Caiado diz que governo federal patrocina cegueira ética

Nome forte em Brasília, o deputado federal Ronaldo Caiado saiu em defesa de seu partido, após o presidente Lula dizer que o DEM, que é oposição, deveria ser extirpado da política. “Lula precisa entender que extirpar é para coisas ruins: mensaleiros e lobistas no governo. Oposição é tecido saudável em uma democracia”, disse. Caiado afirmou que que o governo federal patrocina uma cegueira ética pelo país. “Tratam o governo como propriedade particular de um pequeno grupo. Quebram o sigilo de adversários políticos, usam a máquina pública para perseguir e agora mais essa denúncia de que a Casa Civil é usada por lobistas que cobram propina. Não podemos nos anestesiar”, disse. Caiado afirmou que o petistas que estão no governo deveriam se preocupar em extirpar os “mensaleiros e sanguessugas que depois de saquearem o dinheiro público” continuam no governo. “Governo e oposição são inerentes à democracia. Países sem oposição são verdadeiras ditaduras. Irã, Venezuela, Cuba são exemplos de ditaduras apoiados pelo governo brasileiro”, disse. “Querem extirpar, acabar com a oposição e aqueles que não compactuam com crimes e corrupção, mas o Brasil já demonstrou que não admite qualquer tipo de ditadura”, disse Ronaldo Caiado.

Caiado defende destinação de recursos do FCO para Entorno

O deputado federal Ronaldo Caiado, candidato à reeleição, aproveitou o giro que fez ontem por Luziânia, Novo Gama, Cidade Ocidental e Valparaíso para defender que os governantes tenham ações mais efetivas para a região do Entorno do Distrito Federal. “Tem político que só aparece aqui de quatro em quatro anos para pedir votos. Depois de eleito, não se vê qualquer solução proposta por eles para os problemas vividos pela população”, disse.

Ronaldo Caiado destacou a necessidade de se aprovar o projeto de lei 6.926/10, de sua autoria, que transfere para as 19 cidades do Entorno do Distrito Federal recurso do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) que são subutilizados em Brasília. “Tais fundos constitucionais foram criados pela Constituinte de 1988 com o propósito específico de combater desigualdades regionais. Ainda que involuntariamente, quem criou o Entorno foi Brasília, que atrai migrantes por ser núcleo de poder político, pela perspectiva de emprego e de melhoria de vida”, explicou.

Segundo Ronaldo Caiado, existe um fenômeno de esquizofrenia sócio-política, porque a área do Entorno está umbilicalmente ligada ao Distrito Federal, que, entretanto, sobre ela não tem, formalmente, responsabilidades político-administrativas nem obrigação de prestar-lhe atendimento em termos de políticas públicas. O deputado goiano explicou que, simultaneamente, o Entorno se vê distante dos centros a que está politicamente subordinada, os quais, além disso, não dispõem de condições nem de recursos para atendê-la como seria necessário.

“Isso gera um paradoxo cruel: convivem, lado a lado, simbioticamente, o Distrito Federal, que exibe a maior renda per capita do país e dispõe de excelentes serviços públicos, e o seu cinturão de entorno, que ostenta o pior Índice de Desenvolvimento Humano do país e que se vê forçado, pela ausência local de escolas, hospitais e serviços básicos, a buscá-los em Brasília e na rede assistencial do DF”, disse Caiado.

De acordo com Ronaldo Caiado , o FCO no Entorno estimularia a criação e a ação mais competitiva de indústrias, do comércio, do setor agropecuário e dos prestadores de serviços, tornando-a menos dependente. “O FCO não empresta dinheiro a fundo perdido, mas destina recursos de fomento a atividades de desenvolvimento, que é o que o Entorno necessita. Para 2010, estão destinados ao Distrito Federal, no FCO, R$ 789,6 milhões, que eu proponho sejam destinados ao desenvolvimento do Entorno, que, para além de qualquer dúvida, é a mais carente e necessitada área ligada ao Distrito Federal”, disse.

Segundo Ronaldo Caiado, o Distrito Federal não utiliza o recurso, que sempre é devolvido por falta de interessados. E o goiano lembrou ainda que Brasília não teria qualquer prejuízo com essa proposição. “Primeiro, já conta com o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), que em 2010 destinará R$ 7,8 bilhões exclusivamente ao Distrito Federal, a fundo perdido. Segundo, porque quanto mais o Entorno se firmar por conta própria, menores serão os gastos que o DF terá que promover na sua rede de serviços para atender indiretamente àquela região”, afirmou.

Caiado entre os que mais contribuíram para o País

Pelo 2º ano consecutivo, goiano figura no prêmio Congresso em Foco

Os 183 jornalistas das 34 principais TVs, rádios, jornais, revistas e sites do País que fazem a cobertura diária do Congresso Nacional e atuam na apuração da política brasileira colocaram o deputado federal goiano Ronaldo Caiado (DEM) entre os parlamentares que mais contribuíram para o País em 2010. Foi a primeira etapa do Prêmio Congresso em Foco, que escolheu os 10 senadores e os 31 deputados que agora são os finalistas para o grande prêmio, cuja votação começa hoje entre os internautas.

“Isso serve como prestação de contas do meu mandato. Ninguém mais credenciado do que a imprensa que cobre diariamente o Congresso Nacional para qualificar o trabalho de cada um dos 513 deputados e 81 senadores”, disse Caiado. O processo de seleção do Congresso em Foco e a urna que recebia os votos foram fiscalizado pela Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF).

Em seu quarto mandato como deputado federal, Ronaldo Caiado busca a reeleição. Em 2009, foi líder da bancada do DEM na Câmara dos Deputados e se destacou pelo trabalho fiscalizador. A atuação foi tão reconhecida que Ronaldo Caiado, numa lista envolvendo todos os 513 deputados e 81 senadores, foi considerado no ano passado o 4º
parlamentar mais influente do Congresso Nacional.

“A imprensa sempre teve o papel de criticar os políticos. Um prêmio desse orgulha os goianos e mostra que Goiás pode sim ser um celeiro de grandes políticos que pautam a política nacional e os rumos do País”, destacou Caiado. Pelo 12º ano consecutivo, o deputado Ronaldo Caiado também está na seleta lista dos 100 parlamentares de maior relevância e influência no Congresso Nacional. A escolha é feitaanualmente pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). É o único goiano com essa marca.

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Caiado é convidado a debater futuro do Brasil com jovens

O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) foi o convidado especial de debate promovido ontem por jovens profissionais liberais e estudantes. O auditório da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-GO) ficou lotado e o clima esquentou com temas relacionados à reforma política e à proposta do parlamentar que cria uma matéria no ensino médio que trata de noções de ciência política.

Caiado, candidato à reeleição, destacou que hoje o eleitor brasileiro, principalmente o jovem, está desencantado com a política em geral. “A falta de caráter de uns e a ganância de outros tentam nivelar por baixo os parlamentares, desqualificando a todos”, disse. O deputado disse ainda que o jovem precisa ser incentivado a gostar de política.

Os jovens se interessaram pelo projeto de lei 7.746/10, de autoria de Ronaldo Caiado, que inclui noções técnicas de ciência política no currículo do ensino médio. O texto pretende mudar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para fazer com que as escolas ajudem estudantes no entendimento da importância da política para a sobrevivência da democracia.

O deputado Ronaldo Caiado, que é relator da reforma política, questionado de onde teve essa ideia, disse que o projeto surgiu quando percorreu escolas e universidades do País para debater o tema. “Na época, fiquei surpreso diante do desconhecimento dos jovens sobre o sistema político-eleitoral. A inclusão de noções de ciência política no currículo do ensino médio vai formar eleitores mais conscientes e com maior capacidade de decidir sobre os destinos políticos do País”, defendeu.

O projeto prevê que a disciplina vai ensinar o que é o Executivo, o Legislativo e a função do Judiciário; detalhar a parte regimental das ações das comissões na Câmara e no Senado; discutir o sistema eleitoral com todos os detalhes: o financiamento de campanhas, como é feita uma coligação, o que é um partido político, quais são as regras de uma campanha eleitoral.

FONTE: DM