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13 de março será marco com união entre o povo e classe política por virada no país, diz Caiado

Em discurso no plenário hoje (2/3), o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que o dia 13 de março, data de manifestações contra o governo do PT, será um marco na história do país. “Tenho a certeza de que será um dia emblemático em que vamos verificar o casamento das forças políticas que se aglutinam no país de maneira suprapartidária com a sociedade brasileira em busca de uma alternativa para o Brasil”, disse.

O senador acredita que a presença popular será maciça nas ruas diante de um prognóstico pior para economia que o constatado em 2015, com inflação alta, desemprego crescente, PIB negativo e descrédito perante ao mercado internacional. E destaca que o movimento visto nas redes sociais deve ir para as ruas sob pena de Dilma completar seu mandato e levar o país para o abismo. “Toda a sociedade só tem um compromisso. Não se pode ficar apenas nos comentários do Facebook, no whatsapp, no computador, é preciso ter coragem de assumir a posição em cada uma das suas cidades. É necessário buscar transmitir esperança e mais do que isso, coragem para dizer que o Brasil não ficará com postura de cordeirinho diante da falência das estatais, do caos na economia, do escândalo na Petrobras. O mote das manifestações será Ou você vai para a rua ou Dilma fica”, enfatizou.

TSE
Na opinião do parlamentar, a solução para uma virada na situação do país poderá ocorrer pela decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Já há provas suficientes do caixa 2 de campanha e a lei é clara: quando isso ocorre deve haver a cassação imediata da chapa e antecipação das eleições. Infelizmente, o Brasil chega por último nessa virada que os países da América do Sul já fizeram. Mas com coragem e determinação do povo e tramitação célere do TSE poderemos ver o país mudar com novas eleições”, completou ao lembrar de mudanças significativas que estão ocorrendo em países que viveram ou vivem caos político e econômico devido a gestões populistas, como Argentina, Bolívia e Venezuela.
“Dia 13 de março será muito especial quando crianças, jovens, funcionários públicos, estudantes, produtores rurais, empresários, classe política vão mostrar que o Brasil não vai se omitir no momento em que o país pede socorro. Veremos algo semelhante ao movimento de resgate da democracia no país, das eleições diretas, agora no momento de recuperação da honradez, da ética e da dignidade da democracia”, finalizou.