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Relativização das leis é um equívoco, diz Caiado na Folha

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, afirmou em artigo publicado neste sábado (07/10) pela Folha de S. Paulo que não se pode destruir a democracia brasileira partindo do pressuposto de que é possível resolver a crise política sem os políticos. Para ele, é um equívoco a relativização da lei e as manifestações intervencionistas que ignoram o aprendizado que o Brasil teve.

“O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização – quando não a transgressão pura e simples – da lei. O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos”, alertou.

Segundo o senador, a crise atual permite avaliar o bom funcionamento das instituições. “É nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento. O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior”, afirmou.

O democrata reafirmou ainda acreditar no equilíbrio entre os Poderes. “O sistema de pesos e contrapesos de nossa República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei”, lembrou. “De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei”, reforçou.

Confira a íntegra do artigo:

Não há atalhos na lei

Não há precedente na história da democracia de crise política que se resolva de fora para dentro –isto é, sem o protagonismo dos próprios políticos. Inversamente, há inúmeros casos em que, a pretexto de condenar a ação nefasta de alguns, destruiu-se a democracia, na ilusão de que a solução poderia vir de fora.

O país assiste ao ressurgimento desse equívoco, que tem como ponto de partida a relativização –quando não a transgressão pura e simples– da lei.

O ativismo político de parte do Judiciário e o retorno de manifestações pró-intervenção militar são sintomas desse equívoco, que ignora as lições do passado e vende uma ilusão: de que é possível uma democracia sem políticos.

Convém lembrar a lição de Winston Churchill, de que a democracia é o pior dos regimes, excetuados todos os outros. Mais que lição, é um alerta permanente.

A política brasileira está enferma. Algumas das principais lideranças estão submetidas à Justiça, umas já condenadas, outras denunciadas e algumas já presas. Incluem-se aí nada menos que dois ex-presidentes –Lula (já condenado) e Dilma (ré)– e o atual, Michel Temer (denunciado), além de alguns dos principais empresários do país.

São nos momentos de crise que se pode avaliar a eficiência das instituições. Todo esse processo, inédito entre nós, se dá sem a quebra da normalidade e rigorosamente dentro da ordem jurídica do Estado democrático de Direito. Portanto, é hora de insistir nesse procedimento.

O paciente está na UTI, mas recebe tratamento adequado, que não deve ser interrompido sob pena do pior.

Senado e STF divergem neste momento quanto ao enquadramento penal que se deve dar a um parlamentar: deve ser julgado como um servidor público estatutário –que não o é, assim como também não o são os ministros do STF e o presidente da República– ou se pela Constituição.

Cada uma daquelas funções está regulada pela Constituição, que, como é óbvio, se sobrepõe à legislação ordinária.

A título de comparação, se uma comissão do Senado, que tem a prerrogativa de julgar ministros do STF, enquadrasse um deles como servidor estatutário e o suspendesse da função, antes do julgamento pelo plenário, recolhendo-o à prisão domiciliar, estaria infringindo a Constituição.

O Senado já deu provas de que se dispõe a trabalhar em harmonia com o Judiciário. Quando o STF decretou a prisão do então senador Delcídio do Amaral, pediu, dentro do que estabelece a Constituição, autorização ao Senado, que a aprovou no mesmo dia. Posteriormente a Comissão de Ética casou o mandato.

Não há, pois, razão para alimentar controvérsias. E o Senado entendeu e evitou confrontos com o Supremo. Não o fez porque investe na superação da crise.

No dia 11, o pleno do STF decide Ação Direta de Inconstitucionalidade, que trata do tema. Acreditamos que prevalecerá a Constituição, que os ministros não sucumbirão ao ativismo político. A tentação de legislar já se manifestou em outras ocasiões, mas integrante do Judiciário é prisioneiro da lei. Se quiser legislar, terá de se candidatar.

O sistema de pesos e contrapesos da República funciona. Nenhum dos três Poderes é maior que os demais, e nenhum pode ter sua esfera de ação invadida, por mais nobre que seja a causa. Não há atalhos na lei.

De minha parte, jamais serei conivente com a corrupção em qualquer esfera da vida pública ou privada. Mas não darei também apoio a qualquer ato que, seja lá qual for sua intenção, pretenda se sobrepor à lei. Fora dela, já dizia Ruy Barbosa, não há salvação.

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Caiado comemora a liberação de R$ 40 milhões do MEC para a educação superior em Goiás

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, comemorou nesta quinta-feira (05/10) a autorização do Ministério da Educação (MEC) para a liberação de R$ 40 milhões para as universidades e institutos federais em Goiás. Com a medida, que beneficia em R$ 1,2 bilhão as instituições federais do País, haverá aumento de cinco pontos porcentuais no limite de empenho do orçamento para custeio e de 10 pontos porcentuais para investimento.

Em relação à liberação de limite para o pagamento de despesa pública, referentes a recursos financeiros discricionários, a Universidade Federal de Goiás (UFG), o IFG Goiano e o IFG de Goiás vão receber um total de R$ 19 milhões. São R$ 10 milhões para a UFG, R$ 5,4 milhões para o IF Goiano e R$ 3,3 milhões para o IF Goiás.

Segundo o MEC, o limite de empenho liberado de custeio (usado na manutenção das instituições) e aumento de 80% para 85% e o de investimento de 50% para 60%. O valor de custeio da UFG ficou em R$ 4,7 milhões, o crédito repasse estudantil em R$ 4,9 milhões e os investimentos em R$ 2,5 milhões.

Já o IF Goiano terá R$ 2,28 milhões para custeio, R$ 967 mil para investimentos e R$ 2,4 milhões para assistência estudantil. O IF Goiás terá R$ 1,8 milhão para custeio, R$ 456 mil para investimento e R$ 1,5 milhão para assistência. Ao todo são R$ R$ 21 milhões a mais de uma liberação extra de limite para empenho equivalente a cinco pontos porcentuais para o custeio e mais 10 pontos porcentuais para investimento em cada uma das instituições federais.

“Mesmo em meio à grave crise nacional o ministro Mendonça Filho tem se empenhado para atender a educação superior no Brasil. E Goiás recebe sempre uma atenção especial. As instituições federais terão agora melhores condições de desempenhar o seu papel na educação e valorização profissional dos jovens”, elogiou o senador.

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Aprovado relatório de Caiado que garante acesso de mulheres com menos de 50 anos à mamografia pelo SUS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4/10) relatório do senador Ronaldo Caiado a Projeto de Decreto Legislativo (PDS 377/2015), que susta os efeitos de portaria do Ministério das Saúde que limita exames de mamografia pelo SUS. A Portaria 61/2015 do ministério estabelece que a mamografia como forma de prevenção e rastreamento do câncer de mama é recomendada apenas a partir dos 50 anos de idade. A norma é ilegal ao contrariar lei federal (Lei 11.664/2008), que garante realização do exame a partir dos 40 anos de idade. Com a derrubada da portaria, ficam novamente disponíveis os exames de mamografia a partir dos 40 anos de idade.

“É um projeto que repara erro absurdo do PT que retirou mulheres de 40 a 50 anos de programa de rastreamento de câncer de mama. Coube a mim a relatoria desse decreto legislativo de importância ímpar para a saúde pública de milhões de mulheres no país. O que o Ministério da Saúde está praticando desde o Governo PT é uma barbaridade. Contraria modelo lançado em 2008 em comemoração ao Outubro Rosa. Em 2008, foi sancionada lei que prevê que a partir de 40 anos todas as mulheres estão dentro de programa de rastreamento de câncer de mama. Isso dá direito a fazer mamografia e outros serviços de prevenção. Sabemos que essa é uma faixa etária de risco para a doença”, explicou o líder do Democratas no Senado.

O PDS segue agora para apreciação no plenário do Senado Federal.

Entenda
A Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde torna pública a decisão de não ampliar o uso da mamografia para o rastreamento do câncer de mama em mulheres assintomáticas com risco habitual fora da faixa etária atualmente recomendada (50 a 69 anos) no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Isso significa que apenas mulheres a partir dos 50 anos terão o exame assegurado pelo SUS.

A portaria contraria Lei 11.664/2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento dos cânceres do colo uterino e de mama, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O inciso III do art. 2º da lei incumbe ao SUS garantir a realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Acesse a íntegra do relatório

 

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Caiado fala sobre cenário político-econômico a 300 empresários de Formosa e Entorno

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), participou na noite desta quinta-feira (28/09) de um jantar com cerca de 300 empresários do agronegócio e do comércio da região de Formosa.

O encontro organizado pela sociedade local contou com uma palestra do senador que falou sobre a crise política, defendeu uma maior organização dos setores produtivos e debateu demandas da região que não são atendidas pelo governo estadual.

‘Sempre importante ressaltar a necessidade de nos organizarmos em defesa do nosso setor, do nosso estado, do nosso país. Sabemos que as demandas da região são grandes. Nem energia elétrica o governo estadual consegue oferecer com decência, mesmo estando a apenas 80 quilômetros de Brasília. Estarei sempre disponível para conversar e debater esses problemas com quem estiver interessado em fazer de nosso Goiás um lugar melhor”, afirmou.

O evento contou com a participação do prefeito Ernesto Roller (PMDB), vereadores e lideranças locais. Para um dos organizadores, o empresário Vilmar Basso, foi uma oportunidade de aproximar a sociedade local do senador e também de agradecer ao empenho dedicado no Senado em defesa da região

“Tomamos a iniciativa de fazer esse evento primeiro para agradecer a tudo que o senador faz pela região e também para aproximar ainda mais a sociedade organizada de Formosa do senador. Mostrar o seu trabalho, a sua seriedade e tudo que ele tem feito por nós, por nosso estado e pelo Brasil. Realmente temos orgulho de nosso representante no Congresso Nacional”, afirmou Basso.

Já o prefeito formosense reforçou os elogios ao empenho de Caiado para a região e a iniciativa do empresariado local em se reunir para buscar uma maior organização política em prol do município.

ORGANIZAÇÃO SETORIAL
Durante sua fala, Caiado narrou a luta do agronegócio na década de 80 para defender seus interesses e os frutos da organização do setor que hoje responde pelos melhores resultados na balança comercial brasileira e é referência mundial em produtividade.

“Falei um pouco sobre a história de luta e de organização que tivemos para defender o homem do campo e seus efeitos para que hoje nosso país seja referência mundial em produção. É esse tipo de organização que os setores produtivos precisam buscar na política. Não adianta se afastar criticando o atual momento nem mesmo confundir maus políticos com a verdadeira política”, defendeu.

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Caiado condena aprovação de projeto que usa recursos da saúde e educação para campanhas eleitorais

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), condenou o projeto aprovado na noite de hoje (26/9), que autoriza a retirada de dinheiro do orçamento público para financiamento de campanhas eleitorais. O texto substitutivo do senador Armando Monteiro (PTB-PE) permite o uso de, no mínimo, 30% das emendas de bancada mais os recursos da renúncia fiscal dos programas partidários para custear as eleições, valor de cerca de R$ 1,6 bilhão. A proposta, comandada por parlamentares do PT, ainda prevê utilização de créditos adicionais do orçamento para este fim e deixa o financiamento de campanha com um piso, sem um limite final de gastos. Caiado defendeu até o final a votação de sua proposta que acabava com o horário político e eleitoral e não representava nenhum impacto no orçamento. O senador ainda denunciou manobra que evitou a votação nominal do texto aprovado.

“Querem austeridade na previdência, mas para fazer fundo de campanha não tem austeridade. Deram um cheque em branco para fazer caixa de campanha com esse projeto que tem um piso, mas não tem um teto, um limite. Desafiei o relator a dizer o limite e não obtive resposta. Este é um texto que pune 5,5 mil prefeitos no Brasil e tira a condição de sobrevivência de muitos municípios. É dinheiro da saúde, educação e infraestrutura. E vejam a gravidade: não tiveram a coragem de fazer votação nominal do projeto. Queriam votar na calada da noite. Se não fossem as discussões nas redes sociais, não teríamos nem o debate no plenário desta noite. Há senadores que acham que podem legislar sem saber o que sociedade quer. É o precipício completo da classe política”, disse.

O parlamentar se referiu a manobra de se requisitar verificação de votação logo na apreciação do primeiro requerimento apresentado para se evitar votação nominal do projeto do senador Armando Monteiro. Pelo regimento do Senado, quando há pedido de verificação, só se pode realizar votação nominal após uma hora. Por isso, a apreciação foi apenas simbólica.

O senador contestou o argumento de petistas que os recursos para fundo de campanha não seriam retirados de ações de educação e saúde. “Foi o PT que derrubou a emenda que destinava 10% da receita corrente bruta para a saúde. É bom que as pessoas se lembrem. Quem diminuiu o financiamento da saúde foi o governo Dilma”, relembrou. Caiado ainda mostrou que a partir dos recursos das emendas de bancada é, de fato, possível ampliar o recurso da saúde, como ocorreu ano passado. Em 2016, o mínimo constitucional designado para saúde foi de R$ 95 bilhões, mas foram gastos R$ 106 bilhões. Parte desse extra pode ser proveniente de emendas de bancada. “Estão tirando a oportunidade de ampliarmos o financiamento da saúde”, pontuou.

O parlamentar destacou que sua proposta iria determinar uma campanha com gasto fixo, limitado e assegurar eleições mais transparentes privilegiando mais as ideias do candidato e não “super produções” montadas para televisão. “Minha proposta garantia a campanha cara limpa, pé no chão, com menos gastos e iria acabar com a produções hollywoodianas voltadas a candidatos fakes, que não correspondem à realidade”, acrescentou.

O projeto aprovado será agora apreciado pela Câmara dos Deputados e para ter validade nas eleições de 2018 deve ser votado até o próximo dia 7 de outubro.

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Frente de oposição reúne lideranças com Caiado no Entorno do DF

A frente “Unidos para Mudar Goiás” reuniu neste sábado (23/09) em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, 28 municípios de Goiás representados por 32 presidentes de partidos (estaduais e municipais), deputados, suplentes de senador, prefeito e vice-prefeitos, ex-candidatos e mais de 40 vereadores. Todos unânimes em criticar o abandono da região por parte do atual governo e a necessidade de buscar um novo nome que devolva a dignidade aos moradores.

Além das 11 legendas que estiveram juntas nos encontros de Morrinhos e Jaraguá – PEN, PMN, PTC, PRTB, PRP, PPL, PSDC, PHS, PV, PMDB e DEM – , juntaram-se também representantes de siglas da base como PRB, PR, Pros e Podemos sob a justificativa de que atendem os anseios de seus eleitores por mudanças para Goiás.

O senador Ronaldo Caiado, homenageado com um coro de parabéns por causa de seu aniversário na próxima segunda-feira (25/9), disse que a oposição estará unida. “Saberemos estabelecer critérios para definir o nome da oposição, com muita tranquilidade. O que for escolhido vamos acatar. Não imponho minha candidatura. Vamos estabelecer critérios que vão desde pesquisas qualitativas e quantitativas até a capacidade de aglutinação”, afirmou.

Segundo o senador, a Operação Lava Jato trouxe um sentimento de que a população não suporta mais conviver com governos corruptos. “Esse sentimento vai persistir em 2018. Você estão satisfeito com esses 20 anos de governo?”, questionou, ouvindo como resposta da plateia um sonoro “não”.

Prefeito de Formosa, o peemedebista Ernesto Roller fez questão de estar presente e discursou sobre a necessidade de o Entorno ajudar a eleger quem tenha compromisso verdadeiro com a região. “O Entorno não quer mais esmolas. Os moradores querem dignidade e políticas públicas de caráter permanente”, afirmou.

Segundo o prefeito, a máquina do governo estadual trabalha fortemente com a propaganda para promover o que ele chamou de “candidato de proveta”. “Ele mudou até o nome para se tornar conhecido. Ronaldo Caiado, por outro lado, tem um dos nomes mais conhecidos do País. Todos sabem de onde vem, para onde vai e qual a sua postura”, comparou.

Esperança de mudança

Um dos organizadores do evento, o presidente do PMDB de Cidade Ocidental Marcos Maia, que é vereador, afirmou que Ronaldo Caiado é a esperança para que Goiás volte ao trilho do desenvolvimento.

A mesma opinião tem Antonio Lima, atual presidente do Democratas do município e primeiro prefeito de Cidade Ocidental. “Goiás é um paciente que está na UTI. Nada melhor que um médico como o senador Ronaldo Caiado para tirá-lo de lá. Goiás está na UTI porque Marconi não cuida do Estado, só de seus interesses pessoais”, disse.

Segundo o vereador de Luziânia Elias Flores (PMDB), o Entorno não pode ficar fora desse movimento intenso por mudança. “Aqui faltam empregos, faltam indústrias. A região está abandonada, sem hospitais. O povo está carente de um governo decente”, garantiu.

Testemunho

Presente pela primeira vez no encontro das oposições, o deputado estadual Major Araújo (PRP) deu o testemunho de como a oposição tem um nome forte. “É muito comum ouvir até de representantes de partido da base do governador que Ronaldo Caiado é o nome certo para mudar Goiás. Ninguém aguenta mais a omissão do Estado e o método que o governo usa para corromper as pessoas”, contou.

Delegado Waldir, que participa pela terceira vez, também fez questão de destacar as legendas que estão na base do governo mas que vieram hipotecar apoio ao projeto da oposição. “Pode ter certeza que todo mundo virá para cá. É isso que estamos vendo. Isso acontece porque o governo atual é campeão no País em obras inacabadas. Só faz propaganda enganosa. O Goiás na Frente devia se chamar Goiás na Frente da Corrupção. Não tem dinheiro para UTI mas sobre dinheiro para shows”, cutucou.

Presidente do PMDB de Luziânia e segundo suplente do senador, Eládio Carneiro falou sobre o que a região tem sofrido nos últimos anos. “Como vamos combater a criminalidade aqui se Novo Gama, por exemplo, tem apenas 100 policiais – a mesma quantidade que atende a segurança pessoal do governador?”, questionou. “Estamos lutando por uma convergência de forças que provoque mudanças aqui na região. Confiamos no senhor, senador”, discursou.

União

Em seu discurso, o presidente do PPL, José Netho, reforçou que as tentativas do governo de desestabilizar a oposição tem sido infrutíferas. “A oposição tem mostrado garra e força. Todos sabem que o projeto do atual governo está falido. Começamos com oito partidos e agora já somos 11. A oposição está fortalecida”, lembrou.

Representando o prefeito Paulo do Vale (PMDB), o vice-prefeito Chico do KGL (Democratas) disse que a situação é favorável a mudanças. “Goiás precisa mudar e bons ventos já sopram para nós. Os partidos estão unidos”, garantiu.

Presidente do PMN, Eduardo Macedo lembrou que as conversas com os partidos são constantes. “Essa frente não surgiu do dia para a noite. Através dela faremos o próximo governador de Goiás”, disse.

Entre as lideranças presentes no encontro, estavam o presidente do PMDB de Valparaíso, Erasmo Cardoso; o presidente do PMDB de Ipameri, Euber Carvalho; o suplente de senador Luiz Carlos do Carmo (PMDB); o ex-candidato a prefeito de Cidade Ocidental Paulo Rogério (Pros); o ex-candidato prefeito de Águas Lindas, Marco Túlio (Democratas); o presidente estadual do PTC, Fernando Meirelles; o vereador de Goiânia Juarez Lopes (PRTB); do presidente do PEN de Goiânia, Claudivino; e o presidente do PSDC, Alexandre Magalhães.

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CPMI da JBS vai buscar a verdade e punir a quadrilha que dilapidou o BNDES, diz Caiado

Durante sessão da CPMI da JBS nesta terça-feira (12/9), o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), deu recado aos que têm a intenção de deturpar e invalidar a comissão: “Estamos aqui para buscar a verdade, independente de posição política. Tenho independência intelectual e moral para isso”, afirmou. O parlamentar rechaçou investidas para se desmoralizar integrantes da CPMI numa tentativa de reduzir a importância do colegiado. O senador ainda criticou a postura de Joesley Batista de se colocar acima da lei e “esconder traquinagens”. Entre elas, citou a anistia concedia pelo governador Marconi Perillo de mais de R$ 900 milhões em dívidas da JBS com Goiás.

“Faço oposição ao PT desde 1985. Faço a denúncia da JBS há 15 anos, que criou o maior cartel que já se montou no país. Essa empresa destruiu a economia do Centro-Oeste, usou o dinheiro do BNDES para fazer o monopólio do abate e das exportações de gado no país. Trouxe prejuízos incalculáveis para Goiás, com número de plantas fechadas, benefícios fiscais que recebeu. Joesley disse que se fez 30 traquinagens, iria contar umas 20. Na verdade, deve ter feito mil traquinagens e contou 10. Estamos aqui para saber como vamos fazer com que uma pessoa que desmoralizou o BNDES, usou dinheiro público para ser um dos campeões do PT, mas que também conviveu com o presidente atual, não saia impune. No artigo que publiquei na Folha, disse que o comprometimento não ocorreu apenas no Legislativo, mas no Judiciário e no Executivo. Estamos aqui para acabar com essas pessoas que acham que estão acima da lei”, destacou Caiado.
O senador deixou claro sua posição política e seu objetivo e postura na CPMI. “Minha posição política é: não sou nem Lula, nem Temer. E assim vou agir nessa CPMI que tenho orgulho de participar e estarei aqui até o último dia. Aqui não é A contra B. Essa CPMI é importantíssima para se passar o Brasil a limpo e resgatar a condição de se fazer política de cabeça erguida”, pontuou.

Anistia
“Vou expor uma das traquinagens que Joesley não contou e aconteceu em Goiás. O atual governador de Goiás baixou lei que durou sete dias de 22 a 29 de dezembro para dar anistia de R$ 942 milhões de uma dívida de R$ 1,350 bilhão da JBS”, lembrou o senador sobre a Lei 18.709/2014, que trouxe a anistia.

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Em encontro com o ministro Mendonça Filho e prefeito de Catalão, Caiado comemora criação do curso de medicina na UFG

O senador Ronaldo Caiado classificou como um marco para Catalão a oficialização do curso de medicina no município. Nesta terça-feira (5/9) no Ministério da Educação, Caiado; o ministro da Educação, Mendonça Filho; o prefeito de Catalão, Adib Elias e os deputados estaduais de Goiás, Paulo Cézar, José Nelto e federal, Pedro Chaves se reuniram no MEC, em Brasília, para ratificar a criação do curso. A faculdade, vinculada a Universidade Federal de Goiás, será criada em decorrência do empenho do senador goiano, que considerou como sua missão tirar do papel a intenção de inaugurar o curso na cidade do interior do estado. Serão oferecidas 50 vagas anuais aos estudantes de medicina.

“Tanto o prefeito Adib quanto o deputado Paulo Cézar, José Nelto e Pedro Chaves, todos foram unânimes em dizer que uma cidade que já atingiu uma condição de industrialização, na área de mineração, com uma infraestrutura com vários hospitais instalados, com uma Santa Casa que servirá de suporte na formação e qualificação dos acadêmicos de medicina, o campus universitário, o corpo docente, faltava exatamente a faculdade de medicina para poder coroar esse trabalho todo que é fundamental para a Universidade Federal de Goiás, no campus de Catalão. Viemos aqui neste dia de hoje agradecer um trabalho que vem de longa data, mas graças a Deus nessa reta final conseguimos dar celeridade e estamos aí com o curso já publicado no Diário Oficial”, comemorou Caiado.

O senador ainda falou das novas lutas que virão pela melhoria da universidade e da importância de se ter uma faculdade de medicina qualificada para atender a população goiana. “Agora, temos outras ações também, temos que lutar pela parte orçamentária, temos que lutar para buscar ampliação da estrutura de prédios dentro do campus universitário. Cada momento seu passo e vamos degrau a degrau construindo aquilo que a população espera. Essa faculdade de Catalão tem o objetivo totalmente dentro daquele aspecto que tanto Adib quanto eu nos formamos, que é qualificar bons médicos para o atendimento da nossa população do estado de Goiás e do Brasil afora”, acrescentou.

O prefeito Adib Elias fez questão de agradecer o empenho de Caiado para a concretização do curso. “Gostaria de dizer do momento histórico para a cidade de Catalão. Como disse ao ministro, Catalão não é das cidades mais importantes do interior de Goiás, é uma das mais importantes cidades de todo o interior brasileiro. E eu gostaria de dizer o que o senador Ronaldo Caiado falou: trata-se de uma diferença muito grande Catalão estar recebendo uma faculdade de medicina que é muito importante, mas, acima de tudo, por uma universidade federal. É um momento muito importante de agradecimento ao ministro Mendonça Filho, de agradecimento ao senador Ronaldo Caiado e de agradecimento a todos os deputados, todos eles na confecção de uma obra tão importante como é a escola de medicina na cidade de Catalão”, disse o prefeito de Catalão.

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Caiado vai propor ação popular contra ‘Farra das Diárias’ de Marconi e José Eliton

 

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) anunciou na tribuna do Senado que vai contestar um decreto assinado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, que aumenta de forma retroativa em 25% o valor da própria diária durante as viagens ao interior do estado.

Marconi Perillo assinou o Decreto 9026/2017  no dia 18 de agosto retroagindo o reajuste para o dia 1º de Junho. A data coincide com o início de uma série de viagens que Marconi tem feito com seu vice-governador José Eliton – também beneficiado pelo decreto – na divulgação de um programa estadual. Também foram beneficiados secretários e demais ocupantes de cargos da estrutura básica dos órgãos públicos.

“Isto caracteriza o uso indevido, irresponsável do dinheiro público do estado para beneficiar Marconi e o seu pré-candidato que todos sabem que é o vice-governador. Ou seja, estão fazendo o maior carnaval, uma farra de diárias com o dinheiro público enquanto tentam se promover às custas do suor do povo goianos. O mínimo que teremos que fazer neste momento é entrarmos com uma ação popular para que este decreto seja revogado”, anunciou Caiado.

Caiado também fez um balanço da atual situação econômica do estado de Goiás, que hoje é colocado pelo Tesouro Nacional no mesmo patamar de crise de estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

“O Tesouro Nacional classifica o meu estado de Goiás nas mesmas condições do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Alagoas e Minas Gerais, o que demonstra a situação caótica no item ‘saúde de contas públicas’. Contamos com um déficit em conta corrente de R$ 1,5 bilhão e o governador ainda está pedindo mais R$ 1 bilhão do BNDES para continuar essa irresponsabilidade. É uma pedalada que realmente deixa a ex-presidente Dilma longe”, criticou.

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Em tom de união, Caiado e Oposição começam a percorrer Goiás de olho em 2018

A cidade de Formosa, que comemora 174 anos de emancipação política esta semana, foi cenário hoje (03/08) de um grande encontro de lideranças da oposição que buscam novos rumos para o futuro de Goiás. Ao lado do presidente regional do Democratas, Ronaldo Caiado, e do prefeito Ernesto Roller (PMDB), todas estavam com discurso afinado sobre a importância de reunir forças nos municípios para levar o projeto da oposição aos goianos e revelar as ilusões vendidas pelo atual governo para tentar se perpetuar no poder.

Um dos grandes incentivadores do projeto, Ernesto Roller ficou alegre com o prestígio de Formosa junto à classe política e afirmou que o momento era de festa. “Recebemos aqui lideranças importantes de 36 cidades do Estado. É desejo dos goianos que tenhamos um novo rumo, como o que está sendo traçado em Formosa. Aqui não temos promessas, mas sim realizações. Tivemos hoje uma demonstração de força política, de união, ao lado desse senador que nos dá tanto orgulho e tantos benefícios trouxe a Formosa”, assegurou.

O senador garantiu que as tentativas do governo estadual de incitar a divisão não estão prosperando e que a oposição chegará unida às convenções do próximo ano. “Conseguimos hoje aglutinar forças importantes. A oposição não vai se dividir. Podem ter certeza de que o grupo é forte e ninguém estará acima da decisão de colegiado”, garantiu.

Ao discursar para centenas de pessoas que acompanharam a inauguração de obras de recapeamento e a entrega de ônibus e ambulâncias, Ronaldo Caiado lembrou que a função do governo nos últimos 20 anos se restringiu a espoliar Goiás.

“Este governo espoliou o patrimônio de Goiás, dilapidou, desconstruiu tudo o que foi construído. Como o caso da Celg, que era uma referência no Centro-Oeste. Agora usam o dinheiro dela para iludir as pessoas e repetir o velho roteiro para tentar vencer as eleições”, lembrou.
O democrata disse que este encontro inicia a maratona da oposição por Goiás. “Vamos nos preparar e chegarmos no ano que vem nas melhores condições. Não acredito em candidatura individual, mas de grupo. Não vamos marchar sem estarmos com todas essas lideranças que estão aqui hoje. O grupo é um só e está muito bem articulado”, sublinhou.

Uso indevido de dinheiro público
Representando Catalão, o prefeito Adib Elias (PMDB) criticou a tentativa desesperada do governo de usar o programa Goiás na Frente para tentar emplacar o seu pré-candidato ao governo. Para ele, a base não tem uma figura forte com o perfil esperado pelos goianos.
“O governador está usando esse programa para tentar projetar o vice que pode até ter suas qualidades como homem, mas como político é um picolé de chuchu”, disse.

Para Adib, o momento é favorável à oposição, mas requer responsabilidade. “Temos de ter a humildade de escolher aquele que vai ganhar. Que seja aquele nome que a população realmente deseja e tenha chances de vencer e tirar do governo aqueles que nada empreenderam por Goiás. Não tenho dúvida de que esse governo chegou ao final. E se não nos unirmos e perdemos vamos levar mais sofrimento à população”, afirmou.
Irmão do PMDB
Ao afirmar que Ronaldo Caiado é como um irmão do PMDB, o deputado José Nelto (PMDB) garantiu que a oposição terá essa responsabilidade para fazer as suas escolhas. “Temos dois pré-candidatos fortes, entre eles Ronaldo Caiado que é um irmão do PMDB. A oposição estará unida para acabar com esse governo de mentiras e colocar um nome honesto e do povo”, disse.

O prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale (PMDB), chamou a população a refletir sobre a necessidade de mudança no Estado. “Ano que vem teremos eleições. É hora de refletir e pensar o que queremos para Goiás. Queremos continuísmo e Estado de fantasia? Ou queremos escolher pessoas com histórico de trabalhos realizados e em quem confiamos que fará bom uso do dinheiro público?”, questionou, agradecendo o democrata o trabalho que tem realizado junto à oposição.

Para o deputado Paulo Cézar Martins (PMDB), o que se percebe é o fortalecimento do projeto de mudança para Goiás. “Não estamos divididos. Estamos fortalecidos. Temos duas pré-candidaturas muito fortes, uma vai dar certo e vamos apoiar”, assegurou.
Ao final do evento o prefeito de Goianésia, Renato de Castro (PMDB) comentou o discurso de união de Ronaldo Caiado. “Acho que é da forma como o senador falou. Unidos temos as condições para ganharmos em 2018″, avaliou.

Adversário é PSDB
Presente no evento, o ex-prefeito de Guapó, Luiz Juvêncio de Oliveira (PMDB) deixou claro que o posicionamento dos partidos deve ser um só nesta hora. “Esse evento hoje é o pontapé, uma maneira de unir as oposições. Sou da executiva do PMDB e digo que o único adversário que temos é o PSDB”, disse, emendando elogios ao senador.

Os vereadores de Goiânia Paulo Daher (Democratas) e Paulinho Graus (PDT) também acompanharam o senador hoje em Formosa. Com eles estiveram ainda ex-prefeitos, presidentes do PMDB e do Democratas de Formosa e de outros 36 municípios.

36 cidades participantes

Palmelo
Santa Cruz
Ipameri
Goiânia
Catalão
Ouvidor
Campo Alegre
Goiandira
São João d’ Aliança
Posse
Guapó
Corumbaíba
Caldas Novas
Nazário
Água Fria
Alvorada do Norte
Simolândia
Jataí
Santo Antonio do Descoberto
Campos Belos
Sítio d’ Abadia
Cidade Ocidental
Novo Gama
Bela Vista
Anicuns
Ouvidor
Porangatu
Uruaçu
Anápolis
Rio Verde
Goianésia
Planaltina
Valparaíso
Alto Paraíso
Damianópolis
Águas Lindas

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