Em programa do Tas, Caiado diz que “trabalha muito” para ir a debate presidencial

Relator da Reforma Política na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado foi o convidado desta quarta-feira (11) do Tas ao Vivo, apresentado por Marcelo Tas.

Durante a participação no programa, o deputado foi questionado sobre uma possível candidatura à presidência da República. “Existe um sentimento muito forte na nossa bancada de Deputados Federais”. Marcelo Tas insistiu no tema, para saber qual era seu desejo. “Eu trabalho muito para querer ir para esse debate. O momento que o Brasil vive hoje precisa de alguém de coragem de assumir posições”, afirmou.

Médico ortopedista – especializado em cirurgia de coluna vertebral – Caiado já trabalhou em emergência, e pelo menos uma vez por semana pratica sua profissão. “Tenho hábito de atender amigos”, disse. “Quando estou na minha propriedade rural e no centro cirúrgico consigo me desligar”, acrescentou.

Ele também falou muito sobre o projeto Mais Médicos: “existe uma concentração real dos médicos nas maiores cidades. Precisamos criar uma carreira de Estado. O juiz tem uma carreira de estado para ir para o interior. Ele indo para o interior, teria as garantias”. O deputado também apontou que isso não é o bastante, precisa de um aparato para funcionar. “Com a ida dos médicos, montaríamos as especialidades necessárias. Com cidades polo”.

Marcelo Tas citou a questão dos médicos cubanos terem sofrido racismo quando chegaram ao País. Sobre a vinda de médicos do exterior, Caiado se manifestou: “criei uma frente de defesa aos médicos cubanos. A nossa colocação não é contra a vinda de médicos. Eu fui estudar na França. Quando você chega em qualquer país, seu diploma não é reconhecido. Não cheguei em Paris e pude operar. Eu tinha um tutor. Eu não prescrevia, eu não operava”. O deputado salientou a importância de revalidar : “não é repulsa”.

O apresentador tocou em outro aspecto do assunto, sobre o dinheiro ir para Cuba. “Isso é outra coisa, se chama escambo. Dos R$ 10 mil, eles recebem R$ 600”, citou o convidado em referência ao Alto Solimões, Amazonas.

Segundo ele, o tratamento discriminatório está sendo feito com os médicos cubanos. “Nós brasileiros estamos pagando Cuba com R$ 10 mil por médico por mês. É uma maneira de quitar uma dívida. Os colocam ali para pagar uma dívida de Estado”, disse. Ele ainda fez uma comparação com uma situação parecida: “os médicos que participaram de programa semelhante na Venezuela estão processando hoje o Governo”.

Quem não acompanhou o programa ao vivo, poderá assistir os vídeos na página do #tasaovivo

Fonte: Portal Terra

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