Ronaldo Caiado DIVULGAÇÃO Crédito Sidney Lins Jr

Caiado cobra Banco Central a apresentar plano de retomada de investimentos no país

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), questionou o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sobre medidas que estão sendo adotadas no governo para a retomada do investimento no país.

Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, nesta terça-feira (10/10), Caiado ressaltou o esforço do Congresso para aprovar mudanças no indexador de empréstimos do BNDES e uma maior transparência às operações do banco. De acordo com o senador, agora é a hora de o governo mostrar o que está sendo feito para a retomada dos investimentos no país.

“Desde 2007 até 2016 investiu-se em infraestrutura o correspondente a mero 0,9% do PIB. O BNDES, que em 2008 recebeu mais de R$ 500 bilhões do Tesouro, preferiu repassar recursos para os tais ‘campeões nacionais’, que nada mais eram do que empresas financiadoras do PT. Só de taxa de equalização desses empréstimos saiu do bolso do trabalhador o equivalente a 10 anos de cesta básica. Já aprovamos uma nova taxa de equalização e regras de transparência para corrigir esses erros. Queremos saber agora qual o próximo passo do BC para a recuperação dos investimentos”, cobrou Caiado.

Goldfajn citou a série de privatizações que estão em curso em algumas empresas públicas deficitárias e o interesses de investidores internacionais que condicionam o aporte de recursos em infraestrutura no país a uma perspectiva de estabilidade na retomada do crescimento e da condução da política econômica do governo.

HISTÓRICO
Durante sua participação, Caiado lembrou os erros cometidos na condução do Banco Central nos governos Lula e Dilma que atrapalharam a condução

“A época do PT foi recorde em lucros para bancos e para a especulação financeira. Concentração total. Dados publicados demonstram em comparativo ao governo anterior uma diferença de lucro de 550% para a especulação. Fora o que se sugou do povo brasileiro para pagar a equalização de empréstimos de aliados do PT no BNDES”, protestou.

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Caiado comprova que BNDES não reprovou nenhum projeto da JBS durante Governo PT

O ex-presidente do BNDES nos Governos Lula e Dilma, Luciano Coutinho, afirmou que “não se lembra” de nenhum pleito da JBS que tenha sido rejeitado pelo BNDES durante o tempo em que comandou a empresa. De acordo com ele, apenas alguns projetos que teriam sido “aperfeiçoados” pelo banco.

A declaração foi dada durante a CPMI do JBS, durante a sessão nesta terça-feira (03/10), em resposta à pergunta do senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO). Coutinho é o presidente mais longevo do banco, ficando no comando de maio de 2007 a maio de 2016. *Durante esse período, ele recebeu a visita dos sócios da empresa 23 vezes.*

“Vossa senhoria diz que não se lembra de a JBS ter nenhum projeto rejeitado, mas que provavelmente todos foram ‘aperfeiçoados’ No entanto, o que assistimos no Brasil são milhares de projetos rejeitados pelo BNDES e que sequer tiveram esse gesto nobre por parte do banco de fazer um trabalho de ‘aperfeiçoamento’. Queremos deixar essa evidência do tratamento diferenciado que foi dado. Dados do TCU mostram que o tempo de tramitação dos processos da JBS duraram 20 dias. O tempo médio no BNDES é de 202 dias”, ressaltou Caiado.

Coutinho também precisou responder se houve alguma pressão por parte do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, preso sob acusação de facilitar interesses do grupo no governo federal. Caiado lembrou que todas as afirmações feitas na comissão serão comparadas à futura delação premiada de Mantega. O ex-ministro deve apontar como funcionava o tráfico de influência envolvendo a Fazenda e os bancos públicos.

“Por que faço essa pergunta? porque fomos informados hoje pela imprensa que Mantega está negociando uma delação premiada. As declarações têm que estar de acordo com o que Mantega disse. Se não, será chamado novamente e vamos confrontar o que não está de acordo entre os dois senhores, “explicou.

HISTÓRICO
Ronaldo Caiado também chamou a atenção para o primeiro escândalo que envolveu a JBS e o BNDES ainda em 2005, quando gravações que envolviam Júnior Friboi e um empresário revelaram que o grupo mantinha um cartel e fixava preço em todo o país. Na época, Caiado era presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e chegou a acionar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Hoje, 12 anos depois, o Estadão publica que agora o Cade mandou abrir novamente e recomendou ao tribunal que condene o Júnior Friboi pelas gravações e pelo cartel montado.E na gravação ainda há a informação de que haveria um contrato de gaveta com o BNDES”, lembrou.

Coutinho evitou responder diretamente o tema e negou que houvesse qualquer tipo de pressão entre o grupo e o ex-ministro Mantega com o banco.

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Caiado é eleito vice-presidente de CPI Mista que vai investigar JBS

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) foi eleito, nesta terça-feira (05/09), vice-presidente da CPI que vai investigar empréstimos concedidos pelo BNDES ao grupo J&F, assim como a participação da BNDESPAR e da Caixa Econômica Federal em negócios da empresa. A comissão é mista, contando com representantes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

O colegiado já anunciou que vai querer convocar os donos da JBS, maior grupo produtora de carnes do mundo, para explicar os empréstimos e a controversa delação premiada para o Ministério Público. “Estamos abrindo os trabalhos em uma data que coincidiu com novas informações de atos ilícitos perpetrados pelo grupo. A certeza que temos é que há ainda muito o que revelar desses criminosos que se associaram ao PT para assaltar os cofres do BNDES”, comentou Caiado.

O presidente da comissão será o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e o relator deve ser escolhido na próxima semana

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Caiado questiona repasse do BNDES a empresa que entrou em recuperação logo após aporte

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), questionou uma operação do BNDES que liberou R$ 250 milhões a uma empresa 18 dias antes de ela entrar em recuperação judicial.

Em sessão da CPI do BNDES realizada nesta quarta-feira (23/08), Caiado focou no caso do Grupo Independência, que, após entrar em recuperação judicial mesmo com o aporte do banco, acabou comprado pela JBS através de recursos do próprio BNDES.

“A situação aparente dessa transação é que houve duplicidade na ajuda à JBS. A primeira no saneamento do Grupo Independência. A segunda, quando do aporte de recursos para a aquisição do grupo sob a alegação de que o BNDES-Par estaria simplesmente protegendo o seu investimento. Até que ponto interesses políticos eram determinantes para acelerar prazos de análise dessas operações?”, questionou Caiado.

Em resposta, os representantes do tribunal alegaram a falta de análise criteriosa de documentos das empresas envolvidas, o que teria levado o banco ao mau negócio. Também citaram limitações ao TCU no controle e fiscalização sobre essas operações.

Delação
O senador Ronaldo Caiado também tratou do tema da delação dos irmãos Batistas, principais acionistas do grupo JBS. Ele questionou os representantes se eles poderiam afirmar que houve omissão em todos os atos ilícitos informados ao Ministério Público. “Há indícios de que houve alguma omissão no acordo celebrado? Os fatos narrados pelo delator contemplam todos aqueles que estão sendo apurados pelo TCU”, questionou.

Os convidados afirmaram desconhecer atos que não houvessem sido tratados. A próxima sessão da CPI do BNDES está marcada para a próxima semana, ainda sem data definida.

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Caiado vai propor ação popular contra ‘Farra das Diárias’ de Marconi e José Eliton

 

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) anunciou na tribuna do Senado que vai contestar um decreto assinado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, que aumenta de forma retroativa em 25% o valor da própria diária durante as viagens ao interior do estado.

Marconi Perillo assinou o Decreto 9026/2017  no dia 18 de agosto retroagindo o reajuste para o dia 1º de Junho. A data coincide com o início de uma série de viagens que Marconi tem feito com seu vice-governador José Eliton – também beneficiado pelo decreto – na divulgação de um programa estadual. Também foram beneficiados secretários e demais ocupantes de cargos da estrutura básica dos órgãos públicos.

“Isto caracteriza o uso indevido, irresponsável do dinheiro público do estado para beneficiar Marconi e o seu pré-candidato que todos sabem que é o vice-governador. Ou seja, estão fazendo o maior carnaval, uma farra de diárias com o dinheiro público enquanto tentam se promover às custas do suor do povo goianos. O mínimo que teremos que fazer neste momento é entrarmos com uma ação popular para que este decreto seja revogado”, anunciou Caiado.

Caiado também fez um balanço da atual situação econômica do estado de Goiás, que hoje é colocado pelo Tesouro Nacional no mesmo patamar de crise de estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

“O Tesouro Nacional classifica o meu estado de Goiás nas mesmas condições do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Alagoas e Minas Gerais, o que demonstra a situação caótica no item ‘saúde de contas públicas’. Contamos com um déficit em conta corrente de R$ 1,5 bilhão e o governador ainda está pedindo mais R$ 1 bilhão do BNDES para continuar essa irresponsabilidade. É uma pedalada que realmente deixa a ex-presidente Dilma longe”, criticou.

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CPI do BNDES vai apurar reuniões de Conselho sobre financiamentos internacionais

A CPI do BNDES aprovou, nesta quarta-feira (16/08), requerimento para investigar, além dos contratos, as atas das reuniões deliberativas da Diretoria e do Conselho de Administração do banco.

De autoria do presidente da comissão, senador Davi Alcolumbre (Democratas-AP), o pedido cita especificamente ações “no âmbito do programa de globalização das companhias nacionais, mais especialmente aqueles concedidos na condição de linha de financiamento específica à internacionalização de empresas”.

Serão requeridas atas das reuniões deliberativas da Diretoria e do Conselho correspondentes ao contratos firmados, incluindo projetos financiados no exterior ou projetos destinados às exportações brasileiras de bens e serviços para a execução de obras no exterior. Atendendo à sugestão do senador Ronaldo Caiado, as atas e informações não serão limitadas ao projetos aprovados pelo conselho, mas também por solicitações que foram rejeitadas ao longo dos anos.

“No momento em que se decidiu que o foco do banco seria essa internacionalização, queremos saber quais foram os critérios que separaram os projetos aprovados, de outras empresas que não tiveram a mesma sorte. Isso vai ser importante para fazer uma ligação sobre benefícios concedidos pelo governo, financiamento de campanhas e envolvimento com irregularidades”, defendeu Caiado.

Outros dois requerimentos de autoria do relator Roberto Rocha (PSB-MA) foram aprovados: um para a realização de quatro audiências públicas; e o segundo para autorizar que um representante do Tribunal de Contas da União acompanhe os trabalhos da CPI.

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CPI do BNDES: Caiado vai pedir levantamento de todos os empréstimos da Era PT

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que vai pedir um levantamento completo de todos os empréstimos e negócios que foram feitos pelo BNDES entre 2003 e 2016.

O anunciou foi feita nesta terça-feira (15/08). Caiado é membro da CPI do BNDES, que iniciou hoje apresentando o plano de trabalho da comissão com audiências, oitivas e apresentação do relatório.

“Houve um casamento íntimo entre os empréstimos do BNDES e as campanhas eleitorais. O grupo JBS, principal caso, fez doações oficiais de R$ 368 milhões na última campanha, sendo R$ 144 milhões para o PT. Essa foi a mesma empresa que dizimou os pequenos frigoríficos no meu estado de Goiás e que hoje está envolvida no maior escândalo de corrupção desse país. É preciso ir atrás da origem disso tudo”, defendeu Caiado.

Empréstimos internacionais
Caiado também quer trazer dados em relação à mudança de rumo que o BNDES tomou a partir de 2007, quando cinco países passaram a receber 57% dos recursos internacionais. O período coincide com o início da gestão de Luciano Coutinho à frente da instituição.

“De 2007 a 2014, 57% dos financiamentos foram direcionados a Cuba, Angola, Argentina, República Dominicana e Venezuela, justamente quando crescia um movimento de esquerda nessas nações de influência do Brasil. Rezaram na cartilha do Foro de São Paulo e o BNDES passou a ter uma importância ímpar nesse processo de desestabilização de nações na América Latina e na África”, acusou.

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Caiado será membro titular da CPI do BNDES

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), será membro titular na Comissão Parlamentar de Inquérito que tem como foco o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Instalada nesta quarta-feira (02/08), a CPI vai apurar suspeitas de irregularidades nos empréstimos concedidos pelo BNDES. Em especial, os créditos concedidos no âmbito do programa de globalização das companhias nacionais para internacionalização de empresas.

“Desde o primeiro dia aqui no Senado atuo pela criação da CPI que precisa abrir essa verdadeira caixa preta do Governo PT. Foram bilhões dispensados através da equalização da taxa de juros sem a menor transparência. Isso sem falar no uso do banco como caixa para financiar ditaduras e partidos de esquerda alinhados ao PT na América Latina e na África”, explicou Caiado.

O Bloco Social Democrata (PSDB e DEM) terá ainda a presidência da comissão, com o senador Davi Alcolumbre (Democratas-AP). Ricardo Ferraço (PSDB-ES) será o outro membro titular do bloco. A CPI terá 13 integrantes titulares e sete suplentes e um prazo de 180 dias, prorrogáveis pelo mesmo período.

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Caiado elogia MP que dá transparência ao BNDES, mas cobra postura semelhante em gastos do governo

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado, manifestou apoio à Medida Provisória que deve dar mais transparência aos empréstimos efetuados pelo BNDES. No entanto, o senador cobrou postura semelhante nos gastos do governo.

Em reunião no Ministério da Fazenda com ministros, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e parlamentares, nesta terça-feira (01/08), Caiado afirmou que a MP 777/17 traz avanços na fiscalização dos gastos do BNDES em comparação à prática comum do Governo PT de dispensar enormes recursos às chamadas “empresas campeãs” a juro subsidiado.

“Precisamos acabar com essa ocultação do valor dispensado na equalização da taxa de juros, uma prática do Governo PT que financiou empresas ditas ‘campeãs nacionais’ e que muito lesou o país. O governo acerta ao querer dar mais transparência. No entanto pontuei que essa mesma prática não acontece na estrutura do Estado”, afirmou.

Caiado criticou o aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis via decreto e a falta de diálogo do governo com a população. “O que coloquei ao presidente do Banco Central é que não estamos vendo esses gastos do próprio governo terem transparência. Aumentaram impostos sobre combustíveis sem nenhuma satisfação à sociedade e somente para sustentar essa pesada máquina pública. Ou seja, não cortam na carne e querem que a sociedade arque com os custos”, resumiu.

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Caiado: Lava Jato chega ao BNDES

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) comentou a mais nova fase da Operação Lava Jato que levou à prisão do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil, Antonio Palocci, nesta segunda-feira (26/09).

Para o senador, a 35ª Fase, nominada “Ormetá”, é um indício de que a Força Tarefa do Ministério Público Federal começa a chegar nas operações fraudulentas realizadas pelo Governo PT no BNDES.

“A operação Lava Jato chega ao BNDES, usado nos governos petistas em transações nada republicanas. A prisão de Palocci é o início de uma nova investigação que vai revelar o quanto os comandos do PT e de seus governos lesaram o nosso banco de desenvolvimento”, comentou Caiado.

O democrata ressaltou que a função principal do banco foi desvirtuada nos últimos anos do governo petista para atender especificamente a interesses do partido. “Em vez de ter como prioridade desenvolver o país e ajudar nossas grandes empresas, a finalidade do banco sob o PT foi direcionar recursos para operações corrompidas e países alinhados ideológicos de Lula e Dilma”, afirmou.

CPI
Ronaldo Caiado também relembrou a sua articulação no Senado Federal em 2015 para abrir uma CPI do BNDES, que investigaria justamente os indícios de irregularidades nos repasses dos bancos; “O Governo Dilma fez de tudo para abafar a CPI, inclusive com o presidente na época Luciano Coutinho passando de gabinete em gabinete tentando constranger os senadores contra a instalação de nossa comissão.”, concluiu.

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