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Caiado conquista rede elétrica para 730 famílias em Formosa

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), articulou com o Ministério de Minas e Energia a solução definitiva para a falta de luz elétrica de nove assentamentos em Formosa que totalizam 730 famílias.

Em audiência com representantes trazidos pelo prefeito Ernesto Roller, na manhã desta quinta-feira (11/05), Caiado entrou em contato direto com o ministro Fernando Bezerra Filho que se prontificou em recebê-los imediatamente e resolver a pendência.

“Há anos o Governo de Goiás enrola essas famílias e não oferece energia elétrica. Com a venda da Celg, a situação ficou ainda mais indefinida porque a empresa não tem interesse em resolver o problema. É de impressionar a incapacidade do governador Marconi Perillo em resolver algo tão simples, mas tão importante a esses moradores de Formosa”, comentou Caiado.

O prefeito Roller acompanhou os moradores dos assentamentos de São Francisco, Água Fria, Barra I, Barra Verde, Fartura, Florinda, Água Viva, Junco e Morrinhos no ministério. De acordo com ele, o ministro trouxe sua equipe técnica, incluindo o coordenador do programa Luz Para Todos, e garantiu que as 730 famílias de Formosa terão prioridade no serviço.

“Agradecemos muito ao senador Caiado que sempre se empenha em resolver o problema em vez de ficar só na promessa. Na mesma hora ligou para o ministro que se foi muito solícito em nos ajudar e disse que vai entrar em contato com a Celg também”, comemorou o prefeito.

Os representantes de associações dos assentamentos agradeceram a praticidade com a qual Caiado lidou com o tema em comparação à dificuldade que encontravam no governo goiano para tratar do problema.

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Caiado diz que Marconi usa dinheiro da Celg para comprar prefeitos

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) usou a tribuna do Senado nesta quarta-feira (15/03) para denunciar o uso do dinheiro da venda da Celg para a compra de prefeitos em Goiás por parte do governador Marconi Perillo (PSDB). Segundo o parlamentar, está em curso no Estado um forte mecanismo de pressão para que os prefeitos saiam de seus partidos para aderir ao PSDB, sob pena de não verem os recursos chegarem às suas cidades.

Recentemente no Encontro Estadual do PSDB, ocorrido no dia 17 de fevereiro, o governador expôs publicamente a artimanha. Ele disse na ocasião: “E eu não desisti da meta de chegar rapidamente, ainda no primeiro semestre, aos 100 prefeitos. Temos que ter cuidado em relação ao partidos da nossa base, mas eu insisto que nós temos uma meta de chegar aos 100 prefeitos, pois isso vai ser importante para o nosso projeto em 2018”.

Para o senador, é lamentável e deprimente o mau uso do dinheiro público em favor de projetos de poder. “No ano passado assumi a tribuna várias vezes para relatar a minha preocupação com a privatização da Celg. Não por ser contra a privatização, porque acho que o Estado deve se restringir, mas porque queriam aproveitar a transação para enterrar esqueletos, esconder a má gestão e os desvios ocorridos para campanhas políticas”, lembrou.

Além do óbvio prejuízo ao Estado com a transação – o governo ficou com R$1,1 bilhão da venda, mas assumiu dívidas de R$ 2,4 bilhões com a Caixa Econômica, R$ 3,7 bilhões com o BNDES, além de renunciar a parte do ICMS por 28 anos -, o dinheiro da venda tem sido usado única e exclusivamente para pressionar prefeitos.

“A pergunta que faço é a seguinte: onde está o Ministério Público de Goiás? É possível um partido que elegeu 77 prefeitos usar o dinheiro da Celg para pressionar outros prefeitos a aderirem ao partido? Isso é uma afronta ao eleitor. A máquina do governo vai contra o desejo daqueles que elegeram os prefeitos em suas cidades”, denunciou.

Ronaldo Caiado também elencou a situação de Goiás, mostrando como o governo está mais atento ao continuísmo do que à administração pública. “É inaceitável, inadimissível. O Estado é o 2º em roubo de carros no País. Os Hospitais Regionais estão inacabados. São 448 obras atualmente sem conclusão. E o dinheiro da Celg está sendo usado para um projeto político para 2018. Por essa mesma razão é que a Celg foi o Petrolão de Goiás”, lamentou.

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Goianos amargarão dívidas de R$ 4,7 bilhões com venda da Celg, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, criticou a mais recente tentativa do governo de Goiás de concretizar a venda da Celg às custas de um maior endividamento do Estado. Trata-se da aprovação ontem (31/03) do projeto de lei de que faz com que o Estado assuma R$ 2,4 bilhões da dívida da Celg com a Caixa Econômica Federal.

Pela matéria, Goiás pagaria originalmente R$ 1,9 bilhão para a Caixa assim que a venda da Celg fosse concretizada. Porém, em valores atualizados, a dívida hoje é de R$ 2,1 bilhões. A liderança do governo teria apresentado uma emenda passando o valor para R$ 2,4 bilhões, dentro de uma projeção futura.

Na avaliação do senador, é mais uma conta que a população vai pagar indevidamente. “Veja a proporção do rombo que o governador Marconi Perillo planeja fazer no bolso dos goianos. Depois de assumir uma dívida de R$ 3,7 bilhões com o BNDES para transferir a Celg para a Eletrobras, agora o governador quer se desfazer do restante da empresa e ficar com outra dívida com a Caixa. Só que, para piorar, o cidadão não vai pagar mais o R$ 1,9 bilhão previsto inicialmente. Serão agora R$ 2,4 bilhões, considerando os juros de 6,8% ao ano”, contabilizou.

Ao final das contas, aos goianos só restarão os prejuízos. “Com a perspectiva da venda da Celg por R$ 1,4 bilhão, no final das contas nós ficaremos com uma dívida de R$ 4,7 bilhões, somando Caixa, BNDES e subtraindo o valor da venda. Não é ficção ou pesadelo. É uma das piores heranças que esse desgoverno Marconi vai deixar”, finalizou.

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“Quem apoia esse governo (Marconi), não tem compromisso com a sua cidade”, diz Caiado em programa de TV e rádio do Democratas

O senador Ronaldo Caiado vai aparecer durante este mês no horário gratuito eleitoral do Democratas na televisão e rádio com críticas ao discurso fantasioso do governo estadual. As seis inserções ocorrem nos dias 7, 18, 25 e 28 de março e tratam de temas em que a propaganda do governador Marconi Perillo (PSDB) tenta camuflar a realidade, como saúde, segurança pública e infraestrutura. As pílulas serão transmitidas de acordo com a região do Estado. Para cada uma delas, o tema que mais aflige a população.

Nas pílulas, o líder do Democratas afirma que o governo e sua equipe preferiram investir em propaganda a cuidar da população. Exibindo reportagens que mostram o caos vivenciado pelo Estado em várias áreas, o senador conclama aos que não apoiam este governo a se juntarem ao Democratas na busca por mudanças.

“Goiás está entregue à bandidagem. O caos que o governador instalou passa da irresponsabilidade. A violência está por toda parte. Os bandidos estão soltos e nossa gente presa em casa com medo. Segurança é responsabilidade do Estado, a culpa é do governador. Este ano teremos eleições municipais. Quem apoia esse governo, não tem compromisso com a sua cidade. Junte-se a nós, seja Democratas”, diz na inserção sobre segurança pública.

A problema da energia elétrica também é tratado em duas pílulas. Numa delas o senador cita o caso da Celg e denuncia o abandono, a incompetência e a corrupção dentro da empresa. “A Celg é o Petrolão de Goiás. O governador se juntou com a presidente e estão acabando de vez com a nossa Celg”, afirma na propaganda.

A saúde é outro tema tratado nas pílulas. Em uma delas o senador lembra que Marconi Perillo negligencia áreas importantes do Estado para investir em propaganda. “O governo de Goiás prefere gastar com publicidade do que cuidar das pessoas”, denuncia.

Os vídeos também estarão disponíveis nas redes sociais do senador. Acesse abaixo pelo canal do Youtube:

1 – https://youtu.be/fNnn_iJC0aQ

2 – https://www.youtube.com/watch?v=1Po23H1A0hg

3 – https://youtu.be/YvHUkCufLr8

4 – https://youtu.be/QZjoo9r75Os

5 – https://youtu.be/u2ZnGVjIJv8

6 – https://youtu.be/tx2mE68vQnE

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Requerimento de Caiado quer descobrir quem vai pagar o desconto na dívida da Celg: goianos ou todos os brasileiros

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), encaminhou ofício ao Ministério de Minas e Energia para que seja esclarecido a quem será repassado o excedente da redução calculada na dívida da Celg. O novo montante atende agora por uma fórmula da cálculo que leva em conta a taxa de câmbio de janeiro de 2015.

“Esse recálculo acabou por gerar um excedente de cerca de R$ 400 milhões em favor de Goiás. No entanto, não se sabe de maneira clara se esse valor vai ser direcionado aos goianos, se será efetivamente aplicado para o benefício dos consumidores do estado. Há informações divergentes e é preciso que tudo fique bastante esclarecido para que Goiás não seja novamente passado para trás nesse processo”, explicou.

O ofício faz dois requisitos? Uma cópia integral do processo e da decisão que fundamentou a redução da dívida da CELG; e uma cópia do instrumento legal que especifique formalmente para quem serão repassados o excedente da redução calculada.

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“Audiência sobre a venda da Celg foi puro teatro”, diz Caiado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) chamou de teatro a audiência pública promovida nesta quarta-feira (03/02) pelo Estado e União para discutir a venda da Celg, programada para ocorrer no próximo mês. Ao questionar o valor do passivo da empresa, os técnicos presentes não responderam alegando que o momento não era oportuno.

“Se não vieram para responder as nossas perguntas, para que fizeram essa audiência pública? O que se quer fazer com a venda da Celg é caixa de governo e deixar para Goiás a dívida acumulada para os goianos. Os consumidores terão de pagar por isso e a ganhadora do leilão irá receber a empresa sem dívidas”, criticou.

Para Ronaldo Caiado, é inexplicável que o governo tenha dinheiro para o BNDES mas não possa investir na Celg. “A empresa foi inviabilizada porque foi usada como caixa de campanha. Querem sepultar a Celg para esconder a caixa-preta”, disse. “Infelizmente todos os que vieram aqui para a audiência só conseguiram ver uma verdadeira peça de teatro”, lamentou.

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Cobrança extra de ICMS penaliza produtores e é ilegal, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, acusou de arbitrária a iniciativa de cobrar dos produtores rurais valores extras relativos ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), repassados pela Celg após atuação da Secretaria da Fazenda de Goiás. A informação, divulgada nesta terça-feira (19\01) pelo O Popular, é de que com isso a conta de alguns desses produtores mais do que sobrou pois, além de serem taxados em 29%, ainda receberam a cobrança retroativa e acumulada dos anos de 2009 e 2010.
“Marconi Perillo agora usa a Celg para rechear o caixa, na base da chantagem com quem precisa de energia para trabalhar. A notícia está na matéria de hoje de O Popular, que revelou que os produtores tiveram literalmente um susto com a conta de energia deste mês”, lamentou o senador.
A Sefaz alega que o desconto foi dado a consumidores não inscritos por ela como produtores. Na conta de luz aparecem lançamentos descritos como “Autuação Sefaz – ICMS cobrado a menor”. Ronaldo Caiado interpreta esta ação da Sefaz como um subterfúgio. “Essas pessoas sempre foram produtoras e estavam dentro do prorama. O que criou-se foi uma burocracia para arrecadar”, diz.
Para o líder, é mais uma vez a mão pesada do governo estadual no bolso do cidadão. “Isso aconteceu depois que a Secretaria da Fazenda autuou a Celg em R$ 11,6 milhões por dar desconto a consumidores não inscritos na Sefaz como produtores rurais. É uma arbitrariedade arquitetata pelo governo de Goiás, que só penaliza quem mais precisa de incentivo neste momento”, resumiu.

Crédito - Sidney Lins Jr.2

Comitê deve mediar impasse sobre linhas de alta tensão da Celg em Goiânia

Um comitê formado pela Aneel, OAB, Conselho Regional de Engenharia (Crea) e Conselho Federal de Medicina (CFM) deve mediar a partir de agora o impasse sobre o projeto de linha de alta tensão da Celg, que em seu traçado original passaria por oito bairros de Goiânia. A audiência pública realizada nesta terça-feira (08/12) no Senado Federal, com a presidência do senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO), contou com a presença de representantes dos moradores da região Sudoeste da capital de Goiás; do presidente da Eletrobras, José Carvalho da Costa Neto; e de representantes da Celg e Aneel. A próxima reunião deve ocorrer em Goiânia.

Caiado propôs a participação do Conselho Federal de Medicina por conta de o risco à saúde ser uma das maiores preocupações da população atingida pela obra. Durante o debate, os moradores apresentaram grande quantidade de documentos, informações técnicas e laudos oficiais que atestaram como a Celg insiste em manter um projeto repleto de equívocos. A proposta de um comitê partiu do próprio presidente da Eletrobras. O colegiado a ser formado deve agora achar uma uma alternativa que atenda a comunidade que seria atingida pela instalação das linhas de alta tensão.

“Como médico e senador pelo meu estado de Goiás não posso deixar de respaldar a inquietação dos moradores em relação à saúde. Vimos a questão do risco de câncer pela proximidade com as linhas de alta tensão ser minimizado aqui, mas a realidade é que a incidência da doença tem aumentado desde que começamos a usar o telefone celular. Essas informações não podem ser desprezadas”, disse Caiado que acertou que as próximas reuniões sobre o assunto serão realizadas em Goiânia com representantes dos órgãos mencionados.

Representados por Marcelo Heleno Coelho de Souza e Flávio Augusto Corrêa, os moradores relataram como a Celg faltou com a verdade desde a última audiência realizada em novembro de 2014, quando foi determinada por José da Costa Carvalho Neto a interrupção da obra e a abertura de um diálogo. “Nós estamos decepcionados por um diálogo que nunca foi realizado. Empresa pública deveria zelar pelo bem público e não insistir na violação da lei como a Celg tem feito”, afirmou Marcelo Heleno.

CELG
Durante a audiência, Ronaldo Caiado lamentou a deterioração da Celg por interesses político-partidários. Representantes da Aneel atestaram que a empresa goiânia hoje é a pior empresa de distribuição de energia do país. “A Celg já foi uma das três melhores empresas de energia do País. A estatal foi saqueada, transformada muito mais em um balcão de negócios de campanhas eleitorais do que em uma empresa focada no atendimento de energia elétrica. O que o relatório da Aneel mostrou, nós sofremos na pele. Os apagões são frequentes e o que mais tem se adquirido no interior do estado são geradores pelas constantes falhas no fornecimento de energia. Com a entrada da Eletrobras, tínhamos a expectativa de que houvesse mais investimentos e o que estamos vendo é a Celg ser ajustada para ser leiloada”, lembrou o senador goiano.

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Audiência sobre linhas de transmissão em Goiânia é remarcada para o dia 8/12

O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, virá ao Senado dia 8/12 para audiência pública sobre as obras de linhas de transmissão em Goiânia. O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), articulou a data e recebeu a garantia da presença do dirigente da estatal do presidente do PMDB, Valdir Raupp, de lideranças do governo e da assessoria do Ministério de Minas e Energia, além da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). O presidente da Eletrobras já confirmou sua presença dia 8.

O senador cobrou providências do governo após Neto não aparecer na audiência pública marcada na Comissão de Fiscalização na última quinta-feira, 19/11. Vários moradores de Goiânia saíram da capital do estado de madrugada para a audiência que estava marcada para às 9h.

“O interesse dessas pessoas afetadas por uma obra irregular, são as explicações da Eletrobras. Então, com a garantia do senador Raupp e da senadora Vanessa Grazziotin vamos fazer a audiência no dia 8. Não podíamos deixar os moradores atingidos sem nenhuma satisfação e precisávamos de uma segurança de que na próxima data agendada o presidente da Eletrobras irá comparecer”, disse Caiado.

A obra de linhas de alta tensão passa por oito bairros de Goiânia e afeta 20 mil pessoas. No momento, a instalação está embargada por falta de autorização da prefeitura, mas a decisão é temporária.

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Estado vai pagar R$ 600 milhões para privatizar Celg, diz Caiado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) lamentou nesta segunda-feira (23/11) que o governo estadual terá de pagar R$ 600 milhões para privatizar a Celg. A constatação foi após análise de contrato firmado com a Caixa Econômica Federal em agosto do ano passado em que o governo se compromete que, em caso de venda das ações da CelgPar de forma conjunta com a Eletrobras, quitará R$ 1,9 bilhão de dívida com o banco. Como o Conselho Nacional de Desestatização avaliou em R$ 2,8 bilhões a empresa, o Estado tinha expectativa de receber R$ 1,3 bilhão. Com o pagamento da dívida com a Caixa, amargará prejuízo de R$ 600 milhões.

“Me questionaram quando eu dizia que estavam envelopando a Celg para ser vendida. O que surpreende é que achávamos que queriam vender a Celg a preço de pequi, mas farão pior: Goiás vai pagar para vender a Celg. É vergonhoso. Marconi caminha para ser enforcado com a própria corda”, criticou.

O senador chama atenção para o fato de que o governador, diante desses fatos, estaria trabalhando para não privatizar mais a Celg. “As informações que chegam é de que, diante do baixo preço de venda e da necessidade de cumprir esta cláusula com a Caixa, Marconi estaria desistindo do processo. A incompetência de Marconi é tanta que não bastou ter espoliado a Celg. Faltava também expor os goianos ao vexame de ficar sem a Celg e amargar suas dívidas”, lamentou..

Para o parlamentar, ficou claro que Marconi Perillo não teve competência para gerir o processo e agiu de má-fé na tentativa de ficar com uma parte do dinheiro da privatização. Ronaldo Caiado também lembrou a falsa promessa do governador de manter a Celg como patrimônio dos goianos.

“Primeiro ele enganou os goianos dizendo que a empresa nunca deixaria de ser um patrimônio de Goiás. Depois se desfez da empresa esperando abocanhar pelo menos uma parte dos R$ 6 a R$ 10 bilhões que achava que a Eletrobras ganharia”, lembrou. “Diziam que o interesse maior era salvar a empresa cujo patrimônio eles mesmo espoliaram. Mas já ficou provada a incompetência e a má-fé de Marconi em todo o processo”, disse.

A principal perda em toda a negociação, segundo o senador, é mesmo para a população. “Simplesmente lamentável e quem perde é a população, que já amarga com um serviço ruim, altas tarifas e agora corre o risco de ficar sem a sua principal ferramenta de desenvolvimento”, afirmou.

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