Após encontro na FIESP, Caiado afirma que crédito rural mais caro e escasso é a maior preocupação do setor

Em encontro com lideranças do setor agroindustrial nesta segunda-feira (1º/6), o senador Ronaldo Caiado (GO) apresentou um panorama do momento político e os impactos no agronegócio. O líder do Democratas no Senado participou em São Paulo da 68ª Reunião do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), realizada na sede da Fiesp, quando ouviu dos representantes do setor as preocupações relacionadas as crise econômica e os cortes promovidos pelo governo que afetaram o seguro rural e encareceram os financiamentos para agropecuária, única atividade econômica com resultado positivo no PIB do primeiro trimestre de 2015. Foram mais de três horas de exposições e debates.

“Estive na Fiesp com lideranças da agroindústria e todos estão preocupados com a escassez do seguro e do crédito rural. Não é possível o governo federal penalizar ainda mais único setor que ainda apresenta crescimento, com muita luta e dificuldade, nesse quadro caótico com uma economia combalida. Não é justo nem inteligente prejudicar a atividade que tem sustentado a economia do País, principalmente, nos momentos de crise”, atestou Caiado que agradeceu a recepção calorosa que teve no evento.

Desde abril deste ano, o governo tem atraso os repasses do crédito rural. Além disso, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, anunciou aumento da taxa de juros nos financiamentos de pré-custeio, utilizados na aquisição de insumos.

One thought on “Após encontro na FIESP, Caiado afirma que crédito rural mais caro e escasso é a maior preocupação do setor

  1. Senador, precisamos EXTIRPAR o PT, urgente! Reportagem da UCHO INFO.Cronômetro acionado – Na política nada acontece por acaso, assim como inexistem coincidências. Quando um governante sai, repentinamente, em defesa de assessor ou auxiliar, por certo o processo de fritura do defendido está em fase muito mais avançada do que se imagina. Há dias, o UCHO.INFO afirmou que é de puro desconforto a situação do ministro Joaquim Levy (Fazenda) na equipe econômica do governo.
    Com a economia brasileira vivendo uma grave crise por causa dos muitos e seguidos desacertos do primeiro governo de Dilma Rousseff, escolher o primeiro e melhor caminho para reverter o cenário é missão quase impossível. Levy vem apostando no plano de ajuste fiscal como forma de salvar o País, mas é preciso reconhecer que até o momento, desde a sua chegada à Fazenda, não houve qualquer sinalização de que a economia está sendo analisada e projetada de maneira macro e com perspectivas de longo prazo. O máximo que se conseguiu até agora foi informar à população que o arrocho durará pelo menos dois anos.
    Com esse posicionamento diante da crise, Joaquim Levy começa a enfrentar resistências políticas, além de ter conseguido acionar a peçonha da opinião pública. No Congresso Nacional, onde as Medidas Provisórias do pacote de ajuste fiscal foram aprovadas debaixo do rolo compressor do Palácio do Planalto, a situação de Levy não é das melhores. Enquanto o PMDB trabalha de olho em 2018 e começa a torpedear o ministro da Fazenda para inviabilizar o governo Dilma, o PT age nos bastidores para pavimentar o caminho para mais uma candidatura do lobista Lula.
    No anúncio dos cortes no Orçamento de 2015, Joaquim Levy não deu as caras e justificou sua ausência com a desculpa de uma forte gripe. É fato que nessa época do ano o vírus da gripe age com tranquilidade, mas uma medida tão importante precisava da presença do ministro da Fazenda. O não comparecimento de Levy no evento foi bastante o suficiente para reacender as polêmicas que sobram no mercado financeiro acerca de uma possível saída do titular da Fazenda.
    A situação de Levy torna-se cada vez mais desconfortável, assunto que tem recebido o empenho do ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o irrevogável, conhecido por muitos como um economista frustrado que em várias ocasiões quase chegou ao comando da economia brasileira, o que não aconteceu por conta dos desentendimentos com Lula e da falta de confiança de Dilma.
    Enquanto Joaquim Levy vive um inferno astral turbinado pela classe política, que mira as eleições presidenciais de 2018, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, ganha a simpatia de setores do PMDB e do PT, enquanto cai na armadilha montada por Mercadante.
    Como vem alertado o UCHO.INFO nos últimos anos, a economia foi atropelada pela incompetência do governo – leia-se Dilma Rousseff e Guido Mantega – e agora precisa de medidas urgentes e radicais para não deixar o País mergulhar na vala da paralisação e descrédito. Imaginar que um país com dimensões continentais e problemas na mesma proporção pode sair da crise econômica em quês e encontra apenas com um pacote de ajuste fiscal e corte de quase 20% dos investimentos em infraestrutura, por exemplo, é querer brincar com a parcela incauta da população.
    Como disse certa feita um conhecido e gazeteiro comunista de boteco, “nunca antes na história deste país”.

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