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Com conivência do PT, Brasil criou estado paralelo do crime que governa parte do país e aterroriza todos os brasileiros, diz Caiado em coluna

 

Na sua coluna inaugural de 2017 na Folha de S. Paulo, o senador Ronaldo Caiado abordou o estado paralelo do crime que governa parte do país e aterroriza todos os brasileiros. Na visão do líder do Democratas no Senado, essa crise do sistema carcerário evidencia a falência do estado que não consegue garantir segurança nos presídios e muito menos fora deles. Para ele, só uma reforma profunda do Estado terá resultado efetivo e criticou a negligência de vários governos que foi agravada e até estimulada pelo PT consolidando essa grave situação em facções criminosas controlam as penitenciárias com tentáculos em vários pontos do poder.

“Sem uma reforma em profundidade do Estado, que o desinche, dê-lhe transparência e governabilidade, os planos de segurança, embora indispensáveis, serão sempre paliativos. Tais como também, diga-se de passagem, os planos econômicos e tudo o mais. Sanear o Estado é, acima de imperativo político e econômico, fundamento moral, sem o qual não teremos futuro”, opinou o parlamentar.

O senador enfatizou que o PT, enquanto esteve no poder, em vez de combater , ideologizou o crime, agravando o quadro. “A negligência de sucessivos governos, agravada e estimulada pelo PT, consolidou no país um Estado paralelo, que reina nas periferias das cidades, fazendo da parcela mais vulnerável da população escudo humano involuntário contra a ação repressiva da polícia. O PT, em vez de combater esse quadro, deu-lhe contornos ideológicos, associando criminalidade à pobreza, como se uma decorresse da outra, premissa que a Lava Jato desmente.

Na opinião de Caiado essa ideologização do crime aumentou a impunidade e criou uma inversão de valores em que a lei protege mais o bandido que a vítima. “A ideologização do crime, além de incrementar a impunidade, impôs absurda inversão de valores, vitimizando o bandido e vilanizando o policial. O contínuo abrandamento da legislação, sob a égide do discurso esquerdista e dos direitos humanos pelo avesso, fez o resto. Nesse contexto, o crime organizou-se, expandiu-se e lançou tentáculos sobre o próprio Estado”.

Confira a íntegra da coluna:

Estado oficial desconhece poder do Estado paralelo

O colapso do sistema penitenciário é a evidência mais alarmante da falência do Estado brasileiro. Se não consegue garantir a segurança nos próprios presídios, que dirá do lado de fora. E segurança pública é insumo elementar e imprescindível em qualquer regime político.

A negligência de sucessivos governos, agravada e estimulada pelo PT, consolidou no país um Estado paralelo, que reina nas periferias das cidades, fazendo da parcela mais vulnerável da população escudo humano involuntário contra a ação repressiva da polícia.

O PT, em vez de combater esse quadro, deu-lhe contornos ideológicos, associando criminalidade à pobreza, como se uma decorresse da outra, premissa que a Lava Jato desmente.

A ideologização do crime, além de incrementar a impunidade, impôs absurda inversão de valores, vitimizando o bandido e vilanizando o policial. O contínuo abrandamento da legislação, sob a égide do discurso esquerdista e dos direitos humanos pelo avesso, fez o resto.

Nesse contexto, o crime organizou-se, expandiu-se e lançou tentáculos sobre o próprio Estado.

Estão aí denúncias contra as mais diversas autoridades estatais – juizes, procuradores, parlamentares, governantes, funcionários públicos graduados. Atraídas pelos muitos milhões do narcotráfico e do contrabando de armas, a eles se associaram, permitindo que as coisas chegassem aos níveis atuais. Com a anuência de autoridades corrompidas e/ou intimidadas, esse Estado paralelo comanda a ação, sempre expansiva, da criminalidade, que hoje é urbana e rural e produz mais de 60 mil vítimas fatais por ano – índice de guerra civil.

Os recentes conflitos entre quadrilhas, em Manaus e em Boa Vista, evidenciaram, mais uma vez, que estar preso não significa estar fora de combate. Muito pelo contrário. Os presídios são fortalezas (e não o fim da linha) para o crime, onde funcionam como bunkers dos chefes desses grupos, que de lá planejam e comandam os seus asseclas. São hoje cerca de 20 corporações criminais (o termo “quadrilha” é modesto para as dimensões adquiridas), em que pontificam os notórios Comando Vermelho e PCC sempre em luta por hegemonia.

O Estado oficial desconhece o tamanho real e o poder destrutivo do Estado paralelo, em regra mais bem equipado e adestrado. O PCC, por exemplo, se gaba de possuir 200 mil adeptos, embora os órgãos de segurança o avaliem na escala de 20 mil.

Essas facções criminosas, que governam parte do país – e o infernizam por inteiro – não se improvisaram. Estão há décadas no noticiário, já foram temas de filmes, livros, teses universitárias.

Ao que parece, apenas o Estado oficial não os percebeu ou não lhes deu maior importância – ou, ao contrário, viu neles, na fatídica Era PT, aliados essenciais para o projeto revolucionário bolivariano.

Há muito, a esquerda revolucionária constatou que a marginália, não os proletários, como supôs Marx, é que constitui o exército revolucionário por excelência, pela ausência de valores morais e pela falta de consciência de classe.

Em decorrência, tem-se hoje no Brasil um Estado impotente para combater o crime. Cobra uma das mais altas cargas tributárias do planeta e não tem meios de entregar uma das mercadorias mais básicas de um contrato social, que é a segurança pública.

Sem uma reforma em profundidade do Estado, que o desinche, dê-lhe transparência e governabilidade, os planos de segurança, embora indispensáveis, serão sempre paliativos. Tais como também, diga-se de passagem, os planos econômicos e tudo o mais.

Sanear o Estado é, acima de imperativo político e econômico, fundamento moral, sem o qual não teremos futuro.

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“Não podemos ter medo de uma antecipação do processo eleitoral”, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) defendeu que o Congresso e o Governo Federal tomem uma postura enérgica diante da crise de representatividade que vive o país. Em entrevista coletiva nesta terça-feira (13/12), Caiado tratou dos novos desdobramentos da Lava Jato e falou que é preciso neste momento tomar “gestos maiores” para não colocar em risco a democracia brasileira.

“Se o Congresso e o Executivo estão com falta de representatividade, não adianta adiar expectativas e continuar neste situação onde, nem o parlamento tem credibilidade para legislar, nem o governo tem credibilidade para governar. É preciso um gesto maior de mostrar que ninguém governa sem apoio popular. Nesta hora não podemos ter medo de uma antecipação do processo eleitoral”, afirmou.

Citando o procurador geral da República Rodrigo Janot, o democrata reforçou que a Justiça precisa ser célere, ou do contrário falhará. Também tratou da importância de todos os políticos com mandatos eletivos terem a sensibilidade de não colocar interesses pessoais acima do bem maior do país e de não “provocar as ruas”, como foi feito no Governo Dilma.

“É preciso deixar claro que, com a situação em que herdamos o país do PT, não há tratamento que não seja amargo. É preciso ter a sensibilidade que não houve da presidente Dilma para obedecer a soberania popular. É preciso que tenhamos condições de dialogar com a sociedade para mostrar isso. O momento nacional é sério, é grave e não podemos ficar fazendo cara de paisagem como se nada estivesse acontecendo”, reforçou.

“Soluços”
Ronaldo Caiado usou uma analogia da medicina para exemplificar as constantes crises que abalam o país com novas denúncias e informações de delações que envolvem agentes políticos. Para ele, o Brasil vive uma “crise de soluço” que interrompe o trabalho de recuperação da economia.

“Não podemos viver essa situação de crise de soluço em que quando estamos melhorando, sempre vem o próximo e voltamos a atrapalhar a respiração do paciente. Essa crise vai enfraquecendo o governo e o mais penalizado é o cidadão que mais precisa. Ou tomamos uma decisão no sentido de manter o processo democrático, ou corremos o risco de caminhar para um processo de desobediência civil”, alertou.

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PT se esquece que PEC 55 é consequência de seus erros, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) questionou os argumentos que a bancada do PT e partidos agregados têm utilizados contra a PEC 55. A proposta que deve ser votada em 1º Turno na Casa nesta terça-feira (29/11) pretende impor um teto nos gastos públicos.

“Ouvimos aqui senadores do PT se colocarem contra a PEC como se não tivessem nada a ver com a situação em que o país se encontra. Ora, são eles os responsáveis pela crise econômica que vivemos. Gastaram por anos na intenção de um projeto de poder sem se preocupar com o bem-estar da população”, afirmou Caiado na tribuna do plenário.

O democrata também rebateu declarações de que a PEC estaria em discordância com atitudes tomadas por outros países que passaram por situação de crise no passado recente.

“O que eles omitem é que a solução encontrada por países como Espanha, Portugal e Grécia foi a de confiscar direto do salário de servidores, além de aumentar impostos. Estamos apresentando a medida mais palatável possível diante do desastre que o PT criou para nosso país”, explicou o senador.

Saúde e Educação
Ronaldo Caiado voltou a explicar que a PEC 55 não impõe um teto ao orçamento dos ministérios de Saúde e Educação e que age no sentido inverso: cria um piso mínimo de investimentos. “Além de estabelecer um piso mínimo de investimentos, essa PEC dá a responsabilidade ao Congresso de definir quais serão as prioridades em vez de inventar novos custos. Mas parece impossível colocar na cabeça do PT e seus seguidores a diferença entre piso e teto”, provocou.

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PT acaba com emprego, empobrece o país e ainda é contra ajuste fiscal”, diz Caiado

Durante discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 no Senado – 241 na Câmara – em plenário, o líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), condenou o discurso incoerente de senadores petistas. O senador goiano destacou hoje (17/11) que um partido não tem condições de se colocar contra o ajuste fiscal implantado pela PEC do limite dos gastos públicos após o governo do PT acabar com o emprego, contingenciar R$ 10 bilhões da educação e fechar 25 mil leitos do SUS. Caiado afirmou que a medida é urgente e necessária para o país retomar o crescimento e dar garantia de um futuro melhor aos brasileiros ao contrário de ações populistas voltadas apenas para ganhar eleições, caso da Medida Provisória que desestruturou o setor elétrico.

“O medicamento nessa hora é amargo, mas é preciso e, esse governo está tendo a coragem, de expor os problemas criados por 13 anos de desmandos do PT, que mantiveram um governo que teve muito mais o objetivo do enriquecimento ilícito que trabalhar pelo povo. O PT não queria ajuste fiscal. Queria criar a CPMF, quebrar a Petrobras, assaltar os fundos de pensão e ao mesmo tempo induzir ao cidadão a pegar empréstimos, comprar carro. Não conter gastos. O que estamos propondo é exatamente estabelecer um limite de gastos”, disse Caiado.

O parlamentar contestou argumentos de que a PEC seria contra a Constituição e prejudicaria o cidadão. “Ouvimos que a PEC é contrária a Constituição, que Ulisses Guimarães estaria revoltado. É exatamente o contrário. Única certeza que temos é que estamos no caminho certo. Sabe por que? Porque o PT não apoiou a Constituição de 1988, votou contra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa é garantia de que o cidadão poderá respirar esperança. Ouvimos uma senadora falar que Lula, – que não é referência -, dizia que era melhor dar salário mínimo a um trabalhador que dar dinheiro que para investimento financeiro. O governo do PT acabou com o emprego – 12 milhões de desempregados! – com o salário mínimo por causa da explosão da inflação; dilapidou o BNDES e o sistema financeiro ganhou dinheiro como nunca. É muita incoerência!”, pontuou.

O líder reforçou que o ajuste fiscal responde a reivindicação da população que foi às ruas e pediu mudanças, pediu redução dos gastos públicos e fim da corrupção. Além disso, o senador criticou a forma como petistas tentam induzir o povo a se colocar contra a PEC 55 fazendo comparações equivocadas com política fiscal de outros países. “Os petistas defendem um governo corrupto e usam dados falsos com base no economês para criticar a PEC. Disseram que a Europa está com uma política expansionista, de investir mais e o Brasil estaria na contramão do que esses países está fazendo. Mas se esquecerem de dizer que Portugal, Espanha e Grécia fizeram um corte nominal, cortaram salário em 20%, 30%, cortaram aposentadoria para chegar nessa condição hoje. A PEC é uma medida mínima, para evitar que os mais pobres sofram, menos conservadora para situação de estrangulamento que o PT deixou”, acrescentou.

MP

Caiado diz que PT faz oposição cega para prejudicar estudantes do Fies

O líder do Democratas Ronaldo Caiado (GO) acusou o PT de estar obstruindo até mesmo recursos para a Educação no debate da pauta para a sessão do Congresso que deve acontecer nesta terça-feira (04/10).

O senador se refere a articulação para não votar em sessão o PLN 8, que libera R$ 1,1 bilhão para o funcionamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O projeto está pronto para votação desde a última sessão, no dia 13 de setembro.

“O rancor de ter perdido o poder depois de 13 anos é tanto que estão fazendo oposição cega até mesmo aos estudantes do Fies. Estamos falando de um dinheiro que já deveria ter sido liberado desde o mês passado, não fosse essa conduta da bancada petista”, acusou.

Para Caiado, a tentativa de barrar reparos necessários após o Governo Dilma deixar desamparado as pastas de Saúde e Educação não deixa de ser uma forma de esconder os problemas criados pela gestão petista.

“É inaceitável que depois de quebrar o país, o PT impeça esses estudantes de concluir a graduação. É urgente que aprovemos o PLN 8 para evitarmos que milhares de estudantes brasileiros sejam obrigados a abandonar o ensino superior”, protestou.

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“PEC é ponto de partida pra solução da crise”, diz Caiado em artigo na Folha

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) defendeu eu seu artigo para a Folha deste sábado (24/09) a necessidade de aprovação da PEC que impõe um teto nos gastos públicos por 20 anos.

Para o senador, a proposta de emenda constitucional 241 é um esforço para reparar a a irresponsabilidade fiscal dos anos do PT no governo. “[O PT] gastou (e mal) o que tinha e o que não tinha, tornando os direitos sociais letra morta, afundando o país”, acusou.

“A PEC, como é óbvio, não é uma solução para os desafios da crise, mas o ponto de partida para que se possa vislumbrar alguma. É um freio de arrumação. Não é questão ideológica ou partidária, até porque contas – públicas ou privadas – não são de direita ou de esquerda. Obedecem a princípios imutáveis e implacáveis”, escreveu.

Caiado argumenta que os gastos com saúde e educação já estão reduzidos por falta de meios para supri-los e o que a PEC faz é propor alternativas que evitem o recurso ao aumento de impostos. “Convém lembrar que, após as duas votações na Câmara, a PEC chegará ao Senado, submetendo-se a novas possibilidades de aprimoramento. E o Congresso, diferentemente das corporações sindicais, tem delegação popular”, afirmou.
Confira o artigo na íntegra:
PEC do teto de gastos não é solução para crise, mas ponto de partida
A proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece, por duas décadas, um teto para os gastos públicos, limitando-os à inflação, tornou-se o centro de ruidosa celeuma, que excita corporações, “movimentos sociais” e lideranças populistas.

Prestes a ser votada na Câmara, passou a ser apontada como um instrumento perverso, concebido para suprimir direitos e avanços sociais conquistados nos últimos anos.

É, porém, bem ao contrário, um esforço para restaurá-los. Para além do assalto à Petrobras e aos fundos de pensão, lesando aposentados, o governo do PT protagonizou prolongada e insana farra de irresponsabilidade fiscal. Gastou (e mal) o que tinha e o que não tinha, tornando os direitos sociais letra morta, afundando o país.

Foi a inobservância ao princípio do limite de gastos que resultou numa economia arruinada e 12 milhões de desempregados.

Não há conquista social mais primária que a do emprego, e sua supressão em tal escala, sem precedentes, decorre da desobediência a fundamentos da aritmética elementar, em que, goste-se ou não, dois mais dois serão sempre quatro.

Não há ideologia que mude isso. E o que vemos é que programas sociais, reduzidos na gestão passada por falta de verbas, passaram a exibir deficiências graves e dramáticas.

Entre outras, redução de leitos hospitalares, suspensão de financiamento a programas como Fies, Pronatec e Ciência sem Fronteiras, além da vexatória inadimplência de nossas embaixadas e consulados.

A PEC, como é óbvio, não é uma solução para os desafios da crise, mas o ponto de partida para que se possa vislumbrar alguma. É um freio de arrumação. Não é questão ideológica ou partidária, até porque contas —públicas ou privadas— não são de direita ou de esquerda. Obedecem a princípios imutáveis e implacáveis.

Argumenta-se que a PEC irá reduzir gastos com saúde e educação. Não é verdade. Esses gastos já estão reduzidos por falta de meios para supri-los. O que a PEC faz é propor alternativas que evitem o recurso ao aumento de impostos. Convém lembrar que, após as duas votações na Câmara, a PEC chegará ao Senado, submetendo-se a novas possibilidades de aprimoramento. E o Congresso, diferentemente das corporações sindicais, tem delegação popular.

O teto de gastos está previsto para 20 anos, mas, após 10 anos, o Congresso pode revê-lo e redefinir regras para o período restante. Teremos oportunidade de amplo debate.

Os que protestam contra a iniciativa são exatamente os que a tornaram imperativa pelos desmandos que impuseram à economia. O fato concreto é que há um desequilíbrio estrutural nas contas públicas, que terá de ser resolvido ou por meio de aumento de imposto ou pelo restabelecimento da racionalidade de gastos.

A PEC aposta na segunda alternativa. A carga tributária brasileira está entre as mais altas do mundo, o que dificulta a expansão de investimentos. Aumentá-la agrava ainda mais esse quadro. O ajuste, dentro de regras estáveis, devolverá confiança aos agentes econômicos, permitindo o aporte de investimentos e a reabertura dos postos de trabalho.

O governo não pode se intimidar com o lobby corporativista nem pedir sacrifícios à população sem antes de ele próprio fazê-lo, abrindo mão de privilégios e reajustes salariais incompatíveis com as limitações diagnosticas por sua equipe econômica.

Precisa, isto sim, explicar à população a realidade que herdamos dos que hoje se colocam no cômodo papel de acusadores. Além de toda a roubalheira perpetrada, em escala jamais vista, destruíram a administração pública. 

Candidatura do PT não prospera nem no ABC Paulista mais, diz Caiado em Anápolis

As eleições em Anápolis devem repetir o embate nacional entre o PT e o Democratas. Esta é a expectativa do senador Ronaldo Caiado, que esteve em caminhada pela manhã na cidade e enalteceu as qualidades do médico Pedro Canedo (Democratas) para assumir a Prefeitura.

Em entrevista a uma rádio antes de visitar as dependências da Santa Casa de Misericórdia de Anápolis, o democrata reforçou a confiança no segundo turno. “A campanha vai trazer um grande momento de embate nacional. Vamos poder demostrar a Anápolis que de um lado temos um candidato com condições de trazer desenvolvimento para a cidade e, do outro, um que não tem mais interlocução com o Brasil”, comparou. “A candidatura do PT não existe nem no ABC paulista mais”, decretou.

Ronaldo Caiado acredita que a sigla que foi afastada do Planalto não atende as necessidades de Anápolis. “É uma candidatura que não pode crescer em uma cidade que tem o espírito da livre iniciativa, da oportunidade de emprego e visão social”, resumiu.

Para o parlamentar, Pedro Canedo tem as credenciais que Anápolis precisa. “Ele tem os canais necessários para que Anápolis se projete no cenário nacional. Na cidade a questão já não é mais de política de Estado, mas nacional. Isso porque tem a maior infraestrutura logística de Goiás”, afirmou.

Santa Casa
Ao lado da diretora da Santa Casa, Irmã Rita de Cássia, Ronaldo Caiado também visitou hoje o hospital e pôde acompanhar de perto os problemas enfrentados ali, decorrentes da falta de verbas e da defasagem do reajuste da tabela do SUS.

“Faço parte no Congresso da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas. Elas hoje são responsáveis por mais da metade dos atendimentos pelo SUS, mas sofrem com dívidas acumuladas”, lamenta.

Ciente das dificuldades, o senador constantemente envia emendas para o local. A última, de R$ 200 mil, foi usada na compra de 10 macas e 4 ventiladores pulmonares.Caiado Divulgação - 21-09-16 (1)

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Em vez de rebater denúncias, Lula insiste na tese do ‘eles contra nós”, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado Federarl Ronaldo Caiado (GO) criticou a estratégia do ex-presidente Lula de tentar politizar a denúncia da Lava Jato que o coloca como comandante do grande esquema de corrupção criado no Governo PT.

Para Caiado, não houve resposta às acusações, apenas a tentativa de se esconder atrás de um discurso político para sua plateia. “Lula atestou que há fundamento nas denúncias da força-tarefa da Lava Jato contra ele. Não rebateu as denúncias e não apresentou qualquer defesa. Sequer teve coragem de enfrentar uma entrevista”, comentou.

O democrata ressaltou a velha prática do ex-presidente em forjar motivações políticas por trás das investigações do Ministério Público que descobriram sua participação no comando da chamada “Propinocracia”.

“Em vez de se posicionar, preferiu se esconder apenas num discurso político insosso para a sua plateia com a tese do ‘eles contra nós”. Tese essa que o brasileiro não suporta mais e repudia. O brasileiro não vai querer usar vermelho, vai querer justiça. E diante das acusações sérias, Lula terá muito o que explicar ao MPF e à justiça”, lembrou Caiado.

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“Nunca tive dúvidas que Lula era o chefe do Petrolão”, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado parabenizou o Ministério Público pelo trabalho minucioso que revelou que o ex-presidente Lula é o “comandante máximo” do esquema de corrupção investigado em seu governo. Para Caiado, as acusações do MP nesta quarta-feira (14/09) fazem a conexão definitiva entre o Mensalão, o Petrolão e outros esquemas isolados de desvio de recursos à figura central de Lula.

“Que Lula sempre foi o comandante desse esquema, nunca tive dúvidas. Esse é o modus operandi dele desde as eleições de 1989, quando denunciei o esquema Lubeca. Hoje cai por terra toda essa farsa em torno da imagem de alguém que se preocupa com os mais pobres. Lula nada mais é do que um comandante de um esquema de corrupção nunca visto antes. A sociedade espera que ele seja condenado pelos seu crimes que prejudicaram principalmente a população mais carente”, lembrou.

O democrata ainda afirmou que a apresentação dos procuradores da Lava Jato desmonta a tese de que o ex-presidente “nada sabia” e provou que houve enriquecimento ilícito ao citar o apartamento triplex bancado com dinheiro de propina de uma empreiteira. “O Ministério Público fez um excelente trabalho, minucioso, demorado, onde conseguiu juntar todas as pontas desse esquema que teve origem no mensalão. O PT, capitaneado por Lula, sempre se comportou como uma quadrilha que se interessava apenas em garantir benefícios ao seu grupo e se perpetuar no poder.”, defendeu Caiado.

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Caiado diz que segunda votação foi acordão entre PT e PMDB e vai recorrer ao STF

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), repudiou a forma com a qual a votação do impeachment foi fatiada e afirmou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal.

Por aceitação do presidente da sessão Ricardo Lewandowski, o julgamento da presidente Dilma Rousseff foi separado em duas votações. Ela foi cassada por 61 a 20 votos, mas não teve sua inabilitação política validada em uma votação que não atingiu dois terços do plenário (42 a 36 a favor).

“Eu, com a prerrogativa de senador, recorrerei ao STF baseado no que está muito claro no Artigo 85 da Constituição. Nossa carta magna não dá esta margem de interpretação ao Senado Federal. Não se pode fatiar aquilo que a Constituição e o Supremo determinaram anteriormente. Para se mudar a Constituição é preciso de uma emenda constitucional que tem todo um rito especial. Não é por destaque de um artigo”, acusou.

Acordão
Caiado acusou o PMDB e o PT de terem realizado um acordão para salvar Dilma da inabilitação política por 8 anos. “Ficou claro que esta segunda votação foi um grande acordão entre o PT e o PMDB. Esta manobra representa o que existe de mais espúrio e negativo na política. Tenho a certeza de que, como se diz no interior, a sociedade está neste momento com ‘a pulga atrás da orelha'”, concluiu.

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