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Governo Dilma penalizou área social enquanto concedeu R$ 50,5 bi em empréstimos para governos amigos, afirmou Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), apresentou dados na Comissão do Impeachment que mostram como o governo do PT prejudicou áreas socais e beneficiou governos amigos com empréstimos do BNDES. Caiado rebateu o argumento de que os contingenciamentos nas áreas sociais de R$ 10 bilhões na educação e R$ 9 bilhões eram inevitáveis e depois justificariam a edição de decretos das pedaladas. Somente para países, como Cuba, Argentina, Moçambique e Angola, o PT concedeu financiamentos que totalizam R$ 50,5 bilhões. O debate ocorreu há pouco durante depoimento do ex-secretário executivo do Ministério da Educação, Luis Claudio Costa, testemunha da defesa de Dilma Rousseff, que se recusou a responder por que a educação do país está em situação caótica.

“O governo penalizou programas sociais e priorizou empréstimos externos. No total, foram R$ 50, 5 bilhões em empréstimos do BNDES para fazer caixa 2 de campanha. Isso revolta. É dinheiro mais que suficiente para suprir programas, como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec a e construção de creches deixados de lado, enquanto os governos amigos eram beneficiados”, disse o senador.
O parlamentar relatou os valores dos empréstimos concedidos pelo governo Dilma aos governos parceiros: R$ 14 bilhões para Angola; R$ 11 bilhões para Venezuela; R$ 8 bilhões para República Dominicana; R$ 7,8 bilhões para Argentina; R$ 3 bilhões para Cuba; R$ 2 bilhões para o Peru; R$ 1,5 bilhão para Moçambique; R$ 980 milhões para Guatemala; R$ 795 milhões para o Equador; R$ 755 para Gana; R$ 507 milhões para Honduras e R$ 155 milhões para Costa Rica.