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Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado

Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado 

Em artigo publicado em sua página na internet, o senador Ronaldo Caiado detalha o quadro de anemia profunda que Goiás atingiu após 20 anos de um grupo político no poder. O presidente regional do Democratas denomina esse grupo de “Oligarquia dos Carrapatos”. Caiado menciona a péssima qualidade dos serviços públicos, a situação de falência do estado e apresenta números para comprovar o quadro crítico instalado em Goiás, durante o governo de Marconi Perillo. O senador ainda destaca a importância da conscientização do povo goiano de não dar mais espaço para políticos que agem apenas em nome dos seus próprios interesses e privilegiar a mudança que o estado precisa a partir de 2019.

O democrata apontou que, além da gestão que afundou o estado, Perillo e seu grupo político acumulam escândalos: “E se não bastasse isso, assistimos aos escândalos que se acumulam. Seja na Farra das Diárias de Marconi. seja asfaltando a fazenda de vice-governador, os exemplos são muitos. Hoje podemos comparar Goiás a uma vaca leiteira campeã em produtividade que, nos últimos anos, se viu esquálida, cadavérica, com anemia profunda”, disse.

Caiado mostrou que no governo de Perillo, Goiás perdeu capacidade de investimento e caiu no ranking nacional da competitividade. Entre 2015 e 2017, o estado caiu três posições e está em 13º lugar, abaixo da média nacional, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP). “Os números às vezes podem parecer frios ou distantes para a população. Mas não se engane: ela está atenta. Me deparo sempre que percorro as cidades goianas com pessoas que questionam onde foi parar o dinheiro do Estado. Uma coisa é certa: não estão nas obras públicas. Levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) disponível no site https://geoobras.tce.go.gov.br/ mostra um quadro assustador. De 830 obras (entre hospitais, rodovias, escolas) que o governo iniciou em 2004, apenas 317 foram concluídas – pouco mais de um quarto do total.O enredo todo mundo conhece: o governo anuncia as obras, faz toda a propaganda, para abandonar tudo depois. Quando se aproximam novas eleições, a Oligarquia de Carrapatos volta refazendo as mesmas promessas. Das 342 obras em andamento atualmente, 255 estão com prazos vencidos e sem conclusão. Existem obras que datam de 2004 e continuam esperando a boa vontade do governo. Até quando?”, questionou Caiado.

O parlamentar ainda mencionou a dilapidação do patrimônio do Estado, com a venda da Celg a preço de banana, enquanto assumiu dívidas bilionárias da empresa que ficarão na conta dos goianos. A Saneago, que foi objeto de propagandas que prometiam garantia de água até 2025, não tem gestão eficiente para combater a maior crise hídrica já vivida pelos goianos.

O senador reitera a falta de segurança, educação, saúde, infraestrutura e reforça que o único caminho para Goiás é combater essa “Oligarquia de Carrapatos” :“E é por isso que o tempo da Oligarquia de Carrapatos precisa mais do que nunca ser combatido com inteligência e determinação da população. Este é hoje o único caminho para que Goiás volte a ter perspectiva de crescimento e de atender as demandas da sociedade em suas necessidades e direitos mais elementares. Diferente do que pode pensar o governador Marconi Perillo e seus seguidores, cargo Público não é algo para auferir benefícios a quem o ocupa, mas sim atender a sociedade como um todo. Ao se defrontarem com o Estado na situação em que vive – endividamento, corrupção, entrega das estatais, criminalidade disseminada, facções comandando -, os goianos esperavam que o governador Marconi assumisse o enfrentamento da crise que é consequência da sucessão de seus mandatos”.

E finaliza ao dizer que é possível reerguer Goiás e ver o estado novamente ser notícia como referência de produção, trabalho e eficiência. “É importante a sociedade se conscientizar cada vez mais e ter uma maior iniciativa para que no primeiro dia de 2019 possamos iniciar um processo de transfusão de energia, com coragem e trabalho de todos nós goianos. Acreditem: é possível reerguer Goiás e fazer dele novamente um Estado que seja referência de ética, dignidade e respeito aos goianos. Para isso, basta trabalhar em defesa dos cidadãos e oferecer um Estado que funcione, livre dessa Oligarquia de Carrapatos”.

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Caiado vai propor ação popular contra ‘Farra das Diárias’ de Marconi e José Eliton

 

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) anunciou na tribuna do Senado que vai contestar um decreto assinado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, que aumenta de forma retroativa em 25% o valor da própria diária durante as viagens ao interior do estado.

Marconi Perillo assinou o Decreto 9026/2017  no dia 18 de agosto retroagindo o reajuste para o dia 1º de Junho. A data coincide com o início de uma série de viagens que Marconi tem feito com seu vice-governador José Eliton – também beneficiado pelo decreto – na divulgação de um programa estadual. Também foram beneficiados secretários e demais ocupantes de cargos da estrutura básica dos órgãos públicos.

“Isto caracteriza o uso indevido, irresponsável do dinheiro público do estado para beneficiar Marconi e o seu pré-candidato que todos sabem que é o vice-governador. Ou seja, estão fazendo o maior carnaval, uma farra de diárias com o dinheiro público enquanto tentam se promover às custas do suor do povo goianos. O mínimo que teremos que fazer neste momento é entrarmos com uma ação popular para que este decreto seja revogado”, anunciou Caiado.

Caiado também fez um balanço da atual situação econômica do estado de Goiás, que hoje é colocado pelo Tesouro Nacional no mesmo patamar de crise de estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

“O Tesouro Nacional classifica o meu estado de Goiás nas mesmas condições do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Alagoas e Minas Gerais, o que demonstra a situação caótica no item ‘saúde de contas públicas’. Contamos com um déficit em conta corrente de R$ 1,5 bilhão e o governador ainda está pedindo mais R$ 1 bilhão do BNDES para continuar essa irresponsabilidade. É uma pedalada que realmente deixa a ex-presidente Dilma longe”, criticou.

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Caiado conquista rede elétrica para 730 famílias em Formosa

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), articulou com o Ministério de Minas e Energia a solução definitiva para a falta de luz elétrica de nove assentamentos em Formosa que totalizam 730 famílias.

Em audiência com representantes trazidos pelo prefeito Ernesto Roller, na manhã desta quinta-feira (11/05), Caiado entrou em contato direto com o ministro Fernando Bezerra Filho que se prontificou em recebê-los imediatamente e resolver a pendência.

“Há anos o Governo de Goiás enrola essas famílias e não oferece energia elétrica. Com a venda da Celg, a situação ficou ainda mais indefinida porque a empresa não tem interesse em resolver o problema. É de impressionar a incapacidade do governador Marconi Perillo em resolver algo tão simples, mas tão importante a esses moradores de Formosa”, comentou Caiado.

O prefeito Roller acompanhou os moradores dos assentamentos de São Francisco, Água Fria, Barra I, Barra Verde, Fartura, Florinda, Água Viva, Junco e Morrinhos no ministério. De acordo com ele, o ministro trouxe sua equipe técnica, incluindo o coordenador do programa Luz Para Todos, e garantiu que as 730 famílias de Formosa terão prioridade no serviço.

“Agradecemos muito ao senador Caiado que sempre se empenha em resolver o problema em vez de ficar só na promessa. Na mesma hora ligou para o ministro que se foi muito solícito em nos ajudar e disse que vai entrar em contato com a Celg também”, comemorou o prefeito.

Os representantes de associações dos assentamentos agradeceram a praticidade com a qual Caiado lidou com o tema em comparação à dificuldade que encontravam no governo goiano para tratar do problema.

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Caiado: ‘Meta’ do governo de Goiás não pode ser atender a interesses político-partidários de Marconi

O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) voltou a fazer duras críticas à frase proferida pelo governador Marconi Perillo sobre sua “meta” para o governo goiano de chegar a 100 prefeitos filiados a seu partido no 1º semestre de 2017.

Caiado trouxe em discurso na tribuna do Senado nesta quinta-feira (16/03) a exata fala do governador para mostrar o quadro de chantagem e pressão criado com a máquina estatal para que prefeitos se submetam à filiação em seu partido.

“Quero novamente chamar a atenção para a gravidade do que foi dito pelo governador. Às aspas: ‘Eu não desisti da meta de chegar rapidamente no primeiro semestre aos 100 prefeitos. Insisto que temos uma meta de chegar aos 100 prefeitos pois isso vai ser importante para nosso projeto de 2018′. Não é possível que o partido do governador se ache no direito de, com o dinheiro que recebeu da Celg, tentar comprar prefeitos para se perpetuar no poder”, protestou Caiado.

O democrata lembrou da recente negociação para a venda da Celg no valor de R$ 1,1 bilhão para relacionar o montante gerado com a estratégia de achaque aos mandatários municipais que não pertencem à legenda do governador.

“É uma clara vinculação de obras, convênios e o dinheiro do estado com uma posição político-partidária. Um desrespeito à soberania do voto popular que escolheu na maioria dos municípios goianos não caminhar com o governador. É fundamental que as pessoas tenham em Goiás a independência de votar e ver seu voto respeitado, seja de qual partido for. Do contrário é uma ditadura, uma imposição”, afirmou.

Para Caiado, a consequência da frase dita pelo governador deveria motivar o Ministério Público de Goiás a buscar informações sobre as reais pretensões de Marconi.

“Onde está o Ministério Público de Goiás? Estamos propondo um debate em cima desta frase do governador proferida em todos os meios de comunicação e que provocou insegurança em todo o estado. É isso que o povo goiano quer? É essa a ‘meta’ que o povo goiano quer que seu governo assuma como principal objetivo?”, questionou.

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Ronaldo Caiado também lembrou que a atual vinculação de candidatos a prefeito com a imagem do governador Marconi Perillo prejudicou campanhas em todo o estado em 2016. Para exemplificar, ele lembrou do 2º turno das eleições em Goiânia.

“Vejam o grau de desgaste do atual governador. Tínhamos no 2º turno dois candidatos. Vanderlan Cardoso apresentava uma curva de crescimento. No momento em que Marconi anunciou seu apoio ao candidato ele se desintegrou. A população de Goiânia não quis votar no candidato apoiado por ele como não quis a maioria dos municípios”, disse Caiado.

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Aprovadas emendas que defendem funcionários da Celg

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) conseguiu incluir três itens na Medida Provisória 735/16, que trata de mudanças na legislação do setor elétrico.

O texto foi modificado pelo relator, deputado José Carlos Aleluia (Democratas-BA), no sentido de proteger funcionários da Celg, distribuidora de energia elétrica de Goiás. Aprovada nesta quarta-feira (19/10), a medida segue agora para a sanção presidencial.

As medidas visam manter 90% das vagas e 70% dos empregos por dois anos depois da privatização; a possibilidade do governo alocar antigos funcionários em outras empresas públicas; e destinar os recursos da venda à quitação de dívidas vencidas ou a vencer com a União.

A intenção do senador foi barrar a a estratégia do governador goiano Marconi Perillo que tenta forçar a Eletrobras a se desfazer da empresa e de seu quadro de funcionário após anos de endividamento pelo governo de Goiás. Em negociação anterior, Marconi já havia assumido para o estado todo o passivo trabalhista da empresa gerando uma dívida milionária para os cofres goianos.

“Queria aplaudir o trabalho do deputado Aleluia que relatou a matéria. Esse foi um trabalho feito por nós acolhido pela comissão e agora aprovado pelo Senado. Pelo menos, os funcionários da Celg não vão sofrer com os desmandos do governador Marconi e estarão protegidos para achar outras alternativas em outros órgãos da União”, comemorou Caiado em plenário.

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Requerimento de Caiado quer descobrir quem vai pagar o desconto na dívida da Celg: goianos ou todos os brasileiros

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), encaminhou ofício ao Ministério de Minas e Energia para que seja esclarecido a quem será repassado o excedente da redução calculada na dívida da Celg. O novo montante atende agora por uma fórmula da cálculo que leva em conta a taxa de câmbio de janeiro de 2015.

“Esse recálculo acabou por gerar um excedente de cerca de R$ 400 milhões em favor de Goiás. No entanto, não se sabe de maneira clara se esse valor vai ser direcionado aos goianos, se será efetivamente aplicado para o benefício dos consumidores do estado. Há informações divergentes e é preciso que tudo fique bastante esclarecido para que Goiás não seja novamente passado para trás nesse processo”, explicou.

O ofício faz dois requisitos? Uma cópia integral do processo e da decisão que fundamentou a redução da dívida da CELG; e uma cópia do instrumento legal que especifique formalmente para quem serão repassados o excedente da redução calculada.

Crédito - Sidney Lins Jr.2

Comitê deve mediar impasse sobre linhas de alta tensão da Celg em Goiânia

Um comitê formado pela Aneel, OAB, Conselho Regional de Engenharia (Crea) e Conselho Federal de Medicina (CFM) deve mediar a partir de agora o impasse sobre o projeto de linha de alta tensão da Celg, que em seu traçado original passaria por oito bairros de Goiânia. A audiência pública realizada nesta terça-feira (08/12) no Senado Federal, com a presidência do senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO), contou com a presença de representantes dos moradores da região Sudoeste da capital de Goiás; do presidente da Eletrobras, José Carvalho da Costa Neto; e de representantes da Celg e Aneel. A próxima reunião deve ocorrer em Goiânia.

Caiado propôs a participação do Conselho Federal de Medicina por conta de o risco à saúde ser uma das maiores preocupações da população atingida pela obra. Durante o debate, os moradores apresentaram grande quantidade de documentos, informações técnicas e laudos oficiais que atestaram como a Celg insiste em manter um projeto repleto de equívocos. A proposta de um comitê partiu do próprio presidente da Eletrobras. O colegiado a ser formado deve agora achar uma uma alternativa que atenda a comunidade que seria atingida pela instalação das linhas de alta tensão.

“Como médico e senador pelo meu estado de Goiás não posso deixar de respaldar a inquietação dos moradores em relação à saúde. Vimos a questão do risco de câncer pela proximidade com as linhas de alta tensão ser minimizado aqui, mas a realidade é que a incidência da doença tem aumentado desde que começamos a usar o telefone celular. Essas informações não podem ser desprezadas”, disse Caiado que acertou que as próximas reuniões sobre o assunto serão realizadas em Goiânia com representantes dos órgãos mencionados.

Representados por Marcelo Heleno Coelho de Souza e Flávio Augusto Corrêa, os moradores relataram como a Celg faltou com a verdade desde a última audiência realizada em novembro de 2014, quando foi determinada por José da Costa Carvalho Neto a interrupção da obra e a abertura de um diálogo. “Nós estamos decepcionados por um diálogo que nunca foi realizado. Empresa pública deveria zelar pelo bem público e não insistir na violação da lei como a Celg tem feito”, afirmou Marcelo Heleno.

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Durante a audiência, Ronaldo Caiado lamentou a deterioração da Celg por interesses político-partidários. Representantes da Aneel atestaram que a empresa goiânia hoje é a pior empresa de distribuição de energia do país. “A Celg já foi uma das três melhores empresas de energia do País. A estatal foi saqueada, transformada muito mais em um balcão de negócios de campanhas eleitorais do que em uma empresa focada no atendimento de energia elétrica. O que o relatório da Aneel mostrou, nós sofremos na pele. Os apagões são frequentes e o que mais tem se adquirido no interior do estado são geradores pelas constantes falhas no fornecimento de energia. Com a entrada da Eletrobras, tínhamos a expectativa de que houvesse mais investimentos e o que estamos vendo é a Celg ser ajustada para ser leiloada”, lembrou o senador goiano.

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Presidente da Eletrobras não comparece em audiência sobre linhas de transmissão

Diante do descaso das autoridades, senador Caiado promete convocar ministro de Minas e Energia

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), classificou como total desrespeito à população goiana a ausência do presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, a audiência pública na Comissão de Fiscalização sobre a instalação das linhas de transmissão em oito bairros (Parque Anhanguera, Setor Faiçalville, Setor Santa Rita, Jardim Presidente, Três Marias, Jardim Europa e Parque Amazonas) da capital de Goiás. Neto não apareceu nem enviou representante ao debate agendado há mais de quatro meses a partir de acordo entre Caiado e o PT para suspender a convocação do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. A Eletrobras é controladora da Celg, empresa responsável pela obra que coloca em risco a saúde de cerca de 20 mil moradores da região Sudoeste de Goiânia.

“A audiência foi fruto de um acordo na comissão, em 30 de junho deste ano. Retiramos a convocação do ministro de Minas e Energia com o compromisso de que o representante da Eletrobras viria para responder uma reunião de um ano atrás com moradores da região Sudoeste de Goiânia em relação passagem desse linhão sobre a residência de todas as famílias que aqui estão. Prometeu à época que dariam uma solução. Continuam levando sem respeitar a reivindicação de todos colocando em risco a saúde dessas famílias e querendo impor a sua vontade em vez de aumentar o trajeto da linha de alta tensão que aí sim pouparia todas essas pessoas desse sofrimento que estão passando”, protestou Caiado.

Diante do descaso da Eletrobras, o parlamentar promete apresentar e cobrar nova convocação do ministro. “Essas pessoas saíram 3h30 da manhã de Goiânia para estarem aqui. O presidente da Eletrobras sequer satisfação deu. Na próxima terça-feira vou cobrar da liderança do governo vamos buscar a convocação do ministro de Minas e Energia. Estamos indignados com o desrespeito das autoridades, principalmente do ministério, da Eletrobras, com a população de Goiás. Vou fazer minhas valer prerrogativas de senador para buscar uma alternativa digna a esses moradores”, afirmou o senador goiano.

“O que aconteceu hoje demonstra mais uma vez o total desrespeito que esta empresa está tendo conosco há mais de três anos. O que nós queríamos era cobrar frente a frente com o presidente da Eletrobras a promessa dele há exato um ano atrás numa sessão que o então deputado Caiado convocou e ele veio. Ordem dele foi: para a obra, discute com moradores uma opção que vá prejudicar menos a sociedade. Não foi feito nem uma coisa nem outra”, contou Flávio Correio, morador do Parque Anhanguera, um dos bairros afetados pela obra.

“O que aconteceu de lá para cá foi uma ação de interdito proibitório contra a população para usar a força policial para nos retirar. Felizmente, não tiveram êxito. Levantamos duas da manhã, pagamos ônibus, enfrentamos estrada e eles não tiveram o mínimo de consideração. Esperamos o ministro vir ao Senado e queremos ver a reação dele quando mostrarmos nossa apresentação com postes na calçada, fora de medida, passando por cima de parques. Conseguimos suspender a licença ambiental, a obra está embargada por falta de autorização da prefeitura. A obra é 100% ilegal, só a Celg não quer reconhecer”, acrescentou Flávio.

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Comissão de Fiscalização realiza nesta quinta audiência sobre instalação linhas de transmissão em bairros de Goiânia

Senador Caiado solicitou debate para pedir explicação sobre a medida que coloco em risco a saúde de 20 mil pessoas

A Comissão de Fiscalização do Senado realiza nesta quinta-feira (19/11), às 9h, audiência pública para discutir a instalação de linhas de transmissão em bairros residenciais de Goiânia. O debate ocorrerá a partir de requerimento do líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO). O parlamentar solicitou a audiência para alertar e pedir explicação da Celg – empresa de energia goiana – e da Eletrobras sobre o plano que pode comprometer a saúde de moradores de oito bairros da capital goiana.

“Fizemos uma audiência pública no final de 2014 sobre o assunto e à época os representantes da Eletrobras garantiram que a instalação não ocorreria até que houvesse consenso entre todos os envolvidos. No entanto, tomamos conhecimento de Termo de Ajuste e Conduta com Ministério Público que autorizou o reinício das obras sem nenhuma satisfação aos moradores, os mais afetados com a medida. A obra agora está embargada, mas a decisão é temporária. Nem os estudos que a Celg prometeu fazer sobre o impacto da obra foram feitos. Não existe médico que recomende viver próximo a essas linhas de alta tensão”, pontuou o senador.

As linhas de transmissão atingem 20 mil pessoas dos bairros de Parque Anhanguera, Setor Faiçalville, Setor Santa Rita, Jardim Presidente, Três Marias, Jardim Europa e Parque Amazonas. Já confirmaram presença na audiência pública a promotora do Ministério Público de Goiás, Alice de Almeida Freire, e os representantes dos moradores Marcelo Heleno Coelho de Souza, Maria Lúcia Caciano e Flávio Augusto Correia. Participam ainda representantes da Celg e da Eletrobras.

Serviço

Audiência pública sobre linhas de transmissão em Goiânia

Data: 19/11/2015 (quinta-feira)

Local: Comissão de Fiscalização do Senado, plenário 6, ala Nilo Coelho

Hora: 9h

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Após ministro desdenhar de Caso Celg, Caiado se retira de audiência em protesto

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado, repudiou e discutiu gravemente com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, após ele desdenhar do questionamento do senador sobre os problemas da área energética no estado de Goiás. O embate aconteceu em audiência na Comissão de Mudanças Climáticas da Casa, nesta quinta-feira (29/10).

Caiado elaborava sua pergunta sobre o motivo pelo qual o ministério renovou sem licitação a concessão de 42 distribuidoras de energia, sendo que foi a ameaça do fim da concessão um dos motivos para a federalização da Celg. Ao perceber um comportamento de desdém e descompromisso ao assunto de relevância para o Estado de Goiás, o senador protestou pedindo mais respeito. “Está na maior educação e dá de costas. Se acha que não deve responder, não responda. Não aceito é desrespeito. Não vou mais fazer questionamentos. Passar bem”, disse.

No momento em que se retirava do plenário da comissão em protesto, o democrata ouviu do ministro por três vezes que seria um “desequilibrado”, o que fez com que protestasse: “Vossa excelência está acobertando a concessão da Celg, isso é negociata, safadeza. Entregando o maior patrimônio de Goiás”, protestou durante a discussão.

Ao final da audiência, Ronaldo Caiado retornou e fez uma explanação sobre os motivos que o levam a insistir no caso da Celg em respeito ao seu compromisso com Goiás e com sua palavra durante a campanha eleitoral.

“Cabe a mim, pelas minhas convicções e posições tomadas em defesa da Celg e do povo goiano, questionar, sim, o Ministério de Minas e Energia, a Eletrobrás e quem mais foi envolvido nesse processo de dilapidação do maior patrimônio de Goiás. Em vez de priorizar as dívidas com juros maiores, como Itaipu, a Eletrobras preferiu fazer caixa para os governos federal e estadual. Agora emendaram uma MP em benefício do futuro comprador da empresa alegando que estavam salvando a empresa. Estão transferindo a dívida que ampliaram para o contribuinte”, acusou.
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