IF-Goiano - Divulgação

Articulação de Caiado garante R$ 1 milhão para IF Goiano de Morrinhos

Uma articulação feita pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) conseguiu o repasse de R$ 1 milhão do Ministério da Educação ao campus de Morrinhos do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) nesse final de ano.

O valor foi confirmado nesta terça-feira (26/12) pelo diretor-geral da instituição, professor Gilberto Silvério da Silva. Ele usou suas redes sociais para agradecer ao empenho de Caiado que desde o primeiro momento assumiu essa luta levando o assunto diretamente ao ministro Mendonça Filho.

“Temos a satisfação e a alegria de comunicar a todos que o IF Goiano – Campus Morrinhos acaba de receber 1 milhão de reais que foi possibilitado graças ao nosso senador Ronaldo Caiado! Obrigado senador! A educação profissional e tecnológica muda a vida de milhares de jovens goianos”, comemorou o diretor em uma publicação.

Caiado agradeceu a menção e lembrou que assumiu esse ano a mediação de uma série de demandas dos municípios goianos junto ao MEC conseguindo priorizar emendas e recursos ao estado. “Estamos conseguindo trazer recursos e novos projetos para a educação do interior de Goiás que foi abandonada pelo governo estadual. Nosso diferencial é o trabalho e a disposição de levar a sério o problema de nossas cidades, em vez de fazer política com dinheiro público”, comparou.

Trajetória
A luta para trazer esses recursos para o campus de Morrinhos do IF Goiano começou ainda em junho desse ano, em reunião no MEC com diretores e representantes da instituição.

Na época, Caiado mediou um encontro com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o IF Goiano, onde ficou decidido que o campus de Morrinhos teria prioridade em sua estruturação. A luta agora será para a consolidação da residência estudantil, garantindo o acesso de moradores de outras regiões de Goiás ao ensino de qualidade da instituição de 1.200 alunos.

“O pleito do IF Goiano representa uma garantia de oportunidade para que as pessoas mais simples que não conseguem pagar o transporte tenham a possibilidade de realizar uma educação profissional através de um curso técnico”, comentou Silvério da Silva na época.

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Ao lado da família, Caiado vai à missa agradecer por recuperação

Acompanhado de familiares e amigos, o senador Ronaldo Caiado participou de missa em ação de graças para agradecer à sua recuperação depois do acidente que sofreu com uma mula há dois meses. A celebração foi feita pelo padre Antonio Mota Bastos na Igreja Nossa Senhora de Aparecida, no povoado de Areias.

“Minha mãe sempre nos ensinou a agradecermos pelas dádivas e bênçãos recebidas. Aqui nesta igreja vínhamos muitas vezes rezar o terço. Passou a ser um lugar especial, onde me sinto mais próximo de Deus. Nos momentos de angústia e de reflexão sempre vim aqui para que Deus me ajudasse a tomar a melhor decisão. Este lugar me revigora e me enche de energia”, narrou o senador.

Ronaldo Caiado chegou à igreja acompanhado da esposa Gracinha e das filhos Ronaldo, Maria, Marcela e Anna Vitória. Para Gracinha, este momento foi de grande alegria. “Quando fiquei grávida de Maria e de Marcela, aqui foi o primeiro lugar que vieram. Me sinto feliz de estar aqui agradecendo a recuperação do Ronaldo e junto com as pessoas que amamos”, disse.

Na missa, todos se vestiram de branco e seguraram uma rosa em agradecimento a Deus. O padre Antonio deu seu testemunho da religiosidade do senador, a quem sempre encontra em orações na pequena igreja.

“O senhor contou que sempre vem aqui para agradecer e tomar suas decisões. É algo importante. Não devemos recorrer a Deus só nas dificuldades. Fico feliz de estar aqui fazendo esta celebração”, afirmou o padre.

 

 

 

 

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Em festa pelos 84 anos, ladeado por Caiado e Daniel, Iris defende união das oposições

Em clima festivo pelos 84 anos de vida do prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB), a oposição demonstrou nesta sexta-feira (22/12) sinais claros de convergência para a tese da união em 2018. O discurso de unidade para as próximas eleições foi defendido tanto pelo prefeito quanto pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas), pelo deputado federal Daniel Vilela (PMDB) e pela primeira-dama Íris de Araújo.

“Temos que fazer (a união). É momento de reflexão e humildade e que o espírito público prevaleça. Temos que fazer política movidos pelo espírito público”, sublinhou Iris Rezende em entrevista à imprensa, quando questionado se trabalharia pela união da oposição.

Apontado como timoneiro desse processo, o peemedebista garantiu que está focado na administração mas também participando das discussões. “Sou mais um integrante dos partidos que representam a oposição em Goiás. Tenho um compromisso de nunca ficar distante do processo. É claro que não posso confundir a recuperação de uma administração com o pleito que será realizado, mas estarei presente e participando e estou certo de que todas as lideranças da oposição vão ter competência para realizar um grande projeto”, afirmou.

A fala do prefeito ocorreu pouco depois de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela darem um indicativo forte de proximidade e diálogo. Em um abraço longo e bem-humorado, o senador brincou dizendo “aqui é para ganhar a eleição”.

Na sequência, Daniel Vilela deixou claro em entrevista que o diálogo entre ambos sempre ocorreu. “Nós nunca deixamos de nos encontrar, mas hoje viemos todos aqui em deferência ao aniversário do nosso líder maior Iris Rezende. Temos conversado constantemente e as coisas estão caminhando no seu devido tempo”, disse. “Tenho certeza que vamos acertar. O cenário é muito favorável para a oposição, e as pesquisas têm demonstrado claramente que o goiano deseja mudança e renovação. Temos que construir um projeto focado nessa perspectiva e nesse ambiente”, avaliou.

Também questionado sobre a sinalização, Ronaldo Caiado garantiu que não há outro caminho. “Significa o que vai acontecer, se Deus quiser: a unidade das oposições. É isso que todas as nossas lideranças e o sentimento do povo de Goiás espera nesse momento. Que os líderes maiores tenham bom senso, tenham equilíbrio, tenham sensatez de ter um candidato único dentro das regras e critérios a serem determinados”, afirmou.

O parlamentar aproveitou para destacar o papel primordial que Iris Rezende desempenha no processo. “Eu nunca me enganei. É fundamental. Sabe por quê? Porque quando ainda existia certa dúvida sobre quem deveria ser candidato a prefeito de Goiânia em 2016, fui enfático: só teremos chance de chegarmos ao governo de 2018 se nós tivermos Iris Rezende prefeito da cidade de Goiânia. Nunca tive dúvida. Precisamos de um timoneiro, um líder, aquela figura que pode colocar as mãos e dizer que este é o candidato da unidade. A figura dele é balizadora do processo de 2018”, disse. “Não existe candidatura sem unidade e sem o Iris sendo o timoneiro do processo”, reforçou.

A primeira-dama Íris de Araújo também reforçou a tese predominante na oposição. “É fundamental. As oposições unidas terão a oportunidade de ter um único pensamento e uma única visão programática. São todos os partidos que não concordam com esse governo. Não é poder pelo poder, é usar o poder para mudar e isso só vai acontecer se estivermos unidos. Sou peemedebista, fundadora do PMDB, e estarei lutando até o último instante para que haja essa união. Enquanto não tivermos um pensamento de união, não teremos como enfrentar uma máquina tão poderosa e tão inescrupulosa como é a máquina do governo”, defendeu.

Presidente da Câmara de Goiânia, o peemedebista Andrey Azeredo conclamou a todas as lideranças a participaram dos diálogos. “Eu vejo que todas as forças políticas de Goiás que têm o mesmo objetivo, que é fazer com que Goiás prospere de forma real e veemente, com uma política diferenciada, podem e devem dialogar ao máximo e buscar união e convergência de ideias e política para que possamos eleger um governador que represente os anseios do goianos”, afirmou.

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Caiado: “Estaremos unidos. Não menosprezem a força da oposição unida”

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (21/12) à rádio Bons Ventos, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) falou sobre o novo momento político e a necessidade de aglutinar forças para vencer uma disputa contra a máquina de governo. Definindo o apoio até o momento de nove siglas ao projeto da oposição, o parlamentar afirmou que é preciso valorizá-las no processo eleitoral.

“Não se pode menosprezar os partidos de oposição que querem compor um projeto. São eles hoje que têm o maior número de vereadores em Goiânia no interior. Eles nos dão capilaridade. Unida a oposição tem muita força”, afirmou.

Ao analisar a sua vida pública e seu atual momento no cenário estadual, o senador destacou o amadurecimento político como um fator importante neste momento de articulações.

“Nesse período, aprendi e todos devemos aprender a ter humildade e reconhecer nossos acertos e erros, para não repeti-los e assim devemos proceder nas eleições de 2018. Não tem porque irmos com a oposição dividida para 2018. Isso não está no meu radar. Acredito que o bom senso vai prevalecer”, reforçou.

Para o senador, uma candidatura ao governo tem um caráter abrangente que precisa ser considerado. “A eleição majoritária é construída por meio de coligações e não é individualizada. E deve ter um candidato capaz de aglutinar as lideranças e militância e todos os quadrantes do estado. Já vivi mais da metade da minha vida, e é hora de retribuir aquilo que tenho mais orgulho que é ser goiano. Não se trata de projeto pessoal, mas de produzir um resultado que seja para o povo do meu estado”, disse.

Na entrevista, Ronaldo Caiado também falou sobre os desafios assumidos por pessoas que assumem o poder. “Quem assume o poder deve ser desprovido de vaidade e não usá-lo como projeto pessoal. Ele deve cumprir sua tarefa para dar qualidade de vida ao povo e depois sair de cabeça erguida”, disse.

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Lançar vários candidatos iria desestimular as lideranças, diz Caiado na Rádio 730

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em entrevista à Rádio 730 na manhã desta terça-feira (20/12) que o anseio das principais lideranças de oposição do interior do Estado é que a política de conciliação prevaleça nas articulações para as eleições de 2018. Segundo o senador, lançar vários candidatos seria um fator de enorme desestímulo às lideranças goianas.

“O manual da boa política prega a conciliação e a identificação de critérios. Se cada partido lançar seu candidato, o governo vai comemorar. A divisão é exatamente o que o governo quer. Lançar vários candidatos na oposição seria o mesmo que mostrar falta de sensibilidade com nossas lideranças no interior, que anseiam ver um governo que poderá respaldar suas ações. Se não há unidade, há o desestímulo das lideranças locais”, avaliou.

Recém-recuperado do acidente que sofreu ao tentar domar uma mula, em outubro deste ano, Ronaldo Caiado contou que as articulações continuam fortes. “Estamos conversando muito, nos reunindo com lideranças, prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, ex-vereadores do Estado todo no sentido de buscar o sentimento das oposições. E tem também aqueles que estão insatisfeitos com os rumos do governo que estamos conversando. Mas não vamos citar nomes porque o governo logo vai atrás com represálias. As oposições estão buscando unidade para termos critérios para escolher uma candidatura única para vencermos as eleições”, disse.

Na entrevista, Ronaldo Caiado voltou a ressaltar a importância do PMDB para Goiás. “Jamais neguei a importância do PMDB. O que estamos discutindo agora não é estrutura partidária, mas quem terá essas credenciais para ter apoio popular. Isso é importante em uma eleição majoritária. Quando há uma coligação, você não diferencia Democratas do PMDB. Todos são transformados numa coligação. Não pode ter a tese separatista”, ressaltou.

O parlamentar aproveitou também para responder às críticas de que não teria se licenciado do Senado para ceder espaço ao seu suplente, o ex-deputado estadual Luiz Carlos do Carmo (PMDB). “Eu nunca poderia prever essa quantidade de complicações que tive após o acidente em 13 de outubro. Lógico que se pudesse prever todas essas complicações, meu suplente teria assumido o período”, disse.

Sobre as últimas pesquisas eleitorais que o apontam como líder na disputa ao governo de Goiás, o senador disse que elas deixam claro o encerramento do ciclo do atual governo. “Sou o pré-candidato com menor rejeição. Isso me sensibiliza mais até do que estar em primeiro lugar para intenção de voto. O que pesquisa mostra hoje? Que chegamos ao final de um ciclo. Acabou. Essa é a mensagem maior que cidadão passa ao ser entrevistado. A chances reais da oposição chegar ao poder é clara. Não podemos errar. Qualquer candidatura alavancada pelo governo já sinaliza naufrágio”, afirmou.

Para Ronaldo Caiado, o atual governo decepcionou os goianos. “O governo deixou muito a desejar. Tenho feito uma radiografia do Estado e a situação é calamitosa. Goiás está fechando o ano com déficit de R$ 2 bilhões. O estado acumula uma dívida de R$ 19,5 bilhões com o Tesouro, bancos, concessões. Já vendeu tudo que tinha. Agora está tirando R$ 800 milhões para pagar folha de funcionários. As obras estão inacabadas. O Estado está todo dilapidado. Eu criei um termo que definir esse grupo que está no poder que formou: a Oligarquia dos Carrapatos”, citou.

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Caiado: Celg confessa que não vai investir e comprova prejuízo que Marconi deu a Goiás com a venda

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou nesta segunda-feira (18/12) que o governador Marconi Perillo (PSDB) mais um vez iludiu os goianos com promessas que jamais teve a intenção de cumprir. Ao comentar sobre a declaração ao jornal O Popular do presidente da Celg, Abel Rochinha, de que serão investidos apenas R$ 2 bilhões na distribuidora até 2020, o parlamentar lembrou que a garantia do governo era outra.

“O governador Marconi Perillo deixou um rombo de mais de R$ 6 bilhões com a venda da Celg alegando que seria a melhor solução para Goiás. Fez uma negociata para garantir R$ 1,1 bilhão aos cofres públicos, dinheiro que usou para para constranger prefeitos a apoiarem o seu candidato ao governo. No entanto o único resultado que obteve foi deixar os goianos às escuras”, lembrou.

Em matéria divulgada hoje no site da Interativa, a jornalista Cileide Alves lembrou que o valor apresentado na entrevista pelo atual presidente da Celg diverge do que foi prometido em março deste ano durante o lançamento do programa Goiás na Frente. Na época, o Estado afirmou que a Enel investiria R$ 2,4 bilhões até 2018.

“Dos R$ 2,4 bilhões de investimentos anunciados para dois anos, apenas R$ 700 milhões foram investidos em 2017. Até 2020 o valor só deve chegar a R$ 2 bilhões. Ou seja: Marconi endividou o Estado, gastou os recursos, os goianos não viram as obras e o candidato dele não enganou ninguém”, lembrou.

O prejuízo com a venda da Celg ficou claro logo no início. Enquanto o governo ficou com R$1,1 bilhão da venda, teve de assumir dívidas de R$ 2,4 bilhões com a Caixa Econômica e R$ 3,7 bilhões com o BNDES, além de renunciar a parte do ICMS por 28 anos.

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Marconi admite na LDO que quebrou o Estado, informa Caiado

Ao enviar à Assembleia Legislativa de Goiás projeto de lei que revisa a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício deste ano, o governador Marconi Perillo (PSDB) confirmou o rombo que causou nas contas públicas do Estado nos últimos anos. Esta foi a constatação feita pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas) ao analisar o texto que muda as metas fiscais de 2017 e revela redução do superávit primário previsto.

“Está cada vez mais difícil para Marconi Perillo negar que quebrou Goiás. Ao analisar os dados deste novo projeto vimos que a solvência do Estado está totalmente em risco. Goiás deve praticamente tudo o que arrecada em um ano inteiro. Apenas Estados em situação de grave crise financeira, como é o caso do Rio de Janeiro, apresentam equivalência entre a dívida líquida consolidada e o montante anual de arrecadação”, alertou o democrata.

Segundo dados do projeto – que altera a Lei nº 19.424, de 26 de julho de 2016 -, Goiás tem aproximadamente R$ 19,5 bilhões de dívida consolidada líquida. Isso equivale ao montante que o Estado deve para credores como a União e instituições financeiras. Em 2016 o valor apurado havia sido de R$ 18,337 bilhões. Ou seja, o buraco das dívidas se aprofundou em R$ 1,150 bilhões em um ano.

Outro dado relevante é que a receita líquida geral estimada inicialmente para 2017 era de R$ 24.362 bilhões, sendo que a frustração da receita arrecadada foi da ordem de R$ 1.113.269.720,97. “Goiás recebeu mais de um bilhão de reais a menos do que o montante estimado. É uma lacuna muito razoável. Isso comprova que as receitas estão superestimadas e que o orçamento não aponta com seriedade a previsão de arrecadação”, avaliou.

Para o parlamentar, a principal causa deste resultado é que o governo intensificou a estratégia de cortar investimentos no Estado, o que contribuiu para arrefecer a atividade econômica. Em 2016, Goiás fez o terceiro maior corte do Brasil (44%). “Quem sofre com isso é a população, que vivenciou cortes em áreas prioritárias como saúde, educação e segurança”, lamentou.

Vale lembrar que a frustração da receita ocorreu mesmo com a promoção de diversos aumentos de impostos. A meta de superávit primário, previsto inicialmente para fechar em R$ 212 milhões, tornou-se inatingível. Alegando dificuldades financeiras e o cenário nacional, o novo resultado primário (a diferença entre o que o governo arrecada e o que ele gasta) foi projetado por Marconi Perillo em R$ 506 milhões negativos. A diferença ajustada será, portanto, de R$ 718 milhões para menos. “É mais uma demonstração clara da falta de planejamento e gestão do governo de Marconi Perillo”, reforçou.

Além do rombo nas contas do Estado, Ronaldo Caiado afirmou que a revisão da LDO explicitou de forma ainda mais contundente o uso eleitoreiro da Celg. “Com um rombo já de quase R$ 20 bilhões, Marconi aumentou em um ano a dívida em R$ 1,5 bilhão. O Estado possuía como meta um superávit de quase 300 milhões e vai fechar o ano com mais de meio bilhão negativo. E, diante deste quadro, o que fez Marconi? Alienou a maior empresa pública do Estado e, ao invés de sanar uma parcela dos débitos, deixou correr os juros e aumentar as dívidas formulando um programa absolutamente esquizofrênico quando comparado à realidade do Estado. O Estado precisa de investimentos, mas esse investimento não pode vir da dilapidação do patrimônio público e ser realizado a força e a custa do descumprimento das metas de resultado primário”, disse.

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Temer posa de reformista para desviar atenção de governo fisiologista, diz Caiado na Folha

 

Em artigo publicado neste sábado (16/12) pela Folha de S. Paulo, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) presta um desserviço à democracia ao repetir o mesmo modo de agir do grupo petista que o antecedeu no Planalto. Para o senador, as ações do presidente reforçam a tese que o PT quer defender de que todos políticos são corruptos.

“O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar”, disse.

Sem condições de entregar um governo que a sociedade exigia, Michel Temer decidiu investir em outra frente. “Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de “presidente reformista”. É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas”, enumerou.

Para Ronaldo Caiado, a pauta da sociedade permanece a mesma: reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Para ele, 2018 será um ano que vai definitivamente marcar as mudanças que a sociedade espera.

“A eleição de 2018 será um grande divisor de águas – e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto”, disse.

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O desserviço de Temer à democracia brasileira

O ano de 2017 chega ao fim sem que a herança maldita do PT tenha sequer sido equacionada. Os problemas permanecem os mesmos de 2016, com um agravante: a desilusão decorrente dessa inércia. Mais que isso, conivência com o governo anterior.

A pauta que levou o povo às ruas naquela oportunidade não foi priorizada por Temer, cuja ascensão à Presidência deve-se apenas e tão somente à reação popular que depôs o governo petista.

O presidente não percebeu o momento histórico que o contemplou, nem a natureza da delegação que recebeu. Em vez de se investir de institucionalidade, um clamor do povo, optou por governar como pessoa física, nos termos daquilo que Ruy Barbosa classificava de “política com pê minúsculo”.

Talvez pelos anos de convivência e participação nos governos petistas —e por ser conhecido como político, embora habilidoso, sem votos, expert na escola do “é dando que se recebe”—, Temer usa a instituição Presidência da República para blindar amigos e apaniguados, garantindo-lhes foro privilegiado.

Mas não apenas: preserva a conduta petista de leiloar ministérios, cargos, obras, liberação de emendas, endossando um padrão de governo que trai a pauta das ruas, diametralmente oposta a esta: combater a corrupção e reduzir a máquina pública.

Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de “presidente reformista”. É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas.

Daí a frustração da sociedade, que se sente usada diante da permanência do modus operandi que rejeitou nas ruas. Sente-se por isso perdida, desorientada, sem saber em quem confiar para as verdadeiras mudanças que precisam ser feitas, a começar pela reforma do Estado e a do próprio conceito de governar.

O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar.

Não se pode esquecer que Temer era peça acessória do PT, seu segundo escalão, eleito vice com os votos de Dilma.

Tudo isso repercutirá nas eleições do ano que vem, que se prenunciam atípicas, com novas regras de financiamento e uma ferramenta nova, as redes sociais, que terão (já têm) influência muito maior que os horários eleitorais do rádio e da TV.

A pauta da sociedade não mudou. Ela quer uma reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade.

Isso exige um estadista, que lhe fale com frequência, sem truques de marketing, sem teleprompter, olho no olho; que tenha vida pregressa que o credencie a tratar dos temas mais sérios e complexos e a lhe pedir apoio para as mudanças necessárias, mesmo as impopulares, indispensáveis para corrigir distorções cristalizadas.

Como um médico diante de um paciente politraumatizado —e é a tanto se assemelha hoje o país—, terá de compor uma equipe de profissionais competentes para salvá-lo, um primeiro escalão em condições de resgatar a respeitabilidade da figura institucional de um ministro de Estado, hoje banalizada, escolhida para resolver não os problemas nacionais, mas os dos partidos e dos grupos de pressão.

A eleição de 2018 será um grande divisor de águas —e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto.

 

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TV Record/Paraná Pesquisas mostra crescimento de Caiado para o governo

Pesquisa encomendada pela TV Record ao Instituto Paraná e divulgada na terça-feira (12/12) mostrou que cresceram as intenções de votos para o pré-candidato ao governo de Goiás Ronaldo Caiado (Democratas) na comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 13 de junho. O democrata tem agora 47% das intenções na pesquisa estimulada, enquanto em junho o número era de 44%.

A porcentagem corresponde a um cenário de disputa com os pré-candidatos Daniel Vilela (PMDB), José Eliton (PSDB) e Djalma Rezende. Enquanto o deputado federal do PMDB teria 14,2%, José Eliton somaria 10,6% e o empresário Djalma Rezende 6,7%. Neste cenário, 16,3% não votariam em nenhum e 5,1% não souberam dizer.

Em um cenário em que Daniel Vilela é substituído como pré-candidato pelo ex-prefeito Maguito Vilela (PMDB), Ronaldo Caiado manteria a liderança. Enquanto o democrata teria 39,3%, Maguito somaria 26,8%, José Eliton 10% e Djalma Rezende 5,9%. Não sabem são 4,7% e não votariam em nenhum 13,2%.

A pesquisa também considerou cenários apenas com os nomes dos três pré-candidatos mais ventilados no momento. Em uma disputa entre eles, Ronaldo Caiado teria 49,3%, Daniel Vilela 15,8% e José Eliton 12,6%. Deste cenário 5,6% não sabem e 16,8% não votariam em nenhum. Se Daniel Vilela fosse substituído por Maguito Vilela, Ronaldo Caiado teria 41,1%, Maguito Vilela 27,9% e José Eliton 12,1%.

No segundo turno o favoritismo do democrata é ainda mais evidente. Enquanto Ronaldo Caiado acumularia 58,4% das intenções de voto, Daniel Vilela teria 25%. No caso de disputar com José Eliton, o parlamentar teria 62% e o vice 20,6%.

“Pesquisas como esta são um forte indicativo de que Goiás quer e necessita de mudanças. Recebo com humildade este resultado e fico feliz em saber que os goianos confiam em mim para iniciar um período de mudanças em Goiás”, comentou Ronaldo Caiado.

A sondagem foi realizada com 1.520 e eleitores de 58 municípios goianos, de 5 a 10 de dezembro. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais.

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Caiado recebe alta e agradece o apoio dos goianos nas redes sociais

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) recebeu alta do Hospital Sírio Libanês nesta segunda-feira (11/12) e aproveitou para agradecer o carinho e o apoio que recebeu dos goianos durante o seu processo de recuperação. O parlamentar ficou internado nos últimos dias em São Paulo em decorrência de problemas após sofrer um acidente com uma mula em Mara Rosa, no dia 13 de outubro.

“Acabo de receber alta hospitalar e quero dividir esse momento importante. A cada um de vocês que me mandaram mensagens, me incluíram nas suas orações e me apoiaram. Isso foi extremamente importante e agora estou nessa fase já de recuperação e retornando em breve às nossas atividades. Muito obrigado de coração por tudo que vocês fizeram por mim. Um grande abraço e agora já fora do hospital para retornar à vida ativa”, disse.

Mesmo com a alta hospitalar, o democrata deve permanecer em São Paulo por mais uma semana para alguns exames e ajustes de medicação. A notícia foi comemorada pelo parlamentar, que já está ansioso para retomar as atividades e mencionou sua preocupação com a transparência das informações sobre seu estado de saúde.

“Sempre optei pela transparência até mesmo para evitar distorções. É obrigação do político ter transparência, isso vale para a saúde e para doença. Não podemos jamais esquecer que todos nós somos simples mortais. Sempre ter humildade, respeito e ajudar ao próximo. Graças a Deus e ao apoio que recebi de minha família e dos goianos, me recuperei e vamos poder seguir adiante a serviço de Goiás, com mais vigor e saúde do que nunca.”

Histórico do acidente

Ronaldo Caiado sofreu uma queda sobre o ombro esquerdo em sua fazenda no município de Mara Rosa no dia 13 de outubro. O acidente ocorreu após uma mula, que estava sendo domada, derrubar o senador.

Ronaldo Caiado sofreu uma fratura cominutiva (com vários fragmentos) na cabeça do úmero esquerdo com deslocamento posterior do tubérculo maior. Depois de avaliar o caso com médicos, o senador descartou a cirurgia e optou pelo tratamento convencional. Ficou afastado por 15 dias do Senado, abrindo uma exceção para votar pelo afastamento do senador Aécio Neves. Depois disso, precisou ficar mais algumas semanas afastado

Ronaldo Caiado ficou dois meses de repouso após o acidente. No fim de novembro, para acelerar a recuperação, ele optou por um procedimento de drenagem de um hematoma subdural à esquerda (acúmulo de sangue entre o cérebro e o crânio). Depois acabou enfrentando um quadro de embolia pulmonar mas, graças aos cuidados médicos, conseguiu se recuperar.

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