência do modus operandi que rejeitou nas ruas. Sente-se por isso perdida, desorientada, sem saber em quem confiar para as verdadeiras mudanças que precisam ser feitas, a começar pela reforma do Estado e a do próprio conceito de governar. O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar. Não se pode esquecer que Temer era peça acessória do PT, seu segundo escalão, eleito vice com os votos de Dilma. Tudo isso repercutirá nas eleições do ano que vem, que se prenunciam atípicas, com novas regras de financiamento e uma ferramenta nova, as redes sociais, que terão (já têm) influência muito maior que os horários eleitorais do rádio e da TV. A pauta da sociedade não mudou. Ela quer uma reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Isso exige um estadista, que lhe fale com frequência, sem truques de marketing, sem teleprompter, olho no olho; que tenha vida pregressa que o credencie a tratar dos temas mais sérios e complexos e a lhe pedir apoio para as mudanças necessárias, mesmo as impopulares, indispensáveis para corrigir distorções cristalizadas. Como um médico diante de um paciente politraumatizado —e é a tanto se assemelha hoje o país—, terá de compor uma equipe de profissionais competentes para salvá-lo, um primeiro escalão em condições de resgatar a respeitabilidade da figura institucional de um ministro de Estado, hoje banalizada, escolhida para resolver não os problemas nacionais, mas os dos partidos e dos grupos de pressão. A eleição de 2018 será um grande divisor de águas —e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto.  
tribuna2

Caiado diz na Tribuna do Planalto que Goiás vive “faroeste fiscal”

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou em artigo publicado neste sábado (09/12) pelo jornal Tribuna do Planalto sobre a situação das finanças em Goiás. Segundo o parlamentar, o governador Marconi Perillo (PSDB) promove um verdadeiro “faroeste fiscal” no Estado. “O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) apontou que as secretarias de Saúde e Educação receberam uma provisão de R$ 602.697.094,76 sem fundos - ou seja, o governo deu a elas um cheque “borrachudo”. As análises de técnicos do Senado dos relatórios de prestação de contas do Executivo goiano mostraram que elas estão superestimadas em 112,98%. Em suma, o orçamento tem sido uma mera peça de teatro. Goiás vive uma espécie de “faroeste fiscal”, citou como exemplo. Leia o artigo na íntegra. --------------- Faroeste fiscal do governo deixa goianos na escuridão Por Ronaldo Caiado Há um esforço notório para fortalecer a falsa imagem de que a economia de Goiás está em alta. Segundo dados do Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais divulgado no último quadrimestre, Goiás obteve nota C na classificação que avalia quais Estados e municípios que podem obter garantia da União de contratação de novos empréstimos. Em razão de recentes mudanças nas regras do Tesouro, Goiás perdeu o governo federal como fiador em operações de crédito, onde os juros são mais baixos. Com isso a situação fiscal de Goiás, que já é de penúria, tende a se aprofundar ainda mais.   Goiás está entre os nove Estados brasileiros com gastos com pessoal acima do que é permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O boletim divulgado em 2016 classificou o Estado com a nota D+ no ranking de capacidade de solvência. É um dado assustador: a nota D é a pior dentro do ranking citado. Considerando o desempenho fiscal obtido em 2015, Goiás ocupou a quinta pior posição do País em matéria de descontrole das contas públicas. É explícito o descompromisso e a incompetência do governo diante de dificuldades.   Goiás fez o terceiro maior corte de investimentos do País em 2016 (44%). Paralelamente a este quadro, o governador Marconi Perillo criou o programa Goiás na Frente para tentar criar clima positivo das finanças estaduais, com vistas às eleições de 2018. Não convenceu.   Matérias recentes mostraram que o programa, lançado em março deste ano, cumpriu até agora apenas 8% das obras, sendo que 38% dos trabalhos iniciados estão em execução. Foram investidos R$ 293 milhões, mas a promessa era de R$ 6,195 bilhões.   Ao final do último exercício financeiro, o Tesouro Estadual acumulava um saldo negativo total de R$ 1,5 bilhões. Chegou-se ao limite de simular a emissão de Ordens de Pagamentos Extraorçamentárias para atingir artificialmente os investimentos mínimos em saúde e educação.   O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) apontou que as secretarias de Saúde e Educação receberam uma provisão de R$ 602.697.094,76 sem fundos - ou seja, o governo deu a elas um cheque “borrachudo”. As análises de técnicos do Senado dos relatórios de prestação de contas do Executivo goiano mostraram que elas estão superestimadas em 112,98%. Em suma, o orçamento tem sido uma mera peça de teatro. Goiás vive uma espécie de “faroeste fiscal”.   Mais do que nunca é preciso haver um choque de gestão na política fiscal do Estado. Temos de avançar na modernização da política de recuperação do estoque da dívida ativa, garantir a  empregabilidade, manter o crescimento dos gastos correntes atrelados à inflação para brecar a trajetória ascendente da dívida e trazer para a administração tributária e financeira medidas de boas práticas fiscais.   O mais importante, contudo, é sairmos da escuridão - que é a regra do atual governo - para a transparência. Os dados abertos, não mascarados, são a melhor solução para se restabelecer o equilíbrio das finanças públicas. Cada cidadão goiano deve ser um fiscal pró-ativo do seu esforço como contribuinte. Essa é a mudança que todos desejam.  

Áudios

Águas-FotoSidneyLins

Caiado e Wilder recebem títulos de cidadãos de Águas Lindas

Assembleia de Deus na cidade declara apoio aos dois Líderes religiosos destacam trabalho da dupla no Entorno Os senadores Ronaldo Caiado e Wilder Morais receberam neste domingo (15/4) os títulos de cidadãos de Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal, durante encontro com mil obreiros da Assembleia de Deus - Ministério Madureira da cidade. A homenagem foi entregue pelo presidente da Câmara Municipal e vice-presidente da igreja, Rogemberg Barbosa. O encontro, conduzido pelo presidente da Assembleia de Deus da cidade, pastor Gilvando Galdino, teve também a participação de vereadores locais, da vice-prefeita de Luziânia, Professora Edna ,Luiz Caland, de Santo Antônio do Descoberto, e Rosi Guimarães, presidente Estadual do Partido da Mulher Brasileira. “É uma honra receber esse título. Temos que ter a responsabilidade de mostrar que não fazemos política para se beneficiar de cargos, que fazemos política com espírito público, com dignidade. Eu e o senador Wilder podemos andar por todas as cidades tranquilos porque nunca desonramos os seus votos e nunca fomos envolvidos em escândalos de corrupção”, disse Caiado ao agradecer a homenagem aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores. Ronaldo Caiado lembrou das lutas travadas por ele e por Wilder para defender a família goiana e brasileira ao falar sobre os projetos que legalizavam o aborto e os jogos de azar, derrubados por eles no Congresso. O senador ainda ressaltou ainda o desafio de trabalhar pelo Entorno, região abandonada pelo atual governo de Goiás. Caiado enfatizou seu projeto que tramita no Senado para transferir para União a responsabilidade pelo transporte do Entorno. “Vamos quebrar um desafio que é o povo cansado de não ter o transporte, saúde, educação. O Entorno precisa de governador que vai se preocupar um cidadania, educação, transporte, saúde. Vamos encerrar um ciclo de um governo que não atendeu o cidadão”, acrescentou. Mais uma vez, Caiado reforçou a importância da igreja para recuperar jovens usuários de drogas e para manter a comunidade longe da criminalidade. “Sou médico. Sei como como tratar de um dependente químico, mas preciso da parceria da igreja para manter esses jovens longe das drogas. Posso conseguir um hospital para tratar essas pessoas, mas vocês têm o hospital da alma. A igreja é capaz de curar a alma das pessoas”, disse aos obreiros da igreja. Já o senador Wilder Morais falou sobre seu trabalho para destinar recursos para os 246 municípios goianos ao mencionar os R$ 18 milhões destinados para colocar em funcionamento o hospital de Águas Lindas. “Já tem décadas que o hospital regional está sendo construído, anseio de toda população. Conseguimos R$ 18 milhões e vamos equipar esse hospital. Nosso recurso já está na conta, já foi licitado”, disse Wilder. Wilder ainda falou de sua vontade de continuar ajudando as cidades do Entorno que tem muitas carências. “É meu desejo que possamos ajudar as cidades do Entorno ao lado do senador Ronaldo Caiado”, completou. “Acompanhamos o trabalho do senador ao lango de seus mandatos como deputado e agora como senador. É um homem que tem um coração do tamanho do estado de Goiás. É um homem de grupo, sempre participativo na cidade. É um senador municipalista”, disse Rogemberg, presidente da Câmara de Vereadores. Acreditamos que esses dois projetos vão prosperar (Ronaldo Caiado e Wilder Morais). Essa visita representa uma aliança, pacto para cuidar de gente que tanto precisa do estado”, emendou o pastor presidente, Gilvando Galdino.

Projeto de Caiado que impede contrabandistas de participar de licitações é aprovado

Foi aprovado projeto de lei do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que impede empresas condenadas por pirataria, descaminho ou contrabando de participar de licitações públicas. A proposta foi analisada em plenário e aprovada por unanimidade. A intenção do senador é tornar mais rígida a punição para crimes que geram, de acordo com a Receita Federal, prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões por ano ao país.

Caiado recebe de movimentos civis a Medalha Patriótica

  O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu, nesta terça-feira (25/04), a Medalha Patriótica, uma condecoração criada por movimentos populares para personalidades que se destacaram na defesa do país. O evento contou com a participação de vários grupos da sociedade civil organizada que destacaram o papel atuante do senador nas manifestações de rua e na Comissão do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Fotos

Homenagem a Luis Eduardo Magalhães - 25/04/2018
Discurso do senador Ronaldo Caiado - 24/04/2018
Frente Parlamentar da Agricultura 18/04/2018
Comissão de Constituição e Justiça - 18/04/2018