Caiado diz que equipe econômica de Dilma deveria cortar cargos e ministérios em vez de aumentar impostos

15929195671_316139159b_zO senador eleito Ronaldo Caiado (Democratas-GO) criticou mais um pacote de aumentos na tributação brasileira, anunciado na tarde desta segunda-feira (19/01) pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

De acordo com o democrata, até então a única fórmula utilizada para fazer o país sair da estagnação econômica e reparar o descontrole nos gastos tem sido o aumento de impostos ao contribuinte e a suspensão de direitos trabalhistas.

“Aumentar impostos qualquer equipe econômica faz. Não precisa ser PHD em economia. O brasileiro quer solução que não o penalize. Esperava-se mais de uma equipe econômica apontada pela Dilma como salvadora. Até agora nada de diminuir cargos e ministérios, muito menos acabar com gastos desnecessários ”, disparou Caiado.

O senador também ressaltou que durante os 19 dias de segundo mandato de Dilma, só foram anunciadas medidas que vão de encontro à sua plataforma de campanha de reeleição.

“Jamais poderíamos imaginar que uma pessoa ao disputar o cargo mais alto da nação se propusesse a mentir de tal forma. Temos que reconhecer que se tratou de uma mentira teatral que conseguiu ainda convencer 53 milhões de brasileiros que hoje estão sentindo na própria pele. Ou seja, os discursos da presidente em campanha eleitoral têm que ser lido às avessas”, afirmou.

Sumiço de Dilma

Caiado também comentou a postura da presidente em se esconder quando é preciso anunciar medidas prejudiciais ao trabalhador brasileiro, delegando a função para subordinados.

“Ela não tem coragem de vir a público anunciar a suspensão de direitos trabalhistas, o aumento na tarifa de energia, o aumento da gasolina e demais impostos, nem explicar que o país está sofrendo um racionamento de energia. Prefere transferir a seus porta-vozes, os ministros, como se não tivesse responsabilidade com o que está acontecendo no Brasil”

11 thoughts on “Caiado diz que equipe econômica de Dilma deveria cortar cargos e ministérios em vez de aumentar impostos

  1. Senador, o Senhor não acha bom fazer um resumos de todas as medidas já implantadas e as a implantar ( como o emplacamento de máquinas agrícolas) para ficar bem didático e o povo conseguir ver , num só lugar o que esta Senhora está fazendo…. e claro sugestões para dividir o prejuízo, envolvendo os três poderes e não apenas o povo?
    Claro que o poder legislativo entraria também… redução de gastos , aumento similar ao do salário mínimo…. e proposta para redução do número de parlamentares… o índice de falta é alto… portanto não precisamos de todos…

  2. Esta leprosa que governa o Brasil tem que tomar um cala boca para o resto de sua vida. Este cala boca pode ser de várias maneiras. Temos que encontrar alguém que tenha essa coragem. A situação já chegou ao seu limite máximo

  3. Concordamos plenamente, mas como conseguir que ela faça isto? os planos dela são outros. O Brasil precisa ajudar a sua nação, mas eles estão muito longe de querer isto, querem apenas o poder.

  4. ENGRAÇADO PARA SER MINISTRO PENSEI QUE O CARA PRECISAVA SER FORMADO, É NADA BASTA SABER AUMENTAR OS IMPOSTOS QUE O RESTO É RESTO.AI ELE CONSEGUE ESFOLAR O POVO .

  5. Fiquei muito consternado na derrota do Aécio, mas pensando bem foi bom pois a mascara agora pode cair e enfraquecer este partido ordinário, pena que as consequências vão ser dramáticas, hoje tenho 50 anos e como profissional liberal, só conheci momentos de tranquilidade no país com a gestão do Fernando Henrique Cardoso…grande representante do Brasil…mas agora vejo uma canastrona, que quer enfraquecer e desmoralizar o exercito, dar poder pra bandido, que se diz indignada com a execução de um traficante….Só espero que a população se levante e peça a expulsão deste traste do poder….e ainda vem ai a regulação da mídia….ai nem saber destas asneiras será possivel..

  6. Precisamos resolver urgente.
    26/01/2015 – 05:00
    Fim do fator previdenciário?
    Por Pedro F. Nery e Marcos Mendes- Valor
    A nova equipe econômica dá sinais de que vai focar a política fiscal em medidas de curto prazo para recuperar o superávit primário e conter a expansão da dívida bruta. De fato, os desarranjos dos últimos anos foram muitos, sendo necessárias medidas que gerem rápido impacto fiscal: fim de desonerações tributárias, cortes em subsídios, contenção de reajustes remuneratórios, etc.
    Nesse afã por resultados imediatos é natural que fiquem de lado reformas de longo prazo, que só melhorarão as contas fiscais daqui a cinco anos ou mais. Todavia, o governo pode ter que lidar com a reforma da Previdência mais cedo do que imagina. Isso porque é grande a chance de que o fator previdenciário (importante instrumento de controle do gasto da previdência) venha a ser, em breve, fragilizado ou extinto, acelerando a degradação das contas previdenciárias.
    É bem conhecido o peso fiscal da Previdência Social, hoje o maior item de despesa do Governo Central, equivalente à metade da despesa primária (9,4% do PIB), com tendência crescente no tempo. As reformas previdenciárias de 1998 e 2003 não foram capazes de afastar o risco de insolvência que vem associado ao rápido envelhecimento da população.
    Reformas de 1998 e 2003 não afastaram o risco de insolvência devido ao rápido envelhecimento da população
    Um importante mecanismo criado em 1999 foi o “fator previdenciário”. Dado que no regime do setor privado não existe idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição, criou-se uma regra para estimular o trabalhador a retardar sua aposentadoria: no cálculo do valor do benefício agregou-se um fator que leva em conta a expectativa de sobrevida, a idade e o tempo de contribuição do segurado.
    A aplicação desse fator está ameaçada por uma inovação ora em gestação: a “desaposentadoria”. Tendo em vista que muitos aposentados permanecem no mercado de trabalho e, ao fazê-lo, continuam pagando contribuição previdenciária, surgiu a tese de que, passados alguns anos, eles podem requerer o cancelamento de suas aposentadorias e pedir nova aposentadoria. No novo cálculo, o trabalhador teria idade mais avançada e maior tempo de contribuição. Estaria, portanto, sujeito a um menor redutor de fator previdenciário.
    Se efetivada, a desaposentadoria tornará inócuo o fator previdenciário nos casos em que o trabalhador continuar no mercado de trabalho. Tomemos como exemplo dois indivíduos (A e B) que têm idênticas carreiras profissionais. “A” decide requerer aposentadoria mais cedo, no valor de R$ 800, e continua trabalhando, com uma renda de R$ 1.000. Terá, pois, uma renda mensal de R$ 1.800.
    “B”, por sua vez, opta por esperar mais cinco anos antes de requerer a aposentadoria, para ter menor desconto do fator previdenciário, obtendo, lá na frente, uma aposentadoria de R$ 1.200. Até se aposentar receberá apenas o seu salário de R$ 1.000.
    Com a regra da desaposentadoria, “A” poderá, depois de cinco anos de aposentado, e ainda trabalhando, cancelar a sua primeira aposentadoria e pedir outra. Pelos parâmetros atualizados do fator previdenciário, o novo benefício terá o valor de R$ 1.200.
    Ou seja, ao longo dos cinco anos, “A” recebeu R$ 1.800 por mês, na soma de aposentadoria e salário, enquanto “B”, que optou pela aposentadoria tardia, recebeu apenas os R$ 1.000 de salário. Agora que “B” vai se aposentar e receber R$ 2.200, na soma de salário e aposentadoria, “A” também passará a receber os mesmos R$ 2.200.
    Qual o incentivo que “B” terá para adiar a aposentadoria? Nenhum! Sem a desaposentadoria fazia sentido adiar, pois do quinto ano e até o final da vida “B” receberia R$ 400 a mais do que “A”. Mas com a desaposentadoria, “A” passará cinco anos ganhando mais do que “B” e, depois disso, ambos ganharão a mesma coisa. iStock/Getty Images
    Todos que pretenderem continuar no mercado de trabalho após se aposentar vão buscar a aposentadoria o mais rápido possível, e o fator previdenciário perderá grande parte do seu efeito. Como 57% das aposentadorias por tempo de contribuição ocorrem antes dos 55 anos de idade, com pessoas em pleno vigor para continuar trabalhando, o potencial de estrago é grande.
    O correto seria que a nova aposentadoria fosse concedida apenas mediante devolução de tudo o que se recebeu a título da primeira aposentadoria. Porém, o Superior Tribunal de Justiça já confirmou, em julgamento de recurso repetitivo, que o aposentado tem direito à desaposentadoria sem devoluções.
    A matéria deve voltar em breve à pauta do STF, no julgamento do Recurso Extraordinário nº 661.256, que ganhou repercussão geral. No caso, a Procuradoria Geral da República deu parecer a favor da desaposentadoria. No STF o placar atual da votação é de 2 x 2. O voto do ministro relator, Roberto Barroso é favorável, sugerindo fórmula que limita os ganhos da nova aposentadoria em uma média de 24,7%. Mas essa limitação não precisa ser seguida pelos seus pares que vierem a votar a favor.
    Ainda que haja uma reversão de curso no Judiciário, a desaposentadoria pode vingar por meio da aprovação de um dos 19 projetos que a propõem no Congresso. Some-se a isso o fogo cerrado de centrais sindicais contra o fator previdenciário. Cedo ou tarde, a principal peça da reforma previdenciária de 1998, que tem conseguido precariamente frear o ritmo do desequilíbrio, deve ser removida ou mitigada.
    A equipe econômica deveria se antecipar e apresentar uma nova proposta de reforma da previdência, com “R” maiúsculo, em que se contemplem soluções definitivas, tais como a fixação de idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição, elevação do período de contribuição exigido para aposentadoria por idade, fim de aposentadorias especiais, reforma nos critérios de pagamento de pensões, nova regra para reajuste dos benefícios. Se optar por ser levado pelos fatos, o governo será pautado por propostas mais restritas e ineficientes (como as de soma de idade com tempo de contribuição, por exemplo).
    Pedro Fernando Nery e Marcos Mendes são consultores legislativos do Senado Federal e agradecem os comentários de Fábio Giambiagi e Marcelo Caetano, isentando-os de responsabilidade pelo conteúdo do texto.Comentários (1)
    Paulo 10h22
    O TCU informa que o déficit atuarial do RGPS é de R$ 350 bi, enquanto o déficit atuarial do RPPS é de R$ 1,1 trilhão, aí não incluído os militares. O RGPS, desde sua criação, sofreu as consequências das Renúncias Previdenciárias, que beneficiam empresas optantes pelo simples, filantrópicas e foi estendido, recentemente, a outros segmentos da sociedade. O RGPS, apesar de tudo, no setor urbano, apresenta superavit que seria maior caso não tivessem havido as citadas Renúncias Previdenciárias que já somam R$ 350 bi, igual ao déficit atuarial apontado. O RGPS urbano gera superavit e, assim, o que precisa ser duramente revisto é o RPPS e o RGPS rural. Deixem os trabalhadores da iniciativa privada em paz!!!!!
    (2) Lena
    O governo de forma continuada tem subtraído valores do RGPS, pois precisa resolver seus problemas no orçamento fiscal, razão pela qual até hoje não tem respeitado o que consta na CF/88 – separar orçamento fiscal do da previdência. As renúncias pertencem ao orçamento fiscal, mas o governo, como sempre, gosta de fazer bondades com o bolso alheio. Quero ver se FHC, Lula ou Dilma aceitariam pagar e não receber.

  7. Se o Aécio ganhasse, o PT retornaria fortalecido. Agora, com essa presidENTA, a incineração dessa corja não tardará – mas vai custar caro, pois não se destrói um tumor sem maltratar o paciente.
    A bem da verdade, o PSDB nunca fez uma oposição verdadeira.
    CAIADO PRESIDENTE 2018 – PARA A SUCESSÃO DE MICHAEL TEMER!!!

Deixe uma resposta

Your email address will not be published. Required fields are marked *