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Em nova fase do impeachment, vamos provar crimes do PT, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), defendeu hoje (25/5) que a segunda fase do impeachment deve trazer dados para comprovar os crimes praticados pelo PT. Conforme o senador durante a primeira reunião da nova etapa do processo, será possível agora trazer à tona ilegalidades que vão muito além das pedaladas fiscais, como a compra da refinaria de Pasadena, os empréstimos sigilosos a governos ditadores e empresas campeãs; a dilapidação do orçamento da saúde e o fechamento de 25 mil leitos do SUS. Caiado encaminhará nesta quarta-feira requerimento à mesa do colegiado solicitando as informações sobre as irregularidades do governo Dilma.

“Nessa segunda etapa do impeachment, vamos levantar os dados junto ao governo. Antes, tudo era uma caixa-preta. Vamos provar os crimes praticados nesses 13 anos de PT a exemplo da compra de refinaria de Pasadena, o rombo de R$ 170 bilhões nas contas públicas enquanto governos ditadores e empresas campeãs enriqueceram com dinheiro subsidiado do BNDES; os 578 mil fantasmas do Incra. Sem falar no orçamento da saúde, que sofreu um corte enorme e os 25 mil leitos fechados pelo governo do PT. Eles nos colocaram na maior crise do período republicano”, avaliou o senador.

O senador rebateu parlamentares petistas que acusaram o novo governo de acabar com programas sociais. “O PT disse que o governo agora iria acabar dos programas sociais. Eles já cortaram 87% desses programas. Disseram que ia acabar com o Minha Cada Minha Vida, como se no governo Dilma, o programa estivesse uma maravilha”, afirmou. “Será como o processo da Lava-Jato em que virá à tona o desmonte que o PT promoveu nesses últimos 13 anos. Vejam o dado chocante que a população teve conhecimento nessa madrugada quando votamos a nova meta fiscal. Um rombo de R$ 170 bilhões. É hora de desmascararmos o PT”, pontuou o líder do Democratas.

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PT não pode transformar plenário do Senado em palanque, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), repudiou episódio ocorrido nesta quinta-feira (28/4) em que foi concedida a palavra a um estrangeiro na tribuna do Senado para “denunciar” sua preocupação com um possível processo de golpe no Brasil. “É inadmissível o que aconteceu. Não podemos ser surpreendidos com essa montagem. Foi premeditado. Uma pessoa de fora não tem o direito de interferir em um assunto interno do país. Essa postura tendenciosa não pode prevalecer no momento em que discutimos o afastamento da presidente. O impeachment é um assunto que estamos tratando com muita seriedade respaldados pela Constituição e pelo Supremo Tribunal Federal. Imaginem se agora será dada a palavra a qualquer simpatizante da política bolivariana do PT”, protestou Caiado sobre Adolfo Esquivel, prêmio Nobel da Paz 1980, que entrou no plenário escoltado por senadores petistas. O regimento interno do Senado Federal não permite que pessoas que não tenham mandato de senador discursem durante sessão deliberativa da Casa.

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Caiado rebate Gleisi e anuncia que produtores vão acompanhar votação do impeachment em Brasília

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), anunciou que produtores rurais já se mobilizam para acompanhar a votação do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff na próxima semana, em Brasília. De acordo com o democrata, o anúncio da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de apoio ao processo de afastamento é fruto da falta de equilíbrio do governo que vem incentivando conflitos rurais. As afirmações foram feitas no plenário do Senado, nesta sexta-feira (06/04), após rebater as acusações da senadora petista Gleisi Hoffmann (PR).

“Estamos aqui anunciando a presença confirmada de milhares de produtores de todo o Brasil que vão ocupar o gramado do Congresso no fim de semana da votação do impeachment da presidente. Isso nada mais é do que uma resposta ao clima de conflito que o PT tem alimentado no campo durante todos esse anos”, afirmou o democrata.

Antes, a senadora Gleisi havia acusado a CNA de “oportunista”, citando supostas melhorias que o Governo PT teria trazido para o setor. Caiado refutou as afirmações citando exemplos de prejuízos acumulados pelos homens do campo durante o período petista.

“A CNA sempre militou pelo equilíbrio, coisa que foi completamente quebrada após a presidente usar o Palácio do Planalto como palanque onde milícias travestidas de movimentos rurais ameaçaram invadir propriedades rurais em retaliação ao impeachment. Queremos elogiar e aplaudir a CNA pela prerrogativa de se posicionar nesse momento. A confederação se reafirma mais uma vez como representante de um setor não tutelado pela presidente, pelo PT, ou pelo Estado”, defendeu.

Caiado também corrigiu as afirmações de que a produção agrícola seria “dependente” do governo. “Se temos hoje um setor independente e competitivo, é mais por mérito próprio do que por qualquer governo. Até porque o que tivemos com o PT foi a insegurança no campo com o incentivo a conflitos rurais e a desestruturação da Embrapa. É o governo que deveria agradecer ao agronegócio por ainda equilibrar a balança comercial e ajudar a pagar a dívida pública”, rebateu.

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É a hora, finalmente, de o Lula falar e do seu Instituto se calar, diz Caiado

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou nesta sexta-feira (4/3) que a nova fase da operação Lava-jato deflagrada hoje é a prova de que as instituições brasileiras funcionam, apesar das tentativas petistas de emperrar as investigações contra integrantes do partido. Lula e seu braço direito Paulo Okamotto foram levados pela Polícia Federal por condução coercitiva, quando são obrigados a depor, sobre suspeitas de receberem recursos desviados da Petrobras.

“A condução coercitiva é uma prova de que as instituições brasileiras, apesar das estocadas antirrepublicanas do Lula, da Dilma e do PT, funcionam plenamente. É a confirmação de que ninguém, absolutamente ninguém, está acima da lei. É a hora, finalmente, de o Lula falar e do seu Instituto se calar”, disse Caiado.

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PIB é reflexo de um governo sem rumo, diz Caiado

O senador Ronaldo Caiado afirmou nesta quinta-feira (3/3) que o resultado do PIB é o reflexo de um governo sem rumo. O líder do Democratas destacou que a queda de 3,8%, a pior desde 1990, só não foi pior pelo desempenho da agropecuária que pode também ser arrastada para o colapso na economia instalado pelo governo do PT. Caiado reforçou que a continuidade do governo Dilma só vai prolongar a recessão e reiterou a importância da participação popular nas manifestações do dia 13/3 pelo encerramento da era PT no Brasil.

“Os sucessivos erros cometidos pelo governo se traduzem nos números do PIB. Tudo isso combinado à incompetência gerencial da presidente. Não chega a ser surpresa, já que todos os analistas apostavam na queda do PIB. Esse é o reflexo de insistir num governo sem rumo. Não é preciso dizer mais nada. O PT conseguiu alcançar a marca de uma época onde a desorganização e a inflação imperavam”, opinou o senador.

“A agropecuária brasileira é uma ilha dentro de um quadro de deterioração da economia. Foi o único setor que apresentou crescimento em 2015, todos os outros caíram. Indústria teve queda de 6,2%, investimento despencou 14%. Se não houver providências urgentes, a agropecuária será arrastada para o colapso da economia criado pelo PT. Não tem jeito! Ou você vai para a rua no dia 13/3, ou Dilma fica”, acrescentou.

Governo usa crise para ampliar política arrecadatória, diz Caiado após MP 692/15

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), criticou a aprovação em plenário da Casa, nesta terça-feira (24/02), da MP 692/15, que eleva tributação sobre ganho de capital.

No entendimento do senador, sob a desculpa da crise o próprio governo criou, ampliou-se a política do PT de aumentar o tamanho do Estado com mais tributação. “Mais uma vez aumentar imposto sob desculpa de que governo precisa arrecadar. A única saída que apontam para a crise é crescer arrecadação em pessoas que trabalham e produzem, que veem seu patrimônio crescer com trabalho e suor. Então é o brasileiro com o seu imóvel que vai ter que pagar pela crise do PT? O governo vai tirar o país do atoleiro em cima do ganho de capital?”, questionou.

Caiado lembra que a medida foi aprovada semanas antes de uma manifestação nacional pela saída da presidente Dilma. Para ele, a notícia de aumento de imposto deve servir como catalizador da indignação popular com o atual cenário do país. “O Senado, ao aprovar essa MP, está desprezando o 13/03. O governo só coloca mais pólvora nas manifestações e população também vai reagir de forma agressiva contra um Congresso que já está de joelhos”, definiu.

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Caiado: Não convocação de Berzoini demonstra arrogância do governo

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), criticou a articulação do Palácio do Planalto para derrubar a convocação do ministro Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) na Comissão de Fiscalização e Controle (CMA), nesta terça-feira (23/02).

De acordo com Caiado, o governo não pode fingir que nada está acontecendo quanto tem como ministro o fundador da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), acusada de dar calote em centenas de trabalhadores enquanto desviou recursos para o PT.

“Impressionante a arrogância desse governo toda vez que tentamos esclarecer um fato. Como podem fingir que nada está acontecendo quanto temos um ministro que criou a cooperativa mais enrolada do país? E o mais absurdo: depois que a Bancoop foi assumida por uma construtora, apenas um prédio foi concluído com celeridade. O tríplex do Lula. E ele não deve explicações?”, questionou Caiado.

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“É o governo do PT que está minando a economia do Brasil”, diz Caiado sobre rebaixamento do Brasil pela Fitch

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou nesta quarta-feira (16/12) que a perda do grau de investimento do Brasil anunciada pela Fitch só reforça o desastre do PT para a economia do País. Na opinião do parlamentar, são os erros do governo e não problemas do clima ou influências internacionais que estão minando o PIB brasileiro e apenas o fim da era PT irá reestabelecer a credibilidade necessária para o país reencontrar um rumo e voltar a crescer. A Fitch foi a segunda grande agência em dois meses a retirar o selo de bom pagador do País.

“Não é o desempenho de nossos setores produtivos, adversidades climáticas ou a concorrência estrangeira que está derrubando nossa economia. São os próprios erros do governo, que não tem mais condições de tirar o País dessa situação criada pela presidente. O mundo todo já viu que caminhamos para o abismo e a classe política está pagando para ver. O desastre anunciado que só a classe política faz de conta não enxergar. De repente, discutimos uma pauta de votações na Câmara e no Senado que nada tem a ver com a realidade. A única ferramenta que temos é o impeachment e o estabelecimento de um novo governo que devolva a credibilidade”, avaliou Caiado ao lembrar de temas, como a repatriação de dinheiro ilícito aprovada ontem que é colocada como pauta prioritária no Congresso.

Caiado reforça que a perspectiva é de que o Brasil enfrente uma recessão ainda mais profunda, enquanto o governo tenta adotar um ajuste fiscal de faz de conta que só penaliza trabalhadores e setores produtivos fora da lista dos amigos do PT. “São palavras da própria Fitch que a recessão está pior que o governo tentou demonstrar, que a ingovernabilidade subtrai a capacidade de implementar medidas fiscais e que ´as constantes mudanças na meta de superávit primário minaram a credibilidade da política fiscal´”, finalizou.

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Mandado de segurança vai garantir cumprimento da Constituição em votação sobre prisão de líder do governo

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado, anunciou que a Oposição ingressou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o cumprimento da Constituição em votação sobre a prisão de líder do Governo, Delcídio do Amaral (PT-MS).

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (25/11), o democrata destacou que a votação secreta, conforme sinaliza a Presidência do Senado, somente é permitida se for expressamente prevista na Constituição Federal, fato que não ocorre para o caso específico de validação de prisão de parlamentar. O processo deve ser feito por votação aberta e nominal.

“É importante deixar claro: a Constituição nos garante o voto aberto, não há como fazer outra interpretação. Caso se confirme a sinalização de que a Presidência entende pelo voto secreto, estamos precavidos com mandado de segurança no STF para assegurar o cumprimento da lei”, destacou.

Para Caiado, a tentativa do governo em derrubar uma ação com provas contundentes e graves contra o senador petista seria um grande constrangimento para todo o Congresso Nacional. “Isso não é questão contra ‘a’ ou contra ‘b’. É matéria que já foi decidida no Congresso Nacional e que não pode ser reinventada. Isso comprometeria ainda mais a credibilidade do parlamento que já está por demais desgastada”, afirmou.

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Senado deve convalidar decisão unânime do STF sobre prisão de Delcídio, diz Caiado


Líder do Democratas afirmou que bancada votará conforme o Supremo. Para o parlamentar PT deve se pronunciar sobre o caso e votações do ajuste fiscal estão comprometidas

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), anunciou há pouco que a bancada do partido vai votar pela manutenção da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a prisão do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), ocorrida nesta manhã (25/11). Para Caiado, a Casa não pode contestar uma votação unânime da 2ª turma do STF, e toda investigação da Polícia Federal do Ministério Público. O líder democrata ainda acredita que todas as votações que se referem ao ajuste fiscal devem ser interrompidas já que muitas delas estavam sendo articuladas pelo líder petista.

“Acabamos de reunir a bancada e, ao sabermos que a decisão do ministro Teori Zavaski foi convalidada por todos os membros da segunda turma do STF, a posição do Democratas será de votar favoravelmente a decisão do ministro, ou seja, da manutenção da prisão. Até porque nós somos legisladores. Imagina que venha o procurador-geral da República, a Polícia Federal e ao mesmo tempo o Supremo Tribunal Federal, todos eles forma unânime autorizam a prisão, é sinal de que existem provas contundentes e graves e o Senado Federal não pode desautorizar todas essas instituições que tem como obrigação levantar os dados e denúncias existentes e com muita prudência, cautela, seriedade proferir o veredito. Se o veredito é este não cabe a esta Casa contestar uma decisão num momento tão grave de uma denúncia que abala o Senado Federal”, opinou Caiado.

O democrata também cobrou explicações do PT e da presidente da República sobre a situação do líder do governo. “É importante também que o PT se pronuncie. Ele não é apenas um senador, ele é líder do governo. É uma matéria que a presidente da República deveria se pronunciar. Não é uma gripe que tiraria a presidente de um momento tão grave para dizer da situação que atinge a cúpula do partido. Quer dizer, estamos vendo uma regra constitucional que nunca foi usada ser transformada num fato concreto num governo do PT. Então, é um momento de constrangimento, é uma tragédia para o Senado Federal assistirmos uma situação como essa”, acrescentou.

Na visão do senador goiano as votações do ajuste fiscal estão comprometidas. “Devemos interromper todas as votações do dito ajuste fiscal do governo até porque o líder do PT era o articulador do todo o processo de entendimento ou de acordos produzidos para que essas matérias fossem votadas, entre elas, o projeto da repatriação. Não cabe a mim prejulgar quem quer que seja, mas acredito que o processo está chegando naquilo que toda a sociedade espera que não foi uma obra criada apenas por assessores ou senão diretores ou outras autoridades políticas que não tivessem o poder da decisão”, disse sobre acusações que se aproximam do ex-presidente Lula.

Ronaldo Caiado explicou que assim que o processo em relação ao senador Delcídio Amaral chegar ao Senado, a decisão do STF deverá ser avaliada pelo plenário em votação nominal e aberta. A previsão é que o processo chegue ainda hoje a Casa.

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