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Temer posa de reformista para desviar atenção de governo fisiologista, diz Caiado na Folha

  Em artigo publicado neste sábado (16/12) pela Folha de S. Paulo, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) presta um desserviço à democracia ao repetir o mesmo modo de agir do grupo petista que o antecedeu no Planalto. Para o senador, as ações do presidente reforçam a tese que o PT quer defender de que todos políticos são corruptos. “O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar”, disse. Sem condições de entregar um governo que a sociedade exigia, Michel Temer decidiu investir em outra frente. “Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de “presidente reformista”. É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas”, enumerou. Para Ronaldo Caiado, a pauta da sociedade permanece a mesma: reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Para ele, 2018 será um ano que vai definitivamente marcar as mudanças que a sociedade espera. “A eleição de 2018 será um grande divisor de águas – e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto”, disse. ------------------- O desserviço de Temer à democracia brasileira O ano de 2017 chega ao fim sem que a herança maldita do PT tenha sequer sido equacionada. Os problemas permanecem os mesmos de 2016, com um agravante: a desilusão decorrente dessa inércia. Mais que isso, conivência com o governo anterior. A pauta que levou o povo às ruas naquela oportunidade não foi priorizada por Temer, cuja ascensão à Presidência deve-se apenas e tão somente à reação popular que depôs o governo petista. O presidente não percebeu o momento histórico que o contemplou, nem a natureza da delegação que recebeu. Em vez de se investir de institucionalidade, um clamor do povo, optou por governar como pessoa física, nos termos daquilo que Ruy Barbosa classificava de "política com pê minúsculo". Talvez pelos anos de convivência e participação nos governos petistas —e por ser conhecido como político, embora habilidoso, sem votos, expert na escola do "é dando que se recebe"—, Temer usa a instituição Presidência da República para blindar amigos e apaniguados, garantindo-lhes foro privilegiado. Mas não apenas: preserva a conduta petista de leiloar ministérios, cargos, obras, liberação de emendas, endossando um padrão de governo que trai a pauta das ruas, diametralmente oposta a esta: combater a corrupção e reduzir a máquina pública. Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de "presidente reformista". É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas. Daí a frustração da sociedade, que se sente usada diante da permanência do modus operandi que rejeitou nas ruas. Sente-se por isso perdida, desorientada, sem saber em quem confiar para as verdadeiras mudanças que precisam ser feitas, a começar pela reforma do Estado e a do próprio conceito de governar. O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar. Não se pode esquecer que Temer era peça acessória do PT, seu segundo escalão, eleito vice com os votos de Dilma. Tudo isso repercutirá nas eleições do ano que vem, que se prenunciam atípicas, com novas regras de financiamento e uma ferramenta nova, as redes sociais, que terão (já têm) influência muito maior que os horários eleitorais do rádio e da TV. A pauta da sociedade não mudou. Ela quer uma reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Isso exige um estadista, que lhe fale com frequência, sem truques de marketing, sem teleprompter, olho no olho; que tenha vida pregressa que o credencie a tratar dos temas mais sérios e complexos e a lhe pedir apoio para as mudanças necessárias, mesmo as impopulares, indispensáveis para corrigir distorções cristalizadas. Como um médico diante de um paciente politraumatizado —e é a tanto se assemelha hoje o país—, terá de compor uma equipe de profissionais competentes para salvá-lo, um primeiro escalão em condições de resgatar a respeitabilidade da figura institucional de um ministro de Estado, hoje banalizada, escolhida para resolver não os problemas nacionais, mas os dos partidos e dos grupos de pressão. A eleição de 2018 será um grande divisor de águas —e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto.  
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TV Record/Paraná Pesquisas mostra crescimento de Caiado para o governo

Pesquisa encomendada pela TV Record ao Instituto Paraná e divulgada na terça-feira (12/12) mostrou que cresceram as intenções de votos para o pré-candidato ao governo de Goiás Ronaldo Caiado (Democratas) na comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 13 de junho. O democrata tem agora 47% das intenções na pesquisa estimulada, enquanto em junho o número era de 44%. A porcentagem corresponde a um cenário de disputa com os pré-candidatos Daniel Vilela (PMDB), José Eliton (PSDB) e Djalma Rezende. Enquanto o deputado federal do PMDB teria 14,2%, José Eliton somaria 10,6% e o empresário Djalma Rezende 6,7%. Neste cenário, 16,3% não votariam em nenhum e 5,1% não souberam dizer. Em um cenário em que Daniel Vilela é substituído como pré-candidato pelo ex-prefeito Maguito Vilela (PMDB), Ronaldo Caiado manteria a liderança. Enquanto o democrata teria 39,3%, Maguito somaria 26,8%, José Eliton 10% e Djalma Rezende 5,9%. Não sabem são 4,7% e não votariam em nenhum 13,2%. A pesquisa também considerou cenários apenas com os nomes dos três pré-candidatos mais ventilados no momento. Em uma disputa entre eles, Ronaldo Caiado teria 49,3%, Daniel Vilela 15,8% e José Eliton 12,6%. Deste cenário 5,6% não sabem e 16,8% não votariam em nenhum. Se Daniel Vilela fosse substituído por Maguito Vilela, Ronaldo Caiado teria 41,1%, Maguito Vilela 27,9% e José Eliton 12,1%. No segundo turno o favoritismo do democrata é ainda mais evidente. Enquanto Ronaldo Caiado acumularia 58,4% das intenções de voto, Daniel Vilela teria 25%. No caso de disputar com José Eliton, o parlamentar teria 62% e o vice 20,6%. “Pesquisas como esta são um forte indicativo de que Goiás quer e necessita de mudanças. Recebo com humildade este resultado e fico feliz em saber que os goianos confiam em mim para iniciar um período de mudanças em Goiás”, comentou Ronaldo Caiado. A sondagem foi realizada com 1.520 e eleitores de 58 municípios goianos, de 5 a 10 de dezembro. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais.
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Caiado recebe alta e agradece o apoio dos goianos nas redes sociais

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) recebeu alta do Hospital Sírio Libanês nesta segunda-feira (11/12) e aproveitou para agradecer o carinho e o apoio que recebeu dos goianos durante o seu processo de recuperação. O parlamentar ficou internado nos últimos dias em São Paulo em decorrência de problemas após sofrer um acidente com uma mula em Mara Rosa, no dia 13 de outubro. “Acabo de receber alta hospitalar e quero dividir esse momento importante. A cada um de vocês que me mandaram mensagens, me incluíram nas suas orações e me apoiaram. Isso foi extremamente importante e agora estou nessa fase já de recuperação e retornando em breve às nossas atividades. Muito obrigado de coração por tudo que vocês fizeram por mim. Um grande abraço e agora já fora do hospital para retornar à vida ativa”, disse. Mesmo com a alta hospitalar, o democrata deve permanecer em São Paulo por mais uma semana para alguns exames e ajustes de medicação. A notícia foi comemorada pelo parlamentar, que já está ansioso para retomar as atividades e mencionou sua preocupação com a transparência das informações sobre seu estado de saúde. “Sempre optei pela transparência até mesmo para evitar distorções. É obrigação do político ter transparência, isso vale para a saúde e para doença. Não podemos jamais esquecer que todos nós somos simples mortais. Sempre ter humildade, respeito e ajudar ao próximo. Graças a Deus e ao apoio que recebi de minha família e dos goianos, me recuperei e vamos poder seguir adiante a serviço de Goiás, com mais vigor e saúde do que nunca.” Histórico do acidente Ronaldo Caiado sofreu uma queda sobre o ombro esquerdo em sua fazenda no município de Mara Rosa no dia 13 de outubro. O acidente ocorreu após uma mula, que estava sendo domada, derrubar o senador. Ronaldo Caiado sofreu uma fratura cominutiva (com vários fragmentos) na cabeça do úmero esquerdo com deslocamento posterior do tubérculo maior. Depois de avaliar o caso com médicos, o senador descartou a cirurgia e optou pelo tratamento convencional. Ficou afastado por 15 dias do Senado, abrindo uma exceção para votar pelo afastamento do senador Aécio Neves. Depois disso, precisou ficar mais algumas semanas afastado Ronaldo Caiado ficou dois meses de repouso após o acidente. No fim de novembro, para acelerar a recuperação, ele optou por um procedimento de drenagem de um hematoma subdural à esquerda (acúmulo de sangue entre o cérebro e o crânio). Depois acabou enfrentando um quadro de embolia pulmonar mas, graças aos cuidados médicos, conseguiu se recuperar.

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Temer posa de reformista para desviar atenção de governo fisiologista, diz Caiado na Folha

  Em artigo publicado neste sábado (16/12) pela Folha de S. Paulo, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou que o presidente Michel Temer (PMDB) presta um desserviço à democracia ao repetir o mesmo modo de agir do grupo petista que o antecedeu no Planalto. Para o senador, as ações do presidente reforçam a tese que o PT quer defender de que todos políticos são corruptos. “O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar”, disse. Sem condições de entregar um governo que a sociedade exigia, Michel Temer decidiu investir em outra frente. “Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de “presidente reformista”. É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas”, enumerou. Para Ronaldo Caiado, a pauta da sociedade permanece a mesma: reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Para ele, 2018 será um ano que vai definitivamente marcar as mudanças que a sociedade espera. “A eleição de 2018 será um grande divisor de águas – e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto”, disse. ------------------- O desserviço de Temer à democracia brasileira O ano de 2017 chega ao fim sem que a herança maldita do PT tenha sequer sido equacionada. Os problemas permanecem os mesmos de 2016, com um agravante: a desilusão decorrente dessa inércia. Mais que isso, conivência com o governo anterior. A pauta que levou o povo às ruas naquela oportunidade não foi priorizada por Temer, cuja ascensão à Presidência deve-se apenas e tão somente à reação popular que depôs o governo petista. O presidente não percebeu o momento histórico que o contemplou, nem a natureza da delegação que recebeu. Em vez de se investir de institucionalidade, um clamor do povo, optou por governar como pessoa física, nos termos daquilo que Ruy Barbosa classificava de "política com pê minúsculo". Talvez pelos anos de convivência e participação nos governos petistas —e por ser conhecido como político, embora habilidoso, sem votos, expert na escola do "é dando que se recebe"—, Temer usa a instituição Presidência da República para blindar amigos e apaniguados, garantindo-lhes foro privilegiado. Mas não apenas: preserva a conduta petista de leiloar ministérios, cargos, obras, liberação de emendas, endossando um padrão de governo que trai a pauta das ruas, diametralmente oposta a esta: combater a corrupção e reduzir a máquina pública. Encurralado pelas denúncias que atingem membros de seu governo e ele próprio, resolveu posar de "presidente reformista". É uma forma de desviar a atenção do povo e buscar espaço na mídia para tentar explicar o inexplicável: a prática continuada da corrupção, do fisiologismo e das negociatas. Daí a frustração da sociedade, que se sente usada diante da permanência do modus operandi que rejeitou nas ruas. Sente-se por isso perdida, desorientada, sem saber em quem confiar para as verdadeiras mudanças que precisam ser feitas, a começar pela reforma do Estado e a do próprio conceito de governar. O desserviço do governo Temer à democracia é enorme, pois fornece aos petistas o argumento que buscavam: o de que todos os políticos são corruptos e a bandidagem do PT não era exceção, senão regra. Mudou-se para não mudar. Não se pode esquecer que Temer era peça acessória do PT, seu segundo escalão, eleito vice com os votos de Dilma. Tudo isso repercutirá nas eleições do ano que vem, que se prenunciam atípicas, com novas regras de financiamento e uma ferramenta nova, as redes sociais, que terão (já têm) influência muito maior que os horários eleitorais do rádio e da TV. A pauta da sociedade não mudou. Ela quer uma reforma moral da política, cujo pressuposto é a redução do Estado a padrões de eficiência, transparência e racionalidade. Isso exige um estadista, que lhe fale com frequência, sem truques de marketing, sem teleprompter, olho no olho; que tenha vida pregressa que o credencie a tratar dos temas mais sérios e complexos e a lhe pedir apoio para as mudanças necessárias, mesmo as impopulares, indispensáveis para corrigir distorções cristalizadas. Como um médico diante de um paciente politraumatizado —e é a tanto se assemelha hoje o país—, terá de compor uma equipe de profissionais competentes para salvá-lo, um primeiro escalão em condições de resgatar a respeitabilidade da figura institucional de um ministro de Estado, hoje banalizada, escolhida para resolver não os problemas nacionais, mas os dos partidos e dos grupos de pressão. A eleição de 2018 será um grande divisor de águas —e seus efeitos hão de marcar o destino do país pelas próximas gerações. Por isso, conclamo a todos que reflitam com critério, patriotismo e responsabilidade antes de definir o seu voto.  
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Caiado diz na Tribuna do Planalto que Goiás vive “faroeste fiscal”

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) afirmou em artigo publicado neste sábado (09/12) pelo jornal Tribuna do Planalto sobre a situação das finanças em Goiás. Segundo o parlamentar, o governador Marconi Perillo (PSDB) promove um verdadeiro “faroeste fiscal” no Estado. “O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) apontou que as secretarias de Saúde e Educação receberam uma provisão de R$ 602.697.094,76 sem fundos - ou seja, o governo deu a elas um cheque “borrachudo”. As análises de técnicos do Senado dos relatórios de prestação de contas do Executivo goiano mostraram que elas estão superestimadas em 112,98%. Em suma, o orçamento tem sido uma mera peça de teatro. Goiás vive uma espécie de “faroeste fiscal”, citou como exemplo. Leia o artigo na íntegra. --------------- Faroeste fiscal do governo deixa goianos na escuridão Por Ronaldo Caiado Há um esforço notório para fortalecer a falsa imagem de que a economia de Goiás está em alta. Segundo dados do Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais divulgado no último quadrimestre, Goiás obteve nota C na classificação que avalia quais Estados e municípios que podem obter garantia da União de contratação de novos empréstimos. Em razão de recentes mudanças nas regras do Tesouro, Goiás perdeu o governo federal como fiador em operações de crédito, onde os juros são mais baixos. Com isso a situação fiscal de Goiás, que já é de penúria, tende a se aprofundar ainda mais.   Goiás está entre os nove Estados brasileiros com gastos com pessoal acima do que é permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O boletim divulgado em 2016 classificou o Estado com a nota D+ no ranking de capacidade de solvência. É um dado assustador: a nota D é a pior dentro do ranking citado. Considerando o desempenho fiscal obtido em 2015, Goiás ocupou a quinta pior posição do País em matéria de descontrole das contas públicas. É explícito o descompromisso e a incompetência do governo diante de dificuldades.   Goiás fez o terceiro maior corte de investimentos do País em 2016 (44%). Paralelamente a este quadro, o governador Marconi Perillo criou o programa Goiás na Frente para tentar criar clima positivo das finanças estaduais, com vistas às eleições de 2018. Não convenceu.   Matérias recentes mostraram que o programa, lançado em março deste ano, cumpriu até agora apenas 8% das obras, sendo que 38% dos trabalhos iniciados estão em execução. Foram investidos R$ 293 milhões, mas a promessa era de R$ 6,195 bilhões.   Ao final do último exercício financeiro, o Tesouro Estadual acumulava um saldo negativo total de R$ 1,5 bilhões. Chegou-se ao limite de simular a emissão de Ordens de Pagamentos Extraorçamentárias para atingir artificialmente os investimentos mínimos em saúde e educação.   O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) apontou que as secretarias de Saúde e Educação receberam uma provisão de R$ 602.697.094,76 sem fundos - ou seja, o governo deu a elas um cheque “borrachudo”. As análises de técnicos do Senado dos relatórios de prestação de contas do Executivo goiano mostraram que elas estão superestimadas em 112,98%. Em suma, o orçamento tem sido uma mera peça de teatro. Goiás vive uma espécie de “faroeste fiscal”.   Mais do que nunca é preciso haver um choque de gestão na política fiscal do Estado. Temos de avançar na modernização da política de recuperação do estoque da dívida ativa, garantir a  empregabilidade, manter o crescimento dos gastos correntes atrelados à inflação para brecar a trajetória ascendente da dívida e trazer para a administração tributária e financeira medidas de boas práticas fiscais.   O mais importante, contudo, é sairmos da escuridão - que é a regra do atual governo - para a transparência. Os dados abertos, não mascarados, são a melhor solução para se restabelecer o equilíbrio das finanças públicas. Cada cidadão goiano deve ser um fiscal pró-ativo do seu esforço como contribuinte. Essa é a mudança que todos desejam.  
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Agronegócio sofre com ataques ideológicos e omissão do Estado, diz Caiado na Folha

Mesmo sendo o motor da economia nacional, o agronegócio tem sofrido ataques ideológicos sob a indiferença do Estado para tratar da questão. A opinião é sustentada pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas) em artigo publicado neste sábado (02/12) pelo jornal Folha de S. Paulo, em que ele afirma que o agronegócio é alvo da hostilidade de milícias como o MST. Segundo ele, essas milícias promovem invasões e atos predatórios mas continuam impunes, gerando insegurança jurídica e colocando em risco a produtividade e a vida dos produtores rurais.  “O mais espantoso é a indiferença do Estado”, criticou. Ronaldo Caiado avalia que está em curso um projeto ideológico de estatização da produção rural, que teve o seu auge nos governos do PT. “A máquina governamental aparelhada age, em regra, nos termos da agenda ideológica”, afirmou. Muitas vezes este tipo de turbulência serve apenas como cortina de fumaça para ocultar outros tipos de escândalos. “O produtor rural torna-se assim boi de piranha, para desviar a atenção da opinião pública dos múltiplos desmandos que envolvem agentes públicos graduados. Ao mesmo tempo em que se impõe rigor implacável a quem produz, faz-se o oposto em relação aos predadores do MST, tratados com extrema leniência, como “movimentos sociais”, imunes à lei e ao tratamento de terroristas, mesmo quando agem como tais”, comparou. Leia o artigo na íntegra. ------------- Omissão do Estado estimula MST O agronegócio tem sido, há décadas, fator de sustentação da economia brasileira. Em circunstâncias normais, e em qualquer país, teria total apoio do Estado e amplo reconhecimento da sociedade. Não é, porém, o que ocorre. Tem sido, ao contrário, exposto à hostilidade de milícias, como o MST, que promovem invasões e atos predatórios, em regra impunes, o que aumenta a insegurança jurídica e põe em risco não só a produtividade mas a integridade física dos que lá trabalham. O mais espantoso é a indiferença do Estado. Há muito está em curso um projeto ideológico de estatização da produção rural. Ao tempo dos governos do PT, o processo se tornou mais cruento. E o notório apoio governamental inibia a ação reparadora, nos termos da lei. Diversos governadores deixaram de cumprir decisões judiciais de reintegração de posse, mas em nenhum momento se viram punidos com a intervenção federal. Nesse ambiente de anomia, as invasões tornaram-se rotineiras —e sempre voltadas contra propriedades produtivas. A princípio, invadia-se em nome da reforma agrária para os sem-terra; na sequência, mobilizaram-se índios, reclamando a propriedade original de terras cujos proprietários, devidamente documentados, lá estavam havia gerações. A inação governamental e o lobby midiático serviam —e continuam servindo— de estímulo a tais crimes. Os proprietários lançam mão de recursos legais, como os interditos proibitórios, instrumento que a Justiça comum utiliza para agir com rapidez contra ocupações ou ameaças de invasões de imóveis ou propriedades rurais. Mas, diante da indiferença e da conivência dos governos estaduais, a manifestação da Justiça se mostra inócua. E as consequências dessa omissão permeiam todos os escalões, garantindo a ação das milícias. No ideário petista-bolivariano, o patrimônio rural, sobretudo o produtivo, precisa ser confiscado, em nome da revolução. Na falta de argumentos, investe-se na desestabilização da imagem do produtor, tentando impingir-lhe o selo de predador social e ambiental. Pouco importa que o agronegócio tenha gerado uma classe média rural, em contraste com os assentamentos improdutivos do MST. Para o ativista ideológico, a lei é um detalhe e a versão vale mais que os fatos. É o que se dá em relação ao trabalho escravo, que, se ocorre, é como exceção, jamais como regra. O produtor rural não se furta a cumprir a lei, nem a ser fiscalizado. O que não pode é estar submetido à ação solitária de um único fiscal, com poderes de polícia e de juiz. É preciso que os papéis sejam exercidos por quem de direito: o fiscal identifica a falta, a polícia autua e o juiz julga. Não é assim que ocorre. A máquina governamental aparelhada age, em regra, nos termos da agenda ideológica. Ignora-se o mais elementar senso de proporções, confundindo, para fins de expropriação de propriedade produtiva, eventuais infrações trabalhistas com escravagismo. Nos escalões superiores, tais turbulências servem de cortina de fumaça para ocultar outros escândalos. O produtor rural torna-se assim boi de piranha, para desviar a atenção da opinião pública dos múltiplos desmandos que envolvem agentes públicos graduados. Ao mesmo tempo em que se impõe rigor implacável a quem produz, faz-se o oposto em relação aos predadores do MST, tratados com leniência, como "movimentos sociais", imunes à lei e ao tratamento de terroristas, mesmo quando agem como tais. É preciso aplicar a lei —nada mais— e preservar esse pilar essencial da economia brasileira, sob o ataque incessante de forças ideológicas alheias ao interesse nacional.

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Projeto de Caiado que impede contrabandistas de participar de licitações é aprovado

Foi aprovado projeto de lei do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), que impede empresas condenadas por pirataria, descaminho ou contrabando de participar de licitações públicas. A proposta foi analisada em plenário e aprovada por unanimidade. A intenção do senador é tornar mais rígida a punição para crimes que geram, de acordo com a Receita Federal, prejuízos da ordem de R$ 100 bilhões por ano ao país.

Caiado recebe de movimentos civis a Medalha Patriótica

  O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) recebeu, nesta terça-feira (25/04), a Medalha Patriótica, uma condecoração criada por movimentos populares para personalidades que se destacaram na defesa do país. O evento contou com a participação de vários grupos da sociedade civil organizada que destacaram o papel atuante do senador nas manifestações de rua e na Comissão do Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Aprovado projeto de Caiado que reduz burocracia para empresas

O Senado aprovou nesta terça-feira (25/4) projeto do líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), que reduz a burocracia para um universo maior de Sociedades Anônimas realizar seus negócios. O PLS 286/2015 estende o benefício do sistema simplificado para empresas com patrimônio líquido de até R$ 10 milhões. Hoje, a regra funciona para S/As com patrimônio máximo de R$ 1 milhão. O senador acredita que o projeto, aprovado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos, vai estimular mais negócios ao reduzir o custo operacional dessas empresas.

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