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Relativização das leis é um equívoco, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/10) pela Folha de S. Paulo que não se pode destruir a democracia brasileira partindo do pressuposto de que é possível resolver a crise política sem os políticos. Para ele, é um equívoco a relativização da lei e as manifestações intervencionistas que ignoram o aprendizado que o Brasil teve.

“O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização – quando não a transgressão pura e simples – da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos”, alertou.

Segundo o senador, a crise atual permite avaliar o bom funcionamento das instituições. “É nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior”, afirmou.

O democrata reafirmou ainda acreditar no equilíbrio entre os Poderes. “O sistema de pesos e contrapesos de nossa República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei”, lembrou. “De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei”, reforçou.

Confira a íntegra do artigo:

Não há atalhos na lei

Não há precedente na história da democracia de crise política que se resolva de fora para dentro –isto é, sem o protagonismo dos próprios políticos. Inversamente, há inúmeros casos em que, a pretexto de condenar a ação nefasta de alguns, destruiu-se a democracia, na ilusão de que a solução poderia vir de fora.

O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização –quando não a transgressão pura e simples– da lei.

O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos.

Convém lembrar a lição de Winston Churchill, de que a democracia é o pior dos regimes, excetuados todos os outros. Mais que lição, é um alerta permanente.

A política brasileira está enferma. Algumas das principais lideranças estão submetidas à Justiça, umas já condenadas, outras denunciadas e algumas já presas. Incluem-se aí nada menos que dois ex-presidentes –Lula (já condenado) e Dilma (ré)– e o atual, Michel Temer (denunciado), além de alguns dos principais empresários do país.

São nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento.

O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior.

Senado e STF divergem neste momento quanto ao enquadramento penal que se deve dar a um parlamentar: deve ser julgado como um servidor público estatutário –que não o é, assim como também não o são os ministros do STF e o presidente da República– ou se pela Constituição.

Cada uma daquelas funções está regulada pela Constituição, que, como é óbvio, se sobrepõe à legislação ordinária.

A título de comparação, se uma comissão do Senado, que tem a prerrogativa de julgar ministros do STF, enquadrasse um deles como servidor estatutário e o suspendesse da função, antes do julgamento pelo plenário, recolhendo-o à prisão domiciliar, estaria infringindo a Constituição.

O Senado já deu provas de que se dispõe a trabalhar em harmonia com o Judiciário. Quando o STF decretou a prisão do então senador Delcídio do Amaral, pediu, dentro do que estabelece a Constituição, autorização ao Senado, que a aprovou no mesmo dia. Posteriormente a Comissão de Ética casou o mandato.

Não há, pois, razão para alimentar controvérsias. E o Senado entendeu e evitou confrontos com o Supremo. Não o fez porque investe na superação da crise.

No dia 11, o pleno do STF decide Ação Direta de Inconstitucionalidade, que trata do tema. Acreditamos que prevalecerá a Constituição, que os ministros não sucumbirão ao ativismo político. A tentação de legislar já se manifestou em outras ocasiões, mas integrante do Judiciário é prisioneiro da lei. Se quiser legislar, terá de se candidatar.

O sistema de pesos e contrapesos da República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais, e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei.

De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei. Fora dela, já dizia Ruy Barbosa, não há salvação.

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Caiado comemora a liberação de R$ 40 milhões do MEC para a educação superior em Goiás

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, comemorou nesta quinta-feira (05/10) a autorização do Ministério da Educação (MEC) para a liberação de R$ 40 milhões para as universidades e institutos federais em Goiás. Com a medida, que beneficia em R$ 1,2 bilhão as instituições federais do País, haverá aumento de cinco pontos porcentuais no limite de empenho do orçamento para custeio e de 10 pontos porcentuais para investimento.

Em relação à liberação de limite para o pagamento de despesa pública, referentes a recursos financeiros discricionários, a Universidade Federal de Goiás (UFG), o IFG Goiano e o IFG de Goiás vão receber um total de R$ 19 milhões. São R$ 10 milhões para a UFG, R$ 5,4 milhões para o IF Goiano e R$ 3,3 milhões para o IF Goiás.

Segundo o MEC, o limite de empenho liberado de custeio (usado na manutenção das instituições) e aumento de 80% para 85% e o de investimento de 50% para 60%. O valor de custeio da UFG ficou em R$ 4,7 milhões, o crédito repasse estudantil em R$ 4,9 milhões e os investimentos em R$ 2,5 milhões.

Já o IF Goiano terá R$ 2,28 milhões para custeio, R$ 967 mil para investimentos e R$ 2,4 milhões para assistência estudantil. O IF Goiás terá R$ 1,8 milhão para custeio, R$ 456 mil para investimento e R$ 1,5 milhão para assistência. Ao todo são R$ R$ 21 milhões a mais de uma liberação extra de limite para empenho equivalente a cinco pontos porcentuais para o custeio e mais 10 pontos porcentuais para investimento em cada uma das instituições federais.

“Mesmo em meio à grave crise nacional o ministro Mendonça Filho tem se empenhado para atender a educação superior no Brasil. E Goiás recebe sempre uma atenção especial. As instituições federais terão agora melhores condições de desempenhar o seu papel na educação e valorização profissional dos jovens”, elogiou o senador.

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Aprovado relatório de Caiado que garante acesso de mulheres com menos de 50 anos à mamografia pelo SUS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4/10) relatório do senador Ronaldo Caiado a Projeto de Decreto Legislativo (PDS 377/2015), que susta os efeitos de portaria do Ministério das Saúde que limita exames de mamografia pelo SUS. A Portaria 61/2015 do ministério estabelece que a mamografia como forma de prevenção e rastreamento do câncer de mama é recomendada apenas a partir dos 50 anos de idade. A norma é ilegal ao contrariar lei federal (Lei 11.664/2008), que garante realização do exame a partir dos 40 anos de idade. Com a derrubada da portaria, ficam novamente disponíveis os exames de mamografia a partir dos 40 anos de idade.

“É um projeto que repara erro absurdo do PT que retirou mulheres de 40 a 50 anos de programa de rastreamento de câncer de mama. Coube a mim a relatoria desse decreto legislativo de importância ímpar para a saúde pública de milhões de mulheres no país. O que o Ministério da Saúde está praticando desde o Governo PT é uma barbaridade. Contraria modelo lançado em 2008 em comemoração ao Outubro Rosa. Em 2008, foi sancionada lei que prevê que a partir de 40 anos todas as mulheres estão dentro de programa de rastreamento de câncer de mama. Isso dá direito a fazer mamografia e outros serviços de prevenção. Sabemos que essa é uma faixa etária de risco para a doença”, explicou o líder do Democratas no Senado.

O PDS segue agora para apreciação no plenário do Senado Federal.

Entenda
A Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde torna pública a decisão de não ampliar o uso da mamografia para o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas com risco habitual fora da faixa etária atualmente recomendada (50 a 69 anos) no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Isso significa que apenas mulheres a partir dos 50 anos terão o exame assegurado pelo SUS.

A portaria contraria Lei 11.664/2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O inciso III do art. 2º da lei incumbe ao SUS garantir a realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Acesse a íntegra do relatório

 

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Caiado condena aprovação de projeto que usa recursos da saúde e educação para campanhas eleitorais

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), condenou o projeto aprovado na noite de hoje (26/9), que autoriza a retirada de dinheiro do orçamento público para financiamento de campanhas eleitorais. O texto substitutivo do senador Armando Monteiro (PTB-PE) permite o uso de, no mínimo, 30% das emendas de bancada mais os recursos da renúncia fiscal dos programas partidários para custear as eleições, valor de cerca de R$ 1,6 bilhão. A proposta, comandada por parlamentares do PT, ainda prevê utilização de créditos adicionais do orçamento para este fim e deixa o financiamento de campanha com um piso, sem um limite final de gastos. Caiado defendeu até o final a votação de sua proposta que acabava com o horário político e eleitoral e não representava nenhum impacto no orçamento. O senador ainda denunciou manobra que evitou a votação nominal do texto aprovado.

“Querem austeridade na previdência, mas para fazer fundo de campanha não tem austeridade. Deram um cheque em branco para fazer caixa de campanha com esse projeto que tem um piso, mas não tem um teto, um limite. Desafiei o relator a dizer o limite e não obtive resposta. Este é um texto que pune 5,5 mil prefeitos no Brasil e tira a condição de sobrevivência de muitos municípios. É dinheiro da saúde, educação e infraestrutura. E vejam a gravidade: não tiveram a coragem de fazer votação nominal do projeto. Queriam votar na calada da noite. Se não fossem as discussões nas redes sociais, não teríamos nem o debate no plenário desta noite. Há senadores que acham que podem legislar sem saber o que sociedade quer. É o precipício completo da classe política”, disse.

O parlamentar se referiu a manobra de se requisitar verificação de votação logo na apreciação do primeiro requerimento apresentado para se evitar votação nominal do projeto do senador Armando Monteiro. Pelo regimento do Senado, quando há pedido de verificação, só se pode realizar votação nominal após uma hora. Por isso, a apreciação foi apenas simbólica.

O senador contestou o argumento de petistas que os recursos para fundo de campanha não seriam retirados de ações de educação e saúde. “Foi o PT que derrubou a emenda que destinava 10% da receita corrente bruta para a saúde. É bom que as pessoas se lembrem. Quem diminuiu o financiamento da saúde foi o governo Dilma”, relembrou. Caiado ainda mostrou que a partir dos recursos das emendas de bancada é, de fato, possível ampliar o recurso da saúde, como ocorreu ano passado. Em 2016, o mínimo constitucional designado para saúde foi de R$ 95 bilhões, mas foram gastos R$ 106 bilhões. Parte desse extra pode ser proveniente de emendas de bancada. “Estão tirando a oportunidade de ampliarmos o financiamento da saúde”, pontuou.

O parlamentar destacou que sua proposta iria determinar uma campanha com gasto fixo, limitado e assegurar eleições mais transparentes privilegiando mais as ideias do candidato e não “super produções” montadas para televisão. “Minha proposta garantia a campanha cara limpa, pé no chão, com menos gastos e iria acabar com a produções hollywoodianas voltadas a candidatos fakes, que não correspondem à realidade”, acrescentou.

O projeto aprovado será agora apreciado pela Câmara dos Deputados e para ter validade nas eleições de 2018 deve ser votado até o próximo dia 7 de outubro.

Cidade Ocidental - SLJ 575

Frente de oposição reúne lideranças com Caiado no Entorno do DF

A frente “Unidos para Mudar Goiás” reuniu neste sábado (23/09) em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, 28 municípios de Goiás representados por 32 presidentes de partidos (estaduais e municipais), deputados, suplentes de senador, prefeito e vice-prefeitos, ex-candidatos e mais de 40 vereadores. Todos unânimes em criticar o abandono da região por parte do atual governo e a necessidade de buscar um novo nome que devolva a dignidade aos moradores.

Além das 11 legendas que estiveram juntas nos encontros de Morrinhos e Jaraguá – PEN, PMN, PTC, PRTB, PRP, PPL, PSDC, PHS, PV, PMDB e DEM – , juntaram-se também representantes de siglas da base como PRB, PR, Pros e Podemos sob a justificativa de que atendem os anseios de seus eleitores por mudanças para Goiás.

O senador Ronaldo Caiado, homenageado com um coro de parabéns por causa de seu aniversário na próxima segunda-feira (25/9), disse que a oposição estará unida. “Saberemos estabelecer critérios para definir o nome da oposição, com muita tranquilidade. O que for escolhido vamos acatar. Não imponho minha candidatura. Vamos estabelecer critérios que vão desde pesquisas qualitativas e quantitativas até a capacidade de aglutinação”, afirmou.

Segundo o senador, a Operação Lava Jato trouxe um sentimento de que a população não suporta mais conviver com governos corruptos. “Esse sentimento vai persistir em 2018. Você estão satisfeito com esses 20 anos de governo?”, questionou, ouvindo como resposta da plateia um sonoro “não”.

Prefeito de Formosa, o peemedebista Ernesto Roller fez questão de estar presente e discursou sobre a necessidade de o Entorno ajudar a eleger quem tenha compromisso verdadeiro com a região. “O Entorno não quer mais esmolas. Os moradores querem dignidade e políticas públicas de caráter permanente”, afirmou.

Segundo o prefeito, a máquina do governo estadual trabalha fortemente com a propaganda para promover o que ele chamou de “candidato de proveta”. “Ele mudou até o nome para se tornar conhecido. Ronaldo Caiado, por outro lado, tem um dos nomes mais conhecidos do País. Todos sabem de onde vem, para onde vai e qual a sua postura”, comparou.

Esperança de mudança

Um dos organizadores do evento, o presidente do PMDB de Cidade Ocidental Marcos Maia, que é vereador, afirmou que Ronaldo Caiado é a esperança para que Goiás volte ao trilho do desenvolvimento.

A mesma opinião tem Antonio Lima, atual presidente do Democratas do município e primeiro prefeito de Cidade Ocidental. “Goiás é um paciente que está na UTI. Nada melhor que um médico como o senador Ronaldo Caiado para tirá-lo de lá. Goiás está na UTI porque Marconi não cuida do Estado, só de seus interesses pessoais”, disse.

Segundo o vereador de Luziânia Elias Flores (PMDB), o Entorno não pode ficar fora desse movimento intenso por mudança. “Aqui faltam empregos, faltam indústrias. A região está abandonada, sem hospitais. O povo está carente de um governo decente”, garantiu.

Testemunho

Presente pela primeira vez no encontro das oposições, o deputado estadual Major Araújo (PRP) deu o testemunho de como a oposição tem um nome forte. “É muito comum ouvir até de representantes de partido da base do governador que Ronaldo Caiado é o nome certo para mudar Goiás. Ninguém aguenta mais a omissão do Estado e o método que o governo usa para corromper as pessoas”, contou.

Delegado Waldir, que participa pela terceira vez, também fez questão de destacar as legendas que estão na base do governo mas que vieram hipotecar apoio ao projeto da oposição. “Pode ter certeza que todo mundo virá para cá. É isso que estamos vendo. Isso acontece porque o governo atual é campeão no País em obras inacabadas. Só faz propaganda enganosa. O Goiás na Frente devia se chamar Goiás na Frente da Corrupção. Não tem dinheiro para UTI mas sobre dinheiro para shows”, cutucou.

Presidente do PMDB de Luziânia e segundo suplente do senador, Eládio Carneiro falou sobre o que a região tem sofrido nos últimos anos. “Como vamos combater a criminalidade aqui se Novo Gama, por exemplo, tem apenas 100 policiais – a mesma quantidade que atende a segurança pessoal do governador?”, questionou. “Estamos lutando por uma convergência de forças que provoque mudanças aqui na região. Confiamos no senhor, senador”, discursou.

União

Em seu discurso, o presidente do PPL, José Netho, reforçou que as tentativas do governo de desestabilizar a oposição tem sido infrutíferas. “A oposição tem mostrado garra e força. Todos sabem que o projeto do atual governo está falido. Começamos com oito partidos e agora já somos 11. A oposição está fortalecida”, lembrou.

Representando o prefeito Paulo do Vale (PMDB), o vice-prefeito Chico do KGL (Democratas) disse que a situação é favorável a mudanças. “Goiás precisa mudar e bons ventos já sopram para nós. Os partidos estão unidos”, garantiu.

Presidente do PMN, Eduardo Macedo lembrou que as conversas com os partidos são constantes. “Essa frente não surgiu do dia para a noite. Através dela faremos o próximo governador de Goiás”, disse.

Entre as lideranças presentes no encontro, estavam o presidente do PMDB de Valparaíso, Erasmo Cardoso; o presidente do PMDB de Ipameri, Euber Carvalho; o suplente de senador Luiz Carlos do Carmo (PMDB); o ex-candidato a prefeito de Cidade Ocidental Paulo Rogério (Pros); o ex-candidato prefeito de Águas Lindas, Marco Túlio (Democratas); o presidente estadual do PTC, Fernando Meirelles; o vereador de Goiânia Juarez Lopes (PRTB); do presidente do PEN de Goiânia, Claudivino; e o presidente do PSDC, Alexandre Magalhães.

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Bertin fez duas doações legais ao diretório do DEM-GO

“A revista Veja cita esta semana (http://veja.abril.com.br/…/pf-encontra-lista-de-politicos-q…) uma caderneta que foi apreendida de Natalino Bertin, que tem negócios com Bumlai, o amigo de Lula. Nela tem uma anotação com o meu nome. Com valor de R$ 500 mil em cima e duas parcelas pagas embaixo. São duas doações recebidas pelo Diretório Regional do Democratas de Goiás, em 2010, que foram feitas pelo Grupo Bertin por meio das empresas Macleny Distribuidora (R$ 100 mil) e Orchiade (R$ 100 mil). Todas as doações ao Diretório, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, foram repassadas a candidatos do partido, conforme a legislação eleitoral à época determinava. Você pode checar por aqui: http://spce2010.tse.jus.br/spceweb.consul…/partidoServlet.do

À época eu era candidato à reeleição a deputado federal, já presidente e responsável pelo diretório estadual. Fui procurado por Natalino, que se dispôs a doar R$ 200 mil ao partido. Esse valor de R$ 500 mil jamais existiu. Nunca deixei de prestar contas da minha vida política a quem quer que seja. E agora não poderia ser diferente. Espero que o senhor Natalino Bertim seja ouvido. A todos que me conhecem tenham a certeza que em breve a Polícia Federal vai confirmar o que digo. Um abraço e vamos juntos tirar o PT desse governo.”

Caiado sobre pesquisa CNT/MDA: Só vaidade pessoal mantém Dilma na Presidência

16857571075_dac9047a65_z (2)O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), comentou os números da recente pesquisa CNT/MDA que atestaram um resultado negativo histórico para o governo da presidente Dilma Rousseff. O senador também enfatizou a revelação do levantamento de uma grande aprovação da população em relação aos protestos contra o PT.

“Dilma não pode governar para apenas 10,8% da população que ainda aprova sua gestão. Não há mais como ter governabilidade quando 77.7% rejeitam o seu governo e 82,9% não acreditam que a presidente vai saber lidar com a crise institucional. Se houvesse alguma visão republicana, ela renunciaria ao mandato e convocaria novas eleições. Só a vaidade pessoal de Dilma a mantém na Presidência, pois não há mais nenhuma base de sustentação”, afirmou Caiado.

Para o democrata, o resultado que confirmou o sentimento nas ruas das principais cidades do país também mostrou que a indignação do brasileiro não se resume à figura de Dilma, mas aos 12 anos de Governo PT. Ao todo, 67,9% também culpam o ex-presidente Lula pelo escândalo do Petrolão.

“Não é a figura de Dilma, mas o que ela hoje representa depois de 12 anos desse modelo de governo. O PT ainda insiste em querer ocupar o que não lhe pertence mais. Não há mais legitimidade para esse partido continuar à frente do país e esta situação está levando a um prejuízo enorme. O Brasil está parado e nem todo o cimento do Grupo Votorantim colado ao pé de Lula e Dilma dão sustentação a esse governo”, ironizou.

Ronaldo Caiado: Manifestações comprovam o processo de ingovernabilidade

Ronaldo Caiado e família - São Paulo 15 de março - DIVULGAÇÃO

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, disse que as
manifestações deste domingo (15/3) foram as maiores desde a Diretas Já e o Impeachment do ex-presidente Fernando Collor. “Foi de arrepiar. Nunca tinha visto algo assim. Essas manifestações comprovam a situação de ingovernabilidade do Palácio do Planalto e jogam sobre os ombros do Congresso, do Judiciário e da PGR a responsabilidade para investigar Dilma Rousseff”, disse o senador, que participou dos protestos que reuniram 1 milhão de pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, junto às filhas que vivem na cidade e outros familiares. Caiado está na capital paulista para fazer exames complementares após passar por uma cirurgia de retirada da vesícula biliar.

“As manifestações de hoje foram cheias de simbolismo, com suas bandeiras e cores do Brasil. Crianças, jovens e adultos deram intensidade e determinação. Todos pedindo paz e um país mais justo. O sorriso estampado no rosto das pessoas cansadas de tanta corrupção acompanhada de um discurso da Presidência desconectado da realidade. Foi um não à politicagem. O governo não tem direito de flertar com a impunidade”, disse Ronaldo Caiado. O senador afirmou que “mais de um milhão de pessoas na Avenida Paulista, além dos protestos em redutos petistas nos Nordeste, de forma espontânea”, joga por terra a tese de que apenas a elite protestava contra o governo. “O assalariado sente que foi enganado. É conta de luz alta, é inflação, além insegurança e falta de ações do governo contra isso”, disse Caiado.

“Chegou a hora do Congresso entender que, sem uma pauta em sintonia com a população, o processo de desgaste de Dilma vai atingir deputados e senadores. A população não suporta mais esse processo de acertos, ‘ajeitamentos’, acordos e conchavos de parlamentares por cargos e ministérios. Os políticos que insistirem nesse modelo sofrerão as consequências”, disse Ronaldo Caiado.

Ronaldo Caiado afirmou que o cidadão foi para as ruas dizer não a um governo que insiste em repassar a conta da corrupção para os trabalhadores. “Em vez de cortar gastos com o excesso de ministérios e cargos, o governo prefere cortar direitos trabalhistas. A situação do governo do PT vai ficando insustentável. A população não vai dar sossego nem arrefecer”, disse.

Caiado vai pedir proteção aos manifestantes contra o exército de Lula

385A3942 (1)Em discurso no plenário do Senado Federal nesta quinta-feira (12/03), o líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que vai pedir proteção às manifestações do próximo domingo (15/03) após ocorrências de violência envolvendo o MST em diversas regiões do país. Um ofício foi encaminhado ao Ministério da Justiça pedindo que todas as forças de segurança nacionais estejam prontas para evitar conflitos entre protestantes e movimentos sociais ligados ao governo.

“Exigimos garantias ao Ministério da Justiça contra o MST, esse ‘Exército de Lula’ financiado com dinheiro público. Não vai ser na base do medo que eles vão impedir que as pessoas demonstrem o sentimento de indignação por terem sido chamadas para pagar a dívida do estelionato eleitoral e da corrupção no governo que não é delas”, afirmou.

O senador associou as ações do movimento com as milícias existentes na Venezuela que agem acima da lei contra opositores do governo local. Na última quarta, um protesto do MST levou a três mortes em Sergipe por conta de um acidente provocado pela pista bloqueada. Ele lembrou que o fato motivador para os atos de violência foi uma incitação do ex-presidente Lula chamando “o exército de Stédile” para a guerra contra os opositores do governo.

“O MST pode praticar toda truculência, violência, mortes e nada acontece como se estivessem fora de qualquer penalidade. Para os caminhoneiros que protestam tem Guarda Nacional e Polícia Rodoviária Federal. Enquanto isso, o ‘Exército de Lula’ ameaça saquear todas as empresas no Brasil, como fizeram em Luziânia, e nada acontece? Eles estão isentos como os coletivos do governo venezuelano criados por Chávez e muito usados por Maduro”, comparou Caiado.

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DEM e PSC se unem para lançar prefeito na Capital

Ronaldo Caiado e Vanderlan Cardoso já discutem a sucessão de 2014

No início da tarde de ontem, na sede do DEM, o de­pu­tado fe­deral Ro­naldo Caiado (DEM), o ex-pre­feito de Se­nador Ca­nedo Van­derlan Car­doso (sem par­tido), o ve­re­ador Si­meyzon Sil­veira (PSC) e o ad­vo­gado Ra­fael Rahif (DEM) anun­ci­aram a com­po­sição da chapa para Pre­fei­tura de Goi­ânia. Si­meyzon sai como o can­di­dato a pre­feito, e Rahif, que chegou a ser anun­ciado como pré-can­di­dato do DEM, como vice. A co­li­gação é com­posta por DEM, PSC e PRP. De acordo com Caiado, ali­ança para que o nome de Si­meyzon saísse como pre­feito ocorria há duas se­manas.

Ro­naldo Caiado afirmou que o nome de Si­meyzon vou ar­ti­cu­lado em reu­niões feitas com Jor­ce­lino Braga, pre­si­dente do PRP em Goiás. Caiado de­clarou que está sendo mon­tado um eixo em Goiás, e conta com o apoio de Van­derlan Car­doso. “O eixo sobre aquilo que sempre lutei. Eu vou mudar na prá­tica o sis­tema elei­toral, e esse é o exemplo da mu­dança na prá­tica. Um exemplo é o não lo­te­a­mento da má­quina da pre­fei­tura. É um com­pro­misso dá ética, da qua­li­fi­cação das pes­soas que as­su­mirão, in­de­pen­dente de seus pen­sa­mentos ide­o­ló­gicos. Tem que ser qua­li­fi­cadas em sua função”, de­clarou.

Sobre pro­jetos, o de­pu­tado falou que o man­dato tem que ser pen­sado sempre no co­le­tivo. “Iremos im­plantar re­gi­o­nais em toda a ci­dade, o que ne­nhum pre­feito teve co­ragem de im­plantar. Pen­samos em todos, e essa trans­for­mação só vai ocorrer com quem tem in­de­pen­dência para im­plantá-la. Caiado afirmou que Rahif mudou sua po­sição – de que não sairia como vice – pois se­guiu as von­tades do par­tido e elo­giou a sua po­sição.

Van­derlan Car­doso, que não está fi­liado a ne­nhum par­tido desde que saiu do PMDB, mas que é pa­trono do PSC, afirmou que só pen­sará em que par­tido irá se fi­liar após as elei­ções de ou­tubro. Sobre o eixo ci­tado por Caiado, disse que sempre teve muita von­tade de tra­ba­lhar com o de­pu­tado, e que nos úl­timos anos tem con­ver­sado muito sobre a ca­pital, e sobre Goiás. “Essa união do DEM e PSC pode se re­petir em 2014, sim. Es­tamos tra­ba­lhando e tor­cendo para isso”, afirmou. Car­doso disse que es­tará pre­sente na cam­panha de Si­meyzon, pois apenas entra em pro­jetos que acre­dita. “Quero dis­cutir pro­jetos, para que pos­samos trazer muitos be­ne­fí­cios para as ci­dade de Goi­ânia.”

O can­di­dato a pre­feito Si­meyzon disse estar muito feliz com o apoio de Caiado e de Van­derlan, mas que isso traz muita res­pon­sa­bi­li­dade. “Para mim é um peso muito grande, pois tenho que honrar estes nomes, que fi­zeram muito bem para a po­lí­tica goiana”, disse. Sobre ser um can­di­dato com nome forte entre os evan­gé­licos – é filho do após­tolo Si­nomar, e pastor da igreja Luz Para os Povos – disse não acre­ditar que isso ganhe votos. “Acho que a ci­dade vai além da questão da fé. Não po­demos deixar que a re­li­gião se torne ponto de dis­cussão de cam­panha”, afirmou o ex-pre­feito.

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