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Caiado recebe comenda da Fundação Banco de Olhos

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) foi homenageado na noite desta sexta-feira (22/09) com o título de comendador pela Ordem Honorífica Doutor Ramon de Castroviejo, uma honraria concedida pela Fundação Banco de Olhos de Goiás a todas as pessoas que prestam relevantes serviços à comunidade brasileira. Na solenidade, o parlamentar destacou o trabalho social desenvolvido pela Fundação Banco de Olhos de Goiás, uma entidade filantrópica humanitária sem fins lucrativos mantida pelos Lions Clubes da Grande Goiânia. “O trabalho social da Fundação Banco de Olhos merece ser reconhecido por todos. É uma entidade que atende a todos os que precisam sem qualquer discriminação, fazendo da oftalmologia um instrumento de inclusão social”, disse, lembrando que a fundação realiza consultas médicas, exames e cirurgias oftalmológicas com profissionais renomados . A Fundação já realizou mais de dois milhões atendimentos médicos desde a sua inauguração, dentre eles 60 mil cirurgias de cataratas e 9 mil transplantes de córneas. “Fico muito honrado de receber esta homenagem. Agradeço em especial ao presidente Zander Campos da Silva, um profissional respeitadíssimo que fez da entidade uma das campeãs em cirurgias de córneas no País, e aos conselheiros por me concederem esta homenagem”, disse.
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Caiado defende engajamento de médicos em políticas públicas de saúde

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) defendeu nesta sexta-feira (22/09) a necessidade de os médicos participarem mais ativamente das discussões sobre as políticas públicas de saúde no Brasil. Durante o 24º Congresso Nacional do Departamento de Ergonomia, Exercício e Cardiologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o democrata lembrou que a classe foi uma das mais penalizadas pelas gestões populistas do PT. “A classe médica foi subjugada às regras impostas pelas gestões populistas do PT, que para ganhar as eleições passou a culpar os médicos por todas as mazelas da saúde. Mas a realidade sempre foi outra: a concentração de médicos nos grandes centros urbanos devido à ausência de uma carreira de médico”, lembrou. O senador é autor do projeto de emenda à constituição (PEC) nº 140/ 2015, que cria a Carreira Única de Médico de Estado como estratégia para estimular a migração e fixação do profissional em áreas de difícil provimento. Com a aprovação da PEC, ficará equacionada a necessidade de assistência continuada à população, com o resguardo dos direitos, deveres e garantias do profissional médico. No evento de hoje, o senador também mencionou o problema da abertura indiscriminada de novos cursos de Medicina - que saltaram de 148 em 2013 para 287 em 2017. Ele lembrou que a maioria destas faculdades é privada e que os estudantes precisam recorrer ao Fies, ficando ao final do curso com uma dívida de quase R$ 1 milhão para pagar.
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Caiado anuncia repasse de R$ 9,8 milhões do MEC para a Educação em Goiás

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, anunciou a liberação nesta quinta-feira (21/09) de R$ 9,8 milhões em recursos financeiros do Novo Mais Educação para Goiás, do Ministério da Educação (MEC), que serão aplicados em mais de mil unidades públicas de ensino fundamental e estadual. O ministro da Educação, Mendonça Filho (Democratas), fez questão de ligar para o senador para anunciar a boa notícia. Ao todo serão mais de 382 mil alunos beneficiados com o programa, que tem a meta de melhorar a aprendizagem dos es dos estudantes do ensino fundamental em língua portuguesa e matemática, por meio da ampliação do número de vagas de educação em tempo integral. “O ministro Mendonça Filho tem feito a diferença na educação no Brasil. Isso é algo palpável. E fico ainda mais feliz em reconhecer que ele tem tido uma atenção toda especial com as demandas de Goiás, atendendo nossas solicitações no Ministério da Educação (MEC) sempre que necessário’, comemorou o senador. Para as escolas municipais de Goiás, o valor do repasse foi de R$ 5.734.266 para ser dividido por 674 unidades que atendem 252.848 alunos. Já para as escolas escolas estaduais o valor foi de R$ 4.160.458 para 490 escolas e 130.007 estudantes. O repasse é referente à segunda parcela de 2016 e beneficia, em todo o Brasil, mais de 9 milhões de alunos em 31.011 escolas públicas. Segundo o ministro, é a primeira vez que o programa tem todo o seu ciclo pago dentro do mesmo exercício. Os recursos fazem parte do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e são enviados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC que coordena os repasses às redes de ensino. O Novo Mais Educação realiza o acompanhamento pedagógico em língua portuguesa e matemática e apoia o desenvolvimento de atividades nos campos de artes, cultura, esporte e lazer. A intenção é impulsionar a melhoria do desempenho educacional, ao complementar a carga horária em cinco ou 15 horas semanais no turno e contraturno das aulas.

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País não suporta mais a “república dos Batista”, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (09/09) pela Folha de S. Paulo que os áudios de Joesley Batista divulgados esta semana mostram que o corrupção nocauteou o País. Ficou claro, segundo ele, que a crise brasileira não se restringe apenas ao Poder Legislativo.

“O áudio de Joesley Batista, repugnante, um circo horrores, é (não a única) prova disso. Expõe métodos com que agia nas três esferas do poder público, comprando apoios, obstruindo a justiça, impondo interesses que passam ao largo do bem comum”, disse. O parlamentar lembra a JBS nasceu nos governos do PT e produziu um poder paralelo de integrantes do poder que se serviram ao aparelho estatal. “O fenômeno Joesley não brotou aleatoriamente. É fruto de ação planejada da organização criminosa petista (a expressão é do ministro Celso de Mello, do STF), que Janot agora, enfim, denuncia, e que chegou ao poder com Lula”, lembrou. Para Ronaldo Caiado, é preciso agora refundar a República. “Justiça e transparência são as palavras chaves. O país não suporta mais a “república” dos Batista. Precisa refundá-la, em novas e mais sadias bases morais, se não quiser vê-la sair pelo ralo”, concluiu.
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Na Folha, Caiado defende extinção do horário político gratuito e uso do recurso para as campanhas

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, defendeu em artigo publicado neste sábado (26/08) na Folha de S. Paulo projeto de lei de sua autoria apresentado no Congresso que prevê o fim do horário gratuito de rádio e TV e a criação de um fundo para custear as campanhas eleitorais. Eleitoral. O Fundo seria formado pelas dotações orçamentárias da compensação fiscal no ano da eleição geral imediatamente anterior à promulgação da lei (2014) e da propaganda partidária do ano anterior à campanha (2017). A proposta, segundo ele, é uma alternativa mais justa do que a que prevê a criação de um fundo imoral de R$ 3,6 bilhões para custear campanhas no Brasil. Além disso, acabaria com o gasto milionário com marqueteiros que, muitas vezes, vendem um político à população mas entregam outro. “Mas a verdade é que esse custo, entre nós, tem sido, sobretudo nas três últimas décadas, muito além do razoável. A começar pelo dispêndio milionário com marqueteiros, que se tornaram agentes políticos paralelos, em intervenções frequentemente nocivas, a falsear a imagem dos candidatos”, criticou. Ronaldo Caiado lembrou ainda que o horário gratuito, apesar do nome, tem custos à população. “Por essa razão, acabo de encaminhar ao Senado projeto de lei que extingue o tal “horário gratuito”. Extinção sumária. Nada ali é gratuito. A cessão do horário aos partidos, nas mídias privadas, é caríssima – e inútil. Ninguém assiste. Desperdício puro”, disse.
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PT colaborou com destruição da Venezuela, diz Caiado na Folha

Em artigo publicado neste sábado (12/08) na Folha de S. Paulo em que fala sobre a suspensão da Venezuela do Mercosul, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que a destruição do país vizinho não é alheia ao Brasil. Isso porque o PT, impulsionado pelo Foro de São Paulo, teria deixado suas digitais no processo. Segundo o senador, o PT foi incentivador e apoiador financeiro do projeto bolivariano que teve êxito ao eleger presidentes na América Latina, mas que ao longo dos anos perdeu os seus principais atores e acabou fracassando. “A Venezuela, porém, é o que espelha em grau mais trágico a índole desse projeto totalitário, que impôs gravíssimo retrocesso ao continente, devolvendo-o à pobreza crônica. O mais triste de tudo é que coube ao Brasil sustentar economicamente esse projeto”, lembrou. “Foi o próprio Lula, em reunião do Foro, quem disse que “o Brasil, como a mais poderosa economia continental, tem a responsabilidade de sustentar esse projeto”, reforçou. Diante de um quadro de crimes de assassinato e tortura no País, o parlamentar criticou a mera suspensão do País do bloco. “Fala-se agora em confisco de bens privados pelo Estado, na sequência de uma Constituinte em eleição fraudada e diversas violações às instituições, como o afastamento da procuradora-geral Luisa Ortega Díaz. Diante disso, não há como não considerar branda a mera suspensão da Venezuela do Mercosul, por violação à cláusula democrática. O governo brasileiro, que neste momento preside a instituição, foi leniente ao não concordar com a sumária expulsão”, disse. Leia o artigo na íntegra. ----- As digitais do PT na tragédia venezuelana A destruição política, econômica e moral da Venezuela, país que até a década de 1990 exibia uma das mais sólidas economias da América Latina, não é questão alheia ao Brasil. Muito pelo contrário. É fruto de um projeto revolucionário socialista, denominado bolivariano —referência a Simón Bolívar, libertador da América hispânica. Foi urdido no Foro de São Paulo, entidade criada por Lula e Fidel Castro, em 1990, com o objetivo de propiciar a ascensão da esquerda ao poder em toda a América do Sul e Caribe. Teve êxito inicial, levando a esquerda ao governo de países como Venezuela, Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Peru, Equador e Nicarágua. Mas fracassou: perdeu os seus principais atores, Argentina e Brasil, e os demais estão não apenas falidos mas em processo de convulsão social. Inclusive nós. A Venezuela, porém, é o que espelha em grau mais trágico a índole desse projeto totalitário, que impôs gravíssimo retrocesso ao continente, devolvendo-o à pobreza crônica. O mais triste de tudo é que coube ao Brasil sustentar economicamente esse projeto. Foi o próprio Lula, em reunião do Foro, quem disse que "o Brasil, como a mais poderosa economia continental, tem a responsabilidade de sustentar esse projeto". Isso explica não apenas a rapina petista ao Estado brasileiro mas a ascensão do crime organizado no continente, pela presença no Foro das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). O PT e seus satélites associaram-se a esse projeto e passaram a agir segundo as ordens que dele emanavam. Até a política externa, que obedecia não ao Itamaraty mas ao PT, por meio do seu coordenador de Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, submetia-se aos ditames do Foro, em escandalosa ilegalidade. Em 2005, Lula gabou-se de ter "inventado o Hugo Chávez". Não apenas o inventou como lhe deu sustentação política, econômica e logística, esta em parceria com Cuba, que inclusive infiltrou seus agentes na alta oficialidade das Forças Armadas venezuelanas. Relatório desta semana do Alto Comissariado da ONU de Direitos Humanos, impedido de entrar no país, constatou o massacre: 124 mortes "relacionadas com as manifestações". Destas, as forças de segurança são "alegadamente responsáveis" por pelo menos 46, e os coletivos pró-governo são "alegadamente responsáveis" por 27. Quanto às restantes 51, diz a ONU, "não é claro quem foram os responsáveis". Bem, o povo com certeza não foi. Há ainda relatos de "choques elétricos e espancamentos com capacetes e paus enquanto os detidos estão algemados"; de detidos "pendurados pelos pulsos por longos períodos"; de "asfixia por gás", de "ameaças de morte" e de "ameaças de violência sexual contra detidos ou seus familiares". O número de presos políticos subiu para 359, segundo a ONG FPV (Foro Penal Venezuelano). Fala-se agora em confisco de bens privados pelo Estado, na sequência de uma Constituinte em eleição fraudada e diversas violações às instituições, como o afastamento da procuradora-geral Luisa Ortega Díaz. Diante disso, não há como não considerar branda a mera suspensão da Venezuela do Mercosul, por violação à cláusula democrática. O governo brasileiro, que neste momento preside a instituição, foi leniente ao não concordar com a sumária expulsão. Quem se dispuser a ler os Cadernos de Tese do 5º Congresso do PT, em Salvador, em 2015, há de constatar que o partido via no segundo governo Dilma o momento de avançar no projeto revolucionário, nos moldes venezuelanos. Disso escapamos, mas as digitais do PT estão impressas de modo indelével na tragédia venezuelana.

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Projeto de Caiado que impede contrabandistas de participar de licitações é aprovado

Foi aprovado projeto de lei do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que impede empresas condenadas por pirataria, descaminho ou contrabando de participar de licitações públicas. A proposta foi analisada em plenário e aprovada por unanimidade. A intenção do senador é tornar mais rígida a punição para crimes que geram, de acordo com a Receita Federal, prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões por ano ao país.

Caiado recebe de movimentos civis a Medalha Patriótica

  O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu, nesta terça-feira (25/04), a Medalha Patriótica, uma condecoração criada por movimentos populares para personalidades que se destacaram na defesa do país. O evento contou com a participação de vários grupos da sociedade civil organizada que destacaram o papel atuante do senador nas manifestações de rua e na Comissão do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Aprovado projeto de Caiado que reduz burocracia para empresas

O Senado aprovou nesta terça-feira (25/4) projeto do líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), que reduz a burocracia para um universo maior de Sociedades Anônimas realizar seus negócios. O PLS 286/2015 estende o benefício do sistema simplificado para empresas com patrimônio líquido de até R$ 10 milhões. Hoje, a regra funciona para S/As com patrimônio máximo de R$ 1 milhão. O senador acredita que o projeto, aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos, vai estimular mais negócios ao reduzir o custo operacional dessas empresas.

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