Lula foi contra programas de transferência de renda, diz Caiado

O líder do Democratas na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO) rebateu as acusações do ex-presidente Lula de que adversários políticos criticaram de alguma forma o Bolsa Família. “A tensão pré-eleitoral toma conta do governo do PT. Hoje, nos 10 anos do Bolsa Família, uma mentira atrás da outra”, disse.

Caiado afirmou que foi Lula quem criticou os programas transferência de renda antes de chegar ao poder, em 2003. “Lula na época falava que transferir renda era assistencialismo, compra de votos. Lula diz uma coisa diferente hoje, mas o que ele realmente pensa sobre transferência de renda é fácil de comprovar”, disse, ao citar programas eleitorais de Lula que estão no YouTube.

Em um desses programas, o ex-presidente dizia que “assistencialismo conduz a pensar com o estômago”. Pelo link, é possível comprovar a afirmação de Lula: https://www.youtube.com/watch?v=6P5d7kjYyto.

Ronaldo Caiado disse ainda que FHC criou o piloto do programa Bolsa Escola, mas o falecido senador Antônio Carlos Magalhães, então no PFL, elaborou o fundo contra a pobreza, que permitiu a expansão dos programas sociais, que mais tarde foram unificados com o nome de Bolsa Família. Ronaldo Caiado cita artigo de Gilberto Dimenstein, publicado pela Folha de S. Paulo, em 4 de outubro de 2006. Para ler, é só clicar no endereço http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/colunas/gd041006a.htm.

De acordo com Ronaldo Caiado, o governo do PT perdeu todo o seu discurso. “O PT dizia combater a corrupção, mas o mensalão provou o contrário; O governo do PT se disse contra as privatizações. É só ver algumas estradas e aeroportos para comprovar mais uma falácia; O governo do PT fazia terrorismo contra a privatização da Petrobras. Semana passada, o Campo de Libra quebrou mais um discurso; O governo do PT dizia o mesmo sobre o Banco do Brasil, que hoje tem 30% de capital estrangeiro. Na época de FHC, não passava de 12,5%”, disse.

Segundo Ronaldo Caiado, a perda de discurso “tira o sono dos petistas”. “O ano 2014 está aí e Dilma e Lula estão sem ter o que apresentar e propor. O Brasil acordou”, disse.

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