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Agronegócio sofre com ataques ideológicos e omissão do Estado, diz Caiado na Folha

Mesmo sendo o motor da economia nacional, o agronegócio tem sofrido ataques ideológicos sob a indiferença do Estado para tratar da questão. A opinião é sustentada pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas) em artigo publicado neste sábado (02/12) pelo jornal Folha de S. Paulo, em que ele afirma que o agronegócio é alvo da hostilidade de milícias como o MST.

Segundo ele, essas milícias promovem invasões e atos predatórios mas continuam impunes, gerando insegurança jurídica e colocando em risco a produtividade e a vida dos produtores rurais.  “O mais espantoso é a indiferença do Estado”, criticou.

Ronaldo Caiado avalia que está em curso um projeto ideológico de estatização da produção rural, que teve o seu auge nos governos do PT. “A máquina governamental aparelhada age, em regra, nos termos da agenda ideológica”, afirmou.

Muitas vezes este tipo de turbulência serve apenas como cortina de fumaça para ocultar outros tipos de escândalos. “O produtor rural torna-se assim boi de piranha, para desviar a atenção da opinião pública dos múltiplos desmandos que envolvem agentes públicos graduados. Ao mesmo tempo em que se impõe rigor implacável a quem produz, faz-se o oposto em relação aos predadores do MST, tratados com extrema leniência, como “movimentos sociais”, imunes à lei e ao tratamento de terroristas, mesmo quando agem como tais”, comparou.

Leia o artigo na íntegra.

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Omissão do Estado estimula MST

O agronegócio tem sido, há décadas, fator de sustentação da economia brasileira. Em circunstâncias normais, e em qualquer país, teria total apoio do Estado e amplo reconhecimento da sociedade.

Não é, porém, o que ocorre. Tem sido, ao contrário, exposto à hostilidade de milícias, como o MST, que promovem invasões e atos predatórios, em regra impunes, o que aumenta a insegurança jurídica e põe em risco não só a produtividade mas a integridade física dos que lá trabalham. O mais espantoso é a indiferença do Estado.

Há muito está em curso um projeto ideológico de estatização da produção rural. Ao tempo dos governos do PT, o processo se tornou mais cruento. E o notório apoio governamental inibia a ação reparadora, nos termos da lei. Diversos governadores deixaram de cumprir decisões judiciais de reintegração de posse, mas em nenhum momento se viram punidos com a intervenção federal.

Nesse ambiente de anomia, as invasões tornaram-se rotineiras —e sempre voltadas contra propriedades produtivas. A princípio, invadia-se em nome da reforma agrária para os sem-terra; na sequência, mobilizaram-se índios, reclamando a propriedade original de terras cujos proprietários, devidamente documentados, lá estavam havia gerações.

A inação governamental e o lobby midiático serviam —e continuam servindo— de estímulo a tais crimes.

Os proprietários lançam mão de recursos legais, como os interditos proibitórios, instrumento que a Justiça comum utiliza para agir com rapidez contra ocupações ou ameaças de invasões de imóveis ou propriedades rurais.

Mas, diante da indiferença e da conivência dos governos estaduais, a manifestação da Justiça se mostra inócua. E as consequências dessa omissão permeiam todos os escalões, garantindo a ação das milícias.

No ideário petista-bolivariano, o patrimônio rural, sobretudo o produtivo, precisa ser confiscado, em nome da revolução. Na falta de argumentos, investe-se na desestabilização da imagem do produtor, tentando impingir-lhe o selo de predador social e ambiental.

Pouco importa que o agronegócio tenha gerado uma classe média rural, em contraste com os assentamentos improdutivos do MST. Para o ativista ideológico, a lei é um detalhe e a versão vale mais que os fatos.

É o que se dá em relação ao trabalho escravo, que, se ocorre, é como exceção, jamais como regra. O produtor rural não se furta a cumprir a lei, nem a ser fiscalizado. O que não pode é estar submetido à ação solitária de um único fiscal, com poderes de polícia e de juiz. É preciso que os papéis sejam exercidos por quem de direito: o fiscal identifica a falta, a polícia autua e o juiz julga.

Não é assim que ocorre. A máquina governamental aparelhada age, em regra, nos termos da agenda ideológica. Ignora-se o mais elementar senso de proporções, confundindo, para fins de expropriação de propriedade produtiva, eventuais infrações trabalhistas com escravagismo.

Nos escalões superiores, tais turbulências servem de cortina de fumaça para ocultar outros escândalos. O produtor rural torna-se assim boi de piranha, para desviar a atenção da opinião pública dos múltiplos desmandos que envolvem agentes públicos graduados.

Ao mesmo tempo em que se impõe rigor implacável a quem produz, faz-se o oposto em relação aos predadores do MST, tratados com leniência, como “movimentos sociais”, imunes à lei e ao tratamento de terroristas, mesmo quando agem como tais.

É preciso aplicar a lei —nada mais— e preservar esse pilar essencial da economia brasileira, sob o ataque incessante de forças ideológicas alheias ao interesse nacional.

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Caiado participa de cavalgada em São Luís de Montes Belos

O presidente estadual do Democratas, Ronaldo Caiado, desfilou neste sábado (03/06) ao lado de mais de 1,5 mil cavaleiros que participaram da Cavalgada de São Luís de Montes Belos, que faz parte dos festejos da 41ª Exposição Agropecuária. A tradicional festa é organizada pela Prefeitura com a participação dos moradores.

O senador chegou ao município por volta das 13h30 para conversar primeiro com lideranças como o ex-prefeito Sandoval da Matta (sem partido), que agradeceu o carinho do democrata com São Luís. “Ronaldo Caiado já atendeu a vários convites para participar deste evento e é sempre bem-vindo. Ele é um apaixonado por mulas e todos gostamos muito de tê-lo aqui”, disse.

A vereadora Maria dos Anjos (Democratas), que também o recepcionou, disse ser uma honra vê-lo entre os cavaleiros. “O senador reconhece a importância de São Luís e por isso é sempre uma honra quando nos visita. Tenho certeza de que será o nosso próximo governador”, assegurou.

Depois destes encontros, o senador integrou as comitivas da Cavalgada montado em uma mula de 9 anos de idade. Saindo da GO-060, ele percorreu as ruas do município sempre com muita receptividade por parte dos moradores.

“Todos sabem que sou um apaixonado por mulas e cavalos. Por isso é uma honra mais uma vez estar presente em São Luís de Montes Belos. Foi ótimo contar com o apoio dos moradores, que sempre se engajaram junto à Prefeitura para a realização da Cavalgada.Meus agradecimentos à população e ao ao prefeito Major Eldecilio e ao ex-prefeito Sandoval da Matta, a vereadora Dos Anjos e o presidente do Democratas municipal, Uilton Wander, pela receptividade”, afirmou.

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Caiado diz que busca solução para impasse nas discussões sobre Funrural

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, falou nesta sexta-feira (02/06) a advogados e estudantes que participaram do 1º Congresso Regional de Direito Agrário da OAB/GO sobre o impasse no Congresso Nacional em relação à cobrança do Funrural, validada recentemente pelo STF de forma retroativa e que pode penalizar o setor rural em até R$ 20 bilhões. Na palestra o parlamentar explicou porque, após os escândalos da JBS, decidiu retirar a urgência do projeto de sua autoria que anistiava as dívidas dos produtores rurais.

Preocupado com o passivo, o senador protocolou no mês passado o projeto de lei 132/17 para a remissão e cancelamento de todo o passivo do Funrural no País. Segundo o senador, a intenção foi proteger o produtor rural vitimizado por uma dívida resultante de um cenário de insegurança jurídica que durou mais de uma década.

Ronaldo Caiado explicou que a proposição concedia a remissão e anistia para os produtores rurais – pessoas físicas — relativa aos créditos tributários com vencimento até 30 de março deste ano. Na prática, a proposta implicaria em perdão de todo o passado. De acordo com ele, não adiantaria o governo federal cobrar a cifra se os produtores rurais não possuem dinheiro em caixa. Persistir na cobrança, na avaliação dele, seria apenas gerar um passivo que não resolveria o problema de caixa da União.

O projeto foi retirado da pauta após a revelação na imprensa das delações premiadas dos executivos da JBS, flagrados em escândalos de propina para obtenção de facilidades no governo federal. Informações da CPI da Previdência revelaram que a JBS é a segunda maior devedora da seguridade social, além de possuir débitos com o Funrural junto à Receita.

Diante desse quadro, o foco passou a ser o projeto de resolução que revoga os dispositivos que dão sustentação à cobrança do Fundural conforme as decisões do Supremo que reconhecerem a inconstitucionalidade da cobrança.

“De posse de informações da CPI da Previdência soubemos que a principal beneficiada com a anistia seria a JBS, envolvida nos recentes escândalos de corrupção. Por isso buscamos agora outra saída ao produtor rural por meio de um projeto de resolução que vise alterar a questão de agora em diante, buscando reafirmar a inconstitucionalidade da cobrança sobre a receita bruta”, relatou.

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Caiado apresenta projeto para solucionar questão do Funrural

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), apresentou um projeto de lei no Senado Federal, nesta terça-feira (02/05), buscando uma solução definitiva para a questão do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

Em reunião na Frente Parlamentar de Agropecuária (FPA), o senador explicou que o texto propõe corrigir o grave problema criado com a decisão do Supremo Tribunal Federal que decidiu pela constitucionalidade do fundo e pelo pagamento do retroativo, o que geraria uma dívida bilionária para produtores rurais. O projeto (PLS 132/17) pede remissão e anistia totais do débito dos últimos cinco anos para produtores rurais pessoas físicas e a cobrança efetiva a partir do presente momento.

“O que estamos sugerindo é a remissão e a anistia totais para os produtores rurais pessoas físicas em relação às contribuições dos últimos cinco anos, diante do imbróglio criado pela Justiça que deu liminar favorável a milhares de contribuintes para não recolherem o tributo. Agora, com a surpreendente decisão do STF, toda a classe se viu obrigada a recolher de uma só vez a contribuição com a incidência de multas e juros, o que compromete a liquidez do segmento”, explicou.

Para Caiado, de nada adianta cobrar uma considerável cifra, se os produtores não possuem a disponibilidade em caixa para solvê-la. “Persistir com a cobrança nesta época de crise é apenas gerar um passivo que não resolverá o problema de caixa da União e só vai comprometer o único setor que tem puxado o país para fora da crise”, argumentou.

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Em outra frente, o senador também estuda apresentar novo projeto para corrigir as incoerências da cobrança para os próximos anos. A ideia é reduzir a alíquota do Funrural de 2,1% para 1%; instituir a opção de escolha do recolhimento do tributo sobre a receita bruta ou sobre a folha de pagamento; e a extinção de contribuição devida pelo produtor rural pessoa física e pelo segurado especial ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR).

A justificativa é que a exigência da contribuição sobre a comercialização da produção rural em substituição à folha de pagamento tornou desproporcional o valor devido pelos produtores que não possuem empregados ou que arquem com despesas salariais reduzidas. “A tributação atualmente em vigor ameniza a situação dos empregadores rurais com muitos empregados, mas sobrecarrega aqueles que exercem a atividade em regime de economia familiar ou com o auxílio de poucos prestadores de serviços”, comparou Caiado.

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Câmara Municipal de Goiânia homenageia Caiado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) foi agraciado nesta quinta-feira (27/04) com a Medalha do Mérito do Agronegócio Otávio Lage de Siqueira em homenagem ocorrida na Câmara Municipal de Goiânia. A honraria ao parlamentar, proposta pelo vereador Paulo Daher (Democratas), é concedida pela Câmara aos nomes que se destacaram em Goiás em defesa dos produtores rurais. Segundo o vereador, Ronaldo Caiado é “incontestavelmente o maior defensor do agronegócio goiano e brasileiro”, disse.

Ao discursar diante de homenageados e convidados, o vereador relembrou a luta de Ronaldo Caiado em favor dos produtores rurais, iniciada quando fundou a União Democrática Ruralista (UDR) nos anos 80. “O senador Ronaldo Caiado teve fundamental importância nas lutas para o desenvolvimento do setor produtivo e esteve à frente de todas as mobilizações do setor rural desde a Constituinte, quando foi garantido o direito de propriedade”, sublinhou.

Paulo Daher também fez questão de destacar a atuação política do democrata. “Em tempos de crise, em que vários nomes da política nacional e estadual são investigados e condenados pelo Judiciário por práticas de corrupção, o nome de Ronaldo Caiado permanece intacto. Sua posição firme e coerente, sua postura ética, sua conduta ilibada, retidão de caráter e seu trabalho prestado à sociedade durante a sua vida pública lhe credenciam a ser o próximo governador de Goiás”, afirmou.

O senador agradeceu a homenagem e se disse profundamente tocado por ser reconhecido em Goiás. “Ainda em 1988 caminhava por todo o País buscando conscientizar o setor de sua importância e da necessidade de entrar nos debates políticos. Na época éramos demonizados. Mas levantei a bandeira, mobilizei os produtores e hoje o agronegócio impulsiona a economia e orgulha nosso País. É uma honra receber esta homenagem, especialmente por ser reconhecido em minha terra. Obrigado a todos os que me proporcionaram um dos dias mais importantes da minha vida”, discursou.

Atuação

Nestes últimos meses de desafios para o setor rural, Ronaldo Caiado tem se empenhado para minimizar os efeitos de decisões que prejudicam os produtores. O senador tem buscado soluções para minimizar os efeitos da decisão do STF que votou pela constitucionalidade do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), impondo o pagamento retroativo e podendo gerar uma dívida de até R$ 7 bilhões aos produtores rurais de todo o País.

O parlamentar tem se reunido com a classe e sua equipe técnica para encontrar uma saída para que a cobrança do passivo não inviabilize a produção agropecuária, afetando o setor que mais movimenta a economia brasileira neste momento de crise.

O parlamentar também se debruçou sobre a situação da alta cobrança de juros de produtores rurais. Após questionamento do senador, o Conselho Monetário Nacional (CMN) garantiu que vai analisar a redução da taxa de juros para fundos constitucionais, como o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O compromisso foi durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

Histórico de luta

Alçado à condição de líder por sua atuação à frente da União Democrática Ruralista (UDR), Ronaldo Caiado é um dos mais expressivos representantes do setor Rural no Brasil. Ele é autor de uma conquista fundamental para o setor agrícola. Graças a ele os produtores rurais e cooperativas puderam renegociar suas dívidas com o governo federal. A proposta incluía os débitos provenientes de operações com fundos constitucionais, o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer), o Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa), entre outros. O projeto também autorizava a renegociação de dívidas já objeto de negociação no passado.

Outra ofensiva de Ronaldo Caiado em defesa do produtor rural foi a que ficou conhecida como “tratoraço” – uma manifestação ocorrida em 2005, quando ele era presidente da Comissão de Agricultura, e que reuniu mais de 2 mil tratores na Esplanada dos Ministérios para atrair a atenção para a pior crise de todos os tempos na agricultura. A tentativa era de conseguir junto ao governo federal medidas adicionais para reduzir a crise de renda sofrida por alguns segmentos da agropecuária.

Para os goianos em especial, Ronaldo Caiado foi autor de emendas que evitaram que Goiás perdesse R$ 300 milhões por ano com a nova partilha dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Pelo projeto do Senado Federal rejeitado, Goiás teria uma redução no coeficiente que delimita o valor da distribuição do FPE, dos atuais 2,84 para 2,51, o que implicaria nessa perda de R$ 300 milhões anuais para o Estado.

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Caiado será homenageado pela Câmara Municipal de Goiânia

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) recebe na próxima quinta-feira (27/04), às 19h30, a Medalha do Mérito do Agronegócio Otávio Lage de Siqueira. A honraria é concedida pela Câmara dos Vereadores de Goiânia aos nomes que se destacaram em Goiás em defesa dos produtores rurais. A propositura é de autoria do vereador Paulo Daher (Democratas).

“É uma grande honra para mim homenagear uma personalidade como o senador Ronaldo Caiado. Político de conduta ilibada e homem do campo dedicado, Caiado sempre reconheceu a importância do agronegócio para a economia do Brasil. Também por isso merece todo o nosso reconhecimento”, disse o vereador.

Atuações recentes

Nestes últimos meses o democrata tem se empenhado para minimizar os efeitos de decisões que prejudicam os produtores rurais. Uma delas foi a do STF, que votou pela constitucionalidade do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), impondo o pagamento retroativo e podendo gerar uma dívida de até R$ 7 bilhões aos produtores rurais de todo o País.

O parlamentar tem se reunido com a classe e sua equipe técnica para encontrar uma saída para que a cobrança do passivo não inviabilize a produção agropecuária, afetando o setor que mais movimenta a economia brasileira neste momento de crise.

O parlamentar também se debruçou sobre a situação da alta cobrança de juros de produtores rurais. Após questionamento do senador, o Conselho Monetário Nacional (CMN) garantiu que vai analisar a redução da taxa de juros para fundos constitucionais, como o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O compromisso foi durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

Sobre a medalha

Instituída em setembro de 2009, a medalha presta homenagem a pessoas físicas e jurídicas que tenham se destacado através dos trabalhos e/ou ações em defesa do agronegócio. A medalha é entregue anualmente e homenageou o ex-governador Otávio Lage de Siqueira.

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A pedido de Caiado, CMN vai analisar redução de juros do FCO

Líder do Democratas levou a audiência com presidente do Banco Central situação das altas cobranças de juros para empréstimos de longo prazo feitos a produtores rurais

Após questionamento do senador Ronaldo Caiado (GO), o Conselho Monetário Nacional (CMN) vai analisar a redução da taxa de juros para fundos constitucionais, como o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Em audiência pública hoje (4/4) na Comissão de Assuntos Econômicos com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, o senador Ronaldo Caiado relatou a grave situação da alta cobrança de juros de produtores rurais.
Caiado mostrou que os juros fixados ficam entre 9,5% a 10% ao ano para financiamentos de longo prazo, o que compromete compra de maquinário e a comercialização da safra, por exemplo. O líder do Democratas trouxe a preocupação após ouvir a grave situação de produtores que estiveram com ele na Tecnoshow Comigo, em Rio Verde, a maior feira de tecnologia agrícola do Centro-Oeste.

“Produtores me fizeram um relato fiel da grave situação que estão vivendo. Não podem pegar empréstimo a taxas menores que 9,5% ao ano por causa de uma regra do Banco Central. Como um produtor vai pegar um financiamento a longo prazo com taxas exorbitantes? Precisamos da sensibilidade do governo para não voltarmos a ver a situação de um produtor comprar um trator e dever 10. Temos o FCO, um fundo constitucional criado para reduzir desigualdades, com R$ 3 bilhões com essas taxas?

O senador reforçou a preocupação com a comercialização da safra. “Temos uma safra de grãos de 200 milhões de toneladas, e não temos como comercializar 70 milhões. Como um produtor vai adquirir um silo para armazenar os grãos com essa taxa de juros? Já estamos vendo cair os preços da soja, do milho. O preço do milho está caindo R$ 45 para R$ 19,60. O quadro é muito grave”, acrescentou.
Em resposta, o presidente do Banco Central, informou que o Conselho Monetário Nacional vai levar a análise da redução de juros ao Conselho Monetário Nacional, a partir da requisição do Ministério da Integração – que já foi acionado – a qual os fundos constitucionais estão vinculados.

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Projeto de Caiado que incentiva ovinocaprinocultura é aprovado no Senado

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) conseguiu aprovar em caráter terminativo no Senado o projeto de lei 524/15, que cria parâmetros para a elaboração de políticas públicas voltadas aos produtores de cabras, bodes, ovelhas e carneiros (ovinocaprinocultura). Votado na Comissão de Agricultura nesta quarta-feira (30/11), o PLS segue agora para a Câmara.

O projeto fundamenta a inclusão deste setor em políticas de crédito rural; seguro agrícola; desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica; assistência técnica; garantia de preços dos produtos; formação de estatísticas sobre o rebanho; controle sanitário; e estímulo à exportação.

“A ovinocaprinocultura é uma cadeia produtiva que representa importante fonte de renda para o Nordeste, que concentra mais de 70% do rebanho nacional. Como tenho vinculação forte com região por questões familiares, sei de sua importância principalmente para pequenos produtores”, argumentou.

De acordo com Caiado, por se tratar de uma cadeia produtiva fundamental para homens do campo em regiões mais carentes do país, é preciso um cuidado maior para garantir e ampliar as condições de produção. O democrata enxerga um potencial de desenvolvimento para o setor.

“Pela baixa produtividade e qualidade na produção, os criadores deixam de aproveitar um grande potencial de mercado, inclusive, externo para carne, leite, lã, pele e outros derivados. O Brasil é hoje o 16º no ranking mundial de criação. Se estruturarmos toda a cadeia, podemos fazer o país avançar muito mais”, defendeu.

Ronaldo Caiado - Divulgação - Crédito Sidney Lins - 23-11

Caiado recebe o primeiro Prêmio CNA Agro Brasil da história

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) foi agraciado com o primeiro Prêmio CNA Agro Brasil em cerimônia realizada na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nesta quarta-feira (23/11). O evento criado este ano escolheu o parlamentar por sua história de luta em prol do setor desde a União Democrática Ruralista (UDR).

“São gestos como esse que nos sensibilizam e fazem que a gente se dedique ainda mais. Comecei a lutar pelo setor do campo ainda na Constituição de 1988, quando conseguimos que fosse garantido o direito de propriedade no campo. São 30 anos de empenho pelo produtor rural”, agradeceu Caiado.

A cerimônia foi criada para homenagear e reconhecer o trabalho de personalidades que tenham contribuído para o desenvolvimento do setor agropecuário e do país. A escolha do senador como primeiro homenageado levou em conta sua atuação parlamentar em defesa da agropecuária.

“A nossa missão é continuar mostrando e defendendo o Brasil real, aquele que produz, que trabalha, que absorve tecnologias e que é motivo de orgulho para todos. A CNA é, sem dúvida, uma entidade que sempre esteve à frente de seu tempo. Nunca se omitiu nos momentos mais delicados e continua a ampliar sua representação nas decisões nacionais. Continuem contando comigo”, agradeceu.

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Caiado busca apoio do setor produtivo a Iris

O presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, continuou na tarde desta sexta-feira (07/10) a agenda pró-eleição de Iris Rezende (Democratas) em Goiânia ao visitar os representantes da Associação Goiana de Empresários Revendedores de Produtos Agropecuários (Agerpa). No encontro o senador mencionou as particularidades de uma eleição majoritária e os motivos que fazem de Iris Rezende a melhor alternativa para a capital.

“Continuei na tarde de hoje a minha maratona para levar os projetos de Iris Rezende para as classes que sempre me apoiaram politicamente. Desta vez estive na Agerpa para falar com meus amigos do agronegócio. No processo majoritário o sistema é diferente de um proporcional e por isso é necessário pensar com antecedência sobre os rumos que se deseja para o Estado ou o País. Não se constrói isoladamente um projeto de gestão para o futuro. A capital é estrategicamente importante para qualquer postulação maior”, sublinhou.

Na interpretação do democrata, o futuro de Goiás começa a ser delineado agora. “Se acreditamos na mudança em 2018 precisamos alavancar agora esse processo. Os produtores rurais sabem a sintonia de Iris com o setor rural e, tenho certeza, vão sensibilizar as pessoas neste sentido nos próximos dias. Saí do encontro otimista em relação a isso pois ouvi que os representantes do agronegócio muito agradecem a minha atuação no Congresso em todos os meus mandatos”, disse.

Entre os membros da diretoria presentes estavam o presidente Paulo Beraldo da Silva, o vice-presidente Roberto Taveira, além do diretor da Acieg, Ricardo Cantaclaro.

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