plenário

Pressão do PT para que Ministério da Justiça interfira na Lava Jato envergonha o País, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), criticou a postura do governo petista na substituição do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que, pressionado pelo PT em decorrência do andamento da Operação Lava Jato, deixou a pasta na noite de ontem (28/2). Na visão do senador, é constrangedora a tentativa de interferência do PT na atuação da Polícia Federal.

“A insistência do PT e de Lula para que o ministro da Justiça interfira no andamento das investigações contra o partido constrange e envergonha o País. A sociedade estará atenta e não vai admitir qualquer golpe contra a Lava Jato”, afirmou.

Conforme matéria do jornal Folha de S. Paulo, o agora ex-ministro da Justiça confidenciou a amigos que a pressão do PT chegou a limites “intoleráveis”. “Essa ação do PT revolta a população e dá mais um incentivo para lotar as manifestações do dia 13 de março”, pontuou o líder democrata.

coluna

Oposição não será sócia de medidas equivocadas, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, respondeu em artigo publicado na Folha de S. Paulo neste sábado (27/02) à propaganda partidária do PT exibida nesta semana. Alertando para a estratégia do governo de fingir que a crise não existe, o senador afirmou que a oposição continuará cumprindo seu papel de mostrar a verdade à sociedade brasileira e tentar mudar o cenário caótico.

“A crise não é “marolinha”, nem vai embora se nos convencermos de que está tudo bem, como Lula e o PT sugerem em sua propaganda partidária. A oposição não seguirá o conselho do ex-presidente. Não vamos mentir para a população brasileira: a situação é grave e ainda sem perspectiva na área econômica”, avisa o parlamentar.

Trazendo números e fatos que contestam a visão do governo de que o Brasil vai bem, Ronaldo Caiado rechaçou a ideia de que apoiar o PT é apoiar o Brasil. “Sem saída, o governo tenta enredar a oposição com o argumento de que devemos apoiar suas iniciativas, o que significaria apoiar o Brasil. A oposição não cairá nesta artimanha e se constituir em sócia de medidas equivocadas, como é o caso da CPMF”, garante.

Veja o artigo na íntegra.

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Impeachment ganha força

Os números atestam. Não se trata de opinião, ideologia ou sensacionalismo. A crise não é “marolinha”, nem vai embora se nos convencermos de que está tudo bem, como Lula e o PT sugerem em sua propaganda partidária. A oposição não seguirá o conselho do ex-presidente. Não vamos mentir para a população brasileira: a situação é grave e ainda sem perspectiva na área econômica.

O PT criou uma situação de mais de 9 milhões de desempregados, enquanto um ano antes a marca era de 6,5 milhões. O poder de compra do salário médio caiu de R$ 2.167,6 em 2014 para R$ 2.044,2 em 2015 – uma retração de 5,7%, em um processo que ainda não terminou. A taxa de desocupação entre jovens (18 a 24 anos) passou de 10,5%, que já é alto, para espantosos 16,5% no ano passado. E o PT quer elevar nossa esperança com propaganda?

O Brasil hoje possui grau “especulativo” das agências de avaliação de risco. A consequência é a fuga de investimentos. O PT no poder minou as oportunidades de crescimento e geração de emprego e renda. E Lula não quer que falemos em crise para não quebrar a estima do brasileiro?

É importante ressaltar que a tentativa de ofuscar a crise também segue uma tática de sobrevivência do PT. Não há fator externo, desastre climático, guerras ou conflitos civis que expliquem essa recessão. A crise é do PT. De suas práticas, escolhas e principalmente da dilapidação do patrimônio público para sustentar o caixa de um projeto de poder que, hoje sabemos, transcende as fronteiras nacionais e se alastra por outros países.

Até o grave caso da epidemia do zika vírus – também obra da negligência do Poder Público com pesquisa e prevenção – se tornou instrumento para a comunicação estratégica do Governo. O problema é usado para fins midiáticos, com muito jingle, frases de efeito, ministros pateticamente vistoriando pneus velhos, mas pouca ação. Em 2014, o Orçamento Federal para o controle do Aedes Aegypti dispunha de R$ 10 milhões e somente R$ 5,9 foram executados (59%). Em 2015, estavam disponíveis R$ 124 milhões e foram executados meros R$ 17 milhões (13,7%). Entre 2012 e 2016, o orçamento para saneamento básico caiu 85%.

Além dos índices que já beiram o caos, outros dois fatores incentivaram o brasileiro a acreditar novamente na saída de Dilma: a prisão de João Santana, marqueteiro e homem forte do Palácio do Planalto, e o exemplo dado pelo nossos vizinhos argentinos.

A Lava Jato chegou ao gabinete da presidente Dilma. Indícios para a cassação da chapa da presidente não faltam. Enquanto isso, na Argentina, em pouco mais de dois meses, o presidente Mauricio Macri conseguiu fortalecer as instituições, atrair investidores e colocar o país na rota do crescimento. Tudo isso só foi possível por causa da credibilidade que ele desfruta e da consciência de que um país não pode ser refém de ideologias. Ao ver tudo isso, a sociedade brasileira entendeu que não é se calando ou esperando o mandato de Dilma acabar que os problemas serão resolvidos.

Sem saída, o governo tenta enredar a oposição com o argumento de que devemos apoiar suas iniciativas, o que significaria apoiar o Brasil. A oposição não cairá nesta artimanha e se constituir em sócia de medidas equivocadas, como é o caso da CPMF. A oposição apoia o Brasil e sabe que o lado a tomar é o do povo, nas ruas, no dia 13 de março, quando está marcada mais uma mobilização nacional. Pela primeira vez, toda a oposição vai apoiar oficialmente o movimento que tem como mote algo bem simbólico: Ou você vai para a rua, ou Dilma fica.

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Caiado pede a Casa Civil informações sobre gastos oficiais com ex-presidente Lula desde 2011

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), apresentou nesta quinta-feira (25/2) um requerimento de informações ao ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, a respeito dos gastos oficiais que o governo federal realizou com o ex-presidente Lula entre 2011 e 2014.

O senador justifica seu pedido pela série de denúncias reveladas pela imprensa sobre despesas exorbitantes feitas a serviço de Lula após o encerramento do seu mandato, a exemplo de matéria publicada no site UOL, em novembro do ano passado, que mostrou gastos mensais de R$ 81,3 mil com o carro oficial entre 2013 e julho de 2015. Pela Constituição, o órgão tem 30 dias para responder aos questionamentos a partir do momento que os recebe, sob pena de cometer crime de responsabilidade.

“Não se trata de questionar a legitimidade do apoio dedicado aos ex-presidentes, o que é previsto em lei. Mas de cumprir o papel desta Casa de fiscalizar o dinheiro público e informar à nação o montante dessas despesas para se avaliar se cumprem a lei e se seus valores são compatíveis com preços de mercado e, principalmente, com a atual situação do Estado brasileiro que tem registrado sucessivos rombos pela crise criada pelo PT. É hora de controle redobrado dos gastos. Não adianta a presidente Dilma aumentar impostos, empurrar somente a conta para o cidadão, se não existe contenção nas despesas”, avaliou Caiado.

No auge dos gastos com cartões corporativos, em 2010, ainda no Governo Lula, chegou-se a uma despesa de R$ 80 milhões, sendo boa parte deles mantidos sob sigilo. “O fato de que cerca de metade desses gastos é mantida em sigilo é, sem dúvida, um agravante, especialmente no momento atual, em que se denunciam tantos desvios de conduta nos altos escalões da administração pública federal”, acrescentou o parlamentar.

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É preciso humildade do governo de Goiás para reconhecer que situação é calamitosa, diz Caiado na Rádio 730

A alta incidência de crimes em Goiás, e em especial na Região Metropolitana de Goiânia, exige planos emergenciais do governo estadual. Foi o que defendeu o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, em entrevista nesta manhã à rádio 730. Ao sugerir o auxílio da Força Nacional e do Exército para conter a violência do Estado, Ronaldo Caiado pediu humildade ao governo estadual.

“Vivemos uma situação de emergência. Não é só a troca de nomes. Tem de haver planos estratégicos, de curto, médio e longo prazos. Nesse momento precisamos do apoio da Força Nacional e do Exército. As Forças Armadas, tal como no Rio de Janeiro, também podem transitar onde há maiores índices de criminalidade. O governo precisa ter humildade para reconhecer que a situação é calamitosa”, disse.

O senador avalia que, neste momento, as ferramentas que o governo de Goiás dispõe são insuficientes. Ele citou como exemplo o efetivo da Polícia Militar que, de acordo com o sindicato, é de 13 mil policiais para atender todo o Estado. Em Goiânia, onde a situação é mais crítica, o número de policiais militares nas ruas caiu de 3,5 mil em 2007 para 1,5 mil. “Como vai querer que a população fique tranquila com 1,5 policiais na rua, se antes eram 3,5 mil? A PM não é capaz de se multiplicar para atender Goiás e Goiânia, que está sitiada”, lembrou.

A presença de apoio ao aparato policial seria apenas uma medida emergencial, mas o senador defende que o governo apresente planos a médio e longo prazo também. “É necessário contratar mais, fortalecer a academia de polícia para que possa formar um novo contingente. Faltam as ferramentas necessárias para combater esse processo ascendente de criminalidade. As autoridades estão de carro blindado, mas a população está desguarnecida”, comparou.

discurso

Caiado quer derrubar decreto que taxa exportações de grãos em Goiás

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), anunciou nesta quinta-feira (25/2) que vai estudar medidas judiciais contra o decreto do governador Marconi Perillo que taxou as exportações de grãos em Goiás. Em discurso na tribuna do Senado, o parlamentar denunciou que a medida vai minar a competitividade da principal atividade econômica do estado. O senador goiano revelou o efeito negativo de ação semelhante no Mato Grosso do Sul, que viu seu ritmo de produção cair em relação a outros estados agrícolas.

“Depois de receber representantes da Aprosoja e de outras entidades de classe, solicitei a minha assessoria, assim como a assessoria do Senado, para recorremos ao Judiciário para derrubar esse decreto tão penalizador a um setor que tanto contribui com o desenvolvimento do estado. Temos uma agricultura moderna, com índices comparáveis com as regiões mais produtivas do mundo. Nessa sanha arrecadatória de querer arrancar mais R$ 45 milhões, o prejuízo que vai trazer para a economia é muito grande”, anunciou.

Caiado mostrou que o decreto de Marconi é uma cópia do modelo de Cristina Kirchner implantando na Argentina conhecido como “Las Retenciones”. “O governador resolveu copiar o modelo Cristina Kirchner, que passa a ser o que existe de mais retrógrado na política de arrecadação, que é tributar as exportações, enfiar a mão no bolso do produtor goiano. Assalta um setor que a duras penas vem enfrentando as dificuldades”, disse.

Em aparte ao discurso de Ronaldo Caiado, o senador José Serra (PSDB-SP), que é economista, reforçou a importância da agricultura para o Brasil e colocou o setor, juntamente com a estabilização da inflação, como maiores conquistas para a economia do país nos últimos 30 anos. “Raras vezes tenho a possibilidade de falar, e é um prazer falar sobre isso no Senado e como aparte ao discurso de vossa excelência que no ano de 2002 deu um apoio para minha campanha presidencial que lhe deu um crédito para o resto da vida na nossa convivência”, concluiu Serra.

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Caiado defende auxílio da Força Nacional e do Exército em Goiás

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) defendeu que o governo goiano solicite ao Ministério da Justiça o auxílio da Força Nacional no combate à criminalidade no estado. O parlamentar também sugeriu ajuda do Exército brasileiro como forma de conter a onda de violência na capital e no interior.

Em discurso no plenário do Senado Federal, nesta quinta-feira (25/02), Caiado citou o crime bárbaro que vitimou a jovem Nathália Araújo Zucatelli, morta após sair de um cursinho no Setor Marista, em Goiânia, na segunda (18). Ele também citou a média elevada de assalto a carros em Goiânia, o aumento do tráfico de drogas no interior do estado e a diminuição no contingente da Polícia desde 2007.

“Goiás está sitiado pela bandidagem. Nessa hora é preciso entender que existe um déficit grave no efetivo das polícias civil e militar que tem contribuído para esta situação de emergência na segurança pública. O governador Marconi Perillo precisa ter humildade para convocar o Exército e a Guarda Nacional para ajudar o Estado”, defendeu.

De acordo com Caiado, somente em Goiânia houve uma redução de 2 mil policiais desde 2007. Atualmente, são apenas 1,5 mil PMs. Ao todo, o estado conta com um efetivo abaixo da média nacional, que é de um policial para cada 332 habitantes. Em Goiás há apenas um para cada 502 goianos.

“É inadmissível exigir que um contingente de 13 mil policiais militares dê conta de dar segurança a 246 municípios e seis milhões de goianos. E aí não adianta trocar secretários por pura ‘marquetagem’ e sem nenhum efeito para a sociedade. O que é preciso agora são ações concretas”, defendeu.

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Em sessão temática sobre zika e dengue, Caiado denuncia negligência do governo no combate às doenças

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), apresentou dados que mostram os motivos do agravamento dos casos e das complicações da dengue e da rápida proliferação do zika vírus no Brasil. Em 2015, por exemplo, apenas 13,7% dos recursos carimbados para combate ao mosquito transmissor foram executados. Os números da queda acentuada da execução orçamentária foram expostos em sessão temática sobre o tema realizada nesta quinta-feira (25/2) por iniciativa de Caiado e de outros senadores com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, e especialistas ligados ao assunto.

“O problema da dengue e zika não se resolve da noite para o dia, mas podemos identificar sinais do porquê das complicações no Brasil. Foram 843 óbitos por dengue em 2015 e já temos mais de 500 casos de microcefalia em bebês associados ao zika vírus. Esses números alarmantes são reflexo das reduções dos repasses para combate ao mosquito transmissor. Em, 2014, dos R$ 10 milhões carimbados para a prevenção e combate à dengue, apenas R$ 5,9 milhões foram executados. Em 2015, somente 13,7% do orçamento foi aplicado”, pontuou.

Caiado ainda apresentou os dados do Siafi relacionados aos recursos voltados para saneamento básico. “Os recursos destinados ao saneamento básico, determinante no combate ao mosquito, caíram 85% entre 2012 e 2016. Dados do Siafi. Fatores que demonstram o quanto a vida do mosquito foi facilitada”, alerta o parlamentar.

União da comunidade científica
Caiado questionou o ministro da Saúde sobre o uso de uma vacina já aprovada pela Anvisa para combater a dengue e da urgência da união do país com a comunidade internacional para enfrentar o problema. “Por que o governo não usa a vacina já registrada na Anvisa? Se alegam que é cara, por que não identificam grupos e regiões de risco? É possível definir um público-alvo. É crucial que o Brasil faça um esforço conjunto com a comunidade científica internacional para encontrar soluções e dar mais tranquilidade à população. Esforço como ocorreu no caso do ebola, contido rapidamente com a união do trabalho de especialistas de vários países. São questões que o governo precisa responder urgente”, finalizou o líder democrata.

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Ministério privilegia campo usado em olimpíada e pune criadores no combate ao mormo

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), acusou o Ministério da Agricultura de agir de forma arbitrária no combate à zoonose do Mormo que afeta a criação de equídeos no país.

Durante audiência pública realizada nesta quinta-feira (25/02), que contou com representantes do governo e de produtores afetados, foi denunciada falhas na detecção da doença, o que tem levado ao sacrifício desnecessário de animais saudáveis e interdições de espaços que chegam a levar anos.

Ao mesmo tempo, senador divulgou que, quando um caso foi detectado no Complexo Militar de Deodoro (RJ), onde haverá provas de hipismo na Olimpíada do Rio, o espaço foi liberado em um curto espaço de tempo.

“Enquanto o Jóquei Clube de Goiás segue interditado e sem poder receber animais de fora, o Complexo Militar de Deodoro foi liberado em três semanas. Que força é essa que faz este espaço ser liberado em três semanas? O fato de sediar uma disputa de Olimpíada faz do local mais imune à propagação da doença ou fizeram vistas grossas?”, questiona Caiado.

Mormo
O Mormo, também chamado de” lamparão”, é causado por uma bactéria, que acomete principalmente os equídeos. O teste chamado de “fixação de complemento” e sua contra-prova têm se mostrado inconclusivos, o que tem levado muitos produtores a judicializar o caso contra o sacrifício de centenas de equinos saudáveis.

“Me inquieta muito a visão hoje do Ministério da Agricultura em não reconhecer suas limitações e falhas.A questão do Mormo tem levantando muitas ressalvas, mas qualquer sugestão é vendida pelo governo como tentativa de evitar erradicação. Quem sofre na pele são os produtores. Ninguém vai trabalhar para manter animal contaminado em sua propriedade. Queremos uma política pública séria que dê segurança na detecção do problema”, argumentou Caiado.

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Senado emperra requerimento de informações sobre Postalis há um ano

Um requerimento de informações sobre a atual situação do fundo de pensão dos Correios, Postalis, está emperrado para deliberação na Mesa Diretora desde março de 2015.A solicitação feita pelo líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), pede informações sobre o atual rombo da instituição, bem como medidas adotadas nos últimos anos que levaram à atual situação.

“A Mesa Diretora do Senado argumenta sigilo das informações, mas não é a mesa quem deve ter essa prerrogativa. Já tenho projeto de resolução para mudança no regimento. A mesa não conta com um senador da oposição. Estão se valendo disso para usá-la como um filtro político a serviço do Palácio do Planalto”, denuncia Caiado.

Para o democrata o governo age para não abrir a caixa preta dos fundos de pensão. “O governo tem medo do que está por vir dos fundos de pensão e emperra a aprovação de requerimentos e medidas de maior controle sobre eles. Além de igualar escândalos na Petrobras e BNDES, o que o governo fez nos fundos de pensão foi roubar de aposentadorias e pensões a viúvas”, definiu Caiado.

plenário

PT não tem credencial para defender a Petrobras, diz Caiado ao apoiar projeto do pré-sal aprovado hoje

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), apoiou o projeto (PLS 131/2015) que redefiniu a participação da Petrobras na exploração do pré-sal aprovado na noite desta quarta-feira (24/2). Caiado criticou duramente o argumento de parlamentes petistas que se posicionaram contrários a proposição em suposta defesa da petroleira brasileira. O senador expôs a situação de sucateamento da empresa que acumula dívidas de R$ 500 bilhões ocorrida na gestão lulopetista.

“Vejam a incoerência do PT. Inviabilizaram a empresa, destruíram o patrimônio da Petrobras e agora dizem que a estatal tem condições de arcar com 100% dos leilões? É o mesmo que dizer para uma vítima de atropelamento, anêmica está pronta para doar sangue. O PT não tem credencial para defender a Petrobras”, disse Caiado após mais de seis horas de debates no plenário sobre o projeto.

O projeto tira a obrigatoriedade da participação de 30% da Petrobras nos leilões do pré-sal. “É importante que todos os cidadãos brasileiros saibam. O projeto não determina a venda da Petrobras nem como e quando serão realizados os leilões, que são de competência do legislativo. Não vamos cair na falácia que o PT prega. Eles dizem que a Petrobras é nossa. A estatal era nossa até o governo do PT quando passou a ser a Petrobras do PT”, argumentou Caiado.

“O PT votou contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e queria quebrar de vez a Petrobras ao votar contra esse projeto”, finalizou.

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