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Instituições brasileiras estão desconectadas com realidade do país, diz Caiado em artigo

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), fala sobre a desconexão da pauta das instituições brasileiras com a realidade do país em seu artigo publicado neste sábado (18/11) na Folha de S. Paulo. Caiado critica o fato de as discussões do Congresso, governo e da própria mídia estarem focadas em sucessão presidencial, legalização de jogos de azar e reforma ministerial, enquanto temas, como a violência urbana e rural e o incentivo a setores que sustentam a economia, especialmente em tempo de crise, são deixados para segundo plano.

“É cada vez mais profundo o abismo entre o país real e o institucional. Enquanto a violência, nos meios urbano e rural, cresce de maneira assustadora, sem que o Estado se mova para contê-la, a agenda parlamentar inclui entre suas prioridades temas como abertura de cassinos, sucessão presidencial e reforma ministerial. Mundos desconectados, sem diálogo, o que explica o contínuo desgaste das instituições perante a sociedade. Não há exagero em afirmar que as instituições brasileiras vivem (e não é de hoje) no mundo da lua, alheias às demandas mais elementares da população”, pondera o senador.

O parlamentar discorre sobre a violência no meio rural e insegurança jurídica que afeta o produtor, impactando diretamente o setor que sustenta a economia brasileira há bastante tempo. Ele reforça os episódios recentes de invasões do MST na Bahia e no Rio Grande do Sul, sem que haja punição dos criminosos; ao contrário, os invasores passam por vítimas e os agricultores por vilões perante políticos do PT.

“A violência rural fica em segundo plano. O agronegócio é, há décadas, o sustentáculo da economia brasileira. Responde por mais de 30% dos empregos formais e é o responsável pelos sucessivos superávits na balança comercial brasileira. Neste momento de crise, carrega o país nas costas. O discurso ideológico quer criar condições políticas e morais para justificar as invasões criminosas que têm aumentado. Não há dúvida de que se postula a estatização do agronegócio, como etapa do projeto bolivariano, engendrado por Lula e seu exército vermelho, comandado por Stédile, que põe em risco a economia do país e a subsistência da população. Há dias, assistimos alguns episódios dessa natureza no Rio Grande do Sul e na Bahia. E o que fez o Estado? Aprofundou o processo de emissão de multas, aumentando a insegurança jurídica dos produtores. Nenhum miliciano invasor foi preso. Não se registrou nenhuma manifestação das autoridades do governo federal, empenhado em reformar o ministério para se manter no poder”, pontuou.

Confira a íntegra do artigo:

As instituições brasileiras vivem no mundo da lua

É cada vez mais profundo o abismo entre o país real e o institucional. Enquanto a violência, nos meios urbano e rural, cresce de maneira assustadora, sem que o Estado se mova para contê-la, a agenda parlamentar inclui entre suas prioridades temas como abertura de cassinos, sucessão presidencial e reforma ministerial.

Mundos desconectados, sem diálogo, o que explica o contínuo desgaste das instituições perante a sociedade.

Não há exagero em afirmar que as instituições brasileiras vivem (e não é de hoje) no mundo da lua, alheias às demandas mais elementares da população.

A violência rural fica em segundo plano. O agronegócio é, há décadas, o sustentáculo da economia brasileira. Responde por mais de 30% dos empregos formais e é o responsável pelos sucessivos superavit na balança comercial. Neste momento de crise, carrega o país nas costas.

O Brasil é, hoje, com todos os contratempos ao produtor, o segundo exportador mundial de alimentos, só atrás dos EUA —e com um diferencial: temos potencial de crescimento.

Se hoje já alimentamos mais de 1 bilhão e meio de pessoas no planeta, temos condições de ampliar bem mais esse mercado. Isso, em circunstâncias normais, tornaria o setor prioritário, independentemente de qual corrente ideológica estivesse no poder.

Não é, porém, o que ocorre. No discurso dito progressista, o produtor rural é descrito como retrógrado, perverso, herdeiro das mais aviltantes tradições coloniais, cultor de práticas escravagistas e predador ambiental, entre outras aberrações.

É evidente que tal perfil contrasta enormemente com o fato de ser ele reconhecido mundialmente como um dos mais sofisticados, em ciência e tecnologia de ponta. Não há como conciliar os dois perfis.

O discurso ideológico quer criar condições políticas e morais para justificar as invasões criminosas que têm aumentado.

Stálin, quando quis estatizar a produção rural soviética, não hesitou em matar de fome, entre 1932 e 1933, 7 milhões de camponeses ucranianos, confiscando alimentos e fechando as fronteiras, em meio a um inverno de -30ºC.

Aqui, o processo, obviamente, é outro, mas o objetivo é o mesmo. Promovem-se, via milicianos do MST, invasões e depredações, de propriedades produtivas; reivindicam-se para os índios terras que estão há gerações nas mãos dos atuais proprietários, devidamente documentadas; impõem-se multas bem acima da capacidade de pagamento do produtor, além de aumentos escorchantes de impostos. Entre outras barbaridades.

Não há dúvida de que se postula a estatização do agronegócio, como etapa do projeto bolivariano, engendrado por Lula e seu exército vermelho, comandado por Stédile, que põe em risco a economia do país e a subsistência da população.

Há dias, assistimos a alguns episódios dessa natureza no Rio Grande do Sul e na Bahia. E o que fez o Estado? Aprofundou o processo de emissão de multas, aumentando a insegurança jurídica dos produtores. Nenhum miliciano invasor foi preso. Não se registrou nenhuma manifestação das autoridades do governo federal, empenhado em reformar o ministério para se manter no poder.

A bancada petista no Congresso, como é de praxe, inverteu o julgamento moral, considerando vítimas os agressores e vilões os agredidos. Na mídia urbana, o tema preponderante é a sucessão presidencial.

Enquanto o país real está à deriva, o institucional, voltado para o próprio umbigo, considera razoável cortar R$ 10 do salário mínimo para que o Orçamento do próximo ano tenha seu deficit reduzido. 

 

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Lula não tem popularidade para eleição presidencial, diz Caiado

Crédito da foto: Metro1
Ao participar da celebração da Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (12/1), em Salvador, o senador Ronaldo Caiado afirmou que o ex-presidente Lula não tem credibilidade nem coragem de “andar no meio do povo” quanto mais popularidade para disputar uma nova eleição presidencial. Caiado se referiu ao evento fechado que o petista participou na capital baiana ontem (11/1) em que manifestou que será candidato em 2018. No evento, Lula foi apoiado por integrantes do MST, outra questão que mereceu críticas do líder do Democratas.
“Lula, para vir a Salvador, teve que ficar encurralado no Parque de Exposições, mantendo toda uma estrutura ao lado de uma facção para lhe proteger. Lula não tem a coragem de andar em um estado do Nordeste no meio do povo, nem de fazer essa caminhada ao Bonfim. Isso mostra que ele não tem popularidade para chegar à presidência”, opinou.
O senador goiano ainda reiterou que para combater a crise de credibilidade vivenciada pela política, parlamentares e governo não podem ter medo de novas eleições. “Não podemos continuar com a crise. Se for necessário ter um gesto maior, tem que convocar novas eleições no Brasil, tanto de presidente, como senadores e deputados federais. O objetivo único e exclusivo de resgatar o momento crítico que passa a sociedade. Eu diria que é necessário [novas eleições]. Eleição não é traumática, é democracia. O que existe de mais bonito na democracia é a eleição”, disse.
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Caiado critica presença de José Rainha no Palácio do Planalto

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), criticou a presença de José Rainha no Palácio do Planalto para encontro com o presidente Michel Temer. Em discurso na tribuna do plenário, nesta quarta-feira (01/06), o democrata lembrou da ficha criminal do ex-líder do MST condenado a 32 anos de prisão e pediu respeito à liturgia da instituição Presidência da República.
“Enquanto todo o Brasil espera uma postura firme de combate à corrupção e de respeito às prerrogativas constitucionais, muito me surpreende que um bandido como José Rainha seja recebido pelo presidente da República. E ainda sai na imprensa colocando exigências sobre assentamentos e Incra”, protestou Caiado.
O senado listou da tribuna os crimes aos quais o militante é condenado ou julgado pela Justiça, incluindo estelionato, formação de quadrilha, tentativa de homicídio, extorsão e porte ilegal de armas. Para Caiado, a recepção dada por Temer “constrange a todos”, principalmente após a notícia de que o TCU detectou 579 mil fantasmas no Incra que seriam responsáveis por desvios que chegam a R$ 2,5 bilhões.
“Estamos num momento em que o presidente precisa ter muita cautela. Não pode passar uma imagem de que bandidos como Zé Rainha vão dar as diretrizes desse governo. Vou aguardar o posicionamento de Temer para me pronunciar novamente sobre o assunto, sabedor de que este fato constrange a todos. Da mesma maneira que cobrei a Dilma pela liturgia do cargo de presidente ao receber movimentos que pregavam a violência para combater o impeachment, também cobro a Temer que preserve a liturgia do seu cargo”, defendeu.
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Caiado encaminha ofícios para impedir bloqueios do MST em estradas e garantir segurança a manifestantes

Caiado encaminha ofícios para impedir bloqueios do MST em estradas e garantir segurança a manifestantes

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), ingressou com dois ofícios solicitando segurança nas vias de acesso a Brasília, bem como no perímetro onde a população deve se aglomerar para acompanhar a votação do impeachment no próximo domingo (17/04).

Encaminhados ao Ministério da Justiça e ao Governo do Distrito Federal, os documentos alertam para incitações feitas por líderes de movimentos sociais ligados ao governo e ações já realizadas pelo MST que podem colocar em risco a integridade física dos cidadãos que devem vir à capital federal.

“As instituições responsáveis pela segurança pública não podem se omitir em um cenário onde por diversas vezes houve uma incitação clara à desordem por parte dos líderes desses movimentos. O Estado brasileiro não pode admitir o menor sinal de intimidação sob o risco de gerar uma convulsão social em nosso país”, alertou Caiado.

Os ofícios citam uma afirmação feita pelo coordenador nacional do MST, Antônio Pereira, que anuncia que vai “bloquear as rodovias de todo o Brasil”. Também é relatado uma fala de João Pedro Stédile em evento de apoio a Dilma quando afirmou que na próxima sexta o movimento “vai parar o Brasil”.

“Consideramos que a votação do próximo domingo poderá ensejar a ocorrência de atos não só de violência à população, mas de vandalismo contra o patrimônio público e privado. Os cidadãos, que têm o direito constitucional à livre manifestação pacífica, estão inquietos. É preciso coibir ações que incitem à violência, que visem ao bloqueio das rodovias que dão acesso ao Distrito Federal, bem como as que depredem os meios de transporte, o que, infelizmente, já se verificou em outras manifestações do MST”, afirma Caiado no texto.

Ausência de ministro
Em discurso no plenário onde anunciou o encaminhamento dos ofícios, Ronaldo Caiado também questionou sobre a situação instável em que se encontra o Ministério da Justiça após uma liminar suspender, no início da tarde desta terça (12/04), a nomeação do ministro Eugênio Aragão.

“Acredito que seja importante neste momento perguntar ao governo quem é o ministro da Justiça, porque há poucas horas ele foi destituído da função por decisão judicial e a gente nem sabe mais a quem recorrer em casos de segurança nacional. Isso é um retrato para se ter uma ideia do tamanho da ingovernabilidade que se encontra esse governo”, criticou Caiado.

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PT tenta intimidar Caiado após senador cobrar explicações de escândalo na reforma agrária

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), sofreu, nesta quinta-feira (7/4) ameaças de intimidação por parlamentares do PT e do PCdoB após questionar ministro da Reforma Agrária sobre escândalo nos assentamentos rurais concedidos pelo governo. Senadores governistas acusaram Caiado de quebra de decoro depois de criarem tumulto em audiência pública na Comissão de Agricultura quando o senador goiano cobrou explicações do ministro Patrus Ananias sobre relatório do TCU que suspendeu a criação de novos assentamentos da reforma agrária depois da identificação de 578 mil beneficiários irregularidades.
“Onde está a quebra de decoro na formulação de perguntas ao um ministro sobre relatório do TCU, não do Democratas, sobre fantasmas do INCRA para serem usados como massa de manobra do PT? São mais de mil políticos que receberam terras de forma irregular! Onde está a palavra que feriu decoro quanto perguntei qual a produtividade, IDH e condições de saúde dos assentados? Quando perguntei quem é que define a lista da reforma agrária, se o MST ou o presidente do INCRA?”, respondeu Caiado em plenário.

O parlamentar questionou conduta dos parlamentares que desvirtuam regras sobre o decoro parlamentar para proteger o ministro e pressionar o senador goiano a se calar diante de novos escândalos envolvendo o PT. “Essa Casa não é para abafar escândalos. Estou aqui com mandato, eleito pelo povo de Goiás para fiscalizar também. Sou veemente nas perguntas, mas sou respeitoso. Sou médico, tenho formação religiosa, familiar. Não uso o vocabulário do Lula. Sou corajoso para botar o dedo na ferida e estou à disposição para esclarecer qualquer fato ocorrido na audiência na Comissão de Agricultura. Estou aqui não é para fazer negócio na política, é para representar o povo de Goiás. Nunca fiz patrimônio com dinheiro público, não espoliei a Petrobras, nem destruí a vida de 10 milhões de pessoas que perderam seus empregos. O PT precisa parar com essa tese. Não vão me intimidar. Tenho mandato pelo voto, o ministro está lá pela vontade da presidente da República. O que não me falta é coragem”, acrescentou o líder do Democratas.

A audiência na Comissão de Agricultura foi encerrada após senador petista fazer acusações a Ronaldo Caiado quando elaborava perguntas sobre decisão do TCU de suspender novos assentamentos rurais pela enorme quantidade de fraudes. “Os dados são preocupantes. O MST é dono do INCRA. Quem responde pelos atos de depredação do MST? Quantos assentamentos já são autossuficientes e têm mínima qualidade de vida para as pessoas que lá vivem? Por que a mesma preocupação com as condições de trabalho dos trabalhadores em terras privadas não é verificada nos assentamentos? A visão do INCRA para se conceder terras é ideológica ou econômica? O que vemos é concessão de assentamentos para se engrossar o exército vermelho do PT. E tudo é feito com pagamento. No dia em que o líder da Contag ameaçou invasão de terras e recebeu um forte abraço da presidente Dilma, recebeu em troca 29 desapropriações de terras. Nem Maduro na Venezuela teve atitude tão irresponsável”, disse Caiado na Comissão de Agricultura quando foi interrompido e o ministro se retirou sem responder as perguntas.

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Caiado ingressará com representação na PGR contra Dilma, Contag e MST por incitação a crime


A denúncia pedirá investigação de líderes da Contag e MST que ameaçaram invasão de terras em evento no Palácio do Planalto

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), vai ingressar na próxima segunda-feira (4/4), com representação na Procuradoria-Geral da República contra a presidente Dilma Rousseff por incitação ao crime e prevaricação. No documento, o parlamentar argumenta que a presidente da República incita e avaliza o crime ao permitir que líderes de supostos movimentos sociais usem o Palácio do Planalto para fazer ameaças de invasão de terras, além de difamar o juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo da operação Lava-Jato. Nesta sexta-feira (1/4), em cerimônia na sede do Poder Executivo, com a presença de Dilma Rousseff, o secretário de Finanças e Administração da Contag, Aristides Santos, proferiu ameaças a parlamentares de invasão de propriedades incluindo imóveis particulares e seus gabinetes no Congresso Nacional.

“Está configurado o aval a uma prática criminosa. Dilma Rousseff comete crime de prevaricação: tem conhecimento do crime e permite que ele aconteça. O Brasil todo sabe que o PT endossa invasões, assassinatos e sequestros. O que não imaginávamos é que haveria uma autorização explícita a crimes dentro do Palácio do Planalto com a presença da presidente da República. Dilma está estimulando a bandidagem dentro do Planalto ao declarar guerra ao direito de propriedade e incitar a invasão criminosa. O PT não é um partido, é uma organização criminosa”, avaliou o líder do Democratas.

“Nossa ação não será apenas contra os pelegos da presidente, mas contra figura da presidente que deixa claro que não tem condições morais e éticas para governar o país. Dilma está se comportando como presidente dos presidiários da Papuda. Estamos vivendo um clima de bandidagem pior que o assistido na Venezuela. O exército de Lula e Dilma está nas ruas prejudicando o cidadão e instaurando um cenário de terrorismo”, acrescentou o senador goiano.

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Caiado repudia invasão do MST a Grupo Jaime Câmara em Goiás: “Exército de Lula já está em ação”

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), manifestou repúdio em plenário à invasão do MST ao Grupo Jaime Câmara, detentor em Goiânia dos sinais de transmissão da TV Globo.
O movimento social invadiu a emissora, nesta terça-feira (08/03), depredou e pichou paredes, além de agredir funcionários e impedir a entrada de pessoas.
Para Caiado, o vandalismo e as agressões promovidas pelos militantes estão associadas à incitação feita por Lula nos últimos dias contra a ordem e as instituições democráticas do país.
“Estamos assistindo a esse crime sendo cometido por pessoas que se julgam acima da lei e que respondem ao apelo do chefe maior. Atacam a imprensa livre e afrontam a democracia. O MST se configura aqui como o verdadeiro exército de Lula que foi provocado a ir às ruas para agir como agem os coletivos bolivarianos na Venezuela”, protestou Caiado.
O senador acredita que a escalada da impunidade tende a levar a uma situação extrema e que medidas duras devem ser tomadas o quanto antes para impedir uma tragédia. Ele ressaltou que tudo ocorre às vésperas da grande manifestação nacional do dia 13, quando o país irá às ruas protestar pela saída da presidente.
“Já encaminhei ofício ao ministro da Justiça demandando proteção aos participantes e esse episódio só demonstra a necessidade de impor a ordem e começar a reconhecer o MST pelo que ele é: um grupo de guerrilheiros que pratica o crime a mando de Lula achando que está acima da lei”, definiu.
Instabilidade
Ronaldo Caiado demonstrou preocupação com o clima de instabilidade que essa invasão alimenta para empresa e investidores que começam a temer a ação de movimentos de esquerda.
“Se não agirmos com energia, qual a mensagem que estaremos mandando? Qual a garantia que estaremos dando ás empresas do Brasil?”, questionou.
Jaime Câmara
O senador ainda enalteceu a figura de Jaime Câmara, ex-jornalista e ex-parlamentar que fundou o grupo de comunicação. “Se trata de uma organização fundada por um ex-jornalista e ex-parlamentar que sempre teve postura imparcial e transparência. Essa agressão é uma agressão a toda a imprensa”, afirmou.

 

DF - TURISMO/DF - VARIEDADES - Estátua da Justiça em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).   15/08/2003 - Foto: JOSÉ PAULO LACERDA/AGÊNCIA ESTADO/AE

STF rejeita “queixa-crime” de Lula contra Caiado

Por 3 votos a 1 o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta terça-feira (01/12) a queixa-crime do ex-presidente Lula contra o líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO).

O petista acusava o senador de “calúnia, injúria e difamação” após Caiado rebater declarações de Lula de que convocaria “o exército de Stédile” contra manifestantes pró-impeachment. Na ocasião, Caiado acusou o ex-presidente de “bandido frouxo”.

“”Decisão do STF se cumpre e eu tinha consciência que estava defendendo a população brasileira dos ataques e ameaças de Lula e do MST.”, comentou Caiado.

Caiado questiona posições de Fachin na questão fundiária e apoio ao MST

IMG_0745O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), durante sabatina com o indicado de Dilma ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, nesta terça-feira (12/05), apontou contrariedades do posicionamento do candidato durante sua carreira jurídica em relação à questão fundiária e a atuação do MST.

O democrata citou o manifesto que contou com a assinatura de Fachin em 2008 que critica a criminalização do MST. Para Caiado, a posição em favor de uma organização que tem se colocado à margem da lei e realizado invasões, destruição e violência não condiz com a conduta de um ministro do STF.

“Fachin já demonstrou defender a desapropriação sumária de propriedades, o que nos dá preocupação. Em um manifesto que contou com sua assinatura em 2008 é criticada a criminalização do MST, como se tratasse de uma organização inimputável. O mesmo MST comandado por Stédile que fez pronunciamento conclamando todos da América Latina a se unir contra a população brasileira que pede o impeachment. O mesmo MST que bloqueia estradas causando acidentes fatais. O mesmo MST que destrói fazendas e pesquisas científicas”, listou o democrata.

Outro ponto levantado foi a questão das invasões de terra e da insegurança jurídica que existe no campo. Posições de Fachin enquanto jurista demonstram posturas contraditórias em relação ao conceito de propriedade privada.

“As invasões do MST extrapolando todas as normas legais ocorrem desde 1988. Fachin disse que uma propriedade invadida não pode ser desapropriada pela lei, mas não é o que vemos. O próprio Incra estimula invasões. O que nos preocupa é o viés bolivariano nesse processo muito mais ideológico do que uma preocupação por uma reforma agrária com resultado”, ressaltou.

Procurador-advogado
Ronaldo Caiado também questionou a falta de debate sobre um ponto crucial da avaliação de Luiz Edson Fachin para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O senador se refere a duas notas informativas emitidas pela assessoria técnica do Senado que divergem quanto à sua conduta enquanto procurador do Estado do Paraná e o exercício da advocacia — algo vetado pela constituição estadual.

“É muito frágil a explicação que Fachin deu sobre o exercício da advocacia privada ao mesmo tempo em que ocupou a função de procurador do Estado do Paraná. Ele se ampara na posição da OAB, mas como é que um especialista, que vai assumir uma vaga na mais alta corte judiciária do país, não contestou na época a constitucionalidade do texto para ter a tranquilidade de exercer as duas funções?”, questionou.

Caiado solicita investigação da PF sobre uso de estrangeiros pelo MST em manifestações

10390429_854213984635247_1852970700519067846_nO líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), apresentou um requerimento ao Ministério da Justiça solicitando que a Polícia Federal apure com urgência o recrutamento de estrangeiros, sobretudo haitianos, angolanos e cubanos, pelo MST nos últimos meses.

De acordo com o senador, o uso do movimento como coletivo político aliado ao governo, inclusive sendo citado como “Exército de Stédile” pelo ex-presidente Lula, causa apreensão pela forma violenta e sem controle que o grupo pratica ações pelo país. Caiado lembra que tem sido noticiada a interação do MST com governos bolivarianos, o que levanta uma suspeita de que seus integrantes estão sendo preparados para formar uma espécie de milícia ao estilo dos coletivos venezuelanos controlados por Nicolas Maduro.

“No momento em que Lula incita esse exército do MST a reagir aos protestos contra o governo causando violência, baderna e até morte nas estradas, somos surpreendidos com informações na imprensa de indivíduos de outras nações sendo cooptados por esse esboço de coletivo bolivariano. É de suma importância que as forças de segurança atuem contra essa possível afronta à segurança interna e à soberania nacional”, justificou Caiado.

No documento encaminhado ao ministro José Eduardo Cardozo, é solicitado que a Polícia Federal “adote os procedimentos de praxe” para que providências sejam tomadas, de forma a conhecer o tamanho do contingente estrangeiro ligado ao MST e seus reais propósitos.

“Torna-se imperiosa a intervenção da Polícia Federal para por à limpo essa história, evitando o agravamento da tensão emergente. De outra parte as diligências propostas devem interessar ao próprio governo, por prevenir eventual responsabilidade futura sobre os efeitos negativos do ingresso irregular de estrangeiros no Brasil, independente da finalidade”, concluiu o senador em texto do requerimento.
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