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Caiado defende PEC que vai atrair médicos para o interior do País

O senador Ronaldo Caiado (DEM) participou, nesta quinta-feira (16), da abertura do Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, realizado em Goiânia. Em seu discurso, o líder do Democratas no Senado explicou como a corrupção impacta negativamente a saúde, citando a má gestão e medidas populistas como causadores de problemas na saúde que dificultam o exercício da Medicina no Brasil. O senador defendeu a sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria a carreira de estado para os médicos atuarem no interior.

A crítica do senador recai sobre os escândalos envolvendo o Mais Médicos, que, segundo ele, foi uma medida populista criada para uma tese que não é real: de que faltam médicos no Brasil. Por ano são mais de 28 mil vagas em faculdades no País. Muitas vezes faculdade provadas que não possuem boa estrutura para a formação do aluno. O líder do Democratas explicou que, na verdade, há uma grande concentração de médicos nas cidades grandes, deixando as cidades menores sem profissionais da medicina.

Uma das soluções para o problema, segundo Caiado, é a criação de uma carreira de Estado para o médico, que vai oferecer uma carreira com dedicação exclusiva, determinação de um piso salarial mínimo, estabilidade e aposentadoria.

“É uma PEC de minha autoria que está tramitando no Congresso para fazer com que o colega médico possa ir para o interior com garantias”, explicou o senador, que foi muito aplaudido por sua defesa da categoria. Segundo o senador, a expectativa é que a emenda seja apreciada ainda neste ano.

Participação política

Ao final de seu discurso, o senador também fez um alerta para a classe médica, pedindo união e conscientização política. Segundo ele, é preciso que a classe se envolva na eleição de 2018 para eleger representantes que tenham compromisso com a saúde.

Além disso, o senador também cobrou fiscalização dos próprios médicos com comportamentos classificados por ele como incompatíveis com o exercício ético da medicina. Segundo ele, excesso de exames e procedimentos, prescrição sem necessidade de remédios com custo elevado e a participação de médicos em esquemas são exemplos que devem ser combatidos.

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Reitor e superintendente elogiam empenho de Caiado na construção do novo HC

O reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Orlando do Amaral, e o superintendente do Hospital das Clínicas (HC), José Garcia Neto, agradeceram nesta segunda-feira (02/10) o empenho do senador Ronaldo Caiado (Democratas) para a construção do novo edifício do HC, tido como um marco para a história da saúde em Goiás. O agradecimento foi durante café da manhã com toda a bancada goiana, que tem viabilizado recursos para o empreendimento.

O hospital universitário deve ser o maior do País de uma universidade federal e poderá suprir uma carência histórica na oferta de novos leitos para internações clínicas e cirúrgicas de pacientes do SUS. Segundo o reitor, Ronaldo Caiado é um parceiro fiel da instituição.

“O objetivo deste encontro hoje é mostrar aos parlamentares a execução desta obra, que vem sempre construída há muitos anos com recursos da bancada. Queria agradecer em particular o senador Ronaldo Caiado, que é um parceiro constante da universidade que destina emendas individuais e também de bancada”, testemunhou Orlando do Amaral.

O superintendente do HC também fez questão de destacar o papel do democrata nesta iniciativa. “O senador sempre ajudou o HC. Há mais de 10 anos ele vem fornecendo suas emendas como deputado e agora como senador, permitindo a construção deste que será o maior hospital universitário do Brasil. Temos de reconhecer sua ação como parlamentar e também como goiano que tem trabalhado pelo desenvolvimento do Estado e da saúde pública”, disse.

Atuação da bancada

Ao todo serão 20 pavimentos com 45 mil metros quadrados e 600 leitos de internação. A perspectiva é de que no próximo ano 300 leitos já estejam liberados e possam ajudar a diminuir a fila pelas cirurgias eletivas em Goiás. Serão oferecidos serviços de média e alta complexidade no âmbito de atendimentos terciários e quaternários, incluindo transplante de órgãos, atendimento oncológico e ortopédico, entre outros.

Ronaldo Caiado lembrou que tudo isso só foi possível com a união suprapartidária dos parlamentares goianos. “Quando me viram no Congresso lutar duramente contra a tese de que se pode tirar dinheiro de bancada para financiar campanha eleitoral, é porque não podemos comprometer ações como a que assistimos hoje em Goiânia. Esse hospital, que será referência no País, contou com empenho de vários anos e de um gesto suprapartidário de todos os parlamentares. Desde meus mandatos na Câmara e agora como senador, sempre fiz questão de destinar emendas para essa obra tão importante”, lembrou o senador.

Vistoria

Acompanhado do secretário de educação superior do Ministério da Educação, Paulo Barone; do atual reitor; do superintendente; do futuro reitor Edward Madureira; e do deputado federal Pedro Chaves (PMDB), o senador vistoriou as obras.

“É uma união virtuosa entre os interesses da comunidade goiana, da UFG no que se refere à atenção à saúde e aos parlamentares que são sensíveis e alocam os seus esforços para a conclusão dessa iniciativa. Quando a comunidade acadêmica se aproxima dos seus representantes, ela consegue seus objetivos que são o melhor atendimento da população”, elogiou Paulo Barone.

Emendas

A área de saúde em Goiás é uma das que maior atenção recebe do senador Ronaldo Caiado,. Só o Hospital das Clínicas foi objeto de sete emendas do parlamentar nos últimos anos. As mais recentes foram para a construção do hospital e para a compra de um monitor multiparamétrico para a unidade.

Quando deputado federal ele também se preocupou em destacar emendas para a reforma e ampliação do Pronto Socorro, da obra do edifício de internações e com a construção do setor de Nutrição e do Ambulatório de Anemia Falciforme.

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Cotado para a Presidência, Caiado diz na RedeTV que foco é Goiás

Entrevistado da noite de sexta-feira (29/09) para o programa “Mariana Godoy Entrevista”, da RedeTV, em uma série com presidenciáveis, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) garantiu que seu foco é trabalhar pela candidatura ao governo de Goiás. Segundo ele, é preciso recuperar o Estado.

“Infelizmente Goiás foi muito penalizado com a gestão que está aí há 20 anos. Hoje Goiás é um dos Estados mais endividados do País. É triste vê-lo nessa condição. Goiás foi roubado. Fizeram uma lei com duração de uma semana que deu anistia de quase R$ 1 bilhão para a JBS”, recordou durante o programa.

Recentemente o democrata entrou com ação popular na Justiça de Goiás para pedir o ressarcimento do valor concedido pelo Estado ao grupo JBS no Programa de Incentivo à Regularização Fiscal de Empresas de Goiás (Regulariza), que instituiu em 2014 descontos de até 100% de multas e atualizações de débitos de ICMS.

Na época foi editada a lei número 18.709/14, que durou apenas uma semana e passou a prever a modalidade de perdão integral das dívidas. Com isso a JBS teve perdão de R$ 949 milhões de sua dívida de R$ 1,27 bilhão com o Estado. Ao todo, 76% de toda a renúncia fiscal do Regulariza foi concedida em favor da JBS.

Vice-presidente da CPMI no Congresso da JBS, o senador afirmou à jornalista que pretende retomar esta discussão e garantir que os cofres públicos de Goiás sejam ressarcidos. Ele contou ainda que a comissão já deve ouvir na próxima semana o depoimento do procurador ngelo Villela, que supostamente teria beneficiado a JBS com informações privilegiadas.

Dória

A disputa presidencial foi o principal tema do programa. O primeiro questionamento foi sobre as recentes conversas do Democratas com o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), em relação a 2018. Ronaldo Caiado confirmou que a articulação existe.

“Tivemos oportunidade de jantar com ele, várias conversas foram feitas. O momento é de articular. Não temos nenhuma restrição, não só em relação a ele. É um jogo aberto. Em eleição majoritária não adianta artimanha de cúpula. Tem de ter capacidade de articulação”, afirmou.

Orgulho de ser político

Na entrevista, o senador falou sobre o orgulho de estar na política e nunca ter visto seu nome envolvido em nenhum tipo de escândalo. “Sou político com mandato há 22 anos. Nunca me viram envolvido em escândalo. Tenho orgulho de ser político, de ser senador por Goiás. E aqueles que pensam que denegrindo a classe política se constrói democracia estão enganados. A política é algo responsável e sério. Os maus políticos não podem denegrir totalmente a política”, afirmou.

Na avaliação dele, um político sem credibilidade não tem condição de fazer as reformas que o Brasil precisa. “O presidente ao ser eleito, se tem uma vida pregressa que o credencia, tem credibilidade para propor mudanças e sair da crise. Agora quando ele está atingido de morte do ponto de vista ético e moral, como vai propor alternativas ao País?”, questionou.

Fundo partidário

Outro ponto abordado durante o programa foi em relação ao projeto que apresentou no Congresso e que previa o fim do horário gratuito de rádio e TV para a criação de um fundo para custear as campanhas eleitorais. Porém, o texto aprovado foi o substitutivo do senador Armando Monteiro (PTB-PE) que permitiu o uso de emendas da bancada mais recursos da renúncia fiscal para os programas partidários para custear as eleições, além da utilização de créditos adicionais do orçamento para este fim.

“Temos de entender que vamos para a campanha num momento de crise de proporções inimagináveis, com classe política desacreditada. Imagina o Brasil em plena crise destinar 3 ou 4 bilhões para um campanha. A sociedade não suporta mais. É total a falta de sintonia do Congresso com as ruas. O momento hoje é outro. Tem de fazer uma campanha cara limpa. Quem pode andar nas ruas tem condições de ser candidato”, defendeu.

Lula candidato

Questionado pelos internautas, Ronaldo Caiado explicou também porque gostaria que Lula se candidatasse no ano que vem para as eleições presidenciais. Para ele, é preciso derrubar o mito que muitos constroem em torno do nome do ex-presidente.

“Tenho receio de criarmos mitos como Argentina criou Perón e a Venezuela criou Chavez. Nunca me enganei com Lula. Dizia que se Lula chegasse ao poder iríamos visualizar a mais dramática gestão do País. Eu não tinha dúvida. Mas as pessoas na época me acharam duro. Seria agora momento de mostrar o que ele falou e a vida dele, como se comporta”, disse.

SUS

O senador teve a oportunidade ainda de falar sobre seus projetos para a área da saúde. Segundo ele, é preciso preservar o Sistema Único de Saúde mas garantir uma gestão eficiente para o bom exercício da Medicina. Ele lembrou que é autor de uma PEC que propõe a carreira de médico de Estado, o que permitiria uma melhor distribuição de médicos especialistas no interior do País.

“Por que não temos especialistas no interior? Porque as pessoas ficam dependentes do humor político, não tem estabilidade, não tem como se manterem atualizadas. Quando se coloca carreira de estado para os médicos, se dá garantia ao especialista de se instalar no interior. A solução não é a pulverização de médicos com a criação de mais vagas nos cursos de Medicina: é a distribuição correta dos médicos”, garantiu

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Na TV, Caiado fala de projetos e diz que oposição não vai deixar Goiás virar RJ

“Governo deu um Neymar para a JBS”, diz o presidente do Democratas

O presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, estreia nesta terça-feira (22/08) as novas pílulas do partido, que serão exibidas também no dia 25 de agosto em horário gratuito no rádio e na televisão. Em 20 inserções de 30 segundos, o senador vai falar sobre a necessidade de as lideranças estaduais se unirem para mudar Goiás e de seus projetos como parlamentar nas áreas de saúde e segurança pública.

Em uma das quatro pílulas programadas, Ronaldo Caiado lembra que Goiás está perto de repetir o caos financeiro que o Rio de Janeiro enfrenta. “Uma luta se vence quando estamos unidos. O Brasil se uniu, foi às ruas para não nos transformarmos numa Venezuela. Não podemos permitir que Goiás se transforme no que estamos assistindo no Rio de Janeiro. Lideranças em todo o Estado já estão se unindo. Vamos debater os problemas, mudar o cenário político do nosso Estado. Participe também dessa mudança. Estamos juntos para mudar Goiás”, convidou.

Em outras duas pílulas ele falou sobre projetos que apresentou no Congresso para melhorar a saúde e a segurança. Nesta última área ele mencionou texto apresentado recentemente que prevê a destinação de 2% do valor arrecadado em loterias para um fundo de segurança. “A segurança pública de Goiás é uma das piores do Brasil. Temos o quinto maior número de homicídios e o segundo lugar em assassinato de mulheres e mais da metade das cidades estão sem delegados. Ingressei com um projeto que destina 2% do valor bruto arrecadado pelas loterias para os fundos de segurança. Mas vamos lutar também para acabar com o bolsa bandido. E equipar nossa polícia”, disse.

Já na área da saúde, o senador destacou duas lutas importantes. “Como médico, conheço as necessidades da saúde pública. Como parlamentar, sou autor da emenda que destina 25% da arrecadação com royalties de petróleo para a saúde. Temos também uma proposta que cria a carreira de Estado para médicos, tornando possível a presença de especialistas no interior. Isso significa mais cardiologistas, neurocirurgiões, pediatras e ortopedistas. Medicina digna para a nossa gente”, defendeu.

Ronaldo Caiado também vai usar o seu tempo na TV para falar sobre assuntos que atingem diretamente o bolso do cidadão goiano. “Já pensou ganhar um Neymar de graça para jogar no seu time? Pois bem. O governo de Goiás editou uma lei que concedeu perdão de mais de R$ 900 milhões à JBS. Isso seria legal para empresas que estivessem passando por problemas financeiros. À época a JBS registrava grandes lucros. O governo abriu mão mais de quase R$ 1 bilhão para os irmãos Batista e terão de responder por isso à Justiça. Aguarde!”, lembrou.

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Caiado fala em congresso sobre a preocupação com a qualidade do ensino da Medicina

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) falou nesta quinta-feira (17/08) a médicos que participaram do 8º Congresso Goiano de Neurologia, em Goiânia, sobre a preocupação com a qualificação dos estudantes de Medicina no País. Segundo ele, o Brasil assiste as consequências do projeto populista liderado pelo PT e que colocou os investimentos no ensino superior em segundo plano.

“O que estamos assistindo ainda são as consequências de um triste projeto populista, irresponsável, que hoje joga a culpa pelos seus erros nos profissionais de saúde”, lamentou.

Médico com mais de 40 anos de atuação, Ronaldo Caiado lembrou que há 14 anos o Brasil tinha apenas 146 faculdades de Medicina. Hoje são 323, sendo que a maioria é particular. A maioria delas não tem estrutura necessária, como um corpo docente composto por doutores e mestres. Além disso, para conseguir pagar a mensalidade que gira em torno de R$ 7 mil, os estudantes muitas vezes recorrem ao Fies.

“O estudante fica então com uma dívida de mais de R$ 1 milhão ao terminar a faculdade – ou seja, vai ter de realizar mais de 120 mil consultas para pagar esta dívida. É preciso conscientizar a população deste quadro que, no futuro, pode gerar consequências muito ruins ao Brasil”, disse.

Na abertura do Congresso o parlamentar também falou sobre a necessidade de regulamentação da profissão e a luta para aprovar o PEC 454/09, considerada por grande parte das entidades médicas como a verdadeira motivadora de uma descentralização dos profissionais, bem como da melhoria da saúde pública no interior do País. “É uma garantia de que o médico não será usado como cabo eleitoral no interior”, disse.

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Projeto de Caiado cria política pública de assistência a pacientes com diabetes

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), apresentou projeto de lei que estabelece uma política pública de assistência integral ao paciente com diabetes pelo SUS

O PLS 225/17 dispõe de uma série de diretrizes que têm como princípio a universalidade de acesso, a integralidade e igualdade de assistência, o direito à informação e a descentralização administrativa.

Caiado argumenta que o grupo de doenças metabólicas conhecidas como diabetes foi responsável por complicações que levaram a óbito mais de 247 mil brasileiros em 2015. Estima-se que cerca de 14 milhões de brasileiros sofrem com a doença que custa aos cofres públicos mais de R$ 70 bilhões ao ano, de acordo com o Atlas da Internacional Diabetes Federation (IDF). O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de despesas com diabetes.

“Como médico, sei muito bem o quanto que é fundamental ao paciente com diabates uma assistência que o ajude a prevenir complicações como cegueira, insuficiência renal crônica, infarto, AVC e amputações de membros. É importante ressaltar que estabelecer uma política estruturada de prevenção custará ao SUS muito menos do que as despesas decorrentes do tratamento das suas complicações”, afirmou Caiado.

O senador lembra na justificativa do seu projeto que atualmente boa parte dos pacientes não conseguem acesso a uma assistência médica “tempestiva e efetiva no SUS”, o que explica o fato da doença ainda ser uma das mais importantes causas de cegueira, infarto, AVC e insuficiência renal no país.

“Nossa intenção nada mais é do que estabelecer diretrizes que visem a assegurar a efetiva implementação da assistência ao paciente com diabetes mellitus no âmbito do sistema público de saúde do país” explicou no texto.

CENTROS INTEGRADOS

Em audiência pública realizada pelo senador em novembro do ano passado, Caiado também defendeu a criação de centros integrados de combate ao diabetes no país.

O assunto foi discutido com representantes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), da Sociedade Brasileira de Nefrologia, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular e da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes.

“O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de despesas com diabetes. Isso corresponde a 22 bilhões de dólares por ano. Em 2040, nós vamos passar do quinto lugar para o terceiro e com um gasto provável de 36 bilhões de dólares. É muito dinheiro, que deveria ser revertido para a prevenção”, defendeu.

Confira a íntegra do projeto:

http://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=5392940&disposition=inline

 

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Caiado volta a defender eleições diretas para tirar Brasil da crise

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O senador Ronaldo Caiado (DEM) voltou a defender que a melhor saída para a crise econômica e política do Brasil é a
antecipação das eleições diretas. Durante a abertura do XVII Congresso da Academia Brasileira de Neurocirurgia, realizada nesta quarta-feira (14), no Centro de Convenções de Goiânia, o democrata afirmou que esperar até 2018 para eleger um novo presidente é prolongar o sofrimento do país de forma desnecessária.

“Não há saída que não seja a antecipação da eleição. No momento que o presidente é atingido do ponto de vista ético e moral com essas delações, ele perde essa condição de alavancar as reformas necessárias para o país. O mau exemplo faz com que o cidadão brasileiro se desencante do processo político”, afirmou Caiado.

Durante seu discurso, Ronaldo Caiado, que é médico ortopedista, fez uma analogia com a medicina para explicar que só a antecipação das eleições pode tirar o país da crise. “O paciente tem uma cirurgia marcada, mas, se ele sofrer um agravo na sua condição, a cirurgia é adiantada. Não é a data que é determinante, mas sim o estado do paciente”, argumentou.

O líder do Democratas no Senado ainda citou dois efeitos colaterais do prolongamento da crise econômica e política no Brasil. Para ele, manter o atual panorama provoca o aparecimento de outsiders, pessoas de fora da política interessadas apenas em benefício próprio, além de fomentar uma queda de braço entres os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

No fim de seu discurso, o senador lembrou que manter as eleições diretas em 2018 terá apenas um beneficiado: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A bandeira da eleição direta é nobre e não pode ser levantada por quem assaltou o país”, disse o democrata, referindo-se ao petista.

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Caiado apresenta parecer favorável a projeto que cria regras para descarte de medicamentos

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), apresentou nesta terça-feira (25/4) parecer a projeto (PLS 148/2011), que cria regras para descarte de medicamentos de uso humano e veterinário. O senador explicou que hoje, ao contrário de outros produtos como pneus, baterias e embalagens de agrotóxicos, os medicamentos não têm uma política nacional para sua destinação. O texto está na pauta da Comissão de Meio Ambiente em caráter terminativo.

“O Brasil hoje não dispõe de uma política nacional de destinação de medicamentos que não são mais usados ao contrário do que já acontece com pilhas, pneus, baterias e embalagens de agrotóxicos. O texto define responsabilidade compartilhada da cadeia produtiva e consumidores, questão que evitará descarte inadequado o que ocasiona intoxicação, especialmente em crianças, e danos ao meio ambiente”, explicou Caiado.

O parlamentar expôs que, conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de 10 mil a 28 mil toneladas de medicamentos são descartados por consumidores de forma inadequada. A proposta determina que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes devem garantir sistema de logística reversa, isto é, um esquema que permita a devolução dos medicamentos quando não forem mais utilizados. O projeto vai alterar a Lei 12.305/2010), que trata da Política de Resíduos Sólidos.

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Caiado pede a médicos em formação maior participação na política

A valorização da saúde e da profissão de médico no Brasil passa pela necessidade de os estudantes e profissionais se envolverem mais ativamente nas decisões políticas. Esta foi a mensagem deixada pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas ) a mais de 500 estudantes de Medicina que participaram em Goiânia da abertura do 2º Congresso Goiano de Escolas Médicas (Cesmed) e 1º Congresso Goiano de Estudantes de Medicina (Cgmed).

Ao lado do deputado federal Henrique Mandetta (Democratas), do presidente do Conselho Federal de Medicina (CRF), Carlos Vital, e do ex-presidente do Cremego, Salomão Rodrigues, o senador falou aos estudantes dos desafios que enfrentarão ao ingressarem na profissão.

“A saúde no Brasil tem sido vítima de constantes agressões, com uma rede sucateada, falta de leitos médicos e campanhas difamatórias. Fico feliz de ver que estudantes como os de hoje estão se abrindo para discutir política em seus congressos para mudar sua realidade no futuro e não ficar à mercê de decisões políticas ideológicas”, explicou.

Para o parlamentar, a única via de mudanças profundas na área da saúde é a maior participação da classe no Congresso Nacional. “O que faltava na Medicina eram médicos exercitando a cidadania e se conscientizando da necessidade de eleger seus representantes. Vamos definir a política a partir de agora”, convidou.

O médico Salomão Rodrigues elencou as diversas agressões sofridas pela classe nos últimos anos, como mudanças no Ato Médico, os programas Mais Médicos e Mais Especialistas e a abertura indiscriminada de escolas de Medicina. “Só vejo um caminho para mudar esse quadro: participação política”, decretou.

Ao remontar as bases filosóficas da Medicina e o seu histórico, o deputado Mandetta também ressaltou a importância do engajamento da classe. “Antes ninguém se atentava para esta necessidade. Nunca participamos no período da redemocratização de qualquer atividade que não fosse classista. O resultado é esse que vimos nos últimos anos”, afirmou.

Segundo ele, o momento agora deve ser diferente. “Vamos jogar o jogo da democracia participativa. Espero que daqui novos líderes surjam”, emendou.

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Projeto de Caiado quer liberar FGTS para custos com saúde preventiva

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) apresentou um projeto de lei que autoriza o trabalhador a movimentar sua conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para arcar com o custeio ou o ressarcimento de despesas com plano de saúde.

O projeto 376/2016 tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e ressalta o fato de que mais de um milhão de brasileiros cancelaram seus planos privados no último ano devido à crise. Caiado argumenta que o artigo 20 da Lei 8.036/1990 já estabelece várias situações em que o trabalhador está autorizado a movimentar sua conta do FGTS, mas apresenta uma inversão de prioridade quando se trata de questões de saúde pública.

“Ao permitir a movimentação da conta em caso do acometimento de doenças graves, a legislação inverte a lógica das políticas públicas de saúde: o enfoque deve ser dado à prevenção de doenças, e não só ao seu tratamento. O pagamento de planos possibilitará ao trabalhador a realização de consultas e exames periódicos, os quais são essenciais à prevenção de enfermidades”, argumentou o senador na justificativa da proposta.

O projeto terá votação terminativa na CAS. Assim, caso aprovado, poderá seguir direto para a Câmara dos Deputados sem passar pelo Plenário do Senado, a menos que seja apresentado recurso com esse objetivo.

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