Faepa manifesta apoio a eventual candidatura de Caiado à Presidência da República

A Federação de Agricultura do Estado do Pará (Faepa) divulgou nesta quarta-feira, 13/11, moção de apoio a uma eventual candidatura do líder do Democratas na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), à Presidência da República, em 2104. Segundo o documento, assinado pelo presidente da entidade Calos Fernandes Xavier, o posicionamento da federação se deve a uma preocupação com o agronegócio brasileiro refletido pelas posições de alguns dos pré-candidatos ao maior posto do País. De acordo com a nota da Faepa, Ronaldo Caiado é um homem público de reputação ilibada e profundo conhecedor dos assuntos do campo. O documento foi distribuído como resultado do 40º Encontro Ruralista promovido pela entidade, com a participação de representantes dos sindicatos rurais de todo o estado.

“Ronaldo Caiado representa com dignidade o agronegócio no Congresso Nacional. Assim, apresentamos o nome dessa liderança ruralista nacional para ser colocado entre os postulantes à Presidência da República neste momento em que o Brasil necessita, acima de tudo de serenidade e equilíbrio, e ter cidadãos com visão de Estado e compromisso com a nacionalidade e no comando de seus destinos”, expressou a moção.

Conforme o documento da Faepa, o cenário pré-eleitoral do momento não apresenta novidades. “Muito pelo contrário, sinaliza com posições com o que há de mais retrógrado e preconceituoso na política brasileira”. Por isso, a opção de apoiar um possível candidato que sempre defendeu os interesses da agricultura no parlamento. A entidade ainda reforça que o Brasil é uma das maiores potências mundiais no agronegócio, podendo se tornar o maior País agrícola, em 10 anos, mesmo enfrentando condições desiguais no mercado global. No documento a federação paraense também destaca também que o setor foi o responsável por minimizar os efeitos da crise financeira internacional que atingiu o mundo.

“Somos a principal força motriz da economia nacional, pois de cada R$ 3 produzidos no país, um advém do agronegócio, ele próprio responsável por cerca de 30% do Produto Interno Bruto, 42% das exportações e 37% dos empregos diretos e indiretos e um saldo comercial maior do que o total do País e, ainda, que a dívida brasileira conseguiu ser paga graças ao superávit produzido, na balança comercial, pelo agronegócio”, atestou a Faepa.

Na moção a entidade enfatiza que os brasileiros precisam do agronegócio não apenas pela segurança alimentar, mas pela importância na economia do País com geração de emprego e renda. “A aproximação da sucessão presidencial e a renovação dos Parlamentos e dos Executivos estaduais torna imperiosa a assunção de uma posição de vanguarda no quadro político, pois, com o crescente avanço dos ideólogos do ambientalismo xiita que não se sustenta em bases científicas e das correntes sectárias que almejam implantar no Brasil um regime autoritário nos moldes do socialismo que existe em algumas repúblicas latino-americanas, manifesta-se inadiável que apresentemos à sociedade pátria candidaturas compromissadas com a Democracia e o Desenvolvimento Sustentável”, finalizou o presidente Carlos Xavier.

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