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Caiado defende voto de censura de Senado Federal a Maduro

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), manifestou em plenário, nesta terça-feira (08/08), apoio ao requerimento que pede um voto de censura ao ditador venezuelano Nicolas Maduro pela violenta repressão que impõe no país.

Citando relatório na ONU que responsabiliza o Governo Maduro por 76 mortes em protestos e mais de 5 mil presos políticos, Caiado também criticou a postura do Partido dos Trabalhadores que mantém uma posição de apoio ao tirano.

“O PT pode defender aqui o amigo ditador Maduro, mas não tem o direito de impedir o voto de censura. É o mínimo que este Senado tem que fazer. Nós, brasileiros, que destituímos um governo que tinha mesmo caminho da Venezuela, vamos nos manifestar, sim, contra esse tirano”, afirmou.

O senador também lembrou que fez parte da comitiva que visitou o país em 2015, quando foi cercado e impedido de transitar em Caracas por coletivos bolivarianos.

“Já havíamos diagnosticado essa situação quando esta Casa criou uma comissão para poder visitar e ver as condições de Leopoldo Lopez e outros presos políticos. Fomos sitiados, praticamente sequestrados. Já havia ali este cenário de total desrespeito à cláusula democrática que é imposta a todos os membros do Mercosul e nada era feito”, criticou.

O requerimento será votado nesta quarta-feira (09/08).

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Em grande evento da Assembleia de Deus, bispo Manoel Ferreira exalta competência e capacidade política de Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), participou nesta sexta-feira (21/7) do 49º Congresso das Irmãs Beneficentes da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério Madureira, quando teve refirmado o apoio político da igreja. Caiado agradeceu o suporte do bispo Manoel Ferreira, presidente da Convenção, na sua trajetória para o Senado Federal e agora em sua caminhada por uma saída para o país e para Goiás. O evento anual reuniu mais de seis mil pessoas de todo o país e este ano foi realizado em Brasília como símbolo da preocupação da igreja com a crise grave do país.

“É um orgulho enorme poder participar hoje do 49º Congresso Nacional das Irmãs Beneficentes, um trabalho social que resgata as pessoas mais carentes e ao mesmo tempo leva a mensagem de Deus, de esperança, de paz. Diante dessa crise toda, elas fizeram questão de estar aqui em Brasília como uma simbologia neste momento para que o Congresso acontecesse junto com as orações para que pudéssemos ter um caminho, um sinal para tirar o Brasil dessa crise. Estive ao lado do bispo Manoel Ferreira, pessoa amiga com quem há muitos anos tive a oportunidade de conviver na Câmara dos Deputados e o apoio que recebi dele no Senado. Hoje também recebo esse apoio, essa mão estendida para que pudesse estar neste evento de grande importância falando para missionárias, pastores, bispas de todo o país com mais de seis mil pessoas presentes, formadoras de opinião e pessoas que levam a palavra de Deus a todos os quadrantes do Brasil”, disse Caiado.

“É com muita satisfação que estamos recebendo o senador Caiado. Como o senador disse, convivemos mais de quatro na Câmara Federal, mas já o conheço há mais de 30 anos. Já conhecemos seu trabalho, sua luta por essa nação, a busca por melhores dias pelo nosso povo. Ele nos honra aqui nesta manhã com sua presença. É um homem que tem uma história política honrada, honesta, sem problemas como estamos vendo hoje”, pontuou o bispo Manoel Ferreira, presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério Madureira.

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NOTA OFICIAL DO SENADOR RONALDO CAIADO SOBE O PRONUNCIAMENTO DE MICHEL TEMER

O presidente Michel Temer, ao insistir em permanecer no cargo mesmo admitindo o quadro já instalado de ingovernabilidade, fez a pior das opções para ele e para o país: desafiou a crise. E o fez, não em nome do interesse público, mas para preservar sua imunidade institucional.
 
Não há outra explicação. O presidente, com sua experiência, sabe que não terá meios de vencer a crise pelo simples fato de que ele próprio é a crise.
 
Se o presidente quer mesmo que o país retome o quadro de recuperação da economia, precisa reconhecer que, em decorrência das denúncias que o envolvem, é ele o maior obstáculo para que isso volte a ocorrer.
 
O presidente precisa entender que, independentemente de seu destino no campo jurídico, já foi julgado e condenado politicamente.
 
O gesto de grandeza que lhe resta – e pelo qual clama a sociedade brasileira – é o da renúncia para que o país possa recompor, em outras bases, o seu ambiente político. Sua resistência aos fatos incentiva a ação nefasta dos radicais que investem no “quanto pior, melhor”.
 
O Brasil não merece isso.
Ronaldo Caiado (GO), líder do Democratas no Senado Federal
 
Brasília, 18 de maio de 2017

 

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Brasil deveria seguir exemplo do Reino Unido e convocar eleições, diz Caiado na Folha

Na coluna do senador Ronaldo Caiado publicada neste sábado (22/4) na Folha de S. Paulo, o parlamentar reforça a urgência da convocação de eleições como única saída para a grave situação que o país vive. O líder do Democratas no Senado expõe que a crise deixou de ser apenas política e econômica para se tornar institucional e a falta de credibilidade do Congresso – sob impacto das denúncias da Lava-Jato – para fazer as reformas que o Brasil precisa   vai resultar na permanência da nação nesse quadro caótico. Caiado citou como exemplo o parlamento Reino Unido que esta semana, com maioria absoluta, decidiu convocar eleições, três anos do previsto, diante de uma situação de ruptura política provocada pelo “Brexit”, a saída do bloco britânico da União Unido. o senador disse também que todos devem colocar seus cargos à disposição para uma nova eleição e que isso inclui ele próprio que não está nem na metade de seu mandato.

“O Reino Unido acaba de dar exemplo de como (e por que) funcionam as verdadeiras democracias. Diante de um quadro de impasse político, decorrente da saída da UE —o “Brexit—, seu Parlamento, por iniciativa da premiê Theresa May, antecipou as eleições para 8 de junho”, argumentou Caiado.

“A crise brasileira, nesses termos, mostrou-se, mais que econômica, mais que política, institucional. Os três Poderes padecem de profunda falta de credibilidade para solucionar a crise; a sociedade não se sente representada por eles -e não confia nem chancela as propostas que lá tramitam, em busca de soluções.

A saída —e venho sustentando isso desde os tempos em que ainda se discutia o impeachment— é zerar o jogo, com novas eleições gerais, que restabeleçam a sintonia entre o povo e as instituições”, o opina o senador sobre o caso brasileiro.

Para o líder democrata, a solução dada pelo Congresso após o impeachment é artificial e está apenas prolongando a crise. “O Congresso, pressionado pela indignação popular, entendeu que bastava afastar a presidente, adaptar-se ao novo governo e estabelecer um realinhamento partidário. Solução artificial, de gabinete, que a sociedade rejeita. O novo governo não é novo; é subproduto do que foi derrubado nas ruas. A sequência das investigações da Lava Jato mostra também o comprometimento de parcela expressiva dos partidos que estão no governo e que estiveram alinhados com o PT, que comandou o maior saque aos cofres públicos de que se tem notícia”.

Caiado ainda argumenta que o período das eleições não pode ser intocável diante do interesse público. “Os que se apegam a formalismos alegam que a periodicidade das eleições é intocável. Ora, intocável é o interesse público, afrontado por uma conjuntura em que as instituições já não o representam. Se todo o poder deve emanar do povo (parágrafo único, do artigo 1º da Constituição) e não está emanando, então é o próprio país oficial que incorre em inconstitucionalidade. Às urnas!”, conclui.

Leia o artigo na íntegra.

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Só o batismo das urnas propiciará solução pacífica e civilizatória

O Reino Unido acaba de dar exemplo de como (e por que) funcionam as verdadeiras democracias. Diante de um quadro de impasse político, decorrente da saída da UE —o “brexit—, seu Parlamento, por iniciativa da premiê Theresa May, antecipou as eleições para 8 de junho.

Foi uma decisão esmagadora: 522 a 13. Parlamento e primeira-ministra teriam mandato até 2020, mas entenderam que, com o “brexit”, estabeleceu-se uma ruptura da agenda política sob a qual se elegeram. Nessas circunstâncias, não há soluções de gabinete. Só o povo tem os meios de zerar o jogo e reiniciá-lo.

O Parlamento poderia ter feito vista grossa, em defesa de interesses pessoais e partidários, conservando os mandatos por mais três anos. Mas, em nome de algo bem maior —a governabilidade e o interesse público—, abriu mão de privilégios.

Cabe aí uma analogia com o quadro brasileiro, bem mais grave, dadas as suas circunstâncias econômicas, morais e sociais.

O impeachment da presidente Dilma Rousseff estabeleceu também uma ruptura com a agenda político-econômica sob a qual havia sido eleita —ela e sua base política, da qual faziam parte o seu vice, Michel Temer, o PT, o PMDB e outros partidos.

Essa agenda, como se sabe, foi rejeitada nas ruas, em megamanifestações, por uma conjunção de fatores: rombo orçamentário de R$ 200 bilhões e 14 milhões de desempregados, além do strip-tease moral exposto pela Lava Jato.

O Congresso, pressionado pela indignação popular, entendeu que bastava afastar a presidente, adaptar-se ao novo governo e estabelecer um realinhamento partidário. Solução artificial, de gabinete, que a sociedade rejeita. O novo governo não é novo; é subproduto do que foi derrubado nas ruas.

A sequência das investigações da Lava Jato mostra também o comprometimento de parcela expressiva dos partidos que estão no governo e que estiveram alinhados com o PT, que comandou o maior saque aos cofres públicos de que se tem notícia.

A crise brasileira, nesses termos, mostrou-se, mais que econômica, mais que política, institucional. Os três Poderes padecem de profunda falta de credibilidade para solucionar a crise; a sociedade não se sente representada por eles -e não confia nem chancela as propostas que lá tramitam, em busca de soluções.

A saída —e venho sustentando isso desde os tempos em que ainda se discutia o impeachment— é zerar o jogo, com novas eleições gerais, que restabeleçam a sintonia entre o povo e as instituições.

O exemplo britânico aí está. É preciso grandeza cívica para abdicar do conforto de mandatos e posições de influência. Disponho-me pessoalmente a fazê-lo, mesmo tendo sido eleito para um mandato de senador, de oito anos, que nem sequer chegou à sua metade.

O desconforto maior, no entanto, é integrar uma instituição cujo descrédito cresce a cada dia e já não tem meios de cumprir suas mais elementares tarefas.

Este Congresso ou não terá meios de fazê-las ou, se as fizer, as verá rejeitadas pela sociedade, aprofundando a crise. Só o batismo purificador das urnas —aqui como no Reino Unido ou em qualquer democracia— propiciará solução pacífica e civilizatória.

Os que se apegam a formalismos alegam que a periodicidade das eleições é intocável.

Ora, intocável é o interesse público, afrontado por uma conjuntura em que as instituições já não o representam. Se todo o poder deve emanar do povo (parágrafo único, do artigo 1º da Constituição) e não está emanando, então é o próprio país oficial que incorre em inconstitucionalidade. Às urnas!

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Democratas está em sintonia com as ruas, diz Caiado

Na abertura do seminário “Um novo caminho para o Brasil”, promovido pela legenda, líder no Senado afirmou que partido tem condições de reverter situação caótica do País

Durante o seminário “Um caminho para o Brasil” realizado hoje (14/9), o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), destacou que o Democratas precisar estar preparado para atender aos anseios da maioria da população que protesta contra governo Dilma Rousseff. Na opinião do parlamentar, o partido tem todas as condições de reverter essa situação caótica criada pelo PT pela sua competência e histórico de coerência. Caiado abriu o evento promovido pela Fundação Liberdade e Cidadania, ligada a legenda, em São Paulo, em que se discutiu um novo projeto para o Brasil de médio e longo prazos para ser adotado no período pós-Dilma com prioridade para educação e saúde.

“O Democratas é o partido escolhido pelos jovens que levantaram a bandeira contra os desmandos do governo do PT. Por isso, nos reunimos hoje aqui. Estamos em sintonia com os movimentos de rua porque somos um partido sem mácula, que não pratica negociatas, que cortou na própria carne, quando necessário”, ressaltou para uma plateia que lotou auditório do hotel Intercontinental. “Somos o partido que tem condições de levantar a bandeira e promover a mudança que o país precisa e espera. Estamos vivendo em um país da ditadura da propina. Essa é verdade. Vivemos na governança da corrupção. E temos condição de quebrar essa situação e implantar aquilo que a democracia exige de todos nós que somos líderes políticos. Vamos dar sequência no Senado a esse movimento iniciado na Câmara que é o movimento pro-impeachment”, afirmou.

O líder democrata acredita que a mobilização do partido vai resultar em um grupo expressivo de prefeitos e vereadores nas próximas eleição de 2016. “Desse seminário vamos levar não só argumentos, mas a responsabilidade de nos mobilizar e buscar os melhores quadros. Já temos as melhores cabeças na Câmara dos Deputados e Senados e temos todas as condições de formar um boa bancada de prefeitos e vereadores em 2016”, assegurou.

Saiba mais
Na primeira etapa do projeto participaram do debate o educador coreano, Oh Sok Jin e Claudio de Moura Castro, economista, educador, articulista da revista Veja com o painel “A Educação Como Fundamento De Um Brasil Desenvolvido e Justo”.

“A Saúde Pública No Brasil: Diagnóstico da Situação Atual E Propostas Para O Futuro” foi o outro tema debatido pelo vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, e o médico e deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS). Estiveram presentes os deputados federais Felipe Maia (RN), Efraim Filho (PB), Carlos Melles (MG), Pauderney Avelino (AM), além do presidente nacional do partido, José Agripino (RN), e do líder na Câmara, Mendonça Filho (PE). Por motivo de saúde o presidente da FLC, deputado José Carlos Aleluia (BA) não esteve presente. A próxima etapa do projeto está marcada para novembro.

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Com agenda de intenções, governo quer desviar foco da crise, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, avaliou que a Agenda Brasil apresentada hoje (11/8) pelo presidente do Senado e pelo governo é uma tentativa de desviar o foco da crise criada dentro do Palácio do Planalto. Para o senador, o que existe é uma lista de temas muito amplos e sem o acordo de líderes da Câmara e do Senado não haverá possibilidade de prosperar. “O governo posa de pacificador, mas joga uns contra os outros. A presidente não vai se aproximar do Congresso jogando a Câmara contra o Senado e não adianta transferir crise de responsabilidade do PT para o Legislativo. No dia 16 de agosto, o povo vai dizer em alto e bom som que crise tem nome e CPF e está sentada do Palácio do Planalto”, disse.

“Nenhum cidadão, nenhum senador vai se colocar contra o País. É importante deixar claro que essa Agenda Brasil é de uma amplitude que se não construirmos um acordo entre os líderes da Câmara e do Senado, vai passar para a sociedade a impressão de ser muito mais um teatro com objetivo de desviar o foco no momento de grave crise que atinge toda a população. Me preocupa essa metodologia do PT de alimentar a cizânia e posar de defensor das pessoas humildes como sempre fez e deixa o populismo tomar conta. O que vemos é a corrupção desenfreada presente em todos os órgãos do governo inviabilizando o País. Não vimos uma proposta de redução de ministérios, de alinhamento de gastos e contenção do aumento de cargos. Como vamos agora dizer que a causa da crise são os aposentados, as viúvas, os trabalhadores?”, afirmou Caiado.

Na opinião do líder, não há como o Senado votar a pauta em curto espaço de tempo, e não é possível jogar a responsabilidade da crise no Congresso Nacional. “Como a sociedade vai absorver essa pauta de 27 itens se sequer 12 pontos não existem como projetos na Câmara e Senado? É importante que não maquiemos a realidade. A crise são os itens levantados nessa pauta ou de credibilidade? De legitimidade? Um governo que induziu a população a votar fraudando dados, que escondeu a realidade da inflação, dos preços de energia e combustível, do desemprego é quem trouxe a crise. A origem da crise não é o Congresso. A origem da crise vem do PT desde o governo Lula que implantou a metodologia do mensalão e do petrolão proveniente dos sindicatos do ABC paulista para manter seu projeto de poder voltando as costas para quem trabalha e produz. Não podemos admitir que a crise no País seja provada pela ausência da votação dessas matérias. A crise será resolvida tão logo o PT, a presidente saiam do comando do País. A população vai se encorajar, vai voltar a investir, vai existir tranquilidade de não estar sob o comando de um governo que vai utilizar da boa-fé, da tese do vale tudo para ganhar eleições”, argumentou.

Caiado: Com PIB zerado, Brasil virou freio de mão da economia global

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O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), comentou a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2014 que ficou em mero 0,1%. O senador lembrou o descompasso entre o Brasil e a economia global, que superou o período de crise e já cresce a 3%.
“Não dá mais para a presidente colocar a responsabilidade no mundo.  O Brasil puxa o PIB do mundo para baixo, o governo transformou o país no freio de mão da economia global e em 2015 já estamos enfrentando situação pior. Como é que a população vai ter alguma confiança para voltar a consumir, empreender e investir com essa prova cabal de que foi enganada pelo governo nos últimos anos?”, questionou o democrata.
Caiado ressaltou o péssimo momento para se receber a notícia, com desconfiança de mercado e sociedade, recessão econômica e inflação descontrolada.
“Se em 2014 com todo o estelionato eleitoral que maquiou o real cenário, tivemos esse péssimo resultado, não podemos esperar nenhuma melhora significativa em 2015, já que a presidente da República não transmite mais confiança, nem conta com a aprovação de nove em cada 10 brasileiros”, lamentou.
 
Metodologia
Ronaldo Caiado também lembrou que o IBGE modificou recentemente a metodologia do cálculo para o Produto Interno Bruto (PIB), o que traz a dúvida de um resultado ainda pior de acordo com a mensuração tradicional.
“Sabemos do aparelhamento político do PT em órgãos públicos de estatística e controle, o que coloca uma interrogação sobre esse novo método. A crise de credibilidade do governo é muito grande para não colocar essa mudança sob suspeita”.

Nota oficial: Ronaldo Caiado sobre pronunciamento de Dilma

11026301_843280592395253_2764301687750648232_n“O pronunciamento de Dilma é preocupante. Extremamente grave porque fica explícita a postura de uma populista que não tem compromisso com o País com afirmações descabidas no intuito de tentar encobrir toda a corrupção montada com o objetivo único do PT se manter no poder. Dilma tenta alegar desconhecimento da população em relação aos fatos, como se fôssemos bobos e também tivéssemos que ler na cartilha do PT.

É incompetência de uma sequência de mandatos populistas no País semelhantes aos da Venezuela e Argentina. Dilma não tem humildade de um líder ou estadista para reconhecer seus erros. Quer induzir a população a imaginar que tudo que vivemos é apenas temporário com reflexos de recuperação já no final do ano. Mas sabemos que o momento é um dos mais críticos do Brasil, com uma crise institucional instalada, com denúncias que chegam a Dilma e a Lula.

Tudo isso às vésperas da população iniciar uma marcha no próximo domingo para a maior manifestação democrática que o Brasil já assistiu contra esse populismo criminoso e corrupto instalado no governo federal. Dilma mente e deturpa a realidade, a exemplo do que fez em sua campanha eleitoral. O povo é sábio e nos ensina que quem mente, rouba. Chega de mentiras e de roubos.”

Ronaldo Caiado, líder do Democratas no Senado Federal

“Alta carga tributária pode prejudicar Brasil na crise”, diz Caiado

O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM GO) criticou a política econômica do governo federal. Esta semana, o ministro da fazenda, Guido Mantega, participou de uma Comissão Geral na Câmara para falar sobre a crise financeira mundial. Para Ronaldo Caiado , a alta carga tributária brasileira prejudica os contribuintes. "A sociedade não aguenta mais pagar imposto. O brasileiro trabalha 148 dias por ano para pagar imposto. Que Reforma Tributária é essa que nunca foi levada a sério? Nós temos uma Reforma onde o governo impede que sejam colocados na nota fiscal os tributos que são cobrados da mercadoria
vendida para o cidadão".

 Durante discurso em plenário, o deputado Ronaldo Caiado também cobrou do governo a regulamentação da Emenda 29, que estabelece percentuais mínimos de repasses para a saúde. "O cidadão brasileiro está quase condenado à morte, não tem onde buscar socorro. A saúde no Brasil está sucateada. Neste primeiro semestre, o governo pagou a mais R$ 27 bilhões em juros com a dívida pública. E nós estamos aqui lutando para que o governo possa apoiar a emenda 29, para poder fazer chegar durante o ano todo R$ 35 bilhões para a saúde, e o governo não fecha questão, não deixa votar", afirmou.

Caiado também falou sobre a o descaso do governo com a agropecuária. "O ministro do Planejamento, Guido Mantega, e a presidente Dilma têm verdadeiro preconceito com o setor rural, vira as costas para a agricultura. O governo não gosta da agropecuária. Nunca teve uma medida do PT para favorecer o setor. No entanto, quando é para as grandes indústrias tem. Espero que o governo tenha mais sensibilidade. O BNDES foi capitalizado em mais R$ 280 bilhões e nunca teve nada para
a pequena e micro empresa. O BNDES é muito mais uma máquina de partido para escolher as empresas que serão vencedoras e que sobreviverão”.

O deputado Ronaldo Caiado disse ainda que a oposição vai sempre perguntar ao ministro Mantega se ele só lembra do Congresso apenas nos momentos de grandes crises. "Vem aqui para desviar o foco dessas constantes denúncias de irregularidades em vários órgãos da administração federal. O governo do PT desrespeita a sociedade brasileira, desrespeita o trabalhador, concluiu Caiado. "