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Ao lado da família, Caiado vai à missa agradecer por recuperação

Acompanhado de familiares e amigos, o senador Ronaldo Caiado participou de missa em ação de graças para agradecer à sua recuperação depois do acidente que sofreu com uma mula há dois meses. A celebração foi feita pelo padre Antonio Mota Bastos na Igreja Nossa Senhora de Aparecida, no povoado de Areias.

“Minha mãe sempre nos ensinou a agradecermos pelas dádivas e bênçãos recebidas. Aqui nesta igreja vínhamos muitas vezes rezar o terço. Passou a ser um lugar especial, onde me sinto mais próximo de Deus. Nos momentos de angústia e de reflexão sempre vim aqui para que Deus me ajudasse a tomar a melhor decisão. Este lugar me revigora e me enche de energia”, narrou o senador.

Ronaldo Caiado chegou à igreja acompanhado da esposa Gracinha e das filhos Ronaldo, Maria, Marcela e Anna Vitória. Para Gracinha, este momento foi de grande alegria. “Quando fiquei grávida de Maria e de Marcela, aqui foi o primeiro lugar que vieram. Me sinto feliz de estar aqui agradecendo a recuperação do Ronaldo e junto com as pessoas que amamos”, disse.

Na missa, todos se vestiram de branco e seguraram uma rosa em agradecimento a Deus. O padre Antonio deu seu testemunho da religiosidade do senador, a quem sempre encontra em orações na pequena igreja.

“O senhor contou que sempre vem aqui para agradecer e tomar suas decisões. É algo importante. Não devemos recorrer a Deus só nas dificuldades. Fico feliz de estar aqui fazendo esta celebração”, afirmou o padre.

 

 

 

 

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Em festa pelos 84 anos, ladeado por Caiado e Daniel, Iris defende união das oposições

Em clima festivo pelos 84 anos de vida do prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB), a oposição demonstrou nesta sexta-feira (22/12) sinais claros de convergência para a tese da união em 2018. O discurso de unidade para as próximas eleições foi defendido tanto pelo prefeito quanto pelo senador Ronaldo Caiado (Democratas), pelo deputado federal Daniel Vilela (PMDB) e pela primeira-dama Íris de Araújo.

“Temos que fazer (a união). É momento de reflexão e humildade e que o espírito público prevaleça. Temos que fazer política movidos pelo espírito público”, sublinhou Iris Rezende em entrevista à imprensa, quando questionado se trabalharia pela união da oposição.

Apontado como timoneiro desse processo, o peemedebista garantiu que está focado na administração mas também participando das discussões. “Sou mais um integrante dos partidos que representam a oposição em Goiás. Tenho um compromisso de nunca ficar distante do processo. É claro que não posso confundir a recuperação de uma administração com o pleito que será realizado, mas estarei presente e participando e estou certo de que todas as lideranças da oposição vão ter competência para realizar um grande projeto”, afirmou.

A fala do prefeito ocorreu pouco depois de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela darem um indicativo forte de proximidade e diálogo. Em um abraço longo e bem-humorado, o senador brincou dizendo “aqui é para ganhar a eleição”.

Na sequência, Daniel Vilela deixou claro em entrevista que o diálogo entre ambos sempre ocorreu. “Nós nunca deixamos de nos encontrar, mas hoje viemos todos aqui em deferência ao aniversário do nosso líder maior Iris Rezende. Temos conversado constantemente e as coisas estão caminhando no seu devido tempo”, disse. “Tenho certeza que vamos acertar. O cenário é muito favorável para a oposição, e as pesquisas têm demonstrado claramente que o goiano deseja mudança e renovação. Temos que construir um projeto focado nessa perspectiva e nesse ambiente”, avaliou.

Também questionado sobre a sinalização, Ronaldo Caiado garantiu que não há outro caminho. “Significa o que vai acontecer, se Deus quiser: a unidade das oposições. É isso que todas as nossas lideranças e o sentimento do povo de Goiás espera nesse momento. Que os líderes maiores tenham bom senso, tenham equilíbrio, tenham sensatez de ter um candidato único dentro das regras e critérios a serem determinados”, afirmou.

O parlamentar aproveitou para destacar o papel primordial que Iris Rezende desempenha no processo. “Eu nunca me enganei. É fundamental. Sabe por quê? Porque quando ainda existia certa dúvida sobre quem deveria ser candidato a prefeito de Goiânia em 2016, fui enfático: só teremos chance de chegarmos ao governo de 2018 se nós tivermos Iris Rezende prefeito da cidade de Goiânia. Nunca tive dúvida. Precisamos de um timoneiro, um líder, aquela figura que pode colocar as mãos e dizer que este é o candidato da unidade. A figura dele é balizadora do processo de 2018”, disse. “Não existe candidatura sem unidade e sem o Iris sendo o timoneiro do processo”, reforçou.

A primeira-dama Íris de Araújo também reforçou a tese predominante na oposição. “É fundamental. As oposições unidas terão a oportunidade de ter um único pensamento e uma única visão programática. São todos os partidos que não concordam com esse governo. Não é poder pelo poder, é usar o poder para mudar e isso só vai acontecer se estivermos unidos. Sou peemedebista, fundadora do PMDB, e estarei lutando até o último instante para que haja essa união. Enquanto não tivermos um pensamento de união, não teremos como enfrentar uma máquina tão poderosa e tão inescrupulosa como é a máquina do governo”, defendeu.

Presidente da Câmara de Goiânia, o peemedebista Andrey Azeredo conclamou a todas as lideranças a participaram dos diálogos. “Eu vejo que todas as forças políticas de Goiás que têm o mesmo objetivo, que é fazer com que Goiás prospere de forma real e veemente, com uma política diferenciada, podem e devem dialogar ao máximo e buscar união e convergência de ideias e política para que possamos eleger um governador que represente os anseios do goianos”, afirmou.

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Caiado: “Estaremos unidos. Não menosprezem a força da oposição unida”

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (21/12) à rádio Bons Ventos, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) falou sobre o novo momento político e a necessidade de aglutinar forças para vencer uma disputa contra a máquina de governo. Definindo o apoio até o momento de nove siglas ao projeto da oposição, o parlamentar afirmou que é preciso valorizá-las no processo eleitoral.

“Não se pode menosprezar os partidos de oposição que querem compor um projeto. São eles hoje que têm o maior número de vereadores em Goiânia no interior. Eles nos dão capilaridade. Unida a oposição tem muita força”, afirmou.

Ao analisar a sua vida pública e seu atual momento no cenário estadual, o senador destacou o amadurecimento político como um fator importante neste momento de articulações.

“Nesse período, aprendi e todos devemos aprender a ter humildade e reconhecer nossos acertos e erros, para não repeti-los e assim devemos proceder nas eleições de 2018. Não tem porque irmos com a oposição dividida para 2018. Isso não está no meu radar. Acredito que o bom senso vai prevalecer”, reforçou.

Para o senador, uma candidatura ao governo tem um caráter abrangente que precisa ser considerado. “A eleição majoritária é construída por meio de coligações e não é individualizada. E deve ter um candidato capaz de aglutinar as lideranças e militância e todos os quadrantes do estado. Já vivi mais da metade da minha vida, e é hora de retribuir aquilo que tenho mais orgulho que é ser goiano. Não se trata de projeto pessoal, mas de produzir um resultado que seja para o povo do meu estado”, disse.

Na entrevista, Ronaldo Caiado também falou sobre os desafios assumidos por pessoas que assumem o poder. “Quem assume o poder deve ser desprovido de vaidade e não usá-lo como projeto pessoal. Ele deve cumprir sua tarefa para dar qualidade de vida ao povo e depois sair de cabeça erguida”, disse.

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Caiado recebe prêmio como o melhor congressista de Goiás

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), foi homenageado nesta quarta-feira (22/11) como o melhor congressista de Goiás, no Ranking dos Políticos. A seleção foi feita a partir de itens que avaliam, principalmente, a atuação do parlamentar no combate à corrupção, aos privilégios e ao desperdício da máquina pública. A entidade Ranking dos Políticos é formada por integrantes da sociedade civil, é apartidária e realiza este trabalho há cinco anos com a finalidade de fornecer informações sobre o desempenho do congressista aos eleitores brasileiros. O senador ainda ficou em quinto lugar no ranking nacional. O prêmio, que está na segunda edição, foi entregue hoje, em Brasília.

“Recebi com muita felicidade a notícia de que fui escolhido como melhor congressista de Goiás e o 5º lugar no Brasil no Ranking dos Políticos, uma entidade apartidária que usa critérios técnicos para fazer essa listagem. Não posso sempre deixar de agradecer ao povo goiano que me elegeu, à minha família que apoia, à minha equipe essencial para qualidade do meu trabalho e a você de todo país que me acompanha e dá muito incentivo nessa caminhada”, disse Caiado.

Foram homenageados nesta quarta-feira os 30 melhores parlamentares, como qualidade legislativa, assiduidade, número de processos judiciais, gastos da verba de gabinete. Conheça a avaliação completa no site www.politicos.org.br.

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Instituições brasileiras estão desconectadas com realidade do país, diz Caiado em artigo

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), fala sobre a desconexão da pauta das instituições brasileiras com a realidade do país em seu artigo publicado neste sábado (18/11) na Folha de S. Paulo. Caiado critica o fato de as discussões do Congresso, governo e da própria mídia estarem focadas em sucessão presidencial, legalização de jogos de azar e reforma ministerial, enquanto temas, como a violência urbana e rural e o incentivo a setores que sustentam a economia, especialmente em tempo de crise, são deixados para segundo plano.

“É cada vez mais profundo o abismo entre o país real e o institucional. Enquanto a violência, nos meios urbano e rural, cresce de maneira assustadora, sem que o Estado se mova para contê-la, a agenda parlamentar inclui entre suas prioridades temas como abertura de cassinos, sucessão presidencial e reforma ministerial. Mundos desconectados, sem diálogo, o que explica o contínuo desgaste das instituições perante a sociedade. Não há exagero em afirmar que as instituições brasileiras vivem (e não é de hoje) no mundo da lua, alheias às demandas mais elementares da população”, pondera o senador.

O parlamentar discorre sobre a violência no meio rural e insegurança jurídica que afeta o produtor, impactando diretamente o setor que sustenta a economia brasileira há bastante tempo. Ele reforça os episódios recentes de invasões do MST na Bahia e no Rio Grande do Sul, sem que haja punição dos criminosos; ao contrário, os invasores passam por vítimas e os agricultores por vilões perante políticos do PT.

“A violência rural fica em segundo plano. O agronegócio é, há décadas, o sustentáculo da economia brasileira. Responde por mais de 30% dos empregos formais e é o responsável pelos sucessivos superávits na balança comercial brasileira. Neste momento de crise, carrega o país nas costas. O discurso ideológico quer criar condições políticas e morais para justificar as invasões criminosas que têm aumentado. Não há dúvida de que se postula a estatização do agronegócio, como etapa do projeto bolivariano, engendrado por Lula e seu exército vermelho, comandado por Stédile, que põe em risco a economia do país e a subsistência da população. Há dias, assistimos alguns episódios dessa natureza no Rio Grande do Sul e na Bahia. E o que fez o Estado? Aprofundou o processo de emissão de multas, aumentando a insegurança jurídica dos produtores. Nenhum miliciano invasor foi preso. Não se registrou nenhuma manifestação das autoridades do governo federal, empenhado em reformar o ministério para se manter no poder”, pontuou.

Confira a íntegra do artigo:

As instituições brasileiras vivem no mundo da lua

É cada vez mais profundo o abismo entre o país real e o institucional. Enquanto a violência, nos meios urbano e rural, cresce de maneira assustadora, sem que o Estado se mova para contê-la, a agenda parlamentar inclui entre suas prioridades temas como abertura de cassinos, sucessão presidencial e reforma ministerial.

Mundos desconectados, sem diálogo, o que explica o contínuo desgaste das instituições perante a sociedade.

Não há exagero em afirmar que as instituições brasileiras vivem (e não é de hoje) no mundo da lua, alheias às demandas mais elementares da população.

A violência rural fica em segundo plano. O agronegócio é, há décadas, o sustentáculo da economia brasileira. Responde por mais de 30% dos empregos formais e é o responsável pelos sucessivos superavit na balança comercial. Neste momento de crise, carrega o país nas costas.

O Brasil é, hoje, com todos os contratempos ao produtor, o segundo exportador mundial de alimentos, só atrás dos EUA —e com um diferencial: temos potencial de crescimento.

Se hoje já alimentamos mais de 1 bilhão e meio de pessoas no planeta, temos condições de ampliar bem mais esse mercado. Isso, em circunstâncias normais, tornaria o setor prioritário, independentemente de qual corrente ideológica estivesse no poder.

Não é, porém, o que ocorre. No discurso dito progressista, o produtor rural é descrito como retrógrado, perverso, herdeiro das mais aviltantes tradições coloniais, cultor de práticas escravagistas e predador ambiental, entre outras aberrações.

É evidente que tal perfil contrasta enormemente com o fato de ser ele reconhecido mundialmente como um dos mais sofisticados, em ciência e tecnologia de ponta. Não há como conciliar os dois perfis.

O discurso ideológico quer criar condições políticas e morais para justificar as invasões criminosas que têm aumentado.

Stálin, quando quis estatizar a produção rural soviética, não hesitou em matar de fome, entre 1932 e 1933, 7 milhões de camponeses ucranianos, confiscando alimentos e fechando as fronteiras, em meio a um inverno de -30ºC.

Aqui, o processo, obviamente, é outro, mas o objetivo é o mesmo. Promovem-se, via milicianos do MST, invasões e depredações, de propriedades produtivas; reivindicam-se para os índios terras que estão há gerações nas mãos dos atuais proprietários, devidamente documentadas; impõem-se multas bem acima da capacidade de pagamento do produtor, além de aumentos escorchantes de impostos. Entre outras barbaridades.

Não há dúvida de que se postula a estatização do agronegócio, como etapa do projeto bolivariano, engendrado por Lula e seu exército vermelho, comandado por Stédile, que põe em risco a economia do país e a subsistência da população.

Há dias, assistimos a alguns episódios dessa natureza no Rio Grande do Sul e na Bahia. E o que fez o Estado? Aprofundou o processo de emissão de multas, aumentando a insegurança jurídica dos produtores. Nenhum miliciano invasor foi preso. Não se registrou nenhuma manifestação das autoridades do governo federal, empenhado em reformar o ministério para se manter no poder.

A bancada petista no Congresso, como é de praxe, inverteu o julgamento moral, considerando vítimas os agressores e vilões os agredidos. Na mídia urbana, o tema preponderante é a sucessão presidencial.

Enquanto o país real está à deriva, o institucional, voltado para o próprio umbigo, considera razoável cortar R$ 10 do salário mínimo para que o Orçamento do próximo ano tenha seu deficit reduzido. 

 

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Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado

Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado 

Em artigo publicado em sua página na internet, o senador Ronaldo Caiado detalha o quadro de anemia profunda que Goiás atingiu após 20 anos de um grupo político no poder. O presidente regional do Democratas denomina esse grupo de “Oligarquia dos Carrapatos”. Caiado menciona a péssima qualidade dos serviços públicos, a situação de falência do estado e apresenta números para comprovar o quadro crítico instalado em Goiás, durante o governo de Marconi Perillo. O senador ainda destaca a importância da conscientização do povo goiano de não dar mais espaço para políticos que agem apenas em nome dos seus próprios interesses e privilegiar a mudança que o estado precisa a partir de 2019.

O democrata apontou que, além da gestão que afundou o estado, Perillo e seu grupo político acumulam escândalos: “E se não bastasse isso, assistimos aos escândalos que se acumulam. Seja na Farra das Diárias de Marconi. seja asfaltando a fazenda de vice-governador, os exemplos são muitos. Hoje podemos comparar Goiás a uma vaca leiteira campeã em produtividade que, nos últimos anos, se viu esquálida, cadavérica, com anemia profunda”, disse.

Caiado mostrou que no governo de Perillo, Goiás perdeu capacidade de investimento e caiu no ranking nacional da competitividade. Entre 2015 e 2017, o estado caiu três posições e está em 13º lugar, abaixo da média nacional, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP). “Os números às vezes podem parecer frios ou distantes para a população. Mas não se engane: ela está atenta. Me deparo sempre que percorro as cidades goianas com pessoas que questionam onde foi parar o dinheiro do Estado. Uma coisa é certa: não estão nas obras públicas. Levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) disponível no site https://geoobras.tce.go.gov.br/ mostra um quadro assustador. De 830 obras (entre hospitais, rodovias, escolas) que o governo iniciou em 2004, apenas 317 foram concluídas – pouco mais de um quarto do total.O enredo todo mundo conhece: o governo anuncia as obras, faz toda a propaganda, para abandonar tudo depois. Quando se aproximam novas eleições, a Oligarquia de Carrapatos volta refazendo as mesmas promessas. Das 342 obras em andamento atualmente, 255 estão com prazos vencidos e sem conclusão. Existem obras que datam de 2004 e continuam esperando a boa vontade do governo. Até quando?”, questionou Caiado.

O parlamentar ainda mencionou a dilapidação do patrimônio do Estado, com a venda da Celg a preço de banana, enquanto assumiu dívidas bilionárias da empresa que ficarão na conta dos goianos. A Saneago, que foi objeto de propagandas que prometiam garantia de água até 2025, não tem gestão eficiente para combater a maior crise hídrica já vivida pelos goianos.

O senador reitera a falta de segurança, educação, saúde, infraestrutura e reforça que o único caminho para Goiás é combater essa “Oligarquia de Carrapatos” :“E é por isso que o tempo da Oligarquia de Carrapatos precisa mais do que nunca ser combatido com inteligência e determinação da população. Este é hoje o único caminho para que Goiás volte a ter perspectiva de crescimento e de atender as demandas da sociedade em suas necessidades e direitos mais elementares. Diferente do que pode pensar o governador Marconi Perillo e seus seguidores, cargo Público não é algo para auferir benefícios a quem o ocupa, mas sim atender a sociedade como um todo. Ao se defrontarem com o Estado na situação em que vive – endividamento, corrupção, entrega das estatais, criminalidade disseminada, facções comandando -, os goianos esperavam que o governador Marconi assumisse o enfrentamento da crise que é consequência da sucessão de seus mandatos”.

E finaliza ao dizer que é possível reerguer Goiás e ver o estado novamente ser notícia como referência de produção, trabalho e eficiência. “É importante a sociedade se conscientizar cada vez mais e ter uma maior iniciativa para que no primeiro dia de 2019 possamos iniciar um processo de transfusão de energia, com coragem e trabalho de todos nós goianos. Acreditem: é possível reerguer Goiás e fazer dele novamente um Estado que seja referência de ética, dignidade e respeito aos goianos. Para isso, basta trabalhar em defesa dos cidadãos e oferecer um Estado que funcione, livre dessa Oligarquia de Carrapatos”.

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Caiado comemora a liberação de R$ 40 milhões do MEC para a educação superior em Goiás

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, comemorou nesta quinta-feira (05/10) a autorização do Ministério da Educação (MEC) para a liberação de R$ 40 milhões para as universidades e institutos federais em Goiás. Com a medida, que beneficia em R$ 1,2 bilhão as instituições federais do País, haverá aumento de cinco pontos porcentuais no limite de empenho do orçamento para custeio e de 10 pontos porcentuais para investimento.

Em relação à liberação de limite para o pagamento de despesa pública, referentes a recursos financeiros discricionários, a Universidade Federal de Goiás (UFG), o IFG Goiano e o IFG de Goiás vão receber um total de R$ 19 milhões. São R$ 10 milhões para a UFG, R$ 5,4 milhões para o IF Goiano e R$ 3,3 milhões para o IF Goiás.

Segundo o MEC, o limite de empenho liberado de custeio (usado na manutenção das instituições) e aumento de 80% para 85% e o de investimento de 50% para 60%. O valor de custeio da UFG ficou em R$ 4,7 milhões, o crédito repasse estudantil em R$ 4,9 milhões e os investimentos em R$ 2,5 milhões.

Já o IF Goiano terá R$ 2,28 milhões para custeio, R$ 967 mil para investimentos e R$ 2,4 milhões para assistência estudantil. O IF Goiás terá R$ 1,8 milhão para custeio, R$ 456 mil para investimento e R$ 1,5 milhão para assistência. Ao todo são R$ R$ 21 milhões a mais de uma liberação extra de limite para empenho equivalente a cinco pontos porcentuais para o custeio e mais 10 pontos porcentuais para investimento em cada uma das instituições federais.

“Mesmo em meio à grave crise nacional o ministro Mendonça Filho tem se empenhado para atender a educação superior no Brasil. E Goiás recebe sempre uma atenção especial. As instituições federais terão agora melhores condições de desempenhar o seu papel na educação e valorização profissional dos jovens”, elogiou o senador.

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Aprovado relatório de Caiado que garante acesso de mulheres com menos de 50 anos à mamografia pelo SUS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4/10) relatório do senador Ronaldo Caiado a Projeto de Decreto Legislativo (PDS 377/2015), que susta os efeitos de portaria do Ministério das Saúde que limita exames de mamografia pelo SUS. A Portaria 61/2015 do ministério estabelece que a mamografia como forma de prevenção e rastreamento do câncer de mama é recomendada apenas a partir dos 50 anos de idade. A norma é ilegal ao contrariar lei federal (Lei 11.664/2008), que garante realização do exame a partir dos 40 anos de idade. Com a derrubada da portaria, ficam novamente disponíveis os exames de mamografia a partir dos 40 anos de idade.

“É um projeto que repara erro absurdo do PT que retirou mulheres de 40 a 50 anos de programa de rastreamento de câncer de mama. Coube a mim a relatoria desse decreto legislativo de importância ímpar para a saúde pública de milhões de mulheres no país. O que o Ministério da Saúde está praticando desde o Governo PT é uma barbaridade. Contraria modelo lançado em 2008 em comemoração ao Outubro Rosa. Em 2008, foi sancionada lei que prevê que a partir de 40 anos todas as mulheres estão dentro de programa de rastreamento de câncer de mama. Isso dá direito a fazer mamografia e outros serviços de prevenção. Sabemos que essa é uma faixa etária de risco para a doença”, explicou o líder do Democratas no Senado.

O PDS segue agora para apreciação no plenário do Senado Federal.

Entenda
A Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde torna pública a decisão de não ampliar o uso da mamografia para o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas com risco habitual fora da faixa etária atualmente recomendada (50 a 69 anos) no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Isso significa que apenas mulheres a partir dos 50 anos terão o exame assegurado pelo SUS.

A portaria contraria Lei 11.664/2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O inciso III do art. 2º da lei incumbe ao SUS garantir a realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Acesse a íntegra do relatório

 

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Projeto de Caiado cria política pública de assistência a pacientes com diabetes

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), apresentou projeto de lei que estabelece uma política pública de assistência integral ao paciente com diabetes pelo SUS

O PLS 225/17 dispõe de uma série de diretrizes que têm como princípio a universalidade de acesso, a integralidade e igualdade de assistência, o direito à informação e a descentralização administrativa.

Caiado argumenta que o grupo de doenças metabólicas conhecidas como diabetes foi responsável por complicações que levaram a óbito mais de 247 mil brasileiros em 2015. Estima-se que cerca de 14 milhões de brasileiros sofrem com a doença que custa aos cofres públicos mais de R$ 70 bilhões ao ano, de acordo com o Atlas da Internacional Diabetes Federation (IDF). O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de despesas com diabetes.

“Como médico, sei muito bem o quanto que é fundamental ao paciente com diabates uma assistência que o ajude a prevenir complicações como cegueira, insuficiência renal crônica, infarto, AVC e amputações de membros. É importante ressaltar que estabelecer uma política estruturada de prevenção custará ao SUS muito menos do que as despesas decorrentes do tratamento das suas complicações”, afirmou Caiado.

O senador lembra na justificativa do seu projeto que atualmente boa parte dos pacientes não conseguem acesso a uma assistência médica “tempestiva e efetiva no SUS”, o que explica o fato da doença ainda ser uma das mais importantes causas de cegueira, infarto, AVC e insuficiência renal no país.

“Nossa intenção nada mais é do que estabelecer diretrizes que visem a assegurar a efetiva implementação da assistência ao paciente com diabetes mellitus no âmbito do sistema público de saúde do país” explicou no texto.

CENTROS INTEGRADOS

Em audiência pública realizada pelo senador em novembro do ano passado, Caiado também defendeu a criação de centros integrados de combate ao diabetes no país.

O assunto foi discutido com representantes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), da Sociedade Brasileira de Nefrologia, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular e da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes.

“O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de despesas com diabetes. Isso corresponde a 22 bilhões de dólares por ano. Em 2040, nós vamos passar do quinto lugar para o terceiro e com um gasto provável de 36 bilhões de dólares. É muito dinheiro, que deveria ser revertido para a prevenção”, defendeu.

Confira a íntegra do projeto:

http://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=5392940&disposition=inline

 

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“Crise de representatividade impede avanço da Reforma da Previdência”, diz Caiado

Durante evento em Brasília hoje (07/03) para vendedores e distribuidores da Bayer, o senador Ronaldo Caiado (GO) afirmou que o país vive uma crise de representatividade, o que interfere na capacidade de realizar reformas como a da Previdência. Ao falar sobre o quadro geral da agropecuária e sobre a situação política e econômica do país, o líder do Democratas no Senado disse que para se fazer as grandes reformas é necessário que governantes e parlamentares tenham credibilidade perante o povo.

“Qual a condição de a sociedade se sentir representada, de fazermos a reforma trabalhista, tributária, previdenciária? Para fazer reforma previdenciária, é preciso ter independência intelectual e moral. Quando um presidente vai propor mudar a aposentadoria, ele precisa primeiro abrir mão da sua própria aposentadoria. Não estou fazendo crítica a ninguém específico, mas temos uma crise de representatividade das instituições. Como vamos estipular idade mínima de 65 anos para aposentadoria, se o cidadão arca com toda política de incentivos, como bolsa-família, bolsa-reclusão e outras bolsas?”, argumentou Caiado.

Diante da crise de representatividade, o parlamentar goiano reiterou sua posição em relação à antecipação das eleições. “Por isso, que vocês me ouvem defender antecipação das eleições. O povo é quem deve decidir quem tem credibilidade para fazer as grandes reformas. É preciso que cidadão tenha firmeza de que o político não vai usar seu mandato como balcão de negócios. Mais vale a mão que dá o remédio do que o próprio remédio, já dizia o médico Miguel Couto. Sairá nova listagem de envolvidos na Lava-jato. Isso vai atrasar as reformas, desestimular investimentos?”, concluiu.

“Acredito que o Brasil vai superar a crise econômica. A parte política, porém, está interferindo na economia. As denúncias que se acumulam vão permitir que avancemos nas reformas que reduziriam a capacidade de os impostos sugarem o cidadão? Por isso, que a sociedade precisa se mobilizar, participar, não apenas e em movimentos esporádicos”, finalizou.

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