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TV Record/Paraná Pesquisas mostra crescimento de Caiado para o governo

Pesquisa encomendada pela TV Record ao Instituto Paraná e divulgada na terça-feira (12/12) mostrou que cresceram as intenções de votos para o pré-candidato ao governo de Goiás Ronaldo Caiado (Democratas) na comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 13 de junho. O democrata tem agora 47% das intenções na pesquisa estimulada, enquanto em junho o número era de 44%.

A porcentagem corresponde a um cenário de disputa com os pré-candidatos Daniel Vilela (PMDB), José Eliton (PSDB) e Djalma Rezende. Enquanto o deputado federal do PMDB teria 14,2%, José Eliton somaria 10,6% e o empresário Djalma Rezende 6,7%. Neste cenário, 16,3% não votariam em nenhum e 5,1% não souberam dizer.

Em um cenário em que Daniel Vilela é substituído como pré-candidato pelo ex-prefeito Maguito Vilela (PMDB), Ronaldo Caiado manteria a liderança. Enquanto o democrata teria 39,3%, Maguito somaria 26,8%, José Eliton 10% e Djalma Rezende 5,9%. Não sabem são 4,7% e não votariam em nenhum 13,2%.

A pesquisa também considerou cenários apenas com os nomes dos três pré-candidatos mais ventilados no momento. Em uma disputa entre eles, Ronaldo Caiado teria 49,3%, Daniel Vilela 15,8% e José Eliton 12,6%. Deste cenário 5,6% não sabem e 16,8% não votariam em nenhum. Se Daniel Vilela fosse substituído por Maguito Vilela, Ronaldo Caiado teria 41,1%, Maguito Vilela 27,9% e José Eliton 12,1%.

No segundo turno o favoritismo do democrata é ainda mais evidente. Enquanto Ronaldo Caiado acumularia 58,4% das intenções de voto, Daniel Vilela teria 25%. No caso de disputar com José Eliton, o parlamentar teria 62% e o vice 20,6%.

“Pesquisas como esta são um forte indicativo de que Goiás quer e necessita de mudanças. Recebo com humildade este resultado e fico feliz em saber que os goianos confiam em mim para iniciar um período de mudanças em Goiás”, comentou Ronaldo Caiado.

A sondagem foi realizada com 1.520 e eleitores de 58 municípios goianos, de 5 a 10 de dezembro. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais.

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Caiado pede engajamento da população para garantir mudanças no País

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (Democratas) conclamou a população a se engajar na política e garantir o protagonismo das mudanças que o País precisa nas próximas eleições. Em artigo publicado neste sábado (21/10) pela Folha de S. Paulo, o parlamentar afirmou que hoje o eleitor para muito caro pelas opções erradas do passado, mas que é possível vislumbrar um futuro melhor com engajamento.

“Em vez de terceirizar o problema, transferindo-o aos militares, como querem alguns, é preciso investir na intervenção civil. Não pode o país, a cada eleição, votar de qualquer maneira e depois sofrer quatro anos de ressaca moral, rangendo os dentes nas redes sociais”, criticou. “

Para ele, é o que tem ocorrido. “O resultado é que a rejeição aos políticos deriva perigosamente para a rejeição à política – e sem ela não há democracia, o único regime que embute o antídoto contra os seus males: as eleições. Permite que se derrube o grupo político hegemônico de modo pacífico e construtivo”, assegurou.

O preço de uma escolha errada, segundo ele, é evidente. “O país paga hoje o preço de uma opção errada – e agora irreversível. Em vez de convocar novas eleições ao tirar Dilma Rousseff da Presidência, tese que defendi e fui voto vencido, optou por dar posse a seu vice, Michel Temer. Assumiu Temer e sua trupe, do segundo escalão do PT, oferecendo ao país mais do mesmo. O país tornou-se refém da agenda de sobrevivência dos que estão no poder: governantes às voltas com a Justiça e empenhados em tudo fazer para evitá-la”, citou.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldo-caiado/2017/10/1928983-nao-se-terceiriza-a-democracia.shtml

 

 

Orizona-FotoLeandroVieira

“Goiás espera unidade da oposição para vencer”, diz Caiado em Orizona

Goiás espera a unidade da oposição para vencer as eleições em 2018 e dar um novo rumo às práticas políticas e administrativas do Estado. Este foi o clamor das lideranças de 40 municípios que lotaram nessa segunda-feira (09/10) à noite a Feira da Agricultura Familiar, em Orizona, para receber o 4º Encontro da frente de oposição “Unidos para Mudar Goiás”. O senador Ronaldo Caiado (Democratas), uma das principais lideranças do encontro, afirmou ter a expectativa de que todos os aliados tenham a mesma convicção.

Mais de 800 pessoas ouviram as palavras do presidente regional do Democratas. Ao todo foram 41 vereadores e 34 presidentes e representantes de partidos presentes, além dos representantes das onze siglas partidárias que compõem a frente de oposição “Unidos para Mudar Goiás”: PMN, PEN (hoje Patriotas), PHS, PPL, PTC, PV, PRTB, PSDC, PRP, PMDB e Democratas. Todos unânimes em defender que a oposição se fortalece se estiver unida em 2018.

“Me coloco como pré-candidato ao governo de Goiás. Mas quero deixar claro que sou um homem que me submeto às regras que forem colocadas para ganharmos as eleições. Vamos entrar na disputa de cabeça erguida, sem conchavos, e aquele que tiver em melhores condições será o candidato. Convidamos todos os aliados, o PMDB em sua inteireza, a um jovem parlamentar preparado, inteligente e combativo que é Daniel Vilela: Goiás espera a unidade para vencer as eleições”, discursou.

Ronaldo Caiado afirmou que não há perspectiva de melhorias com o atual governo. Ele lembra que só Orizona já vivenciou a realidade de ver a explosão de caixas eletrônicos por nove vezes. Ele lembrou ainda que a maioria das cidades goianas tem apenas uma viatura policial para fazer a segurança de toda a população, enquanto o governador e seu vice tem à disposição um aparato enorme.

O senador questionou se é esta a realidade que os goianos querem continuar vivendo. “A hora de decidir o que queremos é agora. É essa segurança, saúde e educação que Goiás quer? Ou queremos realmente mudar Goiás para melhor?”

Caiado lembrou o caso da Celg. “Venderam a preço de banana, deram 30 anos de isenção de ICMS e os prefeitos não vão receber nada. O serviço conseguiu piorar, falta energia, compromete a produção e a população agora fica no escuro”, disse.

Sobre a saúde, Ronaldo Caiado lembrou que o governo estadual cortou verbas dos hospitais do Entorno e de outras regiões que há anos vem prometendo terminar.

Qualidades especiais

Uma das grandes lideranças da região da Estrada de Ferro que estiveram no evento foi o ex-prefeito de Orizona Anteres Vieira, que ressaltou ser difícil perder a disputa com um candidato que reúne tantas qualidades especiais. Para ele, a alternância de poder é mais do que salutar – é fundamental em um regime democrático.

“Goiás precisa mudar. E Ronaldo Caiado tem estatura moral, intelectual e ética para ser presidente do Brasil. Se tem para governar o País, é muita sorte para os goianos que ele tenha preferido tentar a disputa em Goiás. Acompanho o trabalho dele e sei como trata com seriedade o assuntos públicos. Ele reúne atributos como lealdade, honradez, além de ser ficha limpa. Goiás precisa de você”, garantiu.

O também ex-prefeito Felipe Antônio Dias (PMDB) afirmou que é nítido o entusiasmo da população em ter a oportunidade de escolher Ronaldo Caiado para governar. “Cheguei aqui e olhei nos olhos das pessoas, vi o brilho da esperança de que as coisas podem mudar, que elas poderão ter de volta o sossego em suas casas. Sonhamos aqui há quase 30 anos com a duplicação da nossa rodovia e nada. O senhor vai mudar isso”, afiançou.

Felipe Antônio também testemunhou sobre a lealdade do senador com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), com quem caminhou em 2014 nas eleições para o governo estadual e também em 2016, quando o peemedebista se elegeu na capital. “Vi o senhor com o Iris e como é um homem leal. Queremos te ver no Palácio das Esmeraldas”, afirmou.

Força

Anfitrião da festa, o peemedebista Rinaldo Costa afirmou que o evento de ontem mostra como está viva a força das oposições em Goiás. “Esta força está presente em todo o Estado de Goiás e em Orizona não seria diferente. Temos pesquisas aqui que mostram que o senhor está bem à frente para a corrida estadual. Orizona quer fazer parte da mudança e trará uma grande vitória às oposições. Não podemos nos dividir. Temos de caminhar juntos para a vitória vir mais fácil”, defendeu.

Mais uma vez presente no encontro, o ex-prefeito de Guapó Luiz Juvêncio (PMDB) afirmou que Ronaldo Caiado é o nome que aglutina as lideranças. Para ele, é preciso romper o ciclo de governo atual. “A história mostra que nem uma ditadura durou mais do que 20 anos. Aqui em Goiás estamos em uma ditadura de um governo corrupto que não respeita os prefeitos e lideranças. Fui perseguido quando fui prefeito porque nunca fui com meu chapéu no Palácio. Tenho certeza que agora Goiás terá um representante à altura”, torceu.

O vereador do PMDB de Rialma, Paulineli Carneiro, afirmou que é impossível conter o desejo da população. “Quando o povo quer não adianta. A mudança é agora. Estive em Goianésia no evento do PMDB – que, vamos fazer justiça, não foi grande como o de hoje – e falei ao Daniel que sem Ronaldo Caiado vamos levar uma taca. A mudança é agora. O povo de Goiás quer mudança e o nome para isso é o de Ronaldo Caiado”, salientou.

Representando o presidente do PRP de Goiás, Jorcelino Braga, o vice-presidente Gerceley Batista disse que Ronaldo Caiado é um dos poucos que transformam a política em um ofício de honra. “Obrigado por nos representar em Goiás com tanta perfeição. A oposição tem um nome de honradez e com propostas”, elogiou.

Também participaram do encontro o presidente do Democratas de Orizona, Henrique Cunha Tavares; o suplente de senador Luiz Carlos do Carmo (PMDB); o presidente do PPL, José Netho; o vereador Juarez Lopes (PRTB); o vice-presidente do PV, Cristiano Cunha; o presidente do PMN, Eduardo Macedo; o presidente do Patriotas, Santa Pires; o presidente da Faeg, José Mário Scheiner; o deputado federal Delegado Waldir; o vice-prefeito de Rio Verde, Chico do KGL; o vice-prefeito de Silvânia, João Caixeta (DEM).

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Caiado diz em evento com Dallagnol que fim da propaganda  de rádio e TV democratizará o processo eleitoral

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou neste sábado (26/08) que o horário eleitoral de rádio e televisão no Brasil provoca desigualdades nas campanhas e precisa acabar. A fala foi durante o 8º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, em Campos do Jordão. Ao lado de Deltan Dallagnol, procurador da República e membro da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal no Paraná, e do economista Eduardo Giannetti, Ronaldo Caiado lembrou que o horário eleitoral tem servido como moeda de troca para partidos e lideranças políticas.

“Nada tem causado mais desigualdade que o horário eleitoral. Na época de pré-campanha, as coligação são feitas pensando muito no tempo de rádio e TV. Virou um comércio. Com meu projeto você tira essa moeda de troca que tem sido usada de forma nada republicana. O horário eleitoral acaba e os recursos são usadas nas eleições. As campanhas ficam mais enxutas e o eleitor participa da distribuição do dinheiro”, defendeu.

O projeto (PLS 206/2017), de sua autoria, cria um fundo de financiamento de campanha sem impactar o orçamento e democratiza a distribuição dos recursos. Com a proposta, o horário eleitoral gratuito ficaria restrito apenas às emissoras públicas de rádio e TV. Com o recurso que será poupado da renúncia fiscal concedida aos demais canais que transmitiam a propaganda, será criado um Fundo Especial de Financiamento de Campanha. O projeto altera as Leis 9096/95 e 9504/97 e proporciona uma economia de mais de R$ 1 bilhão entre eleições com o fim de renúncias tributárias, além do uso de recursos obtidos com multas aplicadas a partidos políticos.

Segundo ele, hoje as candidaturas são alicerçadas em dois pontos: a base de apoio econômico, quanto se tem a máquina estatal ativa na campanha, e tempo de rádio e TV. “Quem tem mais tempo de rádio e TV numa campanha já se mostra um candidato mais competitivo. E muitas vezes um marqueteiro com todos os truques e recursos mostra um candidato falso, que não na realidade aquilo que se apresenta na TV. Essas campanhas caríssimas com super produções na TV na verdade incentivam o caixa dois de campanha. É preciso acabar com isso”, disse.

Reforma

O parlamentar também defendeu uma ampla reforma de Estado, que implique em redução dos custos da máquina pública. “Ninguém quer tocar no assunto do custo da máquina pública, todo mundo desvia para temas de menor importância. Tratam de ações acessórias em vez de atacar o principal. Se não fizermos uma reforma em relação ao custo do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, não tem aumento de carga tributária que fará o País suportar a crise. A máquina do Estado está mantida intocada, resguardada dentro de uma composição que seria o presidencialismo de coalização”, alertou.

Segundo o senador, esta é uma falsa composição. “Ela tem muito mais de negociação de cargos e de uma falsa maioria no Congresso. Isso impõe limitações para diminuir a máquina pública em cada um dos setores. Em todos. Judiciário, Congresso e Executivo têm de cortar na própria carne. As estatais muitas vezes são usadas como mercadoria para se buscar uma maioria parlamentar. E essas estruturas são sempre um meio de cultura para proliferar a corrupção”, lamentou.
Lava Jato

Em sua apresentação, o procurador Deltan Dallagnol falou sobre os custos da corrupção ao País e sobre a Operação Lava Jato. Ele reconheceu a luta do senador Ronaldo Caiado contra o projeto de abuso de autoridade. “Caiado foi um que sempre trabalhou contra esse projeto. Reconhecemos isso”, disse, durante o debate após as apresentações individuais do painel.

De acordo com o procurador, a corrupção sistêmica faz parte da regra do jogo no País. Para ele, isso prejudica a eficiência econômica mais do que qualquer outro fator. “Corrupção e ineficiência econômica caminham de mãos dadas. A corrupção desvirtuou a democracia, desnivelou o cenário democrático. E vende-se ainda a ilusão de estabilidade política. Mas a estabilidade que a corrupção oferece é falsa, pronta a desabar a partir do próximo grande escândalo”, lembrou.

Já o economista Eduardo Giannetti, abordou a necessidade de um amadurecimento do que seja uma genuína economia de mercado. “O problema fundamental do sistema político hoje é a disfuncionalidade do presidencialismo de coalização. O Executivo uma vez eleito não conta com base de sustentação no Congresso que seja calcada em programa, em um aspecto propositivo. Há enorme fragmentação partidária, com 28 partidos no Congresso. Partidos são criados para negociar apenas para negociar tempo de TV e pegar fração do fundo partidário”, disse.

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Na Folha, Caiado defende extinção do horário político gratuito e uso do recurso para as campanhas

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu em artigo publicado neste sábado (26/08) na Folha de S. Paulo projeto de lei de sua autoria apresentado no Congresso que prevê o fim do horário gratuito de rádio e TV e a criação de um fundo para custear as campanhas eleitorais. Eleitoral. O Fundo seria formado pelas dotações orçamentárias da compensação fiscal no ano da eleição geral imediatamente anterior à promulgação da lei (2014) e da propaganda partidária do ano anterior à campanha (2017).

A proposta, segundo ele, é uma alternativa mais justa do que a que prevê a criação de um fundo imoral de R$ 3,6 bilhões para custear campanhas no Brasil. Além disso, acabaria com o gasto milionário com marqueteiros que, muitas vezes, vendem um político à população mas entregam outro.

“Mas a verdade é que esse custo, entre nós, tem sido, sobretudo nas três últimas décadas, muito além do razoável. A começar pelo dispêndio milionário com marqueteiros, que se tornaram agentes políticos paralelos, em intervenções frequentemente nocivas, a falsear a imagem dos candidatos”, criticou.

Ronaldo Caiado lembrou ainda que o horário gratuito, apesar do nome, tem custos à população. “Por essa razão, acabo de encaminhar ao Senado projeto de lei que extingue o tal “horário gratuito”. Extinção sumária. Nada ali é gratuito. A cessão do horário aos partidos, nas mídias privadas, é caríssima – e inútil. Ninguém assiste. Desperdício puro”, disse.

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Em Trindade, ao lado de Iris e Daniel, Caiado reafirma união da oposição

Ao chegar à missa solene da Festa do Divino Pai Eterno em Trindade acompanhado do prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB) e do deputado federal Daniel Vilela (PMDB), o senador Ronaldo Caiado (Democratas) reafirmou a união da oposição em Goiás como condição fundamental para que esta chegue fortalecida a 2018.

O parlamentar chegou com os peemedebistas em uma van poucos minutos antes da missa e, em seguida, participou de um café da manhã com autoridades no refeitório da Basílica. Sempre na companhia do prefeito, de quem se sentou ao lado durante a solenidade, Ronaldo Caiado afirmou ter plena confiança de que a oposição seguirá unida.

“Tenho certeza absoluta que Democratas e PMDB estarão juntos no ano que vem. O que está definido é que vamos caminhar juntos. Não se ganha uma eleição contra a máquina de governo se a oposição não estiver unida. Essa é nossa primeira tarefa de casa. Não só PMDB e Democratas, mas também outras siglas”, garantiu.

Festa

O senador acompanhou toda a missa celebrada pelo arcebispo Dom Sérgio da Rocha, que também é presidente da CNBB, e se disse admirado com o grande número de fiéis presentes este ano. A perspectiva da organização era de encerrar a festa contabilizando mais de 3 milhões de pessoas.

“Sempre fui devoto e todos os anos participo desta romaria. E tem tudo a ver com esse momento que assistimos, onde a enorme presença de fiéis reflete a dificuldade que muitos brasileiros estão passando. É preciso acreditar e ter fé no Divino Pai Eterno para podermos buscar alternativa rápida a essa crise política, moral e ética do País. Nada melhor do que ter a oportunidade de refletir agora que a população aguarda das lideranças políticas que sinalizem para um momento de mais alegria e cidadania”, disse.

Pesquisas

Questionado sobre as últimas pesquisas eleitorais que o colocam em larga vantagem em relação a outros adversários numa perspectiva de disputa para o ano que vem, Ronaldo Caiado disse que é uma alegria e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade. “Não podemos deixar de dizer da minha alegria. Nada mais gratificante em minha trajetória política de que todo esse apoio. Isso aumenta ainda mais minha responsabilidade. O momento em Goiás clama por mudanças de conduta. Essa é a grande renovação que a população goiana pede”, disse.

No evento o senador também sentou-se ao lado da senadora Lúcia Vânia (PSB) e se encontrou com os peemedebistas Bruno Peixoto, que é deputado estadual, e Andrey Azeredo, presidente da Câmara de Goiânia.

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“Oposição terá nome de consenso”, diz Caiado

O presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, afirmou na manhã desta segunda-feira (26/06) em entrevista no programa Falando Francamente, da Rádio Mil, que a oposição terá um nome de consenso nas urnas para disputar as eleições do ano que vem. Segundo o senador, o momento agora é de costurar as alianças e unificar os partidos para que a oposição tenha condições de se contrapor à máquina do governo estadual com a força necessária.

Ao comparar a construção da aliança entre o PMDB, o Democratas e demais partidos de oposição em relação à do governo, o senador deixou claro que o candidato será competitivo. “Somos face da mesma moeda, a moeda que ganhou as eleições de 2014 e 2016. Nós saberemos construir a aliança para 2018 com cabeça erguida, sem nenhum candidato imposto. Ao contrário do governo, oposição não tem candidato de garupa”, garantiu.

O democrata disse que, independente de nomes, a oposição trabalha para levar às urnas quem tenha história. “Na oposição é político de verdade, que vai pra frente, que vai pras urnas, que tem coragem, que chega junto a população, que não precisa dizer seu nome, que é conhecido e já tem história de vida. Esse é o candidato que a população deseja”, avaliou.

Mais uma vez o senador afastou a hipótese de que a oposição possa chegar dividida a 2018. “Aqueles que apostam que Democratas vai marchar separadamente do PMDB e demais partidos de oposição estão enganados. Vão perder. A conversa com o PMDB é excelente, transparente, respeitosa. É uma conversa que sempre existiu de mostrar que aquele que estiver em melhores condições deve ser o candidato. Esse processo de abertura cada vez maior do debate, de buscarmos cada vez mais alianças, é fundamental. É momento de ampliação da base”, disse.

Para ele, é impensável que a oposição chegue ao primeiro turno dividida. “O processo de divisão num primeiro turno, indiscutivelmente, causa algumas dificuldades no segundo turno. E com isso não tem sentido, nós que vamos enfrentar um aparato de governo. Sabemos como eles jogam na pressão a prefeitos, a lideranças políticas”, disse.

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Caiado recebe com humildade pesquisa que o coloca com 44% na disputa para o governo

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) diz ter recebido com humildade o resultado da pesquisa de intenções de votos divulgada nesta terça-feira (13/06) pela TV Record após levantamento do Instituto Paraná Pesquisas. O resultado aponta que Ronaldo Caiado, a pouco mais de um anos das eleições estaduais, larga na frente com uma ampla vantagem de intenções de votos .

Segundo a pesquisa estimulada, Ronaldo Caiado tem 33,6 pontos porcentuais de vantagem em relação ao segundo colocado no cenário da pré-campanha. São 44% das intenções de voto para o senador. Em seguida aparecem o vice-governador José Eliton (PSDB) com 10,4%, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) com 10,3% e o advogado Djalma Rezende com 6,6%.

“Recebo com alegria e humildade o resultado da pesquisa, mas com a convicção de que o povo de Goiás deseja mudanças. Continuo firme na luta em defesa do nosso Estado de Goiás”, fez questão de dizer.

O levantamento também analisou como seria se o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), aparecesse no lugar do filho Daniel Vilela. O democrata teria 42,1% das intenções de votos, enquanto Maguito Vilela teria 16,4%. Em seguida viriam José Eliton com 10,4% e Djalma Rezende com 6,2%.

A vantagem do senador em relação aos demais candidatos foi destacada pelo diretor do instituto, Murilo Hidalgo, em entrevista hoje ao Balanço Geral. “No cenário com Maguito Vilela ele tem mais votos que o filho nesse momento. Mas vale salientar a grande vantagem que Ronaldo Caiado vai arrancar nas eleições de Goiás”, disse.

Ao todo foram ouvidos 1.505 eleitores em todas as regiões do Estado, entre os dias 7 e 11 de junho. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

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Caiado defende em artigo na Folha financiamento eleitoral com participação do eleitor

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu em artigo publicado neste sábado (25/03) na Folha de S. Paulo uma proposta ousada para o financiamento de campanhas, que envolveria a participação do eleitor na divisão de um fundo eleitoral. A proposta, que já tem sido defendida pelo parlamentar no Senado, quer tornar o sistema mais transparente e democrático.

Segundo o novo modelo, o fundo eleitoral seria criado com dinheiro do fundo partidário, multas coletadas pelo TSE e fim da renúncia fiscal pelo uso da mídia privada na propaganda eleitoral e programas partidárias. “Esse fundo, que formaria um montante aproximado de R$ 4 bilhões, seria fracionado entre todo o eleitorado brasileiro, cadastrado no TSE – cerca de 100 milhões de eleitores -, que, num prazo de 30 dias, destinaria sua parcela, de aproximadamente R$ 40 per capita, ao partido e/ou candidato de sua escolha, utilizando para esse repasse bancos oficiais ou agências dos Correios. Não querendo fazê-lo, a verba voltaria ao fundo partidário para repasse aos partidos, na proporção dos votos obtidos na eleição anterior”, explicou.

Para o senador, esse modelo confere maior participação dos eleitores em todo o processo eleitoral, não só na votação. “Além de transparente, esse sistema envolve o eleitor – e lhe confere corresponsabilidade -, num processo que hoje o restringe ao ato de votar. A proposta é ousada, mas necessária, se o que buscamos é, mais que resgatar a credibilidade, instituir uma nova cultura política. Nenhuma democracia resiste à continuada rejeição do povo pelos seus representantes”, afirmou.

Leia na íntegra.
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Proponho um fundo em que o eleitor destine sua parte a seu candidato

Não há tema mais recorrente na vida institucional brasileira que o da reforma política.

Entra governo, sai governo, volta à tona, erigido como prioridade, mas, como hoje, impulsionado por alguma crise —e acaba por levar a providências tópicas e imediatistas.

Legisla-se sempre para a próxima eleição, sem nenhuma preocupação em criar um sistema sólido e duradouro. O resultado é o descrédito da sociedade nas instituições políticas, em que o eleitor já não se reconhece.

Fala-se sempre que a reforma ideal será a próxima e improvisa-se a possível. Fui, aliás, relator de uma dessas reformas, na Câmara, que, a exemplo das que a precederam, começou com grandes promessas e pretensões e acabou frustrada por falta de consenso.

Há convergência no diagnóstico, mas não na terapêutica, submetida a casuísmos. O atual sistema, disfuncional, fez da ingovernabilidade regra. Além de anomalias como coligações nas eleições proporcionais e ausência de cláusula de barreiras, tem fonte de financiamento restrita a parte do fundo partidário e a doações de pessoa física, insuficientes para custear eleições num país-continente, sobretudo num momento de profundo descrédito da política.

A profusão de partidos (há hoje 28 legendas com assento no Congresso) responde pelo que se convencionou chamar de presidencialismo de coalizão; na verdade, de cooptação.

A formação de maiorias, indispensável à governabilidade, favorece o fisiologismo, o loteamento de cargos, que desemboca na privatização do Estado, cujo resultado contemplamos na Operação Lava Jato.

Que é o petrolão senão tropas político-partidárias de ocupação do Estado, saqueando-o a pretexto de financiar-se eleitoralmente para perpetuar-se no poder?

Como, mais uma vez, discutimos a reforma no limite do prazo para sua implementação nas próximas eleições, temos que nos ater ao essencial, que é o financiamento. Não há espaço para truques ou manobras, como anistia ao caixa dois ou voto em lista, rejeitado pelo eleitor, que não confia nos partidos. E nem mesmo para discussões complexas, como a adoção do sistema distrital, puro ou misto.

Proponho é a criação de um fundo eleitoral com recursos das seguintes fontes: parte do fundo partidário; multas coletadas pelo TSE; e fim da renúncia fiscal pelo uso da mídia privada (rádio e TV) na propaganda eleitoral e nos programas partidários, restringindo-os ao sistema público e comunitário de comunicação.

Esse fundo, que formaria um montante aproximado de R$ 4 bilhões, seria fracionado entre todo o eleitorado brasileiro, cadastrado no TSE -aproximadamente 100 milhões de eleitores-, que, num prazo de 30 dias, destinaria sua parcela, de aproximadamente R$ 40 per capita, ao partido e/ou candidato de sua escolha, utilizando para esse repasse bancos oficiais ou agências dos Correios.

Não querendo fazê-lo, a verba voltaria ao fundo partidário para repasse aos partidos, na proporção dos votos obtidos na eleição anterior.

Só a renúncia fiscal pelo uso da rede privada representa R$ 400 milhões em ano não eleitoral. Em ano eleitoral, as cifras chegam a R$ 1,1 bilhão! Esse montante, acrescido de parte do fundo partidário, produzirá os R$ 4 bilhões do fundo eleitoral.

Além de transparente, esse sistema envolve o eleitor -e lhe confere corresponsabilidade-, num processo que hoje o restringe ao ato de votar.

A proposta é ousada, mas necessária, se o que buscamos é, mais que resgatar a credibilidade, instituir uma nova cultura política.

Nenhuma democracia resiste à continuada rejeição do povo pelos seus representantes.

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Caiado concorda com Adib e defende agenda conjunta PMDB-DEM

O presidente regional do Democratas, senador Ronaldo Caiado, disse concordar com a posição do prefeito de Catalão, Adib Elias (PMDB), que defendeu em declarações à imprensa que PMDB e DEM precisam se acertar. Adib falou em uma agenda conjunta da oposição e maturidade na condução das discussões sobre as eleições de 2018.

“Concordo com o prefeito Adib. Temos que ter maturidade para andarmos juntos e a humildade de buscarmos aliados. A aliança PMDB-DEM foi vitoriosa e me empenhei para eleger os candidatos a prefeito do PMDB em quase a totalidade dos municípios que disputamos as eleições”, disse.

Ronaldo Caiado também considerou acertada a fala de Adib que considerou inoportuna a decisão de um nome nesta altura das discussões, mas reafirmou acreditar que cada partido tem o direito de defender suas pré-candidaturas. “É inoportuna uma definição antecipada de nome, mas defendo que cada partido apresente seus pré-candidatos e possamos andar juntos pelo Estado”, afirmou.

Para o parlamentar, o momento requer cautela. “É preciso ter a humildade de saber qual em 2018 terá as condições para enfrentar a máquina do Governo, que tenta de todas as formas aliciar prefeitos do DEM-PMDB. Como proposto pelo prefeito Adib, o Democratas é favorável a uma agenda conjunta com o PMDB e da minha parte não faltará disposição de aparar possíveis arestas”, concluiu.

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