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Caiado defende renúncia coletiva e eleições geral diante de crise de representatividade

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), defendeu a renúncia coletiva dos cargos de presidente da República, deputados e senadores e a convocação de eleições gerais. Na visão do parlamentar, o caos político que o país vive e após a prisão do líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), na última quarta-feira (25/11) a credibilidade dos políticos está próxima de zero.

“Apesar de estar em meu primeiro ano de mandato como senador, passei a defender a necessidade de colocarmos nossos cargos à disposição e convocarmos novas eleições gerais no Brasil. Não só presidente, mas também de senadores, deputados e quem mais possuir cargo eletivo”, disse.

Caiado reforça que o Congresso precisa ter coragem de assumir essa posição e admitir a crise de representatividade no Brasil. “Depois da situação deprimente, deplorável, trágica que assistimos essa semana, com o líder do governo no Senado preso em flagrante tentativa de obstrução à Justiça, não vejo mais como o Congresso e a Presidência da República possam continuar. A credibilidade da classe política junto à população está próxima de zero. É hora de termos coragem de admitir que estamos em uma grave crise de representatividade”, finalizou o líder democrata.

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Para Caiado, comportamento que levou Delcídio à prisão tinha “finalidade maior”

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), comemorou a manutenção em plenário da prisão do líder do Governo na Casa, Delcídio Amaral (PT-MS), detido após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em coletiva após decisão desta quarta-feira (25/11), o senador apontou que a tentativa do principal representante do Governo Dilma no Congresso em obstruir as investigações tinha uma “finalidade maior”.

“Eu não acho que esta reunião do senador Delcídio tenha sido única e exclusivamente para tratar de assunto pessoal dele. Outros já foram citados e ninguém foi buscar uma solução como essa. Isso tudo tem uma finalidade maior”, afirmou.

De acordo com Caiado, tanto Polícia Federal quanto a Justiça já devem ter informações que consolidam essa linha de raciocínio. “Sendo bem direto: essa tentativa foi para tratar de um assunto específico de uma pessoa que tratou diretamente da compra da Refinaria de Pasadena. Será, sem dúvida alguma, uma delação premiada esperado por todos”, comentou.

Votação
Caiado também comentou a rapidez e a transparência adotadas pelo Senado Federal na votação de forma aberta e no mesmo dia em que a prisão foi validada. Antes, um intenso debate foi travado sobre o modelo de votação (aberto ou fechado).

“O Senado respeitou a decisão do STF, a autonomia e a função de nossas instituições e agiu de forma democrática e transparente. Não poderia ser diferente”, argumentou o senador.

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Mandado de segurança vai garantir cumprimento da Constituição em votação sobre prisão de líder do governo

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado, anunciou que a Oposição ingressou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o cumprimento da Constituição em votação sobre a prisão de líder do Governo, Delcídio do Amaral (PT-MS).

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (25/11), o democrata destacou que a votação secreta, conforme sinaliza a Presidência do Senado, somente é permitida se for expressamente prevista na Constituição Federal, fato que não ocorre para o caso específico de validação de prisão de parlamentar. O processo deve ser feito por votação aberta e nominal.

“É importante deixar claro: a Constituição nos garante o voto aberto, não há como fazer outra interpretação. Caso se confirme a sinalização de que a Presidência entende pelo voto secreto, estamos precavidos com mandado de segurança no STF para assegurar o cumprimento da lei”, destacou.

Para Caiado, a tentativa do governo em derrubar uma ação com provas contundentes e graves contra o senador petista seria um grande constrangimento para todo o Congresso Nacional. “Isso não é questão contra ‘a’ ou contra ‘b’. É matéria que já foi decidida no Congresso Nacional e que não pode ser reinventada. Isso comprometeria ainda mais a credibilidade do parlamento que já está por demais desgastada”, afirmou.

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Senado deve convalidar decisão unânime do STF sobre prisão de Delcídio, diz Caiado


Líder do Democratas afirmou que bancada votará conforme o Supremo. Para o parlamentar PT deve se pronunciar sobre o caso e votações do ajuste fiscal estão comprometidas

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), anunciou há pouco que a bancada do partido vai votar pela manutenção da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a prisão do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), ocorrida nesta manhã (25/11). Para Caiado, a Casa não pode contestar uma votação unânime da 2ª turma do STF, e toda investigação da Polícia Federal do Ministério Público. O líder democrata ainda acredita que todas as votações que se referem ao ajuste fiscal devem ser interrompidas já que muitas delas estavam sendo articuladas pelo líder petista.

“Acabamos de reunir a bancada e, ao sabermos que a decisão do ministro Teori Zavaski foi convalidada por todos os membros da segunda turma do STF, a posição do Democratas será de votar favoravelmente a decisão do ministro, ou seja, da manutenção da prisão. Até porque nós somos legisladores. Imagina que venha o procurador-geral da República, a Polícia Federal e ao mesmo tempo o Supremo Tribunal Federal, todos eles forma unânime autorizam a prisão, é sinal de que existem provas contundentes e graves e o Senado Federal não pode desautorizar todas essas instituições que tem como obrigação levantar os dados e denúncias existentes e com muita prudência, cautela, seriedade proferir o veredito. Se o veredito é este não cabe a esta Casa contestar uma decisão num momento tão grave de uma denúncia que abala o Senado Federal”, opinou Caiado.

O democrata também cobrou explicações do PT e da presidente da República sobre a situação do líder do governo. “É importante também que o PT se pronuncie. Ele não é apenas um senador, ele é líder do governo. É uma matéria que a presidente da República deveria se pronunciar. Não é uma gripe que tiraria a presidente de um momento tão grave para dizer da situação que atinge a cúpula do partido. Quer dizer, estamos vendo uma regra constitucional que nunca foi usada ser transformada num fato concreto num governo do PT. Então, é um momento de constrangimento, é uma tragédia para o Senado Federal assistirmos uma situação como essa”, acrescentou.

Na visão do senador goiano as votações do ajuste fiscal estão comprometidas. “Devemos interromper todas as votações do dito ajuste fiscal do governo até porque o líder do PT era o articulador do todo o processo de entendimento ou de acordos produzidos para que essas matérias fossem votadas, entre elas, o projeto da repatriação. Não cabe a mim prejulgar quem quer que seja, mas acredito que o processo está chegando naquilo que toda a sociedade espera que não foi uma obra criada apenas por assessores ou senão diretores ou outras autoridades políticas que não tivessem o poder da decisão”, disse sobre acusações que se aproximam do ex-presidente Lula.

Ronaldo Caiado explicou que assim que o processo em relação ao senador Delcídio Amaral chegar ao Senado, a decisão do STF deverá ser avaliada pelo plenário em votação nominal e aberta. A previsão é que o processo chegue ainda hoje a Casa.

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Caiado: após provocar falência do setor elétrico, governo edita MP que aumenta conta de luz

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), lamentou a aprovação em plenário da Medida Provisória 688/2015, que aumenta a conta de luz ao transferir os riscos da atividade de geração de energia aos consumidores. Caiado afirmou que a gestão petista provocou a falência do setor elétrico com a MP 579/2013 e agora está empurrando os prejuízos de geradoras e distribuidoras ao povo brasileiro.

“A MP 688 foi editada para consertar a politicagem da MP 579 que levou o setor energético à falência lá em janeiro de 2013. Essa medida não foi escrita por especialistas, mas pelo marqueteiro João Santana. Só um marqueteiro para elaborar uma MP no sentido de iludir e enganar população buscando angariar votos. E agora acenam com a MP 688 para tentar consertar o desastre implantado na ‘MP João Santana’”, argumentou o senador.

O parlamentar lembrou que em 2013, a presidente da República fez pronunciamento à nação para anunciar, como grande conquista do seu governo, a suposta redução na conta de luz. “Em 2013, em pronunciamento de 8 minutos sobre ‘redução’ da conta de luz, Dilma dedicou-se a atacar ‘aqueles que são sempre do contra’. E o que aconteceu em seu governo: juros subiram, conta de luz explodiu, desemprego disparou”, enumerou o líder.

Caiado explicou que à época da MP 579 Dilma chegou a anuncias megawatt em R$ 36 e hoje o custo da energia gerada por usinas de Goiás está alcançando R$ 552. “Ainda há um grave erro na MP 688 ao propor subsídios que deformam totalmente a cobrança a depender da região do país. Regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, juntas aos estados de Acre e Rondônia pagam 4,5 vezes mais a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) do que Norte e Nordeste. É inaceitável que uma pessoa de baixíssima renda nessas regiões pague mais do que um cidadão rico do Norte ou Nordeste”, acrescentou.

Entenda melhor

A Medida Provisória 688/2015 transfere o risco hidrológico (falta de chuvas) na geração hidrelétrica de energia ao consumidor final e prorroga contratos das usinas ou suas concessões, para compensar os prejuízos que tiveram neste ano com a geração menor. Pela proposta, as geradoras poderão agora escolher se querem assumir um risco pela energia contratada a partir de 2016. Parte desse risco será coberta por um prêmio pago pelos geradores aos distribuidores como um seguro (que será utilizado para reduzir a tarifa), por meio de repasses da conta de bandeiras tarifárias, cobradas dos consumidores. A outra parte será coberta por investimentos em nova capacidade para as usinas.

Já a MP 579/2013 prorrogou concessões do setor elétrico por 30 anos sob a condição de baixar o megawatt cobrado para reduzir a conta de luz. Com o valor muito abaixo do mercado do megawatt e as estiagens nos últimos anos houve forte encarecimento na geração da energia gerando rombos bilionários as empresas do setor. Até o período das eleições no ano passado, o governo cobriu os prejuízos com recursos do Tesouro. A partir de 2015, o déficit passou a ser repassado ao consumidor por intermédio de bandeiras tarifárias com sucessivos reajustes na conta de luz. Em média, a tarifa subiu 50% este ano.

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Audiência sobre linhas de transmissão em Goiânia é remarcada para o dia 8/12

O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, virá ao Senado dia 8/12 para audiência pública sobre as obras de linhas de transmissão em Goiânia. O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), articulou a data e recebeu a garantia da presença do dirigente da estatal do presidente do PMDB, Valdir Raupp, de lideranças do governo e da assessoria do Ministério de Minas e Energia, além da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). O presidente da Eletrobras já confirmou sua presença dia 8.

O senador cobrou providências do governo após Neto não aparecer na audiência pública marcada na Comissão de Fiscalização na última quinta-feira, 19/11. Vários moradores de Goiânia saíram da capital do estado de madrugada para a audiência que estava marcada para às 9h.

“O interesse dessas pessoas afetadas por uma obra irregular, são as explicações da Eletrobras. Então, com a garantia do senador Raupp e da senadora Vanessa Grazziotin vamos fazer a audiência no dia 8. Não podíamos deixar os moradores atingidos sem nenhuma satisfação e precisávamos de uma segurança de que na próxima data agendada o presidente da Eletrobras irá comparecer”, disse Caiado.

A obra de linhas de alta tensão passa por oito bairros de Goiânia e afeta 20 mil pessoas. No momento, a instalação está embargada por falta de autorização da prefeitura, mas a decisão é temporária.

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Caiado: saúde em Goiás é caso de polícia

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) classificou como “caso de polícia” o tratamento dispensado à saúde pública pelo governador Marconi Perillo (PSDB). A crítica veio depois que o Blog da Fabiana Pulcineli revelou que a Secretaria Estadual de Saúde concedeu um aditivo de R$ 22,5 bilhões para a Associação Goiana de Integralização e Reabilitação (Agir), organização social que cuida do recém-inaugurado Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

Médico atuante, o parlamentar contou ter conhecimento de muitos casos em que os pacientes não recebem atendimento nos hospitais estaduais sem justificativa alguma. “Em minhas viagens ao interior de Goiás ouço constantes reclamações de que os hospitais estaduais, desde a implantação das organizações sociais, estão restringindo o atendimento dos pacientes. É uma matemática cruel para justificar a falsa propaganda que o governador Marconi Perillo tanto gosta: atendem poucos pacientes para, com isso, elevar o índice de satisfação”, disse.

Segundo o Blog da Fabiana Pulcineli, de setembro de 2014 até novembro de 2015, já foram repassados para o Hugol R$ 85,1 milhões. Deste valor, mas da metade foi antes da inauguração da unidade em julho. Ao todo as obras do Hugol custaram R$ 168 milhões, quando a previsão inicial era de R$ 57,3 milhões

“O recém-inaugurado Hugol é um exemplo vergonhoso dessa perversidade.De setembro do ano passado para cá já foram mais de R$ 85,1 milhões em repasse. Isso tudo para quê? Para o Hugol atender com 36% da capacidade. Enquanto isso, pacientes continuam morrendo em suas cidades sem sequer terem condições de buscar auxílio em Goiânia. Estão fazendo da saúde pública de Goiás um caso de polícia”, finalizou.

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Caiado é homenageado pela Produz Brasil por sua atuação em defesa do agronegócio

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) foi homenageado na noite de segunda-feira (23/11) durante a 6ª edição do Prêmio Produz Brasil, destinado às autoridades políticas, empresários e lideranças que se destacaram durante este ano por sua atuação em defesa do agronegócio. Ao receber o troféu das mãos da diretora da revista Produz, Claudia Marques, o senador frisou o orgulho que sente de defender os produtores rurais no Congresso e falou sobre a alavancagem que a tecnologia tem dado ao setor no Brasil.

“Tenho orgulho de ser reconhecido no Congresso por ser um defensor do agronegócio. O ex-ministro da Agricultura, Iris Rezende, que nos acompanha aqui hoje, lembra da minha luta ainda na época da Constituinte para garantir o direito à propriedade quando queriam estatizar as terras. Começava ali a luta da bancada ruralista em defesa do setor que mais deu certo no Brasil”, recorda-se.

De acordo com o líder do Democratas no Senado, aquele movimento fez surgir no Congresso uma forte bancada suprapartidária. “Esta bancada é a única que vence sempre o governo e tem a capacidade para resgatar a segurança jurídica no campo. Nosso trabalho tem sido formular propostas para o setor primário, que é o que mais absorve tecnologia no Brasil”, disse.

Encontro

Durante o Prêmio Produz o senador teve oportunidade de se encontrar com o ex-prefeito Iris Rezende, com quem sentou-se à mesa e conversou sobre a realidade política atual e os avanços do agronegócio. Os dois aproveitaram para marcar um encontro após o retorno de Iris Rezende à sua fazenda para conversarem sobre política. O senador também esteve na mesma mesma com o vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, e com o deputado estadual Ernesto Roller, ambos do PMDB.

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Estado vai pagar R$ 600 milhões para privatizar Celg, diz Caiado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) lamentou nesta segunda-feira (23/11) que o governo estadual terá de pagar R$ 600 milhões para privatizar a Celg. A constatação foi após análise de contrato firmado com a Caixa Econômica Federal em agosto do ano passado em que o governo se compromete que, em caso de venda das ações da CelgPar de forma conjunta com a Eletrobras, quitará R$ 1,9 bilhão de dívida com o banco. Como o Conselho Nacional de Desestatização avaliou em R$ 2,8 bilhões a empresa, o Estado tinha expectativa de receber R$ 1,3 bilhão. Com o pagamento da dívida com a Caixa, amargará prejuízo de R$ 600 milhões.

“Me questionaram quando eu dizia que estavam envelopando a Celg para ser vendida. O que surpreende é que achávamos que queriam vender a Celg a preço de pequi, mas farão pior: Goiás vai pagar para vender a Celg. É vergonhoso. Marconi caminha para ser enforcado com a própria corda”, criticou.

O senador chama atenção para o fato de que o governador, diante desses fatos, estaria trabalhando para não privatizar mais a Celg. “As informações que chegam é de que, diante do baixo preço de venda e da necessidade de cumprir esta cláusula com a Caixa, Marconi estaria desistindo do processo. A incompetência de Marconi é tanta que não bastou ter espoliado a Celg. Faltava também expor os goianos ao vexame de ficar sem a Celg e amargar suas dívidas”, lamentou..

Para o parlamentar, ficou claro que Marconi Perillo não teve competência para gerir o processo e agiu de má-fé na tentativa de ficar com uma parte do dinheiro da privatização. Ronaldo Caiado também lembrou a falsa promessa do governador de manter a Celg como patrimônio dos goianos.

“Primeiro ele enganou os goianos dizendo que a empresa nunca deixaria de ser um patrimônio de Goiás. Depois se desfez da empresa esperando abocanhar pelo menos uma parte dos R$ 6 a R$ 10 bilhões que achava que a Eletrobras ganharia”, lembrou. “Diziam que o interesse maior era salvar a empresa cujo patrimônio eles mesmo espoliaram. Mas já ficou provada a incompetência e a má-fé de Marconi em todo o processo”, disse.

A principal perda em toda a negociação, segundo o senador, é mesmo para a população. “Simplesmente lamentável e quem perde é a população, que já amarga com um serviço ruim, altas tarifas e agora corre o risco de ficar sem a sua principal ferramenta de desenvolvimento”, afirmou.

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Caiado diz na Folha que terrorismo reverbera no Brasil sob a forma de ideologia

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (21 de novembro) pela Folha de S. Paulo que o terrorismo reverbera no Brasil em forma de ideologia e que o PT conspira de forma cínica contra o estado democrático de direito, o que segundo ele teria ficado evidente durante a obstrução ao projeto de lei contra o terrorismo no Congresso.

“A lógica de atuação petista é padronizada: pretendem ser vítimas e fingem-se motivados pela indignação. Mas a dificuldade em votarmos a lei contra o terrorismo no Congresso comprova o jogo de cena do PT, que fez uma obstrução visivelmente destemperada para tentar sempre excluir os atos mais violentos que pudessem ser praticados pelos ditos movimentos sociais, centrais sindicais e seus penduricalhos ligados ao governo”, escreveu.

O senador acredita que os ataques a Paris não mudaram a ideia do PT contra qualquer penalização dentro das normas antiterror. “As ingerências cometidas contra o Itamaraty, que até então sempre se comportou de forma neutra, estão aí para comprovar. Eles apenas se sentiram obrigados a submergir e, na primeira oportunidade, voltarão a travestir essa ideologia que compactua com crimes em busca do poder e da disseminação de suas ideias incompreensíveis”, disse.

Leia o artigo na íntegra.

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O terrorismo travestido de ideologia

Muitos dos operadores do PT e de alguns que se intitulam “esquerdistas” sofreram disciplinamento ideológico e se tornaram automaticamente alinhados a movimentos que se fantasiam de ações do proletariado contra o “imperialismo norte-americano”, este inimigo externo tão útil à causa dos terroristas. Nesse trajeto, se encontram os apoios do governo brasileiro aos regimes do Irã e Venezuela. É preciso citar ainda a convocação de Lula ao “exército” do MST, as ameaças de pegar em armas do presidente da CUT, Vagner Freitas, dentro do Palácio do Planalto e, para a vergonha do País, o lamentável discurso da presidente Dilma na 69ª Assembleia-Geral da ONU, quando atacou o combate ao Estado Islâmico e defendeu estender as mãos e dialogar com terroristas. Quando ela se viu obrigada a condenar a barbárie ocorrida em Paris, ficou visível o constrangimento dela em criticar práticas às quais ela sempre alimentou simpatia.

O terrorismo que aflige o mundo reverbera no Brasil de forma ameaçadora e causadora de perdas econômicas e sociais. A lógica de atuação petista é padronizada: pretendem ser vítimas e fingem-se motivados pela indignação. Mas a dificuldade em votarmos a lei contra o terrorismo no Congresso comprova o jogo de cena do PT, que fez uma obstrução visivelmente destemperada para tentar sempre excluir os atos mais violentos que pudessem ser praticados pelos ditos movimentos sociais, centrais sindicais e seus penduricalhos ligados ao governo.

Eles não querem saber de qualquer penalização dentro das normas antiterror. Atuam de maneira organizada, incluindo transferências disfarçadas de verbas públicas, por intermédio de ONGs, para organizações como MST, MTST e congêneres, cuja prática é a mesma dos terroristas: invasões de propriedades privadas, destruições de centros de pesquisa, agressões e ataques a quem se colocar no caminho deles. É a manutenção de um permanente estado de ameaça sobre a população brasileira.

A fé petista explica que todo crime pode ser praticado desde que seja com o argumento santo de que tudo seja em defesa do projeto de poder. O PT é uma organização que conspira de forma cínica contra o estado democrático de direito. Fomenta a luta de classes para desviar a atenção dos escândalos protagonizados por seus agentes.

Mas se engana quem acredita que os ataques em Paris mudaram a ideia que essa turma e seus simpatizantes têm. As ingerências cometidas contra o Itamaraty, que até então sempre se comportou de forma neutra, estão aí para comprovar. Eles apenas se sentiram obrigados a submergir e, na primeira oportunidade, voltarão a travestir essa ideologia que compactua com crimes em busca do poder e da disseminação de suas ideias incompreensíveis.

As consequências do terrorismo são angústia, sofrimento e dor das famílias e amigos das vítimas. Esses são os principais prejuízos. Além disso, contabilizam-se pesados custos econômicos associados a gastos em segurança, perda do valor das propriedades, redução de atividade econômica, queda na produtividade, entre outras magnitudes. Por exemplo, estudos mostram que o ataque às torres Gêmeas de Nova Iorque ocasionou um prejuízo de 90 bilhões de dólares. E mais preocupante: quanto maiores os custos, maiores as chances de os terroristas conseguirem, de uma forma ou de outra, as concessões que buscam.

Ainda temos tempo para interromper esse movimento no Brasil. Basta melhor conscientização da população para, dentro das normas constitucionais, apear esse grupo do poder.

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