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Caiado fala em congresso sobre a preocupação com a qualidade do ensino da Medicina

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) falou nesta quinta-feira (17/08) a médicos que participaram do 8º Congresso Goiano de Neurologia, em Goiânia, sobre a preocupação com a qualificação dos estudantes de Medicina no País. Segundo ele, o Brasil assiste as consequências do projeto populista liderado pelo PT e que colocou os investimentos no ensino superior em segundo plano.

“O que estamos assistindo ainda são as consequências de um triste projeto populista, irresponsável, que hoje joga a culpa pelos seus erros nos profissionais de saúde”, lamentou.

Médico com mais de 40 anos de atuação, Ronaldo Caiado lembrou que há 14 anos o Brasil tinha apenas 146 faculdades de Medicina. Hoje são 323, sendo que a maioria é particular. A maioria delas não tem estrutura necessária, como um corpo docente composto por doutores e mestres. Além disso, para conseguir pagar a mensalidade que gira em torno de R$ 7 mil, os estudantes muitas vezes recorrem ao Fies.

“O estudante fica então com uma dívida de mais de R$ 1 milhão ao terminar a faculdade – ou seja, vai ter de realizar mais de 120 mil consultas para pagar esta dívida. É preciso conscientizar a população deste quadro que, no futuro, pode gerar consequências muito ruins ao Brasil”, disse.

Na abertura do Congresso o parlamentar também falou sobre a necessidade de regulamentação da profissão e a luta para aprovar o PEC 454/09, considerada por grande parte das entidades médicas como a verdadeira motivadora de uma descentralização dos profissionais, bem como da melhoria da saúde pública no interior do País. “É uma garantia de que o médico não será usado como cabo eleitoral no interior”, disse.

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PT colaborou com destruição da Venezuela, diz Caiado na Folha

Em artigo publicado neste sábado (12/08) na Folha de S. Paulo em que fala sobre a suspensão da Venezuela do Mercosul, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que a destruição do país vizinho não é alheia ao Brasil. Isso porque o PT, impulsionado pelo Foro de São Paulo, teria deixado suas digitais no processo.

Segundo o senador, o PT foi incentivador e apoiador financeiro do projeto bolivariano que teve êxito ao eleger presidentes na América Latina, mas que ao longo dos anos perdeu os seus principais atores e acabou fracassando.

“A Venezuela, porém, é o que espelha em grau mais trágico a índole desse projeto totalitário, que impôs gravíssimo retrocesso ao continente, devolvendo-o à pobreza crônica. O mais triste de tudo é que coube ao Brasil sustentar economicamente esse projeto”, lembrou. “Foi o próprio Lula, em reunião do Foro, quem disse que “o Brasil, como a mais poderosa economia continental, tem a responsabilidade de sustentar esse projeto”, reforçou.

Diante de um quadro de crimes de assassinato e tortura no País, o parlamentar criticou a mera suspensão do País do bloco. “Fala-se agora em confisco de bens privados pelo Estado, na sequência de uma Constituinte em eleição fraudada e diversas violações às instituições, como o afastamento da procuradora-geral Luisa Ortega Díaz. Diante disso, não há como não considerar branda a mera suspensão da Venezuela do Mercosul, por violação à cláusula democrática. O governo brasileiro, que neste momento preside a instituição, foi leniente ao não concordar com a sumária expulsão”, disse.

Leia o artigo na íntegra.

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As digitais do PT na tragédia venezuelana

A destruição política, econômica e moral da Venezuela, país que até a década de 1990 exibia uma das mais sólidas economias da América Latina, não é questão alheia ao Brasil. Muito pelo contrário.

É fruto de um projeto revolucionário socialista, denominado bolivariano —referência a Simón Bolívar, libertador da América hispânica.

Foi urdido no Foro de São Paulo, entidade criada por Lula e Fidel Castro, em 1990, com o objetivo de propiciar a ascensão da esquerda ao poder em toda a América do Sul e Caribe.

Teve êxito inicial, levando a esquerda ao governo de países como Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Peru, Equador e Nicarágua. Mas fracassou: perdeu os seus principais atores, Argentina e Brasil, e os demais estão não apenas falidos mas em processo de convulsão social. Inclusive nós.

A Venezuela, porém, é o que espelha em grau mais trágico a índole desse projeto totalitário, que impôs gravíssimo retrocesso ao continente, devolvendo-o à pobreza crônica. O mais triste de tudo é que coube ao Brasil sustentar economicamente esse projeto.

Foi o próprio Lula, em reunião do Foro, quem disse que “o Brasil, como a mais poderosa economia continental, tem a responsabilidade de sustentar esse projeto”.

Isso explica não apenas a rapina petista ao Estado brasileiro mas a ascensão do crime organizado no continente, pela presença no Foro das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

O PT e seus satélites associaram-se a esse projeto e passaram a agir segundo as ordens que dele emanavam.

Até a política externa, que obedecia não ao Itamaraty mas ao PT, por meio do seu coordenador de Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, submetia-se aos ditames do Foro, em escandalosa ilegalidade.

Em 2005, Lula gabou-se de ter “inventado o Hugo Chávez”. Não apenas o inventou como lhe deu sustentação política, econômica e logística, esta em parceria com Cuba, que inclusive infiltrou seus agentes na alta oficialidade das Forças Armadas venezuelanas.

Relatório desta semana do Alto Comissariado da ONU de Direitos Humanos, impedido de entrar no país, constatou o massacre: 124 mortes “relacionadas com as manifestações”.

Destas, as forças de segurança são “alegadamente responsáveis” por pelo menos 46, e os coletivos pró-governo são “alegadamente responsáveis” por 27. Quanto às restantes 51, diz a ONU, “não é claro quem foram os responsáveis”. Bem, o povo com certeza não foi.

Há ainda relatos de “choques elétricos e espancamentos com capacetes e paus enquanto os detidos estão algemados”; de detidos “pendurados pelos pulsos por longos períodos”; de “asfixia por gás”, de “ameaças de morte” e de “ameaças de violência sexual contra detidos ou seus familiares”. O número de presos políticos subiu para 359, segundo a ONG FPV (Foro Penal Venezuelano).

Fala-se agora em confisco de bens privados pelo Estado, na sequência de uma Constituinte em eleição fraudada e diversas violações às instituições, como o afastamento da procuradora-geral Luisa Ortega Díaz.

Diante disso, não há como não considerar branda a mera suspensão da Venezuela do Mercosul, por violação à cláusula democrática. O governo brasileiro, que neste momento preside a instituição, foi leniente ao não concordar com a sumária expulsão.

Quem se dispuser a ler os Cadernos de Tese do 5º Congresso do PT, em Salvador, em 2015, há de constatar que o partido via no segundo governo Dilma o momento de avançar no projeto revolucionário, nos moldes venezuelanos.

Disso escapamos, mas as digitais do PT estão impressas de modo indelével na tragédia venezuelana.

FotoLeandroVieira

Ao lado de Iris, Caiado prestigia aniversário de 64 anos do bispo Oídes

O presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado (Democratas), acompanhou ao lado do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), a comemoração do aniversário de 64 anos do bispo Oídes José do Carmo, presidente da Convenção das Assembleias de Deus do Estado de Goiás. A cerimônia foi realizada na segunda-feira (07/08) na Assembleia de Deus Campo de Campinas, em Goiânia.

O parlamentar encontrou-se no evento com o prefeito e sua esposa, a ex-deputada federal Íris de Araújo, e acompanhou a cerimônia ao lado deles e do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PMDB). O deputado federal Daniel Vilela (PMDB) e o suplente do senador, Luiz Carlos do Carmo (PMDB), também estiveram próximos ao democrata.

No culto de homenagem Ronaldo Caiado fez questão de destacar o papel desempenhado pelo pastor ao levar esperança aos fiéis nesse momento de dificuldades do Brasil. “O bispo Oídes é uma referência para o País neste momento em que o País passa por uma situação tão delicada, de crise ética e de transparência. É um homem que tem formado cidadãos ao mesmo tempo em que difunde a palavra de Deus e leva esperança à população. Tive a oportunidade de estar em Brasília no momento em que foi reconhecido como bispo e posso dizer que ele engrandeceu Goiás”, elogiou.

Para o senador, é gratificante para um homem poder receber tantas homenagens no dia do seu aniversário. “Muitas pessoas vieram aqui espontaneamente homenageá-lo. Muitas autoridades também. Nós vemos o carinho estampado no rosto das pessoas, a alegria de poder comemorar mais um aniversário com você. Precisamos de mais homens assim, com espírito público e que melhore a vida das pessoas”, afirmou.

Em uma breve saudação, o bispo Oídes José do Carmo destacou a atuação do senador em Brasília e desejou bênçãos ao senador. A cerimônia também foi prestigiada pelo empresário Vanderlan Cardoso (PSB) e os deputados estaduais Wagner Siqueira (PMDB) e Paulo Cézar Martins (PMDB).

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Temer tornou-se refém da sua base, diz Caiado em artigo

Em artigo publicado pela Folha de S. Paulo neste sábado (29/07) o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) perdeu a chance de atender aos anseios da população e mudar as práticas do governo herdadas do PT e agora carece de autoridade moral para exigir sacrifícios à população.

“O Brasil pedia uma mudança radical nos padrões morais e administrativos. Tirar Dilma Rousseff sem remover todo o aparato predatório que a cercava – 39 ministérios, mais de 100 mil cargos comissionados, além de toda a prática fisiológica da Era PT – foi trocar seis por meia dúzia. A população não caiu no engodo”, disse.

Segundo o parlamentar, a baixa popularidade de Temer é uma prova de que a população está atenta ao que ocorre. “O presidente não percebeu que, para impor sacrifícios ao povo, carece de uma autoridade moral. Ao optar pela maioria congressual, tornou-se refém de sua base. Não cumpriu o compromisso de enxugar a Esplanada dos Ministérios, reduzindo-a a 15 pastas, ocupadas por gente qualificada moral e tecnicamente. Manteve a máquina inchada e aparelhada.”, resumiu.

Leia o artigo na íntegra.
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Temer virou um prisioneiro palaciano, sem condições de andar pelas ruas

Em política, como em tudo o mais, as oportunidades não se repetem. O presidente Michel Temer, lamentavelmente, perdeu a sua.

Quando assumiu, antes mesmo de consumado o impeachment, não soube captar a expectativa de mudança que moveu a sociedade e levou multidões inéditas às ruas de todo o país.

O Brasil pedia uma mudança radical nos padrões morais e administrativos.

Tirar Dilma Rousseff sem remover todo o aparato predatório que a cercava —39 ministérios, mais de 100 mil cargos comissionados, além de toda a prática fisiológica da Era PT— foi trocar seis por meia dúzia.

A população não caiu no engodo.

E eis que, um ano depois, e não por acaso, o presidente Temer exibe a mesma impopularidade que sua antecessora: rejeição de 95% da população. E os motivos são os mesmos: corrupção, má gestão do Orçamento, insensibilidade à agenda da sociedade.

É impossível governar o país cedendo às corporações e ao apetite voraz de uma base parlamentar de 26 partidos. Não há como atendê-los e, simultaneamente, atender às verdadeiras prioridades do país.

Foi, porém, o que o presidente fez desde o início, quando cedeu à pressão corporativa, dando aumento à cúpula dos três Poderes, que, além de desfrutar de estabilidade, aufere os maiores salários do Estado. Enquanto isso, o contingente de desempregados passou de 12 milhões para 14 milhões em um ano.

E o enredo se repete: falta dinheiro até para o combustível dos veículos da Polícia Rodoviária, mas o presidente, cuja prioridade é manter-se no cargo, libera, em menos de um mês, nada menos que R$ 3,8 bilhões em emendas parlamentares.

Precisa afagar sua base para rejeitar a denúncia de corrupção passiva da Procuradoria-Geral da República.

Até nisso, lembra os dias finais de Dilma, quando Lula fez-se operador da presidente, distribuindo verbas e cargos, na tentativa de impedir o impeachment. Se Temer tivesse assumido a agenda da sociedade, teria a legitimidade que só ela é capaz de proporcionar. Optou, porém, por outra maioria: a congressual.

E selou o seu destino. Sem dinheiro em caixa para as concessões que continua fazendo, compromete o único segmento que ainda exibia resultados razoáveis: a economia. Já não exibe, e isso o leva a ações nefastas, como as mais recentes.

Em uma, pressionou o STF a que restabelecesse as contribuições do Funrural, punindo o agronegócio, setor sustentáculo da economia; em outra, aumentou impostos.

Não conseguindo cumprir a meta orçamentária de 2017 —um deficit de R$ 139 bilhões—, aumentou o PIS e o Cofins dos combustíveis, desprezando o prazo legal de 90 dias para que entrasse em vigor.

Mais uma vez, o povo paga a conta, sem a garantia de que ela será efetivamente paga, já que o governo não descarta novos aumentos de impostos.

O presidente não percebeu que, para impor sacrifícios ao povo, carece de autoridade moral. Ao optar pela maioria congressual, tornou-se refém de sua base. Não cumpriu o compromisso de enxugar a Esplanada dos Ministérios, reduzindo-a a 15 pastas, ocupadas por gente qualificada moral e tecnicamente. Manteve a máquina inchada e aparelhada.

A excelência que buscou na área econômica comprometeu-a com a desqualificação de seu entorno político, em grande parte investigada na Lava Jato.

O resultado aí está: denunciado pela PGR por corrupção passiva e associado a figuras execráveis como os irmãos Batista, tornou-se um prisioneiro palaciano, sem condições de andar pelas ruas do país.

A resposta virá pelas urnas, se o povo tiver paciência de aguardá-las. Infelizmente, 2018 está muito longe

Catalao-FotoLeandro

Adib destaca trabalho de Caiado e prega união da oposição

O prefeito de Catalão, Adib Elias (PMDB), recepcionou o senador Ronaldo Caiado (Democratas) nesta sexta-feira (28/07) durante a Exposição Agropecuária da cidade e reforçou a tese que a oposição precisa permanecer unida para 2018. Além do democrata, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) e o deputado estadual José Nelto (PMDB) também estiveram na cidade e se encontraram com o senador na sede da Prefeitura.

“Tenho dito sempre: ou a oposição se une ou não terá condições de vencer em 2018. A oposição precisa ficar unida e lá na frente vamos escolher o melhor candidato, independente de partido. Uma coisa tenho certeza: o ciclo do PSDB está se fechando”, garantiu ao comentar o assunto com jornalistas que o acompanharam na pecuária.

O senador chegou a Catalão no início da noite acompanhado do presidente da Faeg, José Mário Schreiner, e foi direto para a Prefeitura se encontrar com o prefeito e os deputados. Em entrevista coletiva, Ronaldo Caiado falou da alegria de estar novamente na cidade e do encaminhamento das conversas sobre as eleições do ano que vem.

“É uma alegria enorme retornar a Catalão em um dia festivo como o de hoje, em que participamos da 39ª Exposição Agropecuária da cidade. Estive ao lado deste gestor competente que é o prefeito Adib Elias e de meus colegas da oposição, o deputado federal Daniel Vilela e o deputado estadual José Nelto. É exatamente esta a unidade que temos a mostrar. Estamos juntos em um projeto para Goiás que é maior que qualquer anseio pessoal. Temos convicção que nenhum nome está acima de uma grande composição de partidos como a que conseguimos reunir”, disse.

Durante a visita à pecuária, Ronaldo Caiado esteve na companhia do prefeito, de José Nelto, Mário Schreiner, do ex-deputado Samuel Belchior (PMDB) e do presidente do Democratas de Catalão, Luiz Gustavo Sampaio. Em discurso no local o senador garantiu a solidez da aliança com o PMDB e assegurou que ela tem sido respaldada por grandes líderes, como Adib Elias. “Catalão não mudou nesses meses com a chegada de Adib? Tenho a certeza que em Goiás não será diferente. Podem ter a certeza que o nome escolhido pela oposição vai governar também com uma equipe competente”, assinalou.

O prefeito também fez elogios ao senador, com quem tem uma relação profunda de amizade que já dura três décadas. “Temos uma ligação de mais de 30 anos, quando fazíamos especialização no Hospital Miguel Couto e liderávamos os debates dos residentes sem nunca imaginar que um dia estivéssemos aqui juntos. Fico feliz de recebê-lo aqui hoje”, disse.

O deputado estadual José Nelto, por sua vez, destacou o trabalho de Ronaldo Caiado no Congresso. “O senador tem feito um trabalho maravilhoso por Goiás no Senado e contribuído no cenário nacional com as mudanças que o País precisa”, disse. Na mesma linha José Mário agradeceu a companhia de Ronaldo Caiado no evento. “É um ícone não só do agronegócio mas também do cenário nacional. Fico feliz de estar ao lado do senhor hoje”, disse.

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Só reformas vão completar o trabalho de Moro, diz Caiado na Folha

Ao comentar em artigo na Folha de S. Paulo neste sábado (15/07) a sentença do juiz Sérgio Moro que condenou o ex-presidente Lula, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) defendeu a necessidade de promoção de reformas políticas como parte fundamental do saneamento moral necessário para mudar o País. Para ele, não basta atingir o topo: é preciso buscar também a raiz das distorções da política brasileira, tão favorecidas pelo modo PT de governar.

“A condenação de Lula é, sem dúvida, um avanço. Atingiu a cúpula da organização criminosa que, em 13 anos, devastou a economia, incitou o ódio na população e degradou a política. O país levará anos, talvez décadas, para inventariar o estrago, sobretudo no campo moral, perpetrado pela Era PT”, afirmou.

Ronaldo Caiado avalia, porém, que restringir o processo à Justiça não tratá os resultados tão esperados pelos brasileiros. “Mas não basta condenar um ex-presidente e depor outros dois se o que vier a sucedê-los tiver de gerir a mesma máquina ensandecida. Além da bagunça salarial, da disparidade absurda entre as aposentadorias dos setores público e privado, há a não menos absurda ingerência do Estado em setores da economia que lhe são alheios. E que resultam em ineficácia e prejuízo”, disse.

Leia o artigo na íntegra.

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Sem reforma, Estado continuará covil de ladrões

A condenação de Lula é, sem dúvida, um avanço. Atingiu a cúpula da organização criminosa que, em 13 anos, devastou a economia, incitou o ódio na população e degradou a política.

O país levará anos, talvez décadas, para inventariar o estrago, sobretudo no campo moral, perpetrado pela era PT.

A economia conserta-se em menos tempo. Mas o desgaste imposto à atividade política, sem a qual não há democracia —e nem civilização—, demora bem mais. Muito mais.

Não basta, porém, ir ao topo; é preciso, simultaneamente, ir às raízes do problema, às distorções que favoreceram todo esse conjunto de anomalias, jamais visto em nenhuma parte do planeta.

Refiro-me ao Estado brasileiro, cujos gigantismo e obesidade alimentam a corrupção e o desperdício de dinheiro público.

É preciso enxugá-lo, retirá-lo de atividades que não lhe dizem respeito e, sobretudo, impedir que continue sendo moeda de troca do fisiologismo político. O PT levou essa prática nefasta ao paroxismo.

Ela já o precedia, mas o padrão que lhe impôs, sistêmico, não tem precedentes. Tornou-o um método de gestão. E o resultado vê-se na Petrobras, que, diga-se, não foi o único bem público destruído pela sanha petista.

A rigor, nenhum cofre público foi poupado, nem os fundos de pensão dos aposentados das estatais. O PT banalizou o bilhão e introduziu o trilhão na contabilidade do crime.

A condenação de Lula tem, por enquanto, força simbólica. É apenas a primeira, em primeira instância, de um conjunto de cinco processos, sem contar as delações em curso, como a de Antonio Palocci, em que é figura central.

Nem por isso, no entanto, deixa de ter relevância. O juiz Sergio Moro, ao sentenciar pela primeira vez um ex-presidente por delito criminal, mostra que a Justiça é, de fato, para todos.

Isso inclui o presidente Michel Temer, acusado pelo Ministério Público também por corrupção passiva.

Mas não basta condenar um ex-presidente e depor outros dois se o que vier a sucedê-los tiver de gerir a mesma máquina ensandecida.

Além da bagunça salarial, da disparidade absurda entre as aposentadorias dos setores público e privado, há a não menos absurda ingerência do Estado em setores da economia que lhe são alheios. E que resultam em ineficácia e prejuízo.

O país tem hoje 149 empresas estatais; 47 delas criadas nos 21 anos do regime militar, de forte centralidade estatal.

Em 13 anos, o PT quase o igualou, criando nada menos que 43 estatais —e elas incluem desde uma fábrica de semicondutores no Rio Grande do Sul até uma, em Pernambuco, de produção de medicamentos derivados do sangue, a Hemobras, sob investigação pela Justiça em face de roubalheira. Nenhuma justificou sua existência.

É claro que há muitos outros exemplos, mas que não cabem neste.

As 28 estatais não financeiras criadas na era PT geraram, segundo dados do Instituto Teotônio Vilela, prejuízo acumulado de R$ 7,99 bilhões, sem contar a folha salarial de mais de R$ 5,4 bilhões.

Entre as novas crias do PT, há duas subsidiárias da Petrobras, não por acaso as mais deficitárias entre elas: a Citepe, criada em 2009, teve prejuízo de R$ 4,01 bilhões; a Petroquímica Suape, de R$ 3 bilhões.

Além do rombo econômico e da ineficácia, há o amplo espaço que oferecem para o saque de seus cofres, como nos tem mostrado pedagogicamente a Operação Lava Jato.

Não há dúvida de que a Justiça, em especial a 13ª Vara Federal de Curitiba, tem prestado inestimável serviço ao saneamento moral do país.

Mas a nós, políticos, cabe completar a obra, saneando o Estado brasileiro. Como está, continuará a ser um covil de ladrões.

Acieg-FotoLeandroVieira

Caiado diz na Acieg que classe empreendedora será referência na mudança que o Brasil precisa

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou nesta segunda-feira (03/07) aos membros da diretoria da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg) que acredita e trabalha por mudanças reais das práticas políticas no Brasil, em especial em relação aos cidadãos que se aventuram a empreender. Para ele, a classe empreendedora será referência na mudança que o Brasil precisa.

Em visita à sede da instituição, o senador falou com o presidente Euclides Barbo Siqueira, o vice Leopoldo Veiga Jardim e demais diretores sobre outros temas que interessam à classe, como as reformas trabalhista, Previdenciária e Tributária. A política local também entrou em debate e o parlamentar expôs sua visão sobre como um deve atuar um governo comprometido com a população.

“A política de Goiás não ficou de fora da conversa. O que se espera de um governo é que seja transparente em suas ações e que não utilize a máquina estatal para angariar favores políticos e partidários. Mas infelizmente o governo de Goiás não compactua desses valores. É preciso mudar isso. A classe empreendedora precisa ser uma referência no processo de mudança que o Brasil quer”, disse.

Para o presidente da Acieg, Euclides Barbo Siqueira, o País tem a sorte de ter no Congresso nomes como o de Ronaldo Caiado para lutar pelos interesses da população. “São pessoas como Ronaldo Caiado que tem em suas mãos o poder de mudar o nosso País”, assegurou.

DEPOIMENTOS

Euclides Barbo Siqueira, presidente da Acieg

É de suma importância essa visita do senador à Acieg. São pessoas como Ronaldo Caiado que têm em suas mãos o poder de mudar o nosso País. Espero que ele consiga dar início a todo esse processo que conversamos hoje. Se ele tiver sucesso com certeza o Brasil também terá.

Leopoldo Veiga Jardim, vice-presidente da Acieg

Muito importante a visita do senador hoje na Acieg para que a gente possa entender como estão sendo discutidas as principais leis no Senado. Temos uma expectativa muito grande em relação à aprovação da reforma trabalhista, da Previdência e Tributária. A expectativa é de que a reforma trabalhista passe no Congresso e que o Brasil volte a crescer.

Newton Emerson Pereira, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes

É com satisfação que recebemos hoje na Acieg o senador, que nos fez uma descrição dos acontecimentos políticos e das previsões do que poderá vir. Quero agradecer ao senador por essa presença. Isso demonstra a sua disponibilidade de discutir com a iniciativa privada os nossos projetos e os anseios políticos.

Glauco Tulius, diretor da Acieg

É importante receber a visita do senador para que nós empresários falemos um pouco sobre as questões tão difíceis do ato de se empreender no País. Até porque nós geramos por nossa ação empreendedora inovação, conhecimento, competitividade, riquezas e impostos. E nós precisamos evidentemente de uma sensibilidade dos nosso legisladores no ato de construir uma regulamentação auspiciosa para ação empreendedora. É muito proveitosa a presença do senador, que é sensível às questões que o Brasil precisa enfrentar.

Guilherme Porfírio, presidente da Acieg Jovem

A relevância da visita de um senador à nossa instituição se faz por um dos princípios das mais produtivas relações diplomáticas que existem no cenário político. Agradecemos a presença do senador, pois sei que ele tem um apreço pela ideia de propriedade privada e livre iniciativa.

Hugo Goldfeld, diretor Acieg

Extremamente importante a vinda do senador aqui porque demonstra a nós empresários a sua capacidade de gestão, a sua capacidade de liderança e, mais ainda, a sua vontade de ser governador de Goiás.

Coletiva-FotoLeandroVieira

Caiado entra com ação na Justiça para que JBS devolva R$ 950 milhões ao Estado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, entrou com ação popular na Justiça de Goiás para pedir o ressarcimento do valor concedido pelo Estado ao grupo JBS no Programa de Incentivo à Regularização Fiscal de Empresas de Goiás (Regulariza), que instituiu em 2014 descontos de até 100% de multas e atualizações de débitos de ICMS.

Na época o governador Marconi Perillo (PSDB), citado também na ação, editou a lei número 18.709/14, que durou apenas uma semana e passou a prever a modalidade de perdão integral das dívidas. Com isso a JBS teve perdão de R$ 949 milhões de sua dívida de R$ 1,27 bilhão com o Estado. Ao todo, 76% de toda a renúncia fiscal do Regulariza foi concedida em favor da JBS.

“Em tese esta lei deveria incluir aquelas empresas que estivessem em dificuldades. Mas o jornal Valor Econômico informou na época que a JBS registrou o maior lucro trimestral de sua história de julho a setembro de 2014. Ainda assim o governo perdoou a dívida da empresa em um valor equivalente ao da venda da Celg. Ou seja, o governador deu uma Celg para a JBS”, explicou.

A ação em desfavor de Marconi Perillo, do então secretário da Fazenda José Taveira Rocha e dos empresários Joesley Mendonça Batista e Wesley Mendonça Batista pede a suspensão da isenção concedida à JBS, a decretação da indisponibilidade dos bens da empresa até que o valor do débito fiscal seja atualizado, que os citados se expliquem no âmbito da Justiça e que as autoridades e os beneficiários sejam responsabilizados.

“O incentivo não aumentou as operações da empresa no Estado. Serviu apenas para beneficiar a parceria escusa havida entre os donos da empresa e o governo. E enquanto a JBS comemorava lucros e faturamentos astronômicos, o Estado amarga uma dívida de R$ 18 bilhões, além de estar com a pior nota de capacidade de pagamento no ranking criado pelo Tesouro Nacional”, lembrou o senador.

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Em Trindade, ao lado de Iris e Daniel, Caiado reafirma união da oposição

Ao chegar à missa solene da Festa do Divino Pai Eterno em Trindade acompanhado do prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB) e do deputado federal Daniel Vilela (PMDB), o senador Ronaldo Caiado (Democratas) reafirmou a união da oposição em Goiás como condição fundamental para que esta chegue fortalecida a 2018.

O parlamentar chegou com os peemedebistas em uma van poucos minutos antes da missa e, em seguida, participou de um café da manhã com autoridades no refeitório da Basílica. Sempre na companhia do prefeito, de quem se sentou ao lado durante a solenidade, Ronaldo Caiado afirmou ter plena confiança de que a oposição seguirá unida.

“Tenho certeza absoluta que Democratas e PMDB estarão juntos no ano que vem. O que está definido é que vamos caminhar juntos. Não se ganha uma eleição contra a máquina de governo se a oposição não estiver unida. Essa é nossa primeira tarefa de casa. Não só PMDB e Democratas, mas também outras siglas”, garantiu.

Festa

O senador acompanhou toda a missa celebrada pelo arcebispo Dom Sérgio da Rocha, que também é presidente da CNBB, e se disse admirado com o grande número de fiéis presentes este ano. A perspectiva da organização era de encerrar a festa contabilizando mais de 3 milhões de pessoas.

“Sempre fui devoto e todos os anos participo desta romaria. E tem tudo a ver com esse momento que assistimos, onde a enorme presença de fiéis reflete a dificuldade que muitos brasileiros estão passando. É preciso acreditar e ter fé no Divino Pai Eterno para podermos buscar alternativa rápida a essa crise política, moral e ética do País. Nada melhor do que ter a oportunidade de refletir agora que a população aguarda das lideranças políticas que sinalizem para um momento de mais alegria e cidadania”, disse.

Pesquisas

Questionado sobre as últimas pesquisas eleitorais que o colocam em larga vantagem em relação a outros adversários numa perspectiva de disputa para o ano que vem, Ronaldo Caiado disse que é uma alegria e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade. “Não podemos deixar de dizer da minha alegria. Nada mais gratificante em minha trajetória política de que todo esse apoio. Isso aumenta ainda mais minha responsabilidade. O momento em Goiás clama por mudanças de conduta. Essa é a grande renovação que a população goiana pede”, disse.

No evento o senador também sentou-se ao lado da senadora Lúcia Vânia (PSB) e se encontrou com os peemedebistas Bruno Peixoto, que é deputado estadual, e Andrey Azeredo, presidente da Câmara de Goiânia.

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Em Uruaçu, Caiado critica descaso do governo com o Norte Goiano

O senador Ronaldo Caiado (DEM) esteve neste sábado em Uruaçu para participar da 16ª Cavalgada dos Cavaleiros de Santana, evento da 34ª Exposição Agropecuária da cidade. Recepcionado no aeroporto por lideranças de 11 municípios da região, o líder do Democratas no Senado disse que a região precisa de mais atenção do governo.

“Os hospitais regionais precisam chegar de verdade ao interior. Na segurança pública, é preciso dar condições para a Polícia Militar trabalhar”, disse o senador, que foi muito aplaudido ainda no aeroporto.

Em Uruaçu, o Hospital Regional está em obras desde 2013. A promessa era entregar a unidade de saúde em 2014, mas o projeto ficou parado por falta de recursos.

Candidato a prefeito em Uruaçu em 2016, Azarias Machado Neto, o Machadinho, acompanhou o senador durante a cavalgada e fez elogios ao democrata.

“Uruaçu adora o senador Ronaldo Caiado. Ele sempre trouxe benefícios para a cidade vamos fazer de tudo para ajudá-lo nesse projeto de chegar ao governo”, afirmou Machadinho, que foi candidato do DEM à prefeitura do município.

Ex-prefeito de Amaralina, Dásio (PSDB) destacou o vínculo do senador Ronaldo Caiado com a região Norte para explicar seu apoio a Caiado.

“O senador Ronaldo Caiado conhece como poucos o Norte. Ele tem credibilidade e sabe do que a região precisa”, argumentou.

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