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“O Goiás de Resultados será a cara da nossa gestão”, diz Caiado ao lançar programa

Iniciativa engloba todas as pastas do governo e visa o desenvolvimento de ações práticas para a sociedade nos próximos três anos. As atividades serão coordenadas pelo vice-governador Lincoln Tejota

O governador Ronaldo Caiado lançou, nesta quinta-feira (23/05), o Programa Goiás de Resultados e, na ocasião, enfatizou que a gestão precisa ter a certeza de onde quer chegar, e que é preciso ter prioridades bem definidas. Assim, o objetivo do programa é estabelecer metas prioritárias para acompanhar os projetos que estão sendo apresentados por cada pasta, autarquia ou agência, e fazer um acompanhamento semanal para garantir o cumprimento das iniciativas, e, o mais importante, o resultado disso para a população.

O coordenador do programa será o vice-governado Lincoln Tejota, que já constituiu um comitê executivo para monitorar a gestão e também a entrega de resultados de cada área. Todas as metas no programa têm total sintonia com o plano de governo apresentado por Caiado e Lincoln na última eleição, com metas como a regionalização da saúde, geração de empregos e retomada de desenvolvimento do Estado.

Caberá à equipe identificar e dar celeridade aos projetos definidos como prioritários em cada uma das áreas. “De forma sucinta, vamos cada vez mais concentrar as ações, buscar eficiência, rapidez e celeridade. O Programa Goiás de Resultados será, indiscutivelmente, a cara do governo, a meta do governo, aquilo que nós nos comprometemos”, assegura Ronaldo Caiado.

As metas do programa serão definidas dentro dos eixos estruturantes da gestão: segurança pública, saúde, educação, crescimento econômico, combate à desigualdade, inovação e cidades inteligentes, infraestrutura, agricultura e meio ambiente, e eficiência da gestão e governança.

“Essa reunião de hoje tem uma importância ímpar. É daqui que vamos ter a certeza de onde nós vamos chegar. Não acredito em governo que faz uma pauta a cada dia. Governo que tem uma pauta a cada dia não tem pauta nenhuma. Temos que ter um traçado muito claro para sabermos o que cada Secretaria e órgão do governo vai priorizar”, afirmou o governador.

Ao destacar o programa, o vice-governador lembrou do desejo de transformação da população na última eleição. “Foi um sentimento de mudança e um desejo de entrega grande por parte da população. E a nossa preocupação, a do governador quando criou esse programa, foi justamente a necessidade de entregar à população o que ela deseja. O governador determinou que cada secretário estabelecesse metas para sua pasta. Metas atingíveis, que estivessem em condições de estar no orçamento e executáveis. Esse programa foi criado justamente para acompanhar essas metas, a entrega dos resultados para a população”, sublinhou Tejota.

Para o vice-governador, o programa servirá como uma bússola para direcionar o governo durante os próximos três anos. Segundo Lincoln Tejota, em cada Secretaria, líderes serão capacitados pela Escola de Governo para que cada pasta também tenha uma pessoa que acompanhe as metas e as reuniões semanais.

O decreto de criação do programa também permite a realocação de verbas orçamentárias, de acordo com o avanço ou a morosidade de cada meta. A decisão final ficará a cargo do governador. “Eu serei um incentivador. Meu papel de coordenar o programa e reuniões mensais entre os secretários servirá para articular as ações prioritárias do governo e colher as boas ideias de nosso secretariado”, afirmou Lincoln.

O vice-governador disse que um dos objetivos do Goiás de Resultados será buscar incremento de receitas e atração de novos negócios. Ele citou como exemplo a missão que fará a China na semana que vem. Segundo Tejota, o país é um dos maiores parceiros do Estado e importou de Goiás, só em abril, US$ 172 milhões.

“Temos de divulgar e explorar nossas potencialidades, a força do nosso Estado. Temos uma economia que está crescendo porque temos encarado os problemas de frente”, afirmou o vice-governador, que esclareceu, também, que a missão será feita a convite do vice-presidente da China e de um grupo de investidores. Portanto, não haverá custo para o Governo do Estado.