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Caiado recebe prêmio como o melhor congressista de Goiás

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), foi homenageado nesta quarta-feira (22/11) como o melhor congressista de Goiás, no Ranking dos Políticos. A seleção foi feita a partir de itens que avaliam, principalmente, a atuação do parlamentar no combate à corrupção, aos privilégios e ao desperdício da máquina pública. A entidade Ranking dos Políticos é formada por integrantes da sociedade civil, é apartidária e realiza este trabalho há cinco anos com a finalidade de fornecer informações sobre o desempenho do congressista aos eleitores brasileiros. O senador ainda ficou em quinto lugar no ranking nacional. O prêmio, que está na segunda edição, foi entregue hoje, em Brasília.

“Recebi com muita felicidade a notícia de que fui escolhido como melhor congressista de Goiás e o 5º lugar no Brasil no Ranking dos Políticos, uma entidade apartidária que usa critérios técnicos para fazer essa listagem. Não posso sempre deixar de agradecer ao povo goiano que me elegeu, à minha família que apoia, à minha equipe essencial para qualidade do meu trabalho e a você de todo país que me acompanha e dá muito incentivo nessa caminhada”, disse Caiado.

Foram homenageados nesta quarta-feira os 30 melhores parlamentares, como qualidade legislativa, assiduidade, número de processos judiciais, gastos da verba de gabinete. Conheça a avaliação completa no site www.politicos.org.br.

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Prefeito e vereadores pedem ajuda a Caiado para Mozarlândia ter um Instituto Federal

O prefeito Mozarlândia, Adalberto da Pax (PSDB), e mais seis vereadores estiveram nesta quinta-feira (16) com o senador Ronaldo Caiado (DEM) para pedir apoio na abertura de unidade do Instituto Federal Goiano (IFGoiano) na cidade. Participaram da audiência também o bispo da diocese de Mozarlândia e Rubiataba, Dom Adair José Guimarães e o padre Lindemberg Souza Gonçalves.

“Nós o procuramos justamente por causa do carinho que ele tem por nossa região. Sabemos que quando ele pega uma causa, ele vai até o fim e estamos muito esperançosos e animados depois dessa reunião”, disse o prefeito. Segundo ele, são gastos R$ 70 mil a cada mês com transporte de estudantes para a Cidade de Goiás e Rubiataba.

Além de economizar recursos para a cidade, Adalberto da Pax também disse que uma unidade do IFGoiano em Mozarlândia traria benefícios econômicos para a região, além de facilitar o acesso dos moradores à Educação, sem que precisem se deslocar por até 160 quilômetros.

Seguro de que o senador vai ajudar na demanda, o prefeito de Mozarlândia destacou o espírito republicano de Caiado. “Sou do PSDB e ele do DEM, mas ele nunca fechou uma porta para nós por causa disso. Essa postura de ajudar independente de ser aliado ou não é que o faz tão querido em Mozarlândia e em toda a região”, explicou.

O senador Ronaldo Caiado disse que tem orgulho de sempre ajudar Mozarlândia e que a cidade merece um Instituto Federal. “A força produtiva e de trabalho de Mozarlândia a torna apta a receber um Instituto. Vou conversar em Brasília com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para acelerarmos esse processo”, disse.

Falando pelos vereadores, o parlamentar Jonkarlos Ribeiro (DEM) fez elogios ao senador e destacou o carinho da região pelo senador Ronaldo Caiado. “Ele sempre tem boa votação em nossa região por causa da atenção que ele sempre dá para nossas demandas”, contou ele.

Além de Jonkarlos, participaram também da audiência os vereadores Aelton Mendanha (DEM); Ronaldo Bafutto (PMDB); Elvis Maurício (PR); Eurípedes Ferreira Campos (PMDB) e Vagner Batista (PR).

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Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado

Oligarquia dos carrapatos deixa Goiás em situação de anemia profunda, diz Caiado 

Em artigo publicado em sua página na internet, o senador Ronaldo Caiado detalha o quadro de anemia profunda que Goiás atingiu após 20 anos de um grupo político no poder. O presidente regional do Democratas denomina esse grupo de “Oligarquia dos Carrapatos”. Caiado menciona a péssima qualidade dos serviços públicos, a situação de falência do estado e apresenta números para comprovar o quadro crítico instalado em Goiás, durante o governo de Marconi Perillo. O senador ainda destaca a importância da conscientização do povo goiano de não dar mais espaço para políticos que agem apenas em nome dos seus próprios interesses e privilegiar a mudança que o estado precisa a partir de 2019.

O democrata apontou que, além da gestão que afundou o estado, Perillo e seu grupo político acumulam escândalos: “E se não bastasse isso, assistimos aos escândalos que se acumulam. Seja na Farra das Diárias de Marconi. seja asfaltando a fazenda de vice-governador, os exemplos são muitos. Hoje podemos comparar Goiás a uma vaca leiteira campeã em produtividade que, nos últimos anos, se viu esquálida, cadavérica, com anemia profunda”, disse.

Caiado mostrou que no governo de Perillo, Goiás perdeu capacidade de investimento e caiu no ranking nacional da competitividade. Entre 2015 e 2017, o estado caiu três posições e está em 13º lugar, abaixo da média nacional, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP). “Os números às vezes podem parecer frios ou distantes para a população. Mas não se engane: ela está atenta. Me deparo sempre que percorro as cidades goianas com pessoas que questionam onde foi parar o dinheiro do Estado. Uma coisa é certa: não estão nas obras públicas. Levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE) disponível no site https://geoobras.tce.go.gov.br/ mostra um quadro assustador. De 830 obras (entre hospitais, rodovias, escolas) que o governo iniciou em 2004, apenas 317 foram concluídas – pouco mais de um quarto do total.O enredo todo mundo conhece: o governo anuncia as obras, faz toda a propaganda, para abandonar tudo depois. Quando se aproximam novas eleições, a Oligarquia de Carrapatos volta refazendo as mesmas promessas. Das 342 obras em andamento atualmente, 255 estão com prazos vencidos e sem conclusão. Existem obras que datam de 2004 e continuam esperando a boa vontade do governo. Até quando?”, questionou Caiado.

O parlamentar ainda mencionou a dilapidação do patrimônio do Estado, com a venda da Celg a preço de banana, enquanto assumiu dívidas bilionárias da empresa que ficarão na conta dos goianos. A Saneago, que foi objeto de propagandas que prometiam garantia de água até 2025, não tem gestão eficiente para combater a maior crise hídrica já vivida pelos goianos.

O senador reitera a falta de segurança, educação, saúde, infraestrutura e reforça que o único caminho para Goiás é combater essa “Oligarquia de Carrapatos” :“E é por isso que o tempo da Oligarquia de Carrapatos precisa mais do que nunca ser combatido com inteligência e determinação da população. Este é hoje o único caminho para que Goiás volte a ter perspectiva de crescimento e de atender as demandas da sociedade em suas necessidades e direitos mais elementares. Diferente do que pode pensar o governador Marconi Perillo e seus seguidores, cargo Público não é algo para auferir benefícios a quem o ocupa, mas sim atender a sociedade como um todo. Ao se defrontarem com o Estado na situação em que vive – endividamento, corrupção, entrega das estatais, criminalidade disseminada, facções comandando -, os goianos esperavam que o governador Marconi assumisse o enfrentamento da crise que é consequência da sucessão de seus mandatos”.

E finaliza ao dizer que é possível reerguer Goiás e ver o estado novamente ser notícia como referência de produção, trabalho e eficiência. “É importante a sociedade se conscientizar cada vez mais e ter uma maior iniciativa para que no primeiro dia de 2019 possamos iniciar um processo de transfusão de energia, com coragem e trabalho de todos nós goianos. Acreditem: é possível reerguer Goiás e fazer dele novamente um Estado que seja referência de ética, dignidade e respeito aos goianos. Para isso, basta trabalhar em defesa dos cidadãos e oferecer um Estado que funcione, livre dessa Oligarquia de Carrapatos”.

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Relativização das leis é um equívoco, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/10) pela Folha de S. Paulo que não se pode destruir a democracia brasileira partindo do pressuposto de que é possível resolver a crise política sem os políticos. Para ele, é um equívoco a relativização da lei e as manifestações intervencionistas que ignoram o aprendizado que o Brasil teve.

“O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização – quando não a transgressão pura e simples – da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos”, alertou.

Segundo o senador, a crise atual permite avaliar o bom funcionamento das instituições. “É nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior”, afirmou.

O democrata reafirmou ainda acreditar no equilíbrio entre os Poderes. “O sistema de pesos e contrapesos de nossa República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei”, lembrou. “De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei”, reforçou.

Confira a íntegra do artigo:

Não há atalhos na lei

Não há precedente na história da democracia de crise política que se resolva de fora para dentro –isto é, sem o protagonismo dos próprios políticos. Inversamente, há inúmeros casos em que, a pretexto de condenar a ação nefasta de alguns, destruiu-se a democracia, na ilusão de que a solução poderia vir de fora.

O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização –quando não a transgressão pura e simples– da lei.

O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos.

Convém lembrar a lição de Winston Churchill, de que a democracia é o pior dos regimes, excetuados todos os outros. Mais que lição, é um alerta permanente.

A política brasileira está enferma. Algumas das principais lideranças estão submetidas à Justiça, umas já condenadas, outras denunciadas e algumas já presas. Incluem-se aí nada menos que dois ex-presidentes –Lula (já condenado) e Dilma (ré)– e o atual, Michel Temer (denunciado), além de alguns dos principais empresários do país.

São nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento.

O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior.

Senado e STF divergem neste momento quanto ao enquadramento penal que se deve dar a um parlamentar: deve ser julgado como um servidor público estatutário –que não o é, assim como também não o são os ministros do STF e o presidente da República– ou se pela Constituição.

Cada uma daquelas funções está regulada pela Constituição, que, como é óbvio, se sobrepõe à legislação ordinária.

A título de comparação, se uma comissão do Senado, que tem a prerrogativa de julgar ministros do STF, enquadrasse um deles como servidor estatutário e o suspendesse da função, antes do julgamento pelo plenário, recolhendo-o à prisão domiciliar, estaria infringindo a Constituição.

O Senado já deu provas de que se dispõe a trabalhar em harmonia com o Judiciário. Quando o STF decretou a prisão do então senador Delcídio do Amaral, pediu, dentro do que estabelece a Constituição, autorização ao Senado, que a aprovou no mesmo dia. Posteriormente a Comissão de Ética casou o mandato.

Não há, pois, razão para alimentar controvérsias. E o Senado entendeu e evitou confrontos com o Supremo. Não o fez porque investe na superação da crise.

No dia 11, o pleno do STF decide Ação Direta de Inconstitucionalidade, que trata do tema. Acreditamos que prevalecerá a Constituição, que os ministros não sucumbirão ao ativismo político. A tentação de legislar já se manifestou em outras ocasiões, mas integrante do Judiciário é prisioneiro da lei. Se quiser legislar, terá de se candidatar.

O sistema de pesos e contrapesos da República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais, e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei.

De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei. Fora dela, já dizia Ruy Barbosa, não há salvação.

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Caiado comemora a liberação de R$ 40 milhões do MEC para a educação superior em Goiás

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, comemorou nesta quinta-feira (05/10) a autorização do Ministério da Educação (MEC) para a liberação de R$ 40 milhões para as universidades e institutos federais em Goiás. Com a medida, que beneficia em R$ 1,2 bilhão as instituições federais do País, haverá aumento de cinco pontos porcentuais no limite de empenho do orçamento para custeio e de 10 pontos porcentuais para investimento.

Em relação à liberação de limite para o pagamento de despesa pública, referentes a recursos financeiros discricionários, a Universidade Federal de Goiás (UFG), o IFG Goiano e o IFG de Goiás vão receber um total de R$ 19 milhões. São R$ 10 milhões para a UFG, R$ 5,4 milhões para o IF Goiano e R$ 3,3 milhões para o IF Goiás.

Segundo o MEC, o limite de empenho liberado de custeio (usado na manutenção das instituições) e aumento de 80% para 85% e o de investimento de 50% para 60%. O valor de custeio da UFG ficou em R$ 4,7 milhões, o crédito repasse estudantil em R$ 4,9 milhões e os investimentos em R$ 2,5 milhões.

Já o IF Goiano terá R$ 2,28 milhões para custeio, R$ 967 mil para investimentos e R$ 2,4 milhões para assistência estudantil. O IF Goiás terá R$ 1,8 milhão para custeio, R$ 456 mil para investimento e R$ 1,5 milhão para assistência. Ao todo são R$ R$ 21 milhões a mais de uma liberação extra de limite para empenho equivalente a cinco pontos porcentuais para o custeio e mais 10 pontos porcentuais para investimento em cada uma das instituições federais.

“Mesmo em meio à grave crise nacional o ministro Mendonça Filho tem se empenhado para atender a educação superior no Brasil. E Goiás recebe sempre uma atenção especial. As instituições federais terão agora melhores condições de desempenhar o seu papel na educação e valorização profissional dos jovens”, elogiou o senador.

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Aprovado relatório de Caiado que garante acesso de mulheres com menos de 50 anos à mamografia pelo SUS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4/10) relatório do senador Ronaldo Caiado a Projeto de Decreto Legislativo (PDS 377/2015), que susta os efeitos de portaria do Ministério das Saúde que limita exames de mamografia pelo SUS. A Portaria 61/2015 do ministério estabelece que a mamografia como forma de prevenção e rastreamento do câncer de mama é recomendada apenas a partir dos 50 anos de idade. A norma é ilegal ao contrariar lei federal (Lei 11.664/2008), que garante realização do exame a partir dos 40 anos de idade. Com a derrubada da portaria, ficam novamente disponíveis os exames de mamografia a partir dos 40 anos de idade.

“É um projeto que repara erro absurdo do PT que retirou mulheres de 40 a 50 anos de programa de rastreamento de câncer de mama. Coube a mim a relatoria desse decreto legislativo de importância ímpar para a saúde pública de milhões de mulheres no país. O que o Ministério da Saúde está praticando desde o Governo PT é uma barbaridade. Contraria modelo lançado em 2008 em comemoração ao Outubro Rosa. Em 2008, foi sancionada lei que prevê que a partir de 40 anos todas as mulheres estão dentro de programa de rastreamento de câncer de mama. Isso dá direito a fazer mamografia e outros serviços de prevenção. Sabemos que essa é uma faixa etária de risco para a doença”, explicou o líder do Democratas no Senado.

O PDS segue agora para apreciação no plenário do Senado Federal.

Entenda
A Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde torna pública a decisão de não ampliar o uso da mamografia para o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas com risco habitual fora da faixa etária atualmente recomendada (50 a 69 anos) no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Isso significa que apenas mulheres a partir dos 50 anos terão o exame assegurado pelo SUS.

A portaria contraria Lei 11.664/2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O inciso III do art. 2º da lei incumbe ao SUS garantir a realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Acesse a íntegra do relatório

 

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Caiado condena aprovação de projeto que usa recursos da saúde e educação para campanhas eleitorais

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), condenou o projeto aprovado na noite de hoje (26/9), que autoriza a retirada de dinheiro do orçamento público para financiamento de campanhas eleitorais. O texto substitutivo do senador Armando Monteiro (PTB-PE) permite o uso de, no mínimo, 30% das emendas de bancada mais os recursos da renúncia fiscal dos programas partidários para custear as eleições, valor de cerca de R$ 1,6 bilhão. A proposta, comandada por parlamentares do PT, ainda prevê utilização de créditos adicionais do orçamento para este fim e deixa o financiamento de campanha com um piso, sem um limite final de gastos. Caiado defendeu até o final a votação de sua proposta que acabava com o horário político e eleitoral e não representava nenhum impacto no orçamento. O senador ainda denunciou manobra que evitou a votação nominal do texto aprovado.

“Querem austeridade na previdência, mas para fazer fundo de campanha não tem austeridade. Deram um cheque em branco para fazer caixa de campanha com esse projeto que tem um piso, mas não tem um teto, um limite. Desafiei o relator a dizer o limite e não obtive resposta. Este é um texto que pune 5,5 mil prefeitos no Brasil e tira a condição de sobrevivência de muitos municípios. É dinheiro da saúde, educação e infraestrutura. E vejam a gravidade: não tiveram a coragem de fazer votação nominal do projeto. Queriam votar na calada da noite. Se não fossem as discussões nas redes sociais, não teríamos nem o debate no plenário desta noite. Há senadores que acham que podem legislar sem saber o que sociedade quer. É o precipício completo da classe política”, disse.

O parlamentar se referiu a manobra de se requisitar verificação de votação logo na apreciação do primeiro requerimento apresentado para se evitar votação nominal do projeto do senador Armando Monteiro. Pelo regimento do Senado, quando há pedido de verificação, só se pode realizar votação nominal após uma hora. Por isso, a apreciação foi apenas simbólica.

O senador contestou o argumento de petistas que os recursos para fundo de campanha não seriam retirados de ações de educação e saúde. “Foi o PT que derrubou a emenda que destinava 10% da receita corrente bruta para a saúde. É bom que as pessoas se lembrem. Quem diminuiu o financiamento da saúde foi o governo Dilma”, relembrou. Caiado ainda mostrou que a partir dos recursos das emendas de bancada é, de fato, possível ampliar o recurso da saúde, como ocorreu ano passado. Em 2016, o mínimo constitucional designado para saúde foi de R$ 95 bilhões, mas foram gastos R$ 106 bilhões. Parte desse extra pode ser proveniente de emendas de bancada. “Estão tirando a oportunidade de ampliarmos o financiamento da saúde”, pontuou.

O parlamentar destacou que sua proposta iria determinar uma campanha com gasto fixo, limitado e assegurar eleições mais transparentes privilegiando mais as ideias do candidato e não “super produções” montadas para televisão. “Minha proposta garantia a campanha cara limpa, pé no chão, com menos gastos e iria acabar com a produções hollywoodianas voltadas a candidatos fakes, que não correspondem à realidade”, acrescentou.

O projeto aprovado será agora apreciado pela Câmara dos Deputados e para ter validade nas eleições de 2018 deve ser votado até o próximo dia 7 de outubro.

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Frente de oposição reúne lideranças com Caiado no Entorno do DF

A frente “Unidos para Mudar Goiás” reuniu neste sábado (23/09) em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, 28 municípios de Goiás representados por 32 presidentes de partidos (estaduais e municipais), deputados, suplentes de senador, prefeito e vice-prefeitos, ex-candidatos e mais de 40 vereadores. Todos unânimes em criticar o abandono da região por parte do atual governo e a necessidade de buscar um novo nome que devolva a dignidade aos moradores.

Além das 11 legendas que estiveram juntas nos encontros de Morrinhos e Jaraguá – PEN, PMN, PTC, PRTB, PRP, PPL, PSDC, PHS, PV, PMDB e DEM – , juntaram-se também representantes de siglas da base como PRB, PR, Pros e Podemos sob a justificativa de que atendem os anseios de seus eleitores por mudanças para Goiás.

O senador Ronaldo Caiado, homenageado com um coro de parabéns por causa de seu aniversário na próxima segunda-feira (25/9), disse que a oposição estará unida. “Saberemos estabelecer critérios para definir o nome da oposição, com muita tranquilidade. O que for escolhido vamos acatar. Não imponho minha candidatura. Vamos estabelecer critérios que vão desde pesquisas qualitativas e quantitativas até a capacidade de aglutinação”, afirmou.

Segundo o senador, a Operação Lava Jato trouxe um sentimento de que a população não suporta mais conviver com governos corruptos. “Esse sentimento vai persistir em 2018. Você estão satisfeito com esses 20 anos de governo?”, questionou, ouvindo como resposta da plateia um sonoro “não”.

Prefeito de Formosa, o peemedebista Ernesto Roller fez questão de estar presente e discursou sobre a necessidade de o Entorno ajudar a eleger quem tenha compromisso verdadeiro com a região. “O Entorno não quer mais esmolas. Os moradores querem dignidade e políticas públicas de caráter permanente”, afirmou.

Segundo o prefeito, a máquina do governo estadual trabalha fortemente com a propaganda para promover o que ele chamou de “candidato de proveta”. “Ele mudou até o nome para se tornar conhecido. Ronaldo Caiado, por outro lado, tem um dos nomes mais conhecidos do País. Todos sabem de onde vem, para onde vai e qual a sua postura”, comparou.

Esperança de mudança

Um dos organizadores do evento, o presidente do PMDB de Cidade Ocidental Marcos Maia, que é vereador, afirmou que Ronaldo Caiado é a esperança para que Goiás volte ao trilho do desenvolvimento.

A mesma opinião tem Antonio Lima, atual presidente do Democratas do município e primeiro prefeito de Cidade Ocidental. “Goiás é um paciente que está na UTI. Nada melhor que um médico como o senador Ronaldo Caiado para tirá-lo de lá. Goiás está na UTI porque Marconi não cuida do Estado, só de seus interesses pessoais”, disse.

Segundo o vereador de Luziânia Elias Flores (PMDB), o Entorno não pode ficar fora desse movimento intenso por mudança. “Aqui faltam empregos, faltam indústrias. A região está abandonada, sem hospitais. O povo está carente de um governo decente”, garantiu.

Testemunho

Presente pela primeira vez no encontro das oposições, o deputado estadual Major Araújo (PRP) deu o testemunho de como a oposição tem um nome forte. “É muito comum ouvir até de representantes de partido da base do governador que Ronaldo Caiado é o nome certo para mudar Goiás. Ninguém aguenta mais a omissão do Estado e o método que o governo usa para corromper as pessoas”, contou.

Delegado Waldir, que participa pela terceira vez, também fez questão de destacar as legendas que estão na base do governo mas que vieram hipotecar apoio ao projeto da oposição. “Pode ter certeza que todo mundo virá para cá. É isso que estamos vendo. Isso acontece porque o governo atual é campeão no País em obras inacabadas. Só faz propaganda enganosa. O Goiás na Frente devia se chamar Goiás na Frente da Corrupção. Não tem dinheiro para UTI mas sobre dinheiro para shows”, cutucou.

Presidente do PMDB de Luziânia e segundo suplente do senador, Eládio Carneiro falou sobre o que a região tem sofrido nos últimos anos. “Como vamos combater a criminalidade aqui se Novo Gama, por exemplo, tem apenas 100 policiais – a mesma quantidade que atende a segurança pessoal do governador?”, questionou. “Estamos lutando por uma convergência de forças que provoque mudanças aqui na região. Confiamos no senhor, senador”, discursou.

União

Em seu discurso, o presidente do PPL, José Netho, reforçou que as tentativas do governo de desestabilizar a oposição tem sido infrutíferas. “A oposição tem mostrado garra e força. Todos sabem que o projeto do atual governo está falido. Começamos com oito partidos e agora já somos 11. A oposição está fortalecida”, lembrou.

Representando o prefeito Paulo do Vale (PMDB), o vice-prefeito Chico do KGL (Democratas) disse que a situação é favorável a mudanças. “Goiás precisa mudar e bons ventos já sopram para nós. Os partidos estão unidos”, garantiu.

Presidente do PMN, Eduardo Macedo lembrou que as conversas com os partidos são constantes. “Essa frente não surgiu do dia para a noite. Através dela faremos o próximo governador de Goiás”, disse.

Entre as lideranças presentes no encontro, estavam o presidente do PMDB de Valparaíso, Erasmo Cardoso; o presidente do PMDB de Ipameri, Euber Carvalho; o suplente de senador Luiz Carlos do Carmo (PMDB); o ex-candidato a prefeito de Cidade Ocidental Paulo Rogério (Pros); o ex-candidato prefeito de Águas Lindas, Marco Túlio (Democratas); o presidente estadual do PTC, Fernando Meirelles; o vereador de Goiânia Juarez Lopes (PRTB); do presidente do PEN de Goiânia, Claudivino; e o presidente do PSDC, Alexandre Magalhães.

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Bertin fez duas doações legais ao diretório do DEM-GO

“A revista Veja cita esta semana (http://veja.abril.com.br/…/pf-encontra-lista-de-politicos-q…) uma caderneta que foi apreendida de Natalino Bertin, que tem negócios com Bumlai, o amigo de Lula. Nela tem uma anotação com o meu nome. Com valor de R$ 500 mil em cima e duas parcelas pagas embaixo. São duas doações recebidas pelo Diretório Regional do Democratas de Goiás, em 2010, que foram feitas pelo Grupo Bertin por meio das empresas Macleny Distribuidora (R$ 100 mil) e Orchiade (R$ 100 mil). Todas as doações ao Diretório, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, foram repassadas a candidatos do partido, conforme a legislação eleitoral à época determinava. Você pode checar por aqui: http://spce2010.tse.jus.br/spceweb.consul…/partidoServlet.do

À época eu era candidato à reeleição a deputado federal, já presidente e responsável pelo diretório estadual. Fui procurado por Natalino, que se dispôs a doar R$ 200 mil ao partido. Esse valor de R$ 500 mil jamais existiu. Nunca deixei de prestar contas da minha vida política a quem quer que seja. E agora não poderia ser diferente. Espero que o senhor Natalino Bertim seja ouvido. A todos que me conhecem tenham a certeza que em breve a Polícia Federal vai confirmar o que digo. Um abraço e vamos juntos tirar o PT desse governo.”

Caiado sobre pesquisa CNT/MDA: Só vaidade pessoal mantém Dilma na Presidência

16857571075_dac9047a65_z (2)O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), comentou os números da recente pesquisa CNT/MDA que atestaram um resultado negativo histórico para o governo da presidente Dilma Rousseff. O senador também enfatizou a revelação do levantamento de uma grande aprovação da população em relação aos protestos contra o PT.

“Dilma não pode governar para apenas 10,8% da população que ainda aprova sua gestão. Não há mais como ter governabilidade quando 77.7% rejeitam o seu governo e 82,9% não acreditam que a presidente vai saber lidar com a crise institucional. Se houvesse alguma visão republicana, ela renunciaria ao mandato e convocaria novas eleições. Só a vaidade pessoal de Dilma a mantém na Presidência, pois não há mais nenhuma base de sustentação”, afirmou Caiado.

Para o democrata, o resultado que confirmou o sentimento nas ruas das principais cidades do país também mostrou que a indignação do brasileiro não se resume à figura de Dilma, mas aos 12 anos de Governo PT. Ao todo, 67,9% também culpam o ex-presidente Lula pelo escândalo do Petrolão.

“Não é a figura de Dilma, mas o que ela hoje representa depois de 12 anos desse modelo de governo. O PT ainda insiste em querer ocupar o que não lhe pertence mais. Não há mais legitimidade para esse partido continuar à frente do país e esta situação está levando a um prejuízo enorme. O Brasil está parado e nem todo o cimento do Grupo Votorantim colado ao pé de Lula e Dilma dão sustentação a esse governo”, ironizou.

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