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CPI do BNDES: Caiado vai pedir levantamento de todos os empréstimos da Era PT

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que vai pedir um levantamento completo de todos os empréstimos e negócios que foram feitos pelo BNDES entre 2003 e 2016.

O anunciou foi feita nesta terça-feira (15/08). Caiado é membro da CPI do BNDES, que iniciou hoje apresentando o plano de trabalho da comissão com audiências, oitivas e apresentação do relatório.

“Houve um casamento íntimo entre os empréstimos do BNDES e as campanhas eleitorais. O grupo JBS, principal caso, fez doações oficiais de R$ 368 milhões na última campanha, sendo R$ 144 milhões para o PT. Essa foi a mesma empresa que dizimou os pequenos frigoríficos no meu estado de Goiás e que hoje está envolvida no maior escândalo de corrupção desse país. É preciso ir atrás da origem disso tudo”, defendeu Caiado.

Empréstimos internacionais
Caiado também quer trazer dados em relação à mudança de rumo que o BNDES tomou a partir de 2007, quando cinco países passaram a receber 57% dos recursos internacionais. O período coincide com o início da gestão de Luciano Coutinho à frente da instituição.

“De 2007 a 2014, 57% dos financiamentos foram direcionados a Cuba, Angola, Argentina, República Dominicana e Venezuela, justamente quando crescia um movimento de esquerda nessas nações de influência do Brasil. Rezaram na cartilha do Foro de São Paulo e o BNDES passou a ter uma importância ímpar nesse processo de desestabilização de nações na América Latina e na África”, acusou.

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Caiado defende voto de censura de Senado Federal a Maduro

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), manifestou em plenário, nesta terça-feira (08/08), apoio ao requerimento que pede um voto de censura ao ditador venezuelano Nicolas Maduro pela violenta repressão que impõe no país.

Citando relatório na ONU que responsabiliza o Governo Maduro por 76 mortes em protestos e mais de 5 mil presos políticos, Caiado também criticou a postura do Partido dos Trabalhadores que mantém uma posição de apoio ao tirano.

“O PT pode defender aqui o amigo ditador Maduro, mas não tem o direito de impedir o voto de censura. É o mínimo que este Senado tem que fazer. Nós, brasileiros, que destituímos um governo que tinha mesmo caminho da Venezuela, vamos nos manifestar, sim, contra esse tirano”, afirmou.

O senador também lembrou que fez parte da comitiva que visitou o país em 2015, quando foi cercado e impedido de transitar em Caracas por coletivos bolivarianos.

“Já havíamos diagnosticado essa situação quando esta Casa criou uma comissão para poder visitar e ver as condições de Leopoldo Lopez e outros presos políticos. Fomos sitiados, praticamente sequestrados. Já havia ali este cenário de total desrespeito à cláusula democrática que é imposta a todos os membros do Mercosul e nada era feito”, criticou.

O requerimento será votado nesta quarta-feira (09/08).

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Brasil deve se posicionar sobre caos na Venezuela, diz Caiado após encontro com Lilian Tintori

O líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO), anunciou que o Senado recorrerá ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, para que o Brasil reforce sua posição contrária aos atos de violência praticados pelo ditador venezuelano Nicolas Maduro. Caiado e outro senadores receberam hoje (11/5) na presidência da Casa, Lilian Tintori, esposa de Leopoldo Lopez, que foi preso por Maduro por se opositor ao regime chavista. No encontro, Lilian Tintori relatou a grave situação vivida pelo país em que a população não tem acesso a produtos básicos enquanto o ditador distribui armas para militantes apoiadores do seu governo.

“Ouvimos hoje o relato dramático de Lilian Tintori, esposa de Leopoldo Lopez, preso há vários anos pelo ditador da Venezuela, Nicolas Maduro. Lilian, que está hoje aqui no Senado, nos contou que Maduro cada vez promove atos de truculência, distribui armas para adeptos do seu governo, enquanto a população não tem acesso a medicamentos básicos e nem condições mínimas de alimentação”, controu Caiado.

“Neste momento é fundamental que o Brasil se posicione para não deixar que este ditador continue fazendo da Venezuela conforme sua vontade sem ouvir o sentimento da população. Do nosso encontro com senadores e Lilian Tintori, ficou acordado que vamos recorrer ao ministro das Relações Exteriores para reforçar a posição do Brasil contra a violência praticada pela ditadura venezuelana”, concluiu.

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Caiado diz que governo não deve reconhecer Venezuela no comando do Mercosul

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), subiu à tribuna hoje (16/8) para manifestar voto favorável a requerimento de apoio ao governo brasileiro pelo não reconhecimento da presidência temporária da Venezuela no Mercosul. O parlamentar elogiou a mudança de rumo da política externa do país com postura dura em relação a países com viés autoritário, caso da Venezuela. O senador mencionou episódio do livro do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica em que revelou manobra de Dilma Rousseff para retirar o Paraguai do bloco sul-americano. O requerimento do senador José Anibal (PDSB-SP) deve ser votado pelo plenário do Senado.

“Foi uma decisão que mostra a recuperação da política externa comandada pelo chanceler José Serra que de forma lúcida e corajosa está enfrentando governos tiranos que querem impor o bolivarianismo no Brasil. A exemplo de como era praticada a diplomacia com Lula, Dilma e Marco Aurélio Garcia, mostrei relato do ex-presidente Mujica, publicado em livro, que mostrou como Dilma Rousseff atuou, na surdina, para retirar o Paraguai do Mercosul”, disse.

Caiado lembrou trecho do livro “Uma Ovelha Negra no Poder”, que conta a história de Mujica em que o ex-presidente do Uruguai relatou que a presidente afastada Dilma Rousseff enviou o ex-assessor internacional Marco Aurélio Garcia ao país vizinho, em avião oficial, para tratar da retirada do Paraguai do Mercosul. O relato consta nas páginas 227 e 226 do livro.

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Democratas repudia prisão de López e quer que Dilma convoque OEA

O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), criticou a perseguição política na Venezuela que levou o oposicionista Leopoldo López a uma condenação de quase 14 anos de prisão, além da punição a mais três estudantes que participaram de protestos contra o governo.

Em conversa com o presidente do legenda, José Agripino (RN), ficou acordado que o partido vai ingressar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF) para determinar que a presidente Dilma convoque em caráter de urgência o Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir o caso.

“A presidente Dilma Rousseff e o governo brasileiro se calam mostrando total conivência e aval à prisão política de Leopoldo López. É uma ação violenta aos direitos humanos e torna a presidente da República parceira do ditador Maduro. Enquanto isso, a União Européia dá uma declaração contundente cobrando que a Venezuela reveja essas penas. Já ficou provado que os diplomatas e auditores independentes foram impedidos de acompanhar a fase final do julgamento”, lembrou.

O Democratas quer que nações vizinhas e os organismos internacionais cobrem o cumprimento da cláusula democrática assinada no Protocolo de Ushuaia entre membros do Mercosul. “Vamos trabalhar para excluir a ditadura venezuelana do bloco”, anunciou.

Provocação
Ronaldo Caiado acredita que a sentença proferida às vésperas de eleições legislativas no país é uma ação do ditador Nicolas Maduro para incitar o clima de instabilidade que justificaria um cancelamento do processo eleitoral.

“O fato do governo Maduro determinar ao judiciário a imputação de uma pena de quase 14 anos tem um único objetivo: criar uma clima de revolta da oposição e com isso tentar impedir as eleições do dia 6 de dezembro. Maduro sabe que será derrotado e por isso tenta criar situações de conflito, como vem fazendo com a Colômbia. É tudo jogo de cena para legitimar o seu golpe”, acusou Caiado.

Se não reagirmos, Brasil se transformará numa Venezuela, diz Caiado

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O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), fez um alerta hoje (7/5) sobre o processo de “venezuelização” do Brasil. Em audiência pública com as esposas de opositores ao governo da Venezuela, Lilian Tintori de Lopez e Mitzy Capriles de Ledezma, o senador apontou que os mesmos elementos que levaram a implantação do regime bolivariano no país governado por Nicolás Maduro estão sendo adotados no Brasil. “Se o povo não reagir poderemos ver no Brasil a mesma situação da Venezuela com opressão e até morte de opositores”, denunciou Caiado.

O senador reiterou o uso criminoso do BNDES para financiar países apoiadores do Foro de São Paulo, origem desse movimento que vem sufocando a democracia na América Latina. “Essa situação de violência e desrespeito à democracia não começou na Venezuela, foi inaugurada no Foro de São Paulo. Aqui no Brasil temos o uso criminoso e corrupto do BNDES para financiar empreiteiras e países que seguem a cartilha do Foro. Essa articulação populista e demagógica tem viés também no programa Mais Médicos e no Bairro Adentro, seu correspondente na Venezuela”, atestou. Caiado lembrou da real intenção de se criar o Mais Médicos no Brasil para financiar a ditadura cubana e alimentar caixa 2 de campanhas do PT.

Ronaldo Caiado fez duras críticas à “ideologização” da política internacional brasileira que concentra todos os poderes no assessor da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia. “É importante que as pessoas saibam: o ministro das Relações Exteriores é peça de ficção neste governo. Quem comanda o Itamaraty se chama Marco Aurélio Garcia, adepto da tese bolivariana. O Itamaraty sequer foi consultado quando um ministro da Venezuela esteve aqui para fazer convênio com o MST com o objetivo de unir forças civis para massacrar quem quer que seja contra o governo”, disse. Caiado ainda classificou como gesto grosseiro a atitude do governo brasileiro de barrar as esposas dos opositores venezuelanos no Itamaraty.

Ao se dirigir as esposas de Ledezma e Capriles, o parlamentar manifestou total apoio a luta contra a violência e desrespeito à democracia. Além disso, Caiado se comprometeu a atuar com firmeza na Comissão de Relações Exteriores pela valorização do Itamaraty e de uma política internacional alinhada aos valores democráticos. “Conte com o Democratas e meu empenho para que a Democracia possa voltar a respirar em seu país”, afirmou.