O Globo destaca trabalho humanitário do médico Ronaldo Caiado

A edição do último domingo (13/12) do jornal O Globo destacou o trabalho desenvolvido como médico ortopedista pelo líder do Democratas na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO). A publicação afirmou que o parlamentar goiano é conhecido pela atuação em defesa do setor produtivo, mas que tem dado uma grande contribuição à saúde brasileira. Confira o trecho da matéria:

Mas Caiado tem um “lado B”: é considerado até por adversários políticos um cirurgião de coluna vertebral brilhante. Com técnicas que aprendeu no hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, trata lavradores e líderes rurais feridos em conflitos. Em sua lista de pacientes, há deputados como Milton Temer, ex-PT e hoje dirigente do PSOL, e Miro Teixeira (PROS-RJ).

De família de produtores rurais em Goiás, Caiado estudou Medicina no Rio e fez residência em Ortopedia no Hospital Miguel Couto. Ajudou a salvar a vida do então dirigente da Federação dos Trabalhadores na Agriculturade Goiás, Edmundo Galdino, ferido à bala num conflito na região do Bico do Papagaio (TO). Foi operado com a orientação de Caiado e se salvou. Paraplégico, virou deputado.

Tempos depois, Caiado foi convidado a participar de uma sessão em que se discutiam conflitos agrários na Assembleia Legislativa de Goiás. Um dos mais agressivos debatedores era Galdino. O ex-paciente dizia que Caiado não tinha legitimidade para falar em nome dos trabalhadores rurais pois o único calo que tinha nas mãos era de levantar taças de champanhe em Paris.

— Tivemos um debate acalorado. Ele me respondeu que aquelas mãos delicadas é que tinham salvado minha vida. Embora tivesse um conflito porque estávamos em lados opostos, não tenho nada contra ele — diz Galdino.

Por orientação de Caiado, Milton Temer se livrou de uma arriscada cirurgia na coluna. Caiado o tratou com medicação e fisioterapia.” 

Em outro trecho, a matéria, assinada pela jornalista Maria Lima, fala do trabalho que o deputado realiza ao atender comunidades pobres:

Por 23 anos, Caiado cuidou de moradores da comunidade agrícola de Bonfim de Feira (BA), operando-os e tratando-os em Goiânia.

— Ele pode ser o diabo aí fora, mas aqui na comunidade é Deus. Vinha para cá e atendia 40, 50 pessoas até as duas horas da madrugada. — diz o pedreiro André Luiz Santana.”

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