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Caiado é hexa entre os políticos mais influentes de Goiás no Congresso

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, foi eleito pela sexta vez consecutiva o político mais influente de Goiás dentro de sua categoria no Congresso Nacional. Em votação organizada pela Contato Comunicação, o parlamentar foi lembrado por 59,65% dos formadores de opinião que participaram, ficando à frente dos colegas Lúcia Vânia (PSB) e Wilder Morais (PP).

Na área de agricultura e pecuária seu nome também foi destaque. Segundo colocado nesta categoria, que é liderada por José Mário Schneider (37,5%), Ronaldo Caiado alcançou 25% dos votos. Ele também foi lembrado como “Político do Ano”, “Político da Saúde” e“Político da Indústria e Comércio”.

No ano passado o democrata também teve o seu trabalho no Senado reconhecido por 43,48% dos votantes. Ainda antes de ingressar naquela Casa, o líder do partido liderou a lista dos deputados goianos mais influentes no Congresso por quatro vezes.

“O ano de 2016 foi desafiador do ponto de vista político e por isso fico gratificado por agora ganhar o reconhecimento dos formadores de opinião do meu Estado. Enfrentamos o impeachment, os debates de projetos fundamentais para a recuperação econômica do País e em todo momento eu recebi o forte apoio dos goianos, que votaram em mim na certeza de que jamais me omitiria. Fico com a certeza de que estou honrando o voto de cada pessoa do meu Estado”, comemorou.

Ao todo foram votos considerados 69 válidos pela Contato Comunicação. A votação ocorreu entre os dias 22 a 30 de janeiro de 2017, de uma lista emitida pela Contato Comunicação, e que exigia, para que o voto fosse considerado válido, informações pessoais completas, com checagem de CPF.

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Ao filiar 33 lideranças, Caiado diz que projeto para 2018 é disputar eleição em Goiás

 

O presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, reuniu nesta segunda-feira (30/01) a executiva estadual do partido e reafirmou o seu projeto de concorrer em 2018 às eleições para o governo estadual. Aos filiados que estiveram na sede para homologar os novos nomes da executiva e estabelecer as metas para 2017, o parlamentar refutou a hipótese de desistir da disputa em prol de uma candidatura à Presidência e frisou que confia que o Democratas irá fortalecer a aliança com o PMDB iniciada em 2014.

Desde que assumiu cadeira no Senado, Ronaldo Caiado tem se destacado nacionalmente por sua atuação em momentos cruciais da democracia brasileira, como o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e votações de projetos como a PEC dos Gastos Públicos. O seu protagonismo acabou fortalecendo seu nome para uma possível disputa ao Palácio do Planalto. Contudo, Ronaldo Caiado nunca deixou de alertar que só aceitaria o desafio mediante uma eleição extemporânea.

“Me elegeram no Senado para me posicionar sobre os temas nacionais e mostrar o que Goiás pensa. Estive nas grandes mobilizações nacionais e o nome de Goiás repercutiu. Com isso passei a ser cogitado para a Presidência. Mas muitos têm colocado maldosamente que quero ser candidato ao Planalto em 2018, para criar um clima de que se não der certo Goiás seria minha segunda opção. Vejam a armação que estão montando”, lamentou.

Segundo o democrata, uma eleição presidencial só se viabilizaria na hipótese de o Tribunal Superior Eleitoral cassar a chapa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu vice na época, o hoje presidente Michel Temer. “Não quero que paire nenhuma dúvida sobre isso”, afirmou aos filiados.

Ronaldo Caiado aproveitou para informar que a partir do dia 13 de fevereiro irá intensificar a agenda de reuniões do partido na sede e também viajar pelo interior do Estado levando o projeto do Democratas. “Vamos fortalecer nosso contato também na Assembleia, nas Câmaras, no Ministério Público, tribunais e em todos os lugares onde possamos ouvir o que nos trazem sobre as principais demandas de Goiás ”, disse.

DEM e PMDB

O líder da sigla lembrou que a batalha até 2018 é longa e envolve a definição de alianças para que ele possa alcançar melhor tempo no rádio e na televisão. Para ele a manutenção da aliança com o PMDB é prioridade.

“Tenho muito respeito pelo PMDB. Acredito que cada partido tem o direito de lançar o seu candidato, assim como nós também temos. Vou trabalhar até o último minuto para estar com o PMDB em 2018. Acredito que o nome de consenso será aquele que atender o anseio da população. Estaremos juntos”, afirmou.

Fortalecimento

O encontro desta segunda-feira foi prestigiado por vários prefeitos do interior, como Jaime Ricardo (Ouro Verde), Barretinho (Nova Crixás), Tiago Pedra Grande (Faina), Marcos Cabral (Santa Terezinha) e João Pena (Rio Quente), além do presidente metropolitano do Democratas, o vereador Paulo Daher. Lideranças também fizeram questão de comparecer e ajudar as estabelecer as diretrizes do partido.

Em seu discurso, todos reforçaram o apoio para que Ronaldo Caiado tenha condições de entrar na disputa em 2018. Um deles foi o prefeito de Ouro Verde. “Tudo que fiz em Ouro Verde foi graças ao apoio que sempre tive do senador. Recentemente fomos juntos até o ministro da Educação pedir verbas para a cidade. É uma imensa satisfação pertencer ao Democratas, onde tanto aprendi sobre fidelidade e gratidão”, comemorou Jaime Ricardo.

Marcos Cabral destacou que é preciso que as lideranças se uniam em torno de um projeto para Goiás. “Caiado é um homem que tem projeto para o nosso Estado, por isso peço que ele seja candidato e ajude e levantar a bandeira da saúde e infraestrutura”, disse.

O momento também foi de trazer novos nomes para as fileiras do partido, como os produtores do cenário musical Marcos Freitas e Lucas Freitas. Ao todo quase 33 novas filiações. Uma delas foi a do delegado da Polícia Federal Franklin Medeiros, cuja família sempre esteve ligada ao partido no Tocantins.

“Me identifico com a corrente ideológica do partido em todos os sentidos. E hoje Ronaldo Caiado é uma das maiores lideranças do Estado, que está há anos na vida pública sem que nada o desabone”, disse.

O vereador Paulo Daher, que levou vários dos novos filiados no evento, disse ter a certeza que o trabalho do Democratas está fortalecido. “A militância está pronta para ir às ruas gritar o nome do senhor”, garantiu.

 

Lista de filiados

 

Benivaldo Ripardo

Roberta Alves da Silva

Willian da Silva Gomes

Lucas Clementino da Silva

Camila Moreira de Souza

Tatiane Ferreira de Jesus

Danyella de Oliveira Alves Paulino

Paulo Rogério Marquez

Jessi Alves da Silva

Gizelle Borges Correia

Lucas Rodrigues Freitas

Marcos Aurélio Freitas

Ana Caroline Barbosa de Oliveira

Jeosafa Gomes de Oliveira

Antonio Gonçalves

Matheus Soares de Almeida

Maria das Virgens dos Santos

José Pereira dos Santos

Eirismone da Silva Marcelo

Vigilato de Almeida CUnha

Gabriel Queiroz Lagares

José Batista Segurado

Patrícia Nunes Leite

Emerson Batista Pinto

Franklin Roosevelt Almeida Medeiros

Célio Marcos Cardoso

Célio José de Lima

Alcides Wesley

Maria de Fátima Gomes

Leidair Divino de Paula

Orly do Rosário

Eurípedes Felipe

Divino Francisco

Vaníria Gonçalves

 

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Caiado já denunciava os esquemas de Eike nos governos de Lula e Dilma

Durante os governos Lula e Dilma o líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado chamou a atenção por diversas vezes da aproximação suspeita do empresário Eike Batista com o Estado brasileiro.

O empresário que teve a prisão decretada na Operação Lava Jato foi citado em discursos no plenário por obter vantagens em relação ao governo federal. Em outubro de 2009, Caiado denunciou que Eike aparecia como interlocutor do ex-presidente Lula na tentativa de desestabilizar a Vale, uma companhia privada.

“O Sr. Eike Batista promoveu críticas diretas ao Presidente da Vale, dizendo que não concorda com a gestão da empresa e que quem deveria dirigi-la era o Presidente da Previ, o Sr. Sérgio Rosa. Vejam bem a que ponto chegamos! Pergunto às Sras. e aos Srs. Parlamentares: estamos no Brasil ou na Bolívia? […] o Presidente já manda recados claros de que vai destituir o Presidente da Vale”, alertou.

Em outros momentos, Caiado aparece comparando os benefícios concedidos pelo governo aos investimentos do empresário com a falta de atenção à pasta da saúde. “Se esse Governo tivesse com a saúde a preocupação que tem com o Eike Batista, que tem com o trem-bala, que tem com a corrupção na Petrobras, a saúde brasileira seria referência mundial”, disse em agosto de 2013.

No mesmo ano, ele elencou os erros do Governo Dilma citando o financiamento de projetos de Eike Batista que nunca saíram do papel. “39 Ministérios; quebraram a Petrobras; quebraram a Eletrobrás; financiaram Eike Batista, financiaram os cartéis; banqueiro nunca ganhou tanto como no tempo do Governo de Vossa Execelência. Realmente, tem-se de reconhecer que esse Governo foi aparelhado”, denunciou.

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Sindicalismo dificulta a criação de empregos, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo deste sábado (28/01) na Folha de S. Paulo que a legislação trabalhista atual precisa ser revista frente à dificuldade que ela provoca na expansão do emprego. Diante da crise econômica, o senador vê como solução uma mudança na cultura pregada pelo PT de ver o patrão como vilão.

“Numa crise com cerca de 14 milhões de desempregados a legislação a agrava, ao dificultar – ou mesmo impedir – a busca de soluções, anomalia que tem a chancela sindical. E foi essa cultura esquerdista/sindicalista que consagrou entre nós um paradoxo: ama-se o emprego, mas odeia-se – e criminaliza-se – quem os cria, o empresário”, criticou.

Segundo o senador, os sindicatos se expandiram no País ao mesmo tempo em que os empregos retraíram. Ele lembra que no ano passado os os sindicatos receberam R$ 3,6 bilhões sem ter de prestar contas ao TCU, tal como lei sancionada por Lula.

“O PT estimulou essa expansão, o que resultou em bizarrices tais como o Sindicato dos Empregados em Entidades Sindicais (SP) – o sindicato dos sindicalistas -, sem falar em outro “das Indústrias de Camisas para Homens e Roupas Brancas de Confecção e Chapéus de Senhoras” (RJ)”, disse.

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Na cultura sindical brasileira, ama-se o emprego e odeia-se quem os cria

Em medicina, a diferença entre o veneno e o remédio é a dosagem. Medicação em excesso, em vez de curar, mata. É o que, por analogia, ocorre no Brasil, no campo das relações do trabalho, em que a mais que septuagenária CLT (de 1943) tornou-se, em vez de garantia, obstáculo à expansão do emprego.

Contratar um empregado, em meio ao cipoal de regulações e leis protecionistas –e que protegem apenas um dos lados–, intimida o empregador, pelo custo adicional que lhe impõem impostos e benefícios legais. Um empregado, em regra, custa à empresa mais que o dobro do que efetivamente receberá. E não é só.

A CLT chega ao requinte de, no parágrafo 1º, do artigo 477, invalidar a homologação de um pedido de demissão, ainda que as partes estejam de pleno acordo, se não houver a anuência do sindicato, investido sempre de autoridade arbitral absoluta.

Como se não bastasse, a jurisprudência já admite o “recurso de revista”, em que, mesmo depois de homologado, o acordo pode ser anulado.

Numa crise com 14 milhões de desempregados, a legislação a agrava, ao dificultar –ou mesmo impedir– a busca de soluções, anomalia que tem a chancela sindical.

E foi essa cultura esquerdista/sindicalista que consagrou entre nós um paradoxo: ama-se o emprego, mas odeia-se –e criminaliza-se– quem os cria, o empresário.

Há no Brasil, segundo o Ministério do Trabalho, nada menos que 11.257 sindicatos de trabalhadores, além de federações, confederações e centrais, todos sustentados pelo imposto sindical, pago inclusive pelos não sindicalizados.

O PT estimulou essa expansão, o que resultou em bizarrices tais como o Sindicato dos Empregados em Entidades Sindicais (SP) –o sindicato dos sindicalistas–, sem falar em outro das Indústrias de Camisas para Homens e Roupas Brancas de Confecção e Chapéus de Senhoras (RJ).

Em 2016, os sindicatos receberam R$ 3,6 bilhões; só as centrais sindicais, de 2008 a 2015, R$ 1 bilhão. E com um detalhe: as centrais, em face da lei 11.648, sancionada por Lula, não precisam prestar contas ao TCU do que fazem com esse dinheiro. Lula vetou exatamente o artigo da prestação de contas.

Sindicatos se expandiram, e os empregos se contraíram. Para agravar, houve uma inédita migração de empresas brasileiras para países vizinhos, sobretudo o Paraguai, onde a burocracia e o anacronismo da legislação não imperam.

Hoje, as empresas brasileiras respondem por dois terços da economia paraguaia, que, em três anos, ganhou 78 indústrias e 11 mil empregos diretos. Ou seja, estamos exportando empregos.

De acordo com a Associação Brasileira de Indústria Têxtil, as peças feitas no Paraguai, em 2015, já representavam mais de 2% das vendas no Brasil.

Por aí, se vê o que resulta do excesso de protecionismo estatal, sindical e legal. É o chamado tiro pela culatra. E aqui cito Roberto Campos: “Quanto mais regulamentos para os regulados, mais emolumentos para os reguladores…”.

Esses dados evidenciam que, além da reforma trabalhista, impõe-se a do próprio Estado.

A aprovação da PEC dos gastos públicos foi um pálido começo. Demandas essenciais –saúde, educação e segurança– terão de ser atendidas a partir de cortes em despesas desnecessárias. Como a derrama sindical. Ou a renúncia fiscal –R$ 11,3 bilhões, em dez anos– decorrente da Lei Rouanet, beneficiando popstars e negligenciando museus e patrimônio histórico.

Gastou-se muito –e mal. A única vantagem da crise é que expôs o tumor, que precisa ser extirpado.

Esse é o legado do PT, acrescido da roubalheira desenfreada, que constitui o maior caso de corrupção da história da humanidade.

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Caiado participa de encontro de muladeiros em Iporá ao lado de lideranças

Em um momento em que a agropecuária brasileira se sobressai como principal alternativa à crise econômica, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) mais uma vez fez questão de prestigiar o já tradicional Encontro dos Muladeiros, que ocorre pelo décimo ano em Iporá, a 206 quilômetros de Goiânia. Organizada pela Associação dos Muladeiros do Oeste Goiano (Amog), a festa no Parque de Exposições Arthur da Costa Barros reúne os principais criadores de muares do Brasil.

Para Ronaldo Caiado o encontro é uma forma de reavivar antigas lembranças de família, bem como promover a confraternização entre amigos e familiares apaixonados por mulas. “Esta é festa que me traz boas recordações do meu avô Totó Caiado que, quando era senador, viajava no lombo de uma mula até Araguari para então pegar o trem rumo ao Rio de Janeiro, capital federal na época. Foi dele que adquiri a paixão pelo criatório de muares e equinos. Por isso fico feliz em participar deste encontro mais uma vez, podendo confraternizar e trocar experiências com pessoas do Brasil inteiro”, disse.

O senador chegou ao Parque de Exposição pouco antes das 13 horas e aproveitou para visitar as comitivas que vieram dos quatro cantos do País. Na Comitiva de Muladeiros do Lago, que saiu do Maranhão, Ronaldo Caiado se encontrou com o criador Laécio Arruda, um grande admirador de seu trabalho. “O admiro pela forma como conduz a política com seriedade e se preocupa com os problemas sociais, valorizando o homem trabalhador, especialmente o do campo”, elogiou.

“Tinha de ser candidato a presidente”, pediu. Cavalgada Recebido para um almoço na comitiva Só Muares, de Rio Verde, o parlamentar esteve acompanhado de diversas lideranças políticas do Estado. Entre elas o prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale (PMDB); de São Luís, Major Edelcírio (PDT); o ex-prefeito de Caiapônia Argemiro; o ex-prefeito de São Luís Sandoval da Mata, e o vereador de Goiânia Paulo Daher (DEM). Diretor desta comitiva, Helder Rui comemorou a visita do senador. “Ele sempre participa conosco e é uma honra. Sempre fui seu eleitor por sua seriedade e coerência. Acompanho sua vida política há anos e ele nunca mudou de lado”, disse.

O ponto alto do evento ocorreu no meio da tarde, quando cerca de 2,5 mil animais desfilaram pelas ruas da cidade. O evento, que termina no dia 29 de janeiro, também promove atividades como shows, queima de alho e leilões e deve reunir até o final cerca de 50 mil pessoas. Com a mula Rainha, Ronaldo Caiado saiu do parque e percorreu em desfile as principais ruas de Iporá. “Espero no exercício do meu mandato poder contribuir no sentido de buscar investimentos para que as comitivas que vêm até do exterior possam ter um local adequado para serem recebidas”, afirmou.

Apoio
O ex-vice-prefeito de Iporá Adeilton José também acompanhou o democrata no encontro e ressaltou a atenção que ele dispensa à cidade em todos os seus mandatos. “Caiado sempre prioriza Iporá. Já são cinco edições que ele participa dessa festa que é importante para toda a região. É um carinho grande que ele tem pela cidade, nunca se esquecendo também de destinar os recursos necessários para o seu desenvolvimento”, frisou.

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Nota de pesar do senador Ronaldo Caiado sobre a morte do ministro do STF Teori Zavascki

“É com profundo pesar que recebo a notícia desse terrível acidente com o ministro Teori Zavascki. É preciso respeitar a dor dos familiares e amigos das vítimas. Minhas orações e que Deus conforte a todos.

Teori foi um grande homem público que ganhou o respeito de toda a sociedade brasileira pela maneira austera, competente e equilibrada com a qual pautou as suas decisões, mesmo nas situações mais delicadas desse país. É uma grande perda”

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Com conivência do PT, Brasil criou estado paralelo do crime que governa parte do país e aterroriza todos os brasileiros, diz Caiado em coluna

 

Na sua coluna inaugural de 2017 na Folha de S. Paulo, o senador Ronaldo Caiado abordou o estado paralelo do crime que governa parte do país e aterroriza todos os brasileiros. Na visão do líder do Democratas no Senado, essa crise do sistema carcerário evidencia a falência do estado que não consegue garantir segurança nos presídios e muito menos fora deles. Para ele, só uma reforma profunda do Estado terá resultado efetivo e criticou a negligência de vários governos que foi agravada e até estimulada pelo PT consolidando essa grave situação em facções criminosas controlam as penitenciárias com tentáculos em vários pontos do poder.

“Sem uma reforma em profundidade do Estado, que o desinche, dê-lhe transparência e governabilidade, os planos de segurança, embora indispensáveis, serão sempre paliativos. Tais como também, diga-se de passagem, os planos econômicos e tudo o mais. Sanear o Estado é, acima de imperativo político e econômico, fundamento moral, sem o qual não teremos futuro”, opinou o parlamentar.

O senador enfatizou que o PT, enquanto esteve no poder, em vez de combater , ideologizou o crime, agravando o quadro. “A negligência de sucessivos governos, agravada e estimulada pelo PT, consolidou no país um Estado paralelo, que reina nas periferias das cidades, fazendo da parcela mais vulnerável da população escudo humano involuntário contra a ação repressiva da polícia. O PT, em vez de combater esse quadro, deu-lhe contornos ideológicos, associando criminalidade à pobreza, como se uma decorresse da outra, premissa que a Lava Jato desmente.

Na opinião de Caiado essa ideologização do crime aumentou a impunidade e criou uma inversão de valores em que a lei protege mais o bandido que a vítima. “A ideologização do crime, além de incrementar a impunidade, impôs absurda inversão de valores, vitimizando o bandido e vilanizando o policial. O contínuo abrandamento da legislação, sob a égide do discurso esquerdista e dos direitos humanos pelo avesso, fez o resto. Nesse contexto, o crime organizou-se, expandiu-se e lançou tentáculos sobre o próprio Estado”.

Confira a íntegra da coluna:

Estado oficial desconhece poder do Estado paralelo

O colapso do sistema penitenciário é a evidência mais alarmante da falência do Estado brasileiro. Se não consegue garantir a segurança nos próprios presídios, que dirá do lado de fora. E segurança pública é insumo elementar e imprescindível em qualquer regime político.

A negligência de sucessivos governos, agravada e estimulada pelo PT, consolidou no país um Estado paralelo, que reina nas periferias das cidades, fazendo da parcela mais vulnerável da população escudo humano involuntário contra a ação repressiva da polícia.

O PT, em vez de combater esse quadro, deu-lhe contornos ideológicos, associando criminalidade à pobreza, como se uma decorresse da outra, premissa que a Lava Jato desmente.

A ideologização do crime, além de incrementar a impunidade, impôs absurda inversão de valores, vitimizando o bandido e vilanizando o policial. O contínuo abrandamento da legislação, sob a égide do discurso esquerdista e dos direitos humanos pelo avesso, fez o resto.

Nesse contexto, o crime organizou-se, expandiu-se e lançou tentáculos sobre o próprio Estado.

Estão aí denúncias contra as mais diversas autoridades estatais – juizes, procuradores, parlamentares, governantes, funcionários públicos graduados. Atraídas pelos muitos milhões do narcotráfico e do contrabando de armas, a eles se associaram, permitindo que as coisas chegassem aos níveis atuais. Com a anuência de autoridades corrompidas e/ou intimidadas, esse Estado paralelo comanda a ação, sempre expansiva, da criminalidade, que hoje é urbana e rural e produz mais de 60 mil vítimas fatais por ano – índice de guerra civil.

Os recentes conflitos entre quadrilhas, em Manaus e em Boa Vista, evidenciaram, mais uma vez, que estar preso não significa estar fora de combate. Muito pelo contrário. Os presídios são fortalezas (e não o fim da linha) para o crime, onde funcionam como bunkers dos chefes desses grupos, que de lá planejam e comandam os seus asseclas. São hoje cerca de 20 corporações criminais (o termo “quadrilha” é modesto para as dimensões adquiridas), em que pontificam os notórios Comando Vermelho e PCC sempre em luta por hegemonia.

O Estado oficial desconhece o tamanho real e o poder destrutivo do Estado paralelo, em regra mais bem equipado e adestrado. O PCC, por exemplo, se gaba de possuir 200 mil adeptos, embora os órgãos de segurança o avaliem na escala de 20 mil.

Essas facções criminosas, que governam parte do país – e o infernizam por inteiro – não se improvisaram. Estão há décadas no noticiário, já foram temas de filmes, livros, teses universitárias.

Ao que parece, apenas o Estado oficial não os percebeu ou não lhes deu maior importância – ou, ao contrário, viu neles, na fatídica Era PT, aliados essenciais para o projeto revolucionário bolivariano.

Há muito, a esquerda revolucionária constatou que a marginália, não os proletários, como supôs Marx, é que constitui o exército revolucionário por excelência, pela ausência de valores morais e pela falta de consciência de classe.

Em decorrência, tem-se hoje no Brasil um Estado impotente para combater o crime. Cobra uma das mais altas cargas tributárias do planeta e não tem meios de entregar uma das mercadorias mais básicas de um contrato social, que é a segurança pública.

Sem uma reforma em profundidade do Estado, que o desinche, dê-lhe transparência e governabilidade, os planos de segurança, embora indispensáveis, serão sempre paliativos. Tais como também, diga-se de passagem, os planos econômicos e tudo o mais.

Sanear o Estado é, acima de imperativo político e econômico, fundamento moral, sem o qual não teremos futuro.

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Retrospectiva 2016 – Revista de atuação parlamentar

Confira a revista de atuação parlamentar do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), durante o ano de 2016. Projetos, participação no processo de impeachment, atuação na política goiana, um resumo do desempenho do senador no ano que passou.

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Lula não tem popularidade para eleição presidencial, diz Caiado

Crédito da foto: Metro1
Ao participar da celebração da Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (12/1), em Salvador, o senador Ronaldo Caiado afirmou que o ex-presidente Lula não tem credibilidade nem coragem de “andar no meio do povo” quanto mais popularidade para disputar uma nova eleição presidencial. Caiado se referiu ao evento fechado que o petista participou na capital baiana ontem (11/1) em que manifestou que será candidato em 2018. No evento, Lula foi apoiado por integrantes do MST, outra questão que mereceu críticas do líder do Democratas.
“Lula, para vir a Salvador, teve que ficar encurralado no Parque de Exposições, mantendo toda uma estrutura ao lado de uma facção para lhe proteger. Lula não tem a coragem de andar em um estado do Nordeste no meio do povo, nem de fazer essa caminhada ao Bonfim. Isso mostra que ele não tem popularidade para chegar à presidência”, opinou.
O senador goiano ainda reiterou que para combater a crise de credibilidade vivenciada pela política, parlamentares e governo não podem ter medo de novas eleições. “Não podemos continuar com a crise. Se for necessário ter um gesto maior, tem que convocar novas eleições no Brasil, tanto de presidente, como senadores e deputados federais. O objetivo único e exclusivo de resgatar o momento crítico que passa a sociedade. Eu diria que é necessário [novas eleições]. Eleição não é traumática, é democracia. O que existe de mais bonito na democracia é a eleição”, disse.
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Ronaldo Caiado quer sessão temática para propor ações na crise do sistema carcerário

 

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), vai propor a realização de sessão temática no plenário do Senado para se debater a crise no sistema carcerário do país. A intenção do senador goiano é convidar especialistas para discutir e propor alternativas à gestão dos presídios brasileiros e a grave situação de descontrole do Estado em relação às facções criminosas que dominam as penitenciárias. O parlamentar também acredita que a legislação atual que privilegia os criminosos em detrimento de suas vítimas e de suas famílias deve ser revista.

“Logo no início do ano legislativo vou pedir a realização de sessão temática no plenário sobre a crise no sistema carcerário. Precisamos debater e propor soluções com especialistas e representantes da área o descontrole do poder público sobre os presídios que estão dominados por facções criminosas e a lei atual que protege mais o bandido do que suas vítimas”, explicou Caiado.

A sessão temática é realizada para se debater temas relevantes de interesse nacional. É por promovida por decisão do presidente do Senado ou por acordo de líderes partidários.

 

 

 

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