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Nota Oficial – Acidente deixa Ronaldo Caiado de licença do Senado por 15 dias

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado, ficará de licença médica de suas atividades parlamentares inicialmente durante 15 dias. O senador sofreu uma queda sobre o ombro esquerdo na última sexta-feira (13/10), em sua fazenda no município de Mara Rosa (GO). O acidente ocorreu após uma mula, que estava sendo domada, derrubar o senador. Com apenas quatro dias do acidente, o paciente está impossibilitado de fazer qualquer deslocamento.

Ronaldo Caiado sofreu uma fratura cominutiva (com vários fragmentos) na cabeça do úmero esquerdo com deslocamento posterior do tubérculo maior. Pelo aspecto radiológico e da tomografia, há indicação cirúrgica. Por causa de um grande hematoma formado no local da fratura, o senador, que é ortopedista, e os seus colegas médicos optaram pelo uso de um aparelho específico para imobilizar o ombro e o braço esquerdo . Vão aguardar por uma semana para repetir novamente os exames e optar definitivamente por qual tratamento seguir: o conservador ou o cirúrgico. Neste período o senador se encontra em sua residência em Goiânia, em repouso absoluto, usando analgésicos e anti-inflamatórios.

Ronaldo Caiado DIVULGAÇÃO Crédito Sidney Lins Jr

Caiado cobra Banco Central a apresentar plano de retomada de investimentos no país

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), questionou o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sobre medidas que estão sendo adotadas no governo para a retomada do investimento no país.

Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, nesta terça-feira (10/10), Caiado ressaltou o esforço do Congresso para aprovar mudanças no indexador de empréstimos do BNDES e uma maior transparência às operações do banco. De acordo com o senador, agora é a hora de o governo mostrar o que está sendo feito para a retomada dos investimentos no país.

“Desde 2007 até 2016 investiu-se em infraestrutura o correspondente a mero 0,9% do PIB. O BNDES, que em 2008 recebeu mais de R$ 500 bilhões do Tesouro, preferiu repassar recursos para os tais ‘campeões nacionais’, que nada mais eram do que empresas financiadoras do PT. Só de taxa de equalização desses empréstimos saiu do bolso do trabalhador o equivalente a 10 anos de cesta básica. Já aprovamos uma nova taxa de equalização e regras de transparência para corrigir esses erros. Queremos saber agora qual o próximo passo do BC para a recuperação dos investimentos”, cobrou Caiado.

Goldfajn citou a série de privatizações que estão em curso em algumas empresas públicas deficitárias e o interesses de investidores internacionais que condicionam o aporte de recursos em infraestrutura no país a uma perspectiva de estabilidade na retomada do crescimento e da condução da política econômica do governo.

HISTÓRICO
Durante sua participação, Caiado lembrou os erros cometidos na condução do Banco Central nos governos Lula e Dilma que atrapalharam a condução

“A época do PT foi recorde em lucros para bancos e para a especulação financeira. Concentração total. Dados publicados demonstram em comparativo ao governo anterior uma diferença de lucro de 550% para a especulação. Fora o que se sugou do povo brasileiro para pagar a equalização de empréstimos de aliados do PT no BNDES”, protestou.

Orizona-FotoLeandroVieira

“Goiás espera unidade da oposição para vencer”, diz Caiado em Orizona

Goiás espera a unidade da oposição para vencer as eleições em 2018 e dar um novo rumo às práticas políticas e administrativas do Estado. Este foi o clamor das lideranças de 40 municípios que lotaram nessa segunda-feira (09/10) à noite a Feira da Agricultura Familiar, em Orizona, para receber o 4º Encontro da frente de oposição “Unidos para Mudar Goiás”. O senador Ronaldo Caiado (Democratas), uma das principais lideranças do encontro, afirmou ter a expectativa de que todos os aliados tenham a mesma convicção.

Mais de 800 pessoas ouviram as palavras do presidente regional do Democratas. Ao todo foram 41 vereadores e 34 presidentes e representantes de partidos presentes, além dos representantes das onze siglas partidárias que compõem a frente de oposição “Unidos para Mudar Goiás”: PMN, PEN (hoje Patriotas), PHS, PPL, PTC, PV, PRTB, PSDC, PRP, PMDB e Democratas. Todos unânimes em defender que a oposição se fortalece se estiver unida em 2018.

“Me coloco como pré-candidato ao governo de Goiás. Mas quero deixar claro que sou um homem que me submeto às regras que forem colocadas para ganharmos as eleições. Vamos entrar na disputa de cabeça erguida, sem conchavos, e aquele que tiver em melhores condições será o candidato. Convidamos todos os aliados, o PMDB em sua inteireza, a um jovem parlamentar preparado, inteligente e combativo que é Daniel Vilela: Goiás espera a unidade para vencer as eleições”, discursou.

Ronaldo Caiado afirmou que não há perspectiva de melhorias com o atual governo. Ele lembra que só Orizona já vivenciou a realidade de ver a explosão de caixas eletrônicos por nove vezes. Ele lembrou ainda que a maioria das cidades goianas tem apenas uma viatura policial para fazer a segurança de toda a população, enquanto o governador e seu vice tem à disposição um aparato enorme.

O senador questionou se é esta a realidade que os goianos querem continuar vivendo. “A hora de decidir o que queremos é agora. É essa segurança, saúde e educação que Goiás quer? Ou queremos realmente mudar Goiás para melhor?”

Caiado lembrou o caso da Celg. “Venderam a preço de banana, deram 30 anos de isenção de ICMS e os prefeitos não vão receber nada. O serviço conseguiu piorar, falta energia, compromete a produção e a população agora fica no escuro”, disse.

Sobre a saúde, Ronaldo Caiado lembrou que o governo estadual cortou verbas dos hospitais do Entorno e de outras regiões que há anos vem prometendo terminar.

Qualidades especiais

Uma das grandes lideranças da região da Estrada de Ferro que estiveram no evento foi o ex-prefeito de Orizona Anteres Vieira, que ressaltou ser difícil perder a disputa com um candidato que reúne tantas qualidades especiais. Para ele, a alternância de poder é mais do que salutar – é fundamental em um regime democrático.

“Goiás precisa mudar. E Ronaldo Caiado tem estatura moral, intelectual e ética para ser presidente do Brasil. Se tem para governar o País, é muita sorte para os goianos que ele tenha preferido tentar a disputa em Goiás. Acompanho o trabalho dele e sei como trata com seriedade o assuntos públicos. Ele reúne atributos como lealdade, honradez, além de ser ficha limpa. Goiás precisa de você”, garantiu.

O também ex-prefeito Felipe Antônio Dias (PMDB) afirmou que é nítido o entusiasmo da população em ter a oportunidade de escolher Ronaldo Caiado para governar. “Cheguei aqui e olhei nos olhos das pessoas, vi o brilho da esperança de que as coisas podem mudar, que elas poderão ter de volta o sossego em suas casas. Sonhamos aqui há quase 30 anos com a duplicação da nossa rodovia e nada. O senhor vai mudar isso”, afiançou.

Felipe Antônio também testemunhou sobre a lealdade do senador com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), com quem caminhou em 2014 nas eleições para o governo estadual e também em 2016, quando o peemedebista se elegeu na capital. “Vi o senhor com o Iris e como é um homem leal. Queremos te ver no Palácio das Esmeraldas”, afirmou.

Força

Anfitrião da festa, o peemedebista Rinaldo Costa afirmou que o evento de ontem mostra como está viva a força das oposições em Goiás. “Esta força está presente em todo o Estado de Goiás e em Orizona não seria diferente. Temos pesquisas aqui que mostram que o senhor está bem à frente para a corrida estadual. Orizona quer fazer parte da mudança e trará uma grande vitória às oposições. Não podemos nos dividir. Temos de caminhar juntos para a vitória vir mais fácil”, defendeu.

Mais uma vez presente no encontro, o ex-prefeito de Guapó Luiz Juvêncio (PMDB) afirmou que Ronaldo Caiado é o nome que aglutina as lideranças. Para ele, é preciso romper o ciclo de governo atual. “A história mostra que nem uma ditadura durou mais do que 20 anos. Aqui em Goiás estamos em uma ditadura de um governo corrupto que não respeita os prefeitos e lideranças. Fui perseguido quando fui prefeito porque nunca fui com meu chapéu no Palácio. Tenho certeza que agora Goiás terá um representante à altura”, torceu.

O vereador do PMDB de Rialma, Paulineli Carneiro, afirmou que é impossível conter o desejo da população. “Quando o povo quer não adianta. A mudança é agora. Estive em Goianésia no evento do PMDB – que, vamos fazer justiça, não foi grande como o de hoje – e falei ao Daniel que sem Ronaldo Caiado vamos levar uma taca. A mudança é agora. O povo de Goiás quer mudança e o nome para isso é o de Ronaldo Caiado”, salientou.

Representando o presidente do PRP de Goiás, Jorcelino Braga, o vice-presidente Gerceley Batista disse que Ronaldo Caiado é um dos poucos que transformam a política em um ofício de honra. “Obrigado por nos representar em Goiás com tanta perfeição. A oposição tem um nome de honradez e com propostas”, elogiou.

Também participaram do encontro o presidente do Democratas de Orizona, Henrique Cunha Tavares; o suplente de senador Luiz Carlos do Carmo (PMDB); o presidente do PPL, José Netho; o vereador Juarez Lopes (PRTB); o vice-presidente do PV, Cristiano Cunha; o presidente do PMN, Eduardo Macedo; o presidente do Patriotas, Santa Pires; o presidente da Faeg, José Mário Scheiner; o deputado federal Delegado Waldir; o vice-prefeito de Rio Verde, Chico do KGL; o vice-prefeito de Silvânia, João Caixeta (DEM).

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Relativização das leis é um equívoco, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/10) pela Folha de S. Paulo que não se pode destruir a democracia brasileira partindo do pressuposto de que é possível resolver a crise política sem os políticos. Para ele, é um equívoco a relativização da lei e as manifestações intervencionistas que ignoram o aprendizado que o Brasil teve.

“O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização – quando não a transgressão pura e simples – da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos”, alertou.

Segundo o senador, a crise atual permite avaliar o bom funcionamento das instituições. “É nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior”, afirmou.

O democrata reafirmou ainda acreditar no equilíbrio entre os Poderes. “O sistema de pesos e contrapesos de nossa República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei”, lembrou. “De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei”, reforçou.

Confira a íntegra do artigo:

Não há atalhos na lei

Não há precedente na história da democracia de crise política que se resolva de fora para dentro –isto é, sem o protagonismo dos próprios políticos. Inversamente, há inúmeros casos em que, a pretexto de condenar a ação nefasta de alguns, destruiu-se a democracia, na ilusão de que a solução poderia vir de fora.

O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização –quando não a transgressão pura e simples– da lei.

O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos.

Convém lembrar a lição de Winston Churchill, de que a democracia é o pior dos regimes, excetuados todos os outros. Mais que lição, é um alerta permanente.

A política brasileira está enferma. Algumas das principais lideranças estão submetidas à Justiça, umas já condenadas, outras denunciadas e algumas já presas. Incluem-se aí nada menos que dois ex-presidentes –Lula (já condenado) e Dilma (ré)– e o atual, Michel Temer (denunciado), além de alguns dos principais empresários do país.

São nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento.

O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior.

Senado e STF divergem neste momento quanto ao enquadramento penal que se deve dar a um parlamentar: deve ser julgado como um servidor público estatutário –que não o é, assim como também não o são os ministros do STF e o presidente da República– ou se pela Constituição.

Cada uma daquelas funções está regulada pela Constituição, que, como é óbvio, se sobrepõe à legislação ordinária.

A título de comparação, se uma comissão do Senado, que tem a prerrogativa de julgar ministros do STF, enquadrasse um deles como servidor estatutário e o suspendesse da função, antes do julgamento pelo plenário, recolhendo-o à prisão domiciliar, estaria infringindo a Constituição.

O Senado já deu provas de que se dispõe a trabalhar em harmonia com o Judiciário. Quando o STF decretou a prisão do então senador Delcídio do Amaral, pediu, dentro do que estabelece a Constituição, autorização ao Senado, que a aprovou no mesmo dia. Posteriormente a Comissão de Ética casou o mandato.

Não há, pois, razão para alimentar controvérsias. E o Senado entendeu e evitou confrontos com o Supremo. Não o fez porque investe na superação da crise.

No dia 11, o pleno do STF decide Ação Direta de Inconstitucionalidade, que trata do tema. Acreditamos que prevalecerá a Constituição, que os ministros não sucumbirão ao ativismo político. A tentação de legislar já se manifestou em outras ocasiões, mas integrante do Judiciário é prisioneiro da lei. Se quiser legislar, terá de se candidatar.

O sistema de pesos e contrapesos da República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais, e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei.

De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei. Fora dela, já dizia Ruy Barbosa, não há salvação.

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Caiado comemora a liberação de R$ 40 milhões do MEC para a educação superior em Goiás

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, comemorou nesta quinta-feira (05/10) a autorização do Ministério da Educação (MEC) para a liberação de R$ 40 milhões para as universidades e institutos federais em Goiás. Com a medida, que beneficia em R$ 1,2 bilhão as instituições federais do País, haverá aumento de cinco pontos porcentuais no limite de empenho do orçamento para custeio e de 10 pontos porcentuais para investimento.

Em relação à liberação de limite para o pagamento de despesa pública, referentes a recursos financeiros discricionários, a Universidade Federal de Goiás (UFG), o IFG Goiano e o IFG de Goiás vão receber um total de R$ 19 milhões. São R$ 10 milhões para a UFG, R$ 5,4 milhões para o IF Goiano e R$ 3,3 milhões para o IF Goiás.

Segundo o MEC, o limite de empenho liberado de custeio (usado na manutenção das instituições) e aumento de 80% para 85% e o de investimento de 50% para 60%. O valor de custeio da UFG ficou em R$ 4,7 milhões, o crédito repasse estudantil em R$ 4,9 milhões e os investimentos em R$ 2,5 milhões.

Já o IF Goiano terá R$ 2,28 milhões para custeio, R$ 967 mil para investimentos e R$ 2,4 milhões para assistência estudantil. O IF Goiás terá R$ 1,8 milhão para custeio, R$ 456 mil para investimento e R$ 1,5 milhão para assistência. Ao todo são R$ R$ 21 milhões a mais de uma liberação extra de limite para empenho equivalente a cinco pontos porcentuais para o custeio e mais 10 pontos porcentuais para investimento em cada uma das instituições federais.

“Mesmo em meio à grave crise nacional o ministro Mendonça Filho tem se empenhado para atender a educação superior no Brasil. E Goiás recebe sempre uma atenção especial. As instituições federais terão agora melhores condições de desempenhar o seu papel na educação e valorização profissional dos jovens”, elogiou o senador.

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Aprovado relatório de Caiado que garante acesso de mulheres com menos de 50 anos à mamografia pelo SUS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4/10) relatório do senador Ronaldo Caiado a Projeto de Decreto Legislativo (PDS 377/2015), que susta os efeitos de portaria do Ministério das Saúde que limita exames de mamografia pelo SUS. A Portaria 61/2015 do ministério estabelece que a mamografia como forma de prevenção e rastreamento do câncer de mama é recomendada apenas a partir dos 50 anos de idade. A norma é ilegal ao contrariar lei federal (Lei 11.664/2008), que garante realização do exame a partir dos 40 anos de idade. Com a derrubada da portaria, ficam novamente disponíveis os exames de mamografia a partir dos 40 anos de idade.

“É um projeto que repara erro absurdo do PT que retirou mulheres de 40 a 50 anos de programa de rastreamento de câncer de mama. Coube a mim a relatoria desse decreto legislativo de importância ímpar para a saúde pública de milhões de mulheres no país. O que o Ministério da Saúde está praticando desde o Governo PT é uma barbaridade. Contraria modelo lançado em 2008 em comemoração ao Outubro Rosa. Em 2008, foi sancionada lei que prevê que a partir de 40 anos todas as mulheres estão dentro de programa de rastreamento de câncer de mama. Isso dá direito a fazer mamografia e outros serviços de prevenção. Sabemos que essa é uma faixa etária de risco para a doença”, explicou o líder do Democratas no Senado.

O PDS segue agora para apreciação no plenário do Senado Federal.

Entenda
A Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde torna pública a decisão de não ampliar o uso da mamografia para o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas com risco habitual fora da faixa etária atualmente recomendada (50 a 69 anos) no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Isso significa que apenas mulheres a partir dos 50 anos terão o exame assegurado pelo SUS.

A portaria contraria Lei 11.664/2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O inciso III do art. 2º da lei incumbe ao SUS garantir a realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Acesse a íntegra do relatório

 

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Ronaldo Caiado - Divulgação 03-10 plenário - CRÉDITO Sidney Lins JR

Caiado diz que cabe ao plenário do STF julgar ADI sobre afastamento de parlamentar

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) defendeu que o Senado aguarde o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Em sessão plenária desta terça-feira (03/10), alguns senadores articularam para que o Senado votasse a revisão da decisão do STF que afastou o senador mineiro de suas funções. Caiado afirmou que qualquer votação antes do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), no próximo dia 11, não estará respondendo a uma decisão do STF.

“Quero ponderar que hora alguma o Senado deixou de se comportar como uma instituição que deve e respalda sempre as normas constitucionais. Defendo a tese do adiamento para o dia 11 por um motivo simples: não foi o Supremo que julgou, foi uma turma. Após o julgamento da ADI saberemos se os ministros do Supremo acreditam que nós, parlamentares, devemos ser julgados pelos Artigos 53, 54, 55 conforme está na Constituição, ou se seremos julgados por uma legislação infraconstitucional”, afirmou.

Caiado reforçou a tese de que os membros do Supremo devem ser “prisioneiros da lei”. “O que se espera é que o que quer que seja para decidir seja decidido exatamente dentro da lei. Se quiserem legislar, que venham ser deputados, que venham ser senadores”, criticou.

BOM SENSO
Ao sustentar sua posição no plenário, Caiado apelou ao bom senso dos senadores e da opinião pública para não “fulanizar” o momento.

“Esperar a decisão do dia 11 vai colocar o que realmente o STF entende de nossas prerrogativas como deputados e senadores. Aí sim, serão as instituições que estarão debatendo. Se vierem descumprir as normas constitucionais, seremos os primeiros a sinalizar. Agora não podemos ficar aqui parecendo que a instituição está sendo usada para defender ‘A’ ou ‘B'”, concluiu.

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Caiado comprova que BNDES não reprovou nenhum projeto da JBS durante Governo PT

O ex-presidente do BNDES nos Governos Lula e Dilma, Luciano Coutinho, afirmou que “não se lembra” de nenhum pleito da JBS que tenha sido rejeitado pelo BNDES durante o tempo em que comandou a empresa. De acordo com ele, apenas alguns projetos que teriam sido “aperfeiçoados” pelo banco.

A declaração foi dada durante a CPMI do JBS, durante a sessão nesta terça-feira (03/10), em resposta à pergunta do senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO). Coutinho é o presidente mais longevo do banco, ficando no comando de maio de 2007 a maio de 2016. *Durante esse período, ele recebeu a visita dos sócios da empresa 23 vezes.*

“Vossa senhoria diz que não se lembra de a JBS ter nenhum projeto rejeitado, mas que provavelmente todos foram ‘aperfeiçoados’ No entanto, o que assistimos no Brasil são milhares de projetos rejeitados pelo BNDES e que sequer tiveram esse gesto nobre por parte do banco de fazer um trabalho de ‘aperfeiçoamento’. Queremos deixar essa evidência do tratamento diferenciado que foi dado. Dados do TCU mostram que o tempo de tramitação dos processos da JBS duraram 20 dias. O tempo médio no BNDES é de 202 dias”, ressaltou Caiado.

Coutinho também precisou responder se houve alguma pressão por parte do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, preso sob acusação de facilitar interesses do grupo no governo federal. Caiado lembrou que todas as afirmações feitas na comissão serão comparadas à futura delação premiada de Mantega. O ex-ministro deve apontar como funcionava o tráfico de influência envolvendo a Fazenda e os bancos públicos.

“Por que faço essa pergunta? porque fomos informados hoje pela imprensa que Mantega está negociando uma delação premiada. As declarações têm que estar de acordo com o que Mantega disse. Se não, será chamado novamente e vamos confrontar o que não está de acordo entre os dois senhores, “explicou.

HISTÓRICO
Ronaldo Caiado também chamou a atenção para o primeiro escândalo que envolveu a JBS e o BNDES ainda em 2005, quando gravações que envolviam Júnior Friboi e um empresário revelaram que o grupo mantinha um cartel e fixava preço em todo o país. Na época, Caiado era presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e chegou a acionar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Hoje, 12 anos depois, o Estadão publica que agora o Cade mandou abrir novamente e recomendou ao tribunal que condene o Júnior Friboi pelas gravações e pelo cartel montado.E na gravação ainda há a informação de que haveria um contrato de gaveta com o BNDES”, lembrou.

Coutinho evitou responder diretamente o tema e negou que houvesse qualquer tipo de pressão entre o grupo e o ex-ministro Mantega com o banco.

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Reitor e superintendente elogiam empenho de Caiado na construção do novo HC

O reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Orlando do Amaral, e o superintendente do Hospital das Clínicas (HC), José Garcia Neto, agradeceram nesta segunda-feira (02/10) o empenho do senador Ronaldo Caiado (Democratas) para a construção do novo edifício do HC, tido como um marco para a história da saúde em Goiás. O agradecimento foi durante café da manhã com toda a bancada goiana, que tem viabilizado recursos para o empreendimento.

O hospital universitário deve ser o maior do País de uma universidade federal e poderá suprir uma carência histórica na oferta de novos leitos para internações clínicas e cirúrgicas de pacientes do SUS. Segundo o reitor, Ronaldo Caiado é um parceiro fiel da instituição.

“O objetivo deste encontro hoje é mostrar aos parlamentares a execução desta obra, que vem sempre construída há muitos anos com recursos da bancada. Queria agradecer em particular o senador Ronaldo Caiado, que é um parceiro constante da universidade que destina emendas individuais e também de bancada”, testemunhou Orlando do Amaral.

O superintendente do HC também fez questão de destacar o papel do democrata nesta iniciativa. “O senador sempre ajudou o HC. Há mais de 10 anos ele vem fornecendo suas emendas como deputado e agora como senador, permitindo a construção deste que será o maior hospital universitário do Brasil. Temos de reconhecer sua ação como parlamentar e também como goiano que tem trabalhado pelo desenvolvimento do Estado e da saúde pública”, disse.

Atuação da bancada

Ao todo serão 20 pavimentos com 45 mil metros quadrados e 600 leitos de internação. A perspectiva é de que no próximo ano 300 leitos já estejam liberados e possam ajudar a diminuir a fila pelas cirurgias eletivas em Goiás. Serão oferecidos serviços de média e alta complexidade no âmbito de atendimentos terciários e quaternários, incluindo transplante de órgãos, atendimento oncológico e ortopédico, entre outros.

Ronaldo Caiado lembrou que tudo isso só foi possível com a união suprapartidária dos parlamentares goianos. “Quando me viram no Congresso lutar duramente contra a tese de que se pode tirar dinheiro de bancada para financiar campanha eleitoral, é porque não podemos comprometer ações como a que assistimos hoje em Goiânia. Esse hospital, que será referência no País, contou com empenho de vários anos e de um gesto suprapartidário de todos os parlamentares. Desde meus mandatos na Câmara e agora como senador, sempre fiz questão de destinar emendas para essa obra tão importante”, lembrou o senador.

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Acompanhado do secretário de educação superior do Ministério da Educação, Paulo Barone; do atual reitor; do superintendente; do futuro reitor Edward Madureira; e do deputado federal Pedro Chaves (PMDB), o senador vistoriou as obras.

“É uma união virtuosa entre os interesses da comunidade goiana, da UFG no que se refere à atenção à saúde e aos parlamentares que são sensíveis e alocam os seus esforços para a conclusão dessa iniciativa. Quando a comunidade acadêmica se aproxima dos seus representantes, ela consegue seus objetivos que são o melhor atendimento da população”, elogiou Paulo Barone.

Emendas

A área de saúde em Goiás é uma das que maior atenção recebe do senador Ronaldo Caiado,. Só o Hospital das Clínicas foi objeto de sete emendas do parlamentar nos últimos anos. As mais recentes foram para a construção do hospital e para a compra de um monitor multiparamétrico para a unidade.

Quando deputado federal ele também se preocupou em destacar emendas para a reforma e ampliação do Pronto Socorro, da obra do edifício de internações e com a construção do setor de Nutrição e do Ambulatório de Anemia Falciforme.

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Cotado para a Presidência, Caiado diz na RedeTV que foco é Goiás

Entrevistado da noite de sexta-feira (29/09) para o programa “Mariana Godoy Entrevista”, da RedeTV, em uma série com presidenciáveis, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) garantiu que seu foco é trabalhar pela candidatura ao governo de Goiás. Segundo ele, é preciso recuperar o Estado.

“Infelizmente Goiás foi muito penalizado com a gestão que está aí há 20 anos. Hoje Goiás é um dos Estados mais endividados do País. É triste vê-lo nessa condição. Goiás foi roubado. Fizeram uma lei com duração de uma semana que deu anistia de quase R$ 1 bilhão para a JBS”, recordou durante o programa.

Recentemente o democrata entrou com ação popular na Justiça de Goiás para pedir o ressarcimento do valor concedido pelo Estado ao grupo JBS no Programa de Incentivo à Regularização Fiscal de Empresas de Goiás (Regulariza), que instituiu em 2014 descontos de até 100% de multas e atualizações de débitos de ICMS.

Na época foi editada a lei número 18.709/14, que durou apenas uma semana e passou a prever a modalidade de perdão integral das dívidas. Com isso a JBS teve perdão de R$ 949 milhões de sua dívida de R$ 1,27 bilhão com o Estado. Ao todo, 76% de toda a renúncia fiscal do Regulariza foi concedida em favor da JBS.

Vice-presidente da CPMI no Congresso da JBS, o senador afirmou à jornalista que pretende retomar esta discussão e garantir que os cofres públicos de Goiás sejam ressarcidos. Ele contou ainda que a comissão já deve ouvir na próxima semana o depoimento do procurador ngelo Villela, que supostamente teria beneficiado a JBS com informações privilegiadas.

Dória

A disputa presidencial foi o principal tema do programa. O primeiro questionamento foi sobre as recentes conversas do Democratas com o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), em relação a 2018. Ronaldo Caiado confirmou que a articulação existe.

“Tivemos oportunidade de jantar com ele, várias conversas foram feitas. O momento é de articular. Não temos nenhuma restrição, não só em relação a ele. É um jogo aberto. Em eleição majoritária não adianta artimanha de cúpula. Tem de ter capacidade de articulação”, afirmou.

Orgulho de ser político

Na entrevista, o senador falou sobre o orgulho de estar na política e nunca ter visto seu nome envolvido em nenhum tipo de escândalo. “Sou político com mandato há 22 anos. Nunca me viram envolvido em escândalo. Tenho orgulho de ser político, de ser senador por Goiás. E aqueles que pensam que denegrindo a classe política se constrói democracia estão enganados. A política é algo responsável e sério. Os maus políticos não podem denegrir totalmente a política”, afirmou.

Na avaliação dele, um político sem credibilidade não tem condição de fazer as reformas que o Brasil precisa. “O presidente ao ser eleito, se tem uma vida pregressa que o credencia, tem credibilidade para propor mudanças e sair da crise. Agora quando ele está atingido de morte do ponto de vista ético e moral, como vai propor alternativas ao País?”, questionou.

Fundo partidário

Outro ponto abordado durante o programa foi em relação ao projeto que apresentou no Congresso e que previa o fim do horário gratuito de rádio e TV para a criação de um fundo para custear as campanhas eleitorais. Porém, o texto aprovado foi o substitutivo do senador Armando Monteiro (PTB-PE) que permitiu o uso de emendas da bancada mais recursos da renúncia fiscal para os programas partidários para custear as eleições, além da utilização de créditos adicionais do orçamento para este fim.

“Temos de entender que vamos para a campanha num momento de crise de proporções inimagináveis, com classe política desacreditada. Imagina o Brasil em plena crise destinar 3 ou 4 bilhões para um campanha. A sociedade não suporta mais. É total a falta de sintonia do Congresso com as ruas. O momento hoje é outro. Tem de fazer uma campanha cara limpa. Quem pode andar nas ruas tem condições de ser candidato”, defendeu.

Lula candidato

Questionado pelos internautas, Ronaldo Caiado explicou também porque gostaria que Lula se candidatasse no ano que vem para as eleições presidenciais. Para ele, é preciso derrubar o mito que muitos constroem em torno do nome do ex-presidente.

“Tenho receio de criarmos mitos como Argentina criou Perón e a Venezuela criou Chavez. Nunca me enganei com Lula. Dizia que se Lula chegasse ao poder iríamos visualizar a mais dramática gestão do País. Eu não tinha dúvida. Mas as pessoas na época me acharam duro. Seria agora momento de mostrar o que ele falou e a vida dele, como se comporta”, disse.

SUS

O senador teve a oportunidade ainda de falar sobre seus projetos para a área da saúde. Segundo ele, é preciso preservar o Sistema Único de Saúde mas garantir uma gestão eficiente para o bom exercício da Medicina. Ele lembrou que é autor de uma PEC que propõe a carreira de médico de Estado, o que permitiria uma melhor distribuição de médicos especialistas no interior do País.

“Por que não temos especialistas no interior? Porque as pessoas ficam dependentes do humor político, não tem estabilidade, não tem como se manterem atualizadas. Quando se coloca carreira de estado para os médicos, se dá garantia ao especialista de se instalar no interior. A solução não é a pulverização de médicos com a criação de mais vagas nos cursos de Medicina: é a distribuição correta dos médicos”, garantiu

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